CYBERBULLYING: UM DESAFIO À INVESTIGAÇÃO E À FORMAÇÃO

Danila  Zambianco
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CYBERBULLYING: UM DESAFIO À INVESTIGAÇÃO E À FORMAÇÃO

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  • Autores: João Amado Armanda Matos Teresa Pessoa
1 TIC... nova era, autonomia mas e os princípios e valores?
1.1 CYBERBULLYING: nova expressão do bullying
1.1.1 Nova noção de tempo e espaço
1.1.2 Anonimato-fenômeno sem rosto
1.1.3 Poucos estudos sobre o tema
1.2 Uso abrangente das Tic pela população em geral, inclusive pelas crianças

Annotations:

  • No ano de 2004 em Portugal, uma pesquisa feita pelo gabinete do conselho de ministros , revela que 54% da população , já naquela data utilizava computadores  e que em outros países europeus , há uma acentuada antecipação na idade das crianças para o uso da internet.
1.2.1 Segurança, acompanhamento e vigilância

Annotations:

  • Os portugueses são os utilizadores mais preocupados com as ameaças de segurança, os pais portugueses estão entre os mais preocupados e vigilantes  ao acesso à internet;
  • Pinheiro (2009) considera que, apesar do acesso intensivo às novas tecnologias, a maioria das pessoas tem pouca informação sobre o assunto...o que, aliás, pode dar origem a novos problemas.
1.2.1.1 Telemóvel

Annotations:

  •    Castro ( 2008) em sua tese de mestrado destaca a falta de controle dos pais no uso do telemóvel . Na interpretação da autora “ talvez essa falta de controle, se deve a um desconhecimento dos potenciais perigosos”.  
2 Neves e Pinheiro (2009) consideram dois tipos de cyberbulllies: Acidentais e Adictos

Annotations:

  • (distúrbio psicológico, que provoca um empobrecimento no funcionamento social, ocupacional ou em outras áreas).
2.1 Uso intensivo das TIC de forma abusiva está associado a problemas mentais e de conduta
2.2 Cyberbullying e problemas de comportamento na escola, muito em especial com o bullying tradicional

Annotations:

  • (questionário a 1588 jovens sul-africanos com idades compreendidas entre os 10 e os 15 anos).
2.2.1 Estudo de Steffgen e König (2009)

Annotations:

  • Com base num questionário on-line a 2.070 estudantes de Luxemburgo.
2.2.1.1 Trabalho coletivo nas escolas. Ações formativas, interventivas, pedagógicas e legislativas.
2.2.1.1.1 Manual para Formadores – Projeto em Curso
2.2.1.1.1.1 Questionários abertos on-line:

Annotations:

  • - 1º para formadores ou potenciais formadores na área (equipe portuguesa) - 2º  visava ser respondido por especialistas (coordenado pela equipe alemã)
2.2.1.1.1.2 Dificuldades sentidas pelos formadores
2.2.1.1.1.3 Componente teórico do manual
3 Investigação, prevenção e intervenção em Portugal
3.1 Empatia e descomprometimento moral em agressores. Almeida et al (2008)
3.2 Cyberbullying em Portugal: uma perspectiva sociológica. Pinheiro (2009)

Annotations:

  • Fases para acontecer o Cyberbullying:  1. Período de pré-cyberbullying (xerox e telefone fixo para gozar alguém) 2. Cyberbullying propriamente ditos (celulares) 3. Utilização das múltiplas possibilidades oferecidas pela internet.  
3.3 Iniciativas Oficiais: 1.Pojecto Dadus (2008); 2.Projecto internet segura; 3. Projecto E-Escolinha (2005-2008) .
3.4 Iniciativas Não oficiais: 1. Tito de Morais (site miudossegurosna.net). 2. Associação de mulheres contra a violência. 3. Associação nacional de professores.
3.5 Conclusões das investigações
3.5.1 Necessidade de mais estudos...
3.5.2 Grande número de atingidos/envolvidos.
3.5.3 Pluralidade do termo cyberbullying: flaming, harassament; cyberstalking; denigração; dissimulação; outing; exclusão.
3.5.4 Anonimato-conhecidos...
3.5.5 Variáveis psicológicas e o comportamento dos cyberbullies
4 Componente prática do manual
4.1 1) Sugestões práticas sobre como desenvolver as seguintes competências: a) pessoais e interpessoais b) de comunicação c) pedagógicas e tecnológicas d) de supervisão e aconselhamento e) cognitivas
4.2 2) Abordagens eficazes do problema a) Para os formadores - b) Para especialistas
4.3 3) Outros conteúdos que devem estar presentes no manual

Annotations:

  • • estudos de casos reais e ficcionais  • material audiovisual e recursos multimídia • notícias da mídia • referências a organizações que proporcionam ajuda • compilação de hiperlinks de recursos úteis 
4.4 Demais estratégias para lidar com cyberbullying, segundo formadores e especialistas
4.4.1 1) Sensibilização de pais, professores e outros profissionais
4.4.1.1 2) Necessidade de controle, de regras e sanções (legislação)
4.4.1.1.1 3) Papel da sociedade, das autoridades políticas, dos fornecedores dos serviços dos meios de comunicação
4.4.1.1.1.1 4) Elaboração de manuais, além da adaptação de estratégias e programas que se revelaram eficazes
4.4.1.1.1.1.1 5) Realização de investigações para dar apoio empírico ao desenvolvimento de projetos
4.4.1.1.1.1.1.1 6) Abordagens centradas nas crianças e jovens (empowerment)- ex. cybermentores
4.4.1.1.1.1.1.1.1 7) Formação de pais, professores e outros profissionais
4.4.1.1.1.1.1.1.1.1 8) Capacitação das escolas para questões como literacia digital e uso responsável das TICs
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