A radicalização do debate sobre inclusão escolar no Brasil

Dinara Mattana
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Educação inclusiva, um mapa conceitual

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A radicalização do debate sobre inclusão escolar no Brasil
1 A história da Ed. Especial começou a ser traçada no séc. XVI com médicos e pedagogos.
1.1 O cuidado foi meramente custodial, e a institucionalização em asilos e manicômios foi a principal resposta social para tratamento dos considerados desviantes.
1.1.1 Já no séc. XIX aparece uma resposta mais ampla da sociedade para os problemas da educação das crianças e jovens com deficiências.
2 mainstreaming
2.1 1. preferência pelos serviços educacionais com o mínimo possível de restrição
2.2 2. oferta de serviços educacionais especiais e regulares coordenados.
2.3 3. promoção de situações escolares que favorecessem sem a convivência com grupos sociais de idades equivalentes
3 normalização e integração escolar
4 Influência norte-americana no debate sobre inclusão escolar
4.1 o movimento pela inclusão surgiu de forma mais focalizada nos Estados Unidos, ao longo da déc. de 1990
4.1.1 1ª onda de reforma iniciada na déc. de 1980: "movimento pela excelência na escola"
4.1.2 2ª onda de reforma, do final da déc. de 1980:"movimento de reestruturação escolar"
4.2 Regular Education Iniciative - Iniciativa da Educação Regular - 1986
4.2.1 Limitações da legislação vigente. Necessidade de parcerias entre educação regular e especial
4.2.1.1 Indivíduos com limitações leves ou moderadas
4.3 Full Inclusion - Inclusão Total
4.3.1 configuração mais radical para estabelecer políticas sem exceções, para o acesso de todos os estudantes, não importando as limitações, nas classes regulares
4.3.1.1 Indivíduos com limitações mais severas
5 Marcos mundiais da Educação Inclusiva
5.1 1990: Conferência Mundial sobre Educação para Todos
5.2 1994: Conferência Mundial sobre Necessidades Educacionais Especiais: Acesso e qualidade
5.2.1 - produziu a Declaração de Salamanca
5.3 A inclusão é para todos ou só para alguns?
5.3.1 A inclusão significa colocação integral na classe comum ou pode-se combinar a colocação na classe comum com situações especializadas de aprendizagem?
5.3.1.1 a inclusão prioriza a aprendizagem social e as amizades ou o desemprenho acadêmico bem sucedido?
5.3.1.1.1 a inclusão será prejudicial ou positiva para alunos sem limitações?
5.3.1.1.1.1 as evidências empíricas sustentam ou não a inclusão?
6 Perspectivas da Inclusão escolar na realidade brasileira
6.1 Séc. XIX já haviam movimentos isolados em prol da ed. inclusiva
6.1.1 1950: movimentos comunitário e filantrópicos
6.1.2 1970: ampliação do acesso à escola para a população em geral; produção do fracasso escolar: implantação das classes especiais nas escolas públicas estaduais
6.1.3 1990: discuso da ed. inclusiva
6.1.3.1 números de alunos incluídos - matrículas
6.1.3.2 qualidade no ensino?
6.1.3.3 recursos?
7 Considerando, então, que o conceito de inclusão escolar é ambíguo, porque ele assume o significado dentro de contextos históricos determinados que lhe dão definição, conclui-se também que cada comunidade deve buscar a melhor forma de definir e fazer sua própria política de inclusão escolar, respeitando as bases históricas, legais, filosóficas, políticas e também econômicas do contexto no qual ela irá efetivar-se
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