Mapa mental
Asma e Bronquiolite

Conteúdo do mapa
Asma e Bronquiolite
Bronquiolite aguda
- EPIDEMIOLOGIA
- é a infecção do trato respiratório inferior mais comum em crianças com menos de 2 anos
- Letalidade >1%
- elevada em doença crônica 30%
- Doença sazonal ocorrendo em estações chuvosas nos países tropicais e no invernos nos climas temperados
- hospitalização mais comum em meninos e em grupos socioeconomicos de baixa renda
- fatores de risco
- história de irmãos mais velhos
- creches
- fumante passivo
- aglomeraçoes
- complicaçoes
- prematuridade <37 semanas
- baixo peso ao nascimento
- <12 mese
- doença pulmonar crônica
- fibrose cistica
- anomalias pulmonares
- VSR do tipo A
- morte por bronquiolite é rara porem algumas crinças desenvolvem sibilancia recorrente e episódios de asma
- ETIOLOGIA
- Mais frequente = vírus sincicial respiratório VSR
- altamente infectante
- 87% <18 meses tem anticorpos
- potencialmente todas as crianças aos 3 anos já foram infectadas
- mais frequente em crianças dos 2 aos 5 meses de idade
- 80% dos casos em lactentes
- pode ser tambem
- metapneumovírus humano
- geralmente na primavera
- pode acontecer no outono e no inverno
- geralmente na primavera
- parainfluenza
- adenovírus
- subtipo 1,3,7 e 21
- infecçoes graves de alta morbidade
- subtipo 1,3,7 e 21
- influenza
- coronavírus
- bocavírus
- metapneumovírus humano
- Mais frequente = vírus sincicial respiratório VSR
- DEFINIÇÃO
- É uma doença viral aguda que acomete crianças com menos de 2 anos
- Caracteriza-se pelo acometimento do trato respiratório alto e seguido de acometimento do trato resp baixo seguido de desconforto respiratório
- Pode haver presença de sibilância
- PATOGENIA
- Impacto da infecçao viral depende da resposta do hospedeiro
- infectam rapidamente o trato respiratório causando necrose epitelial e destruição ciliar
- transferencia de vírus célula a celula
- a replicação viral induz a produção de mediadores inflamatórios pelas células epiteliais respiratórias contribuindo para patogenese da doença
- infliltraçao de neutrofilos e linfócitos com edema de submucosa
- desequilíbrio de citocinas
- aumento da prod de muco + celulas epiteliais mortas= rolhas de muco
- obstrução
- aprisionamento aéreo
- hiperinsuflação/ atelectasias
- hipóxia
- insuficiencia respitaoria aguda
- hipóxia
- colapso de vias aéreas
- QUADRO CLÍNICO
- desconforto respiratório em crianças de 2-6 meses seguido de 2/3 dias de sinais de infecção respiratória
- febre
- muito alta investigar outros diagnósticos
- coriza
- tosse
- taquipneia
- aceitação inadequada de alimentos
- retração torácica
- raramente apresenta toxicidade sistemica
- sonolencia
- letargia
- irritabilidade
- palideze taquicardia
- pesquisar outros dignósticos
- febre
- desconforto respiratório em crianças de 2-6 meses seguido de 2/3 dias de sinais de infecção respiratória
- DIAGNÓSTICO
- anamnese
- exame físico
- retração torácica
- ausculta
- expansão torácica diminuida
- sibilancia expiratória
- creptações finas na expiração
- abdome distendido devido a hiperinsuflação dos pulmões
- cianose
- casos graves
- podem ser a primeira manifestação
- prematuros
- baixo peso ao nascer
- episódios de apneia
- história de resfriado comum de 2/3 dias que evolui com obstrução variável
- exame físico
- exames complementares
- radiografia em casos que necessitam de internação para avaliar complicaçoes
- atelectasias
- pneumotórax
- pneumonia
- mal formações
- hemograma é inespecífico
- gasometria na UTI pediatrica
- insuficencia respiratória
- radiografia em casos que necessitam de internação para avaliar complicaçoes
- detecção do vírus
- detecção antigenica
- isolamento viral
- resposta sorológica
- incerto se altera conduta ou prognóstico
- anamnese
- TRATAMENTO
- AMBULATÓRIO/DOMICILIAR
- Não há tratamento específico por isso a decisão do ambiente de tratamento se baseia nas
- necessidade de suplementação de O2
- alimentação por sonda gástrica
- fluidoterapia venosa
- indicação de suporte ventilatório
- possibilidade de agravamento nas primeiras 48/72h
- internamento
- alimentação normal em menores volumes com maior frequencia
- hidratação adequada
- decubito elevado
- nebulização com Beta2 se resposta aparente
- 3gts kg a cada 4/6h =3ml SF
- sem resposta nao deve ser prescrito
- Não há tratamento específico por isso a decisão do ambiente de tratamento se baseia nas
- HOSPITALAR
- cianose ou desconforto respiratório grave
- FR<70
- batimento de asa de nariz
- tiragem grave
- letargia grave e recusa alimentar <50% da ingesta habitual nas ultimas 24h
- apneia , toxemia ou febre> 40
- >2meses
- comorbidades
- cardiopatia congenita
- sindrome de downs
- doença pulmonar
- hidratação venosa
- necessidade de alimentação por sonda
- monitorização de saturação 92/94%
- nebulização com beta2 se resposta aparente
- cianose ou desconforto respiratório grave
- AMBULATÓRIO/DOMICILIAR
- EPIDEMIOLOGIA
ASMA
- DEFINIÇÃO
- é uma doença das vias aéreas inferiores caracterizada por inflamação crônica do músculo liso dos brônquios, vias aéreas hiper-reativas e episódios de broncoespasmos que limitam o fluxo de ar.
- É reversível espontaneamente ou com tratamento
- manifestando-se por episódios recorrentes de sibilância, dispneia, aperto no peito e tosse, particularmente à noite e pela manhã ao despertar.
- se inicia na sua grande maioria na infância e persiste ao longo da vida do paciente acometido pela doença.
- EPIDEMIOLOGIA
- No Brasil, estima-se a prevalência da asma em torno de 10%
- importante causa de internação
- apenas 5%-10% dos casos de asma
- apresentam maior morbimortalidade relativa
- fatores de risco
- atopias
- 1/3 dos atopicos desenvolvem asma
- exposição a alergenos
- infecçoes virais na infancia
- Ausência de amamentação com leite materno
- Exposição ambiental domiciliar à fumaça do tabaco de pais fumantes
- Dietas com baixos teores de antioxidantes ou ácidos graxos poliinsaturados
- atopias
- FISIOPATOLOGIA
- A ativação dos mastócitos, mediadas poR uma variedade de células, citocinas e mediadores é essencial para o desenvolvimento da doença
- Imunoglobulinas E (IgE) são produzidas após uma exposição inicial a um alérgenoe esta relacionada com o aumento da reposta linfocitária
- quando um alérgeno é inalado, ele é ligado pelos IgE presentes na superfície dos mastócitos ocorrendo uma rápida degranulação e liberação de mediadores.
- histamina, prostaglandina D2 e cisteinil leucotrienos (LTC4, D4 e E4), contraem diretamente o músculo liso das vias aéreas e também podem estimular as vias neurais reflexas.
- A resposta da fase tardia é caracterizada pelo recrutamento de células inflamatórias e imunológicas, particularmente as células T de memória, eosinófilos, basófilos, neutrófilos e auxiliares, para locais de exposição a alérgenos.
- QUADRO CÍLNICO
- sibilos
- asma é a causa mais comum de episódios recorrentes de tosse e sibilos em adultos e crianças
- Várias doenças podem causar sibilos como a insuficiência ventricular esquerda, a doença pulmonar obstrutiva crônica, a disfunção das cordas vocais ou as obstruções brônquicas localizadas
- fibrose cística, bronquiolite aguda viral, bronquiomalácia, estenoses brônquicas ou traqueais, anéis vasculares e aspiração de corpo estranho
- produzidos pela aceleração e turbilhonamento do ar nas vias aéreas estreitadas, gerando oscilações de suas paredes
- Podem ser só expiratórios e a obstrução é mais grave, quando da associação de sibilos inspiratórios e expiratórios
- A ausência de sibilos em um paciente asmático, chamado de tórax silencioso, sinaliza como uma advertência de muita gravidade
- redução generalizada do murmúrio vesicular associada a importante esforço ventilatório
- tosse
- Geralmente é pior à noite e após grandes esforço
- sensação de opressao torácica
- Roncos também podem ser auscultados, especialmente quando as vias aéreas estão cheias de muco
- exame físico
- taquipneia
- tiragem intercostal
- uso de musculatura acessória
- Tempo expiratório forçado
- Taquicardia
- sibilos
- DIAGNÓSTICO
- SINTOMAS
- tosse , dispneia e opressão torácica
- exame físico
- se sibilos expiraótios ausentes
- exarcebação grave
- se sibilos expiraótios ausentes
- limitação variável do fluxo expiratório
- teste de reversibilidade com brocodilatador
- expitometria ou pico de fluxo inspiratório
- VEF/CVF<90%
- aumento de VEF1 em relação ao valor basal >12%
- expitometria ou pico de fluxo inspiratório
- teste de reversibilidade com brocodilatador
- CLASSIFICAÇÃO
- SINTOMAS
- TRATAMENTO
- DEFINIÇÃO
Imagens e arquivos do mapa
Informações
- Descrição
- Mapa Mental sobre Asma e Bronquiolite, criado por João Falcão em 26-10-2020.
- Criado por
- João Falcão
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