Área que estuda a língua em seu uso real, levando em
consideração as relações entre a estrutura linguística
e os aspectos sociais e culturais da produção
linguística.
Parte do princípio de que a variação e a mudança são
inerentes às línguas e que, por isso, devem sempre
ser levadas em conta na análise linguística.
O sociolinguista se interessa por
todas as manifestações verbais
nas diferentes variedades de uma
língua.
Objetivos: entender quais são os principais fatores que
motivam a variação linguística, e qual a importância de cada
um desses fatores no quadro variável.
Fatores Linguísticos
Fatores Estruturais
Variações
Sociolinguística Variacionista
baseia-se em pressupostos teóricos;
demonstra como uma variante se
implementa na língua ou desaparece.
Corrente sociolinguística variacionista.
Gerativismo
Estruturalismo
Variáveis
Pode ser binária ou eneária, dependente ou independente.
Variáveis Linguísticas
Social
Regional
Registro
Variáveis Extralinguísticas
Fatores Extralinguísticos
O termo surge pela primeira vez na década de 1950, desenvolve-se como corrente nos
Estados Unidos na década de 1960, tendo quatro nomes principais.
William Labov
William Bright
Gumperz e Dell Hymes
Aspectos teórico-metodológicos
O objeto de estudo localiza-se no uso da língua falada no
cotidiano
Ponto de partida é o objeto de estudo para construção
do modelo teórico.
Trabalha-se com o falante/ouvinte, em situações reais de linguagem,
buscando através do estudo das manifestações linguísticas concretas,
descrever e explicar o fenômeno da linguagem.
Expansão da sociolinguística
Além de contribuir para a descrição e explicação de fenômenos linguísticos, a
sociolinguística também fornece subsídios para a área do ensino de línguas.
No mundo, há trabalhados em diversos centros de pesquisa.
No Brasil, as pesquisas começaram a ser desenvolvidas na década de 1970. Que foram
feitas em grupos como: Mobral Central, Norma Urbana Oral Culta (NURC) e Censo da Variação
Linguística no Estado do Rio de Janeiro (Censo) e seus respectivos coordenadores.
Atualmente, em várias universidades brasileiras, há grupos que seguem os pressupostos teórico-metodológicos da sociolinguística. Teses
foram defendidas com o objetivo de descrever as formas variantes do português do Brasil e de explicar os fatos linguísticos e
extralinguísticos que favorecem ou não as variantes linguísticas.