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Starlley Augusto
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Mind Map on informatica, created by Starlley Augusto on 01/13/2016.
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informatica
1 1. CONCEITOS INICIAIS

Annotations:

  • a. Hardware: são os dispositivos físicos, que podemos tocar. b. Software: são as partes lógicas, os programas. c. Peopleware: são os usuários. d. Firmware: são programas armazenados em chip. Na memoria ROM
1.1 1.1 PROCESSAMENTO DE DADOS

Annotations:

  • Alguns conceitos básicos ajudam-nos a compreender a expressão processamento de dados. a. Dados: Algum tipo desorganizado de informação que não significa nada isoladamente. b. Informação: É o resultado da transformação dos dados em algo útil e organizado para o usuário.Ex: Se eu entrar na sala de aula gritando nove (9). Eu estou apresentando um dado. O nove não tem significado nenhum. Agora, se eu ao invés de gritar nove, gritasse: “na página nove, da apostila, temos algumas questões de prova”. Então estaria passando uma informação.Processar dados significa transformar informações iniciais (chamadas de dados iniciais ou de entrada) em resultados (chamadas de dados finais ou de saída), através de procedimentos pré-definidos. Processar dados significa muito mais do que apenas calcular. Pode ser considerado um cálculo, uma ordenação de informações, uma classificação de forma conveniente, uma comparação, uma listagem (relatório) etc. O computador realiza quatro operações básicas com dados:a. Entrada (input);b. Processamento (processing);c. Saída (output);d. Armazenamento (storage).O processamento dos dados é feito na UCP, ou CPU(unidade central de processamento). A entrada de dados éfeita por intermédio de dispositivos especiais que coletaminformações externas (ex: teclado, mouse etc.) e os enviampara a unidade central de processamento. Após processadoo dado, a informação pode ser armazenada em um dispositivode armazenamento ou enviada para o usuário atravésde dispositivos de saída de dados ou informação (ex: monitor,impressora etc.).
1.1.1 1.1.1 UCP ou CPU – Unidade Central de Processamento ou Processador.

Annotations:

  • É o chip principal de interpretação de comandos de um computador; é essa unidade que processa as instruções, que executa os cálculos e que gerencia o fluxo de informações pelo computador. Podemos dizer que a CPU é o cérebro do computador; ela executa as instruções do programa e coordena o fluxo de informações inseridas para os outros equipamentos ou periféricos funcionarem. É nesta unidade fundamental, o processador, em que ocorrem as mudanças requeridas pelos programas nos seus dados fornecidos e é ele quem determina a velocidade e a qualidade das operações realizadas. Executa operações lógicas (se, e, ou, não, etc.) e aritméticas (adição, subtração, etc.). Suas principais funções são: a. Ler e escrever informações na memória; b. Reconhecer e executar os comandos; c. Controlar todas as operações entre o processador, memória e periféricos. O Processador possui duas unidades: Unidade de Controle (UC) e Unidade Lógica e Aritmética (ULA). Nos microcomputadores, o processador é chamado de microprocessador.
1.1.1.1 1.1.1.1 Unidade de Controle (UC)

Annotations:

  • Controla a E/S (entrada e saída, I/O, ou input/output) de informações, executa operações e comanda o funcionamento da ULA (ALU). Informa às demais unidades o que fazer e quando fazer.
1.1.1.2 1.1.1.2 Unidade Lógica e Aritmética (ULA)

Annotations:

  • Executa operações lógicas (SE, E, OU, NÃO, etc.) e aritméticas (adição e subtração) requeridas pelos programas. É a calculadora do microprocessador.
1.1.1.3 1.1.1.3. Registradores (Register)

Annotations:

  • Os registradores armazenam os dados que serão enviados para a ULA e armazena também as informações geradas pela ULA.
1.1.1.4 1.1.1.4 Relógio (Clock)

Annotations:

  • É a velocidade de processamento. A medida é em Hertz (Hz), a qual indica 1 ciclo por segundo. Um ciclo de clock é o menor espaço de tempo durante o qual uma operação pode durar em um computador. Atualmente os microcomputadores utilizam a unidade de medida Megahertz e Gigahertz. Ex: 2000 MHz equivalem a 2 GHz.
1.2 1.2 TIPOS DE COMPUTADORES

Annotations:

  • Os computadores podem ser classificados quanto a sua capacidade de processamento (porte) em:
1.2.1 1.2.1 Grande Porte (Mainframes)

Annotations:

  • São destinados para um grande volume de dados, têm grandes dimensões, requerendo uma grande variedade de pessoal especializado para a sua operação. Esses equipamentos estão distribuídos em uma ampla sala, com possibilidade de instalação de terminais em ambientes remotos. (O Cray-1 foi um dos mais famosos supercomputadores inventados por Seymour Cray).
1.2.2 1.2.2 Médio Porte (Minicomputadores)

Annotations:

  • Computadores destinados a empresas que tenham um volume médio de processamento de dados.  São usados em controle de processos, comunicações e sistemas de informações. Possuem uma capacidade de memória e velocidade de processamentos inferiores aos de grande porte. Hoje já estão em desuso e sendo substituídos pelos microcomputadores.
1.2.3 1.2.3. Pequeno Porte (Microcomputadores)

Annotations:

  • Os computadores de pequeno porte apresentam-se em diversos formatos e com diversas características. Os microcomputadores são computadores pessoais (PC), monousuários, destinados ao uso de empresas que tenham um pequeno, mas variado tipo de processamento de dados. Atualmente, existem microcomputadores com capacidade de processamento muito grande, que superam os grandes computadores de 10 ou 20 anos atrás.
1.3 1.3 UNIDADES DE MEDIDA
1.3.1 1.3.1 Bit

Annotations:

  • Contração do termo em inglês “binary digit” é a unidade básica de informações no sistema binário de numeração. O bit é a menor quantidade de informação que se pode armazenar num computador.  A reunião, de certo número de bits forma um dígito ou uma palavra. A cada bit armazenadona memória corresponde um sistema físico dentro do computador:1 ligado 0 desligado.Outros termos: a. Byte: É um grupo de 8 bits. Cada byte armazenado equivalente a um caracter de nossa linguagem.É a unidade de medida básica e universal para acapacidade de armazenamento de informações que o computador e todos os seus dispositivos utilizam e,sendo assim, possui os seguintes múltiplos: b. Kilobyte: 1.024 bytes Pode ser designada tambémpor Kbyte ou Kb. c. Megabyte: 1.024 kilobytes, isto é, 1.048.576 bytes.Pode ser designada também por Mbytes ou Mb. d. Gigabyte: 1.024 megabytes, ou seja, 1.073..741.824bytes. É também denominada de Gbytes ou Gb. e. Terabyte: 1.024 gigabytes, isto equivale a um valoraproximado a um trilhão de bytes.
1.4 1.4 PLACA-MÃE

Annotations:

  • A placa-mãe (motherboard) é a placa de circuito impresso onde reside toda a principal parte eletrônica do computador. Os componentes elétricos / eletrônicos ligados à placa mãe são os seguintes: a. O microprocessador; b. A memória do computador; c. Os slots (encaixes) de expansão e as placas especiais de expansão que são encaixadas neles; d. Chips especiais, chamados de chips ROM; e. Outros circuitos de suporte.
1.5 1.5 PORTAS (CONEXÕES)
1.5.1 1.5.1 Porta PS/2

Annotations:

  • Utilizado até hoje para conectar mouse e teclado. As principais características são: rápida velocidade e ocupam pouco espaço.
1.5.2 1.5.2 Porta SERIAL

Annotations:

  • Utilizada para conectarem periféricos como mouses, joystick ou modem. Também conhecida como RS-232. É identificada como COM1 e COM2 (caso tenha duas portas seriais).
1.5.3 1.5.3 Porta PARALELA

Annotations:

  • Utilizada para conectarem periféricos como a impressora. Vem sendo gradativamente substituída pela tecnologia USB.
1.5.4 1.5.4 Porta USB (Universal Serial Bus)

Annotations:

  • É o tipo de barramento que se destaca pela sua alta velocidade, destaca-se também pela capacidade de em um único conector com a placa mãe, conectar até 127 dispositivos e é um tipo de conector Plug And Play (conecte e use), ou seja, se o Sistema Operacional oferecer suporte a esta tecnologia o usuário pode conectar um periférico sem a necessidade de desligar o computador. Entre os dispositivos que podem ser conectados pela porta USB, temos: o teclado, o mouse, o modem, impressoras, pendrives e etc.
1.5.5 1.5.5 Porta FIREWIRE (IEEE 1394)

Annotations:

  • Entre as principais características destacam-se a alta velocidade e capacidade de conectar até 63 periféricos. Muito utilizada para conectar câmeras digitais, iPods, HD’s externos entre outros.
1.6 1.6 Tipos de Softwares

Annotations:

  • Software Básico: são programas utilizados para o funcionamento do sistema. Ele é capaz de gerar um ambiente de interação entre máquina e usuário. Ex.: sistema operacional, linguagens de programação, compiladores, etc. Sistema Operacional É o software mais importante do computador. Ele é instalado em uma área especial dentro do disco rígido e é carregado (para a memória RAM) toda vez que o computador é ligado. É ele que controla todos os recursos do computador. Ex.: Unix, Linux, Debian, Windows, etc.  Software Aplicativos: são programas utilizados pelos usuários para auxiliar nas tarefas realizadas no dia a dia. Ex.: editores de texto, navegadores, planilhas eletrônicas, programas gráficos, etc. Softwares Utilitários: são programas que permitem ao usuário realizarem tarefas adicionais àquelas oferecidas pelo o sistema operacional. Ex.: Winzip, antivírus, desfragmentação de unidades de discos, vírus, etc.   
1.7 1.7 Processadores Intel atuais

Annotations:

  •               > Pentium D O Pentium D é a junção de dois processadores Pentium 4. Muitos usuários pensam que o Pentium D é um processador de núcleo duplo excelente, porém a história é um pouco diferente. Assim como acontecia com o Pentium 4, tudo se repetiu no Pentium D. A Intel precisava colocar dois núcleos com uma freqüência muito alta para conseguir um bom desempenho. A memória cache dos Pentium D é razoavelmente suficiente, porém como a Intel parou de investir neste tipo de CPU, atualmente os valores de memória e até a própria velocidade destes processadores não proporcionam bons resultados em games e aplicativos pesados. > Pentium Extreme Edition Pelo nome não parece, mas os tais Pentium Extreme Edition são processadores de duplo núcleo também. A diferença entre estes e os Pentium D é, basicamente, que o Extreme Edition é um processador com dois Pentium 4 Extreme Edition trabalhando em conjunto. Com um desempenho um pouco melhor, algumas tecnologias a mais que auxiliam no trabalho pesado, este processador ganhou pouca fama, pois logo foi substituído por outros modelos. O Pentium 4 Extreme Edition trabalhava com a tecnologia HT (a qual simulava dois processadores num só), a qual permitia um ganho de até 30% em múltiplas tarefas. Como o Pentium Extreme Edition é uma evolução, ele traz dois núcleos que operam com a tecnologia HT. Sendo assim, os dois núcleos do Pentium Extreme Edition simulam dois núcleos virtuais, de modo que o processador disponibiliza quatro núcleos para o sistema. >Core 2 Duo Atualmente os Core 2 Duo estão entre os processadores mais cobiçados para jogos. Se comparado com os antigos processadores de dois núcleos da empresa, os novos Core 2 Duo mostram uma superioridade incrível. O grande motivo da diferença em desempenho é o novo sistema de núcleo da Intel. Os antigos Pentium D trabalhavam com uma linha de processamento idêntica a dos Pentium 4, já os tais Core 2 Duo funcionam com a nova tecnologia Core. Com uma freqüência (velocidade) mais baixa, um pouco mais de memória interna, modos mais eficiente de compartilhamento de recursos e alguns outros detalhes, os Core 2 Duo são os processadores mais potentes no ramo dos Dual Core. O Intel Core 2 Duo é indicado para jogos de última geração, edição de imagem e vídeo, programas matemáticos ou de engenharia e tarefas que requisitem alto processamento. Há vários modelos, sendo que os mais fortes não são viáveis para quem procura montar um PC econômico. >Pentium Dual Core O Pentium Dual Core surgiu praticamente na mesma época do Core 2 Duo. Tendo a arquitetura (sistema interno de peças) baseada no Core 2 Duo, o Pentium Dual Core trouxe apenas algumas limitações. O tão falado FSB (barramento frontal) tem velocidade menor, a memória interna (cache) do processador é menor e os modelos disponíveis trazem clocks (velocidades) mais baixos. Para o usuário que procura apenas navegar na internet e realizar tarefas simples, este processador pode ser uma excelente escolha, visto que a relação custo-benefício dele é uma das melhores quando se fala em processadores Intel de duplo núcleo. >Core 2 Quad Descendentes dos Core 2 Duo, os novos Core 2 Quad nada mais são do que processadores com quatro núcleos e um sistema interno muito semelhante aos seus antecessores. Ainda novos no mercado, os Core 2 Quad apresentam desempenho relativamente alto, porém em algumas tarefas eles perdem para os Dual Core. O grande problema nos “Quad Core” (termo adotado para falar a respeito de qualquer processador de quatro núcleos) é a falta de programas aptos a trabalhar com os quatro núcleos. Além disso, o custo destes processadores ainda não é ideal para os usuários domésticos. >Core 2 Extreme Quad Core Apesar da grande performance apresentada pelos Core 2 Quad, a Intel conseguiu criar um processador quase idêntico com maior velocidade. Apresentando dois modelos com a velocidade de clock superior, a Intel criou estes processadores especificamente para gamers e usuários fanáticos por overclock. Modelos Extreme prontos para overclockA relação custobenefício é péssima, pois custam quase o dobro dos Core 2 Quad e não fornecem o dobro de desempenho. Em jogos há um pequeno ganho de desempenho, mas nada extraordinário que valha realmente a pena. Vale ressaltar que há processadores Core 2 Extreme de dois e quatro núcleos. Ao comprar um Core 2 Extreme é importante averiguar se o processador é de dois ou quatro núcleos, pois enganos acontecem e você pode acabar pagando por um processador Quad Core e levar um Dual Core, muito cuidado! >Intel Core i7 A última palavra em tecnologia é o Core i7. A nova linha de processadores da Intel opera com quatro núcleos, velocidade semelhante a dos Core 2 Quad e quantidade de memória cache parecida. As mudanças são diversas, começando pelo suporte de memória DDR3 e abrangendo até o modo de comunicação com os outros itens do PC. Muito poder em um único processador – Intel Core i7O novo Intel Core i7 traz a tecnologia HT, a qual simula múltiplos núcleos e tende a aumentar o desempenho significativamente para aplicações que trabalhem com a divisão de processamento. Segundo o site da Intel, estes novos processadores podem simular até oito núcleos, isso se o sistema operacional for compatível com a tecnologia. Como estes processadores são lançamento, o preço deles é astronômico (dificilmente encontra-se um processador dessa linha por menos de mil reais), sendo indicado apenas para entusiastas e pessoas com muito dinheiro. A performance do Core i7 é sem dúvida superior a qualquer outro processador, no entanto talvez não seja uma boa idéia comprar estes processadores agora, visto que não há programas que exijam tamanho poder de processamento.    
2 2. memórias
2.1 2.1 MEMÓRIAS PRINCIPAIS, INTERNAS OU PRIMÁRIAS
2.1.1 2.1.1 ROM (Read Only Memory)

Annotations:

  • As principais características da memória ROM são: –– Memória somente de Leitura (não gravamos nada nesta memória); –– Não Volátil (não perde seu conteúdo quando o computador é desligado); –– Já vem gravada do fabricante.
2.1.1.1 2.1.1.1 ROM BIOS

Annotations:

  • (Basic Input/Output System – Sistema Básico de Entrada e Saída). É o primeiro programa da ROM, mais voltado para o Hardware. Ou seja, este programa é encarregado de fazer toda a inicialização (boot) do computador, reconhecendo os dispositivos de hardware instalados, e prover as informações básicas para o funcionamento do computador.
2.1.1.2 2.1.1.2 SETUP

Annotations:

  • Este é outro programa da ROM. Porém, este é utilizado para configurar o programa da ROM BIOS. Ele permite, por exemplo, alterar a sequência de leitura inicial dos discos, alterar a hora do sistema, entre outras configurações. Permite também ver a temperatura do processador e forçar a reinicilização do computador caso a temperatura exceda a determinada no SETUP. Lembre-se que todas as informações contidas no SETUP conforme configuradas, são lidas pelo programa ROM BIOS na inicialização e atua de acordo com elas. É importante lembrar que estas informações configuradas no SETUP estão armazenadas em uma memória do tipo RAM que perde as informações quando o computador é desligado. Porém, para manter estas informações, uma bateria é utilizada para que mesmo na ausência de energia elétrica as informações sejam mantidas. Esta memória do tipo RAM é chamada de CMOS (Complementary Metal Oxide Semicondutor).
2.1.1.3 2.1.1.3 POST

Annotations:

  • POST é o nome dado ao teste iniciado pela ROM BIOS. Este teste tem como finalidade verificar a quantidade de memória RAM disponível, além de verificar o(s) disco(s) rígido(s), drives como Disquete e CD ou DVD instalados no computador e carrega o sistema operacional na memória RAM.
2.1.1.4 2.1.1.4 Tipos de memória ROM (evoluções)

Annotations:

  • –– ROM: (Read Only Memory): Somente Leitura; –– PROM: (Programmable Read Only Memory): Programável uma vez; –– EPROM: (Erasable Programmable Read Only Memory): Regraváveis, ou seja, podemos gravar apagar e regravar. Utiliza-se o método de luz ultravioleta e pulsos elétricos para apagar as informações já existentes. –– EEPROM: (Eletrically Erasable Programmable Read Only Memory): Regravável. Porém, podemos selecionar o que será a pagado ao invés de apagarmos todas as informações.
2.1.2 2.1.2 RAM (Random Access Memory)

Annotations:

  • As principais características da memória RAM são: –– Memória de acesso randômico (aleatório ou direto); –– Volátil (está sempre em mudança); –– Memória de escrita (podemos gravar informações nela) e leitura; –– Perde todo seu conteúdo quando o computador é desligado. Todos os dados e programas que estão sendo manipuladospelo usuário são carregados nesta memória.
2.1.2.1 2.1.2.1 Tipos de memória RAM
2.1.2.1.1 2.1.2.1.1 DRAM:

Annotations:

  • (Dynamic Random Access Memory):  Mais lenta e mais barata, usada como memória principal da máquina. é amemória RAM dinâmica. A principal característicadesta memória RAM é o alto consumo de energiaelétrica, além de exigir reforço elétrico, processoconhecido como REFRESH e também de ser maislenta >Tipos de DRAM a. EDO: Antiga e fora de uso. b. SDRAM: Em média 10% mais rápida que a EDO c. DDR SDRAM: Duas vezes mais rápida que a SDRAM. Usa circuitos de sincronização que aumentam sua velocidade. Suporta transferir dois dados por cada ciclo de clock dobrando a velocidade de acesso.
2.1.2.1.1.1 capacidade

Annotations:

  • 512 mb
2.1.2.1.2 2.1.2.1.2 SRAM:

Annotations:

  • (Static Random Access Memory):  Mais rápida e mais cara, usada na memória cachê e na memória CMOS (setup). é amemória RAM estática. A principal característicae o baixo consumo de energia e a altíssima velocidade.
2.1.2.1.2.1 capacidade

Annotations:

  • 1024 mb / 1gb
2.1.2.1.3 2.1.2.1.3 VRAM:

Annotations:

  • (Video Random Access Memory): é a memória RAM utilizada nas placas de vídeo.
2.1.2.1.3.1 capacidade

Annotations:

  • 1 gb e 2 gb
2.2 2.2 MEMÓRIA SECUNDÁRIA OU EXTERNA

Annotations:

  • Qualquer dispositivo que pode armazenar dados sem perdê-los na ausência de energia elétrica. Essas unidades de armazenamento podem conter programas que controlam o computador, por exemplo, o Sistema Operacional, como podem conter arquivos de dados gerados pelo usuário.
2.2.1 2.2.1 Disco rígido (Hard Disc, HD ou Winchester)

Annotations:

  • Esta unidade de entrada e saída de informação é o que tem maior capacidade de armazenamento. É nesta unidade que estão armazenados os programa e arquivos que serão carregados na memória RAM e executados pelo processador. Assim como os computadores, os discos rígidos foram diminuindo de tamanho e aumentando a capacidade. Os primeiros eram capazes de armazenar 5 MB. No começo da década de 90, os discos possuíam em média 120 MB. A capacidade dos discos vem crescendo. Em 1999, os discos já tinham a capacidade de 8GB. No mesmo ano já encontrávamos discos de 20 GB. É importante lembrar que hoje podemos encontrar HD’s com capacidade acima de 300 GB. O tamanho do Disco Rígido pode variar de acordo com a necessidade do usuário.
2.2.1.1 OBS

Annotations:

  • Não é possível gravar dados num HD ou num disquete sem um sistema de arquivos, que é, basicamente, uma estrutura que indica como os arquivos devem ser gravados e guardados em mídias.  Através do sistema de arquivos, éque se determina o espaço utilizado no disco, além de ser ométodo que permite gerenciar como partes de um arquivopodem ficar “espalhadas” no dispositivo de armazenamento.Um outro detalhe importante: é o sistema de arquivos quedetermina como arquivos podem ser gravados, copiados, alterados,nomeados e até apagados. Ou seja, resumindo, todae qualquer manipulação de dados numa mídia necessita deum sistema de arquivos para que essas ações sejam possíveis.Se não houver estrutura de armazenamento e manipulaçãoé impossível gravar dados.
2.2.1.2 2.2.1.1 Sistema de Arquivos FAT (Table allocation File)

Annotations:

  • Trata-se de um sistema que funciona através de uma espécie de tabela que contém indicações para onde estão as informações de cada arquivo. Quando um arquivo é salvo no HD, o FAT divide a área do disco em pequenos blocos. Assim, um arquivo pode (e ocupa) vários blocos, mas eles não precisam estar numa sequência. Os blocos de determinados arquivos podem estar em várias posições diferentes. Daí a necessidade de uma tabela para indicar cada bloco. Ao trabalharmos com HD’s é necessário prepará-los, fazendo uma formatação física. Este processo divide os discos em trilhas (uma espécie de caminho circular) e setores (subdivisões de cada trilha, com geralmente 512 bytes). Um conjunto de trilhas recebe o nome de cilindro. A formatação física já vem de fábrica e pode ser alterada se o usuário quiser dividir o disco em partições. Depois se deve fazer uma formatação lógica, que nada mais é do que “instalar” o sistema de arquivos no dispositivo de armazenamento. O sistema de arquivos FAT não trabalha diretamente com cada setor, mas sim com um grupo de setores. Esse grupo é chamado de cluster (ou unidade de alocação). Se por exemplo, um disco com setor de 512 bytes, tiver 5 KB de tamanho, ele terá 10 setores e 5 clusters, se cada cluster ocupar dois setores. Sendo assim, quando o FAT precisar acessar um determinado setor, primeiro ele descobre em qual cluster ele se encontra. É válido citar que tanto o FAT quanto o FAT32 trabalham de acordo com este princípio.
2.2.1.3 2.2.1.2 Sistema de Arquivos NTFS (New Tecnology File System)

Annotations:

  • Entre os objetivos da idealização do NTFS estava o fornecimento de um sistema de arquivos flexível, adaptável, altamente seguro e confiável. O NTFS possui características importantes, que o fez ser considerado um bom sistema de arquivos. Entre essas qualidades estão: confiança, pois permite que o sistema operacional se recupere de problemas sem perder informações, fazendo-o ser tolerante a falhas; segurança, onde é possível ter um controle de acesso preciso e ter aplicações que rodem em rede, fazendo com que seja possível o gerenciamento de usuários, incluindo suas permissões de acesso e escrita de dados. Entre os novos recursos do NTFS estão: a. Novas características de segurança, onde o mecanismo para gerenciamento da segurança e de usuários, principalmente em relação a acesso e arquivos foi melhorado; b. Cotas de discos, onde o administrador do sistema pode determinar o espaço em disco disponível a um usuário ou a um grupo de usuários; c. Diários de alterações, onde volumes podem ser ajustados para rastrear as operações efetuadas nos arquivos e pastas; d. Codificação, onde o sistema permite que arquivos sejam codificados/ decodificados automaticamente; E. Suporte a arquivos esparsos, onde é possível armazenar de forma eficiente arquivos esparsos (que são arquivos grandes, mas que possuem algumas estruturas vazias, desperdiçando espaço em disco).
2.2.1.3.1 OBS.

Annotations:

  • É importante lembrar que o sistema de arquivos NTFS não trabalha com a base de clusters.
2.2.2 2.2.2 Disquete 31/2’ (Disco Flexível)

Annotations:

  • É um dispositivo de armazenamento removível que vem sendo gradativamente substituído por outros dispositivos como, por exemplo, o PEN DRIVE ou até mesmo o CD. É utilizado para transporte de pequenos arquivos, tendo uma capacidade de 1,44 MB. O PEN DRIVE citado acima tem capacidades variadas podendo substituir facilmente 60 disquetes. Um CD podendo substituir 600 disquetes.
2.2.3 2.2.3 CD (Compact Disc)

Annotations:

  • Este é um dispositivo de armazenamento removível que vem sendo gradativamente substituído pelo DVD devido à alta capacidade de armazenamento podendo substituir 8 a mais CD’s.
2.2.3.1 2.2.3.1 tipos

Annotations:

  • a. CD-ROM (Compact Disc - Read Only Memory): Um CD apenas de leitura, não permitindo alterar ou gravar informações contidas nele; b. CD-R (Compact Disc – Recordable): este CD não contém informações, que posteriormente serão inseridas pelo usuário. Porém, depois de gravadas não poderão ser alteradas ou apagadas. Podemos afirmar que todo CD-ROM já foi um CD-R; c. CD-RW (Compact Disc – Read and Write): esse tipo de CD permite tanto a escrita, ou seja, podemos gravar, alterar e apagar as informações contidas nele e a leitura.
2.2.4 2.2.4 DVD (Digital Video Disc ou Digital Versatile Disc)

Annotations:

  • Uma das principais características deste dispositivo de armazenamento é a grande capacidade de armazenamento. Muito utilizado para vídeos. Vem substituindo as Fitas VHS.
2.2.4.1 2.2.4.1 Tipos

Annotations:

  • a. DVD-ROM (Digital Video Disc ou Digital Versatile Disc – Read Only Memory): Um DVD apenas de leitura, não permitindo alterar ou gravar informações contidas nele; b. DVD-R (Digital Video Disc ou Digital Versatile Disc – Recordable): este DVD não contém informações, que posteriormente serão inseridas pelo usuário. Porém, depois de gravadas não poderão ser alteradas ou apagadas. Podemos afirmar que todo DVD-ROM já foi um DVD-R; c. DVD-RW (Digital Video Disc ou Digital Versatile Disc – Read and Write): esse tipo de CD permite tanto a escrita, ou seja, podemos gravar, alterar e apagar as informações contidas nele e a leitura. –– DVD – 5: com capacidade de 4,7 GB; –– DVD – 9: com capacidade de 8,5 GB; –– DVD – 10: com capacidade de 9,4 GB; –– DVD – 18: com capacidade de 17 GB.
2.2.5 2.2.5 FITA MAGNÉTICA

Annotations:

  • Dispositivo de armazenamento de dados sequencial. São muito utilizados para realização de cópias de segurança (Back Up).
2.2.5.1 2.2.5.1 Tipos

Annotations:

  • a. DAT (Digital Audio Tape): Este tipo de fita é bastante popular e muito utilizado devido sua alta capacidade de armazenamento chegando a 40, 60 e 80 GB. b. DLT (Digital Linear Tape): As principais características deste tipo de fita é a alta velocidade de leitura, confiabilidade e assim com o modelo DAT tem alta capacidade de armazenamento podendo ultrapassar os 110 GB.
2.2.6 2.2.6 PEN DRIVE

Annotations:

  • Dispositivo de armazenamento de acesso direto, assim com os discos (HD, disquete, CD, DVD etc.). Porém, seu armazenamento é em chip. Avaliando a grande tendência de armazenamento em chip vale citar os iPod’s, Câmeras Digitais, Celulares e etc. As capacidades são: 256 MB, 512 MB, 1024 MB ou 1GB e muito mais.
2.3 2.3 MEMÓRIA AUXILIAR

Annotations:

  • Entre as memórias auxiliares encontramos memórias que são utilizadas para melhorar o desempenho do computador, tornando-o mais rápido, mais seguro e confiável.
2.3.1 2.3.1 Memória BUFFER

Annotations:

  • Pode ser chamada de intermediária, pois se encontra entre a CPU (processador) e os periféricos de entrada e saída de informação. As principais funções são: a. Reter as informações enquanto o processador permanece ocupado; b. Armazenar as instruções para liberar o processador para outra tarefa; c. Fazer uma compatibilização de velocidade entre os periféricos de velocidades diferentes. Um exemplo de aplicação é que o processador não pode ficar esperando pela impressão de um arquivo, pois a impressora é, em relação ao processador, muito lenta. Por esta razão o processador envia as páginas de impressão para a memória Buffer que por sua vez alimentará a impressora em sua velocidade normal.
2.3.2 2.3.2 Memória CACHE

Annotations:

  • É a memória intermediária entre a RAM e o processador. Com tempo de acesso menor que o tempo de acesso da memória RAM. A memória cache é um tipo de memória de acesso randômico mais rápida que armazena os dados mais utilizados pelo processador. Para processar dados, ele verifica primeiramente na memória cache se esses dados estão armazenados lá, se os encontra (proveniente de leituras anteriores desses mesmos dados) não necessita obtê-los de outra memória mais lenta (memória RAM). Sem a memória cache o desempenho da máquina ficaria mais lento e limitado à memória RAM. Existem dois tipos atualmente: • Cache de nível 1 (cache L1) - localizada no mesmo chip do processador; • Cache nível 2 (cache L2) - localizada geralmente em um chip RAM separado, tem um valor mais popular, porém um pouco mais lenta que a primeira. A memória cache também é uma área especial chamada “cache de disco” que contém os dados mais recentes lidos do HD. Ela deve ser aprimorada a medida que são desenvolvidos novos processadores.
2.3.3 2.3.3 Memória Virtual

Annotations:

  • Expansão da memória principal RAM no disco rígido (HD).
3 3. windons xp
3.1 3. sistema operacional 7 e 8

Annotations:

  • O que faz o Sistema Operacional Windows? –– Gerencia as memórias; –– Gerencia o processamento; –– Controla os periféricos de Entrada e Saída de informação; –– Cria uma plataforma comum entre os programas.
3.1.1 3.1 caracteristicas principais
3.1.1.1 3.1.1 Sistema Operacional Gráfico:

Annotations:

  • >O Sistema Operacional MS-DOS é um exemplo de sistema operacional não-gráfico. A característica visual, ou interface não é nada amigável. Tem apenas uma tela escura e uma linha de comando. Quando desejávamos acessar algum arquivo, pasta ou programa, digitamos seu endereço no computador e vale lembrar que um ponto a mais ou a menos é o suficiente para não abri-lo. >O Linux também não é um sistema operacional gráfico, porém utiliza um ambiente gráfico para tornar mais amigável sua utilização como, por exemplo, GNOME e KDE. Ambientes visuais como o Windows 3.11 facilitavam muito, mas são duas coisas distintas, a parte operacional (MS-DOS) e parte visual (Windows 3.11). A partir do Windows 95 temos, então, as duas coisas juntas, a parte operacional e gráfica, logo, um Sistema Operacional Gráfico. Na nova versão do Windows Seven a aparência e características visuaismudaram em relação ao Vista e, muito mais, em relação ao XP.
3.1.1.2 3.1.2 Multitarefa
3.1.1.3 3.1.3 Multiusuário

Annotations:

  • Capacidade de criar diversos perfis de usuários. No caso, o Windows Seven tem duas opções de contas de usuários: Administrador (root) e o Usuário padrão (limitado). O administrador pode instalar de desinstalar impressoras, alterar as configurações do sistema, modificar a conta dos outros usuários entre outras configurações. Já, o usuário padrão poderá apenas usar o computador, não poderá, por exemplo, alterar a hora do Sistema. Lembre-se que tanto os administradores quanto os limitados podem colocar senhas de acesso, alterar papel de parede, terão as pastas Documentos, Imagens, entre outras pastas, diferentes. O Histórico e Favoritos do Internet Explorer, os Cookies são diferentes para cada conta de usuário criada.
3.1.1.4 3.1.4 Plug And Play (PnP)

Annotations:

  • Instalação automática dos itens de hardware. Sem a necessidade de desligar o computador para iniciar sua instalação. O Windows possui dezenas de Drivers (pequenos arquivos de configuração e reconhecimento que permitem o correto funcionamento do item de hardware, ou seja, ensinam ao Windows como utilizar o hardware). Quando plugado o Windows inicia a tentativa de instalação procurando nos Drivers, já existentes, que condizem com o hardware plugado.
3.1.1.5 3.1.5 Centro de Boas-Vindas

Annotations:

  • À medida que as pessoas começam a utilizar o computador pela primeira vez, normalmente completam um conjunto de tarefas que têm como objetivo otimizar o computador para as suas necessidades. Essas tarefas incluem a ligação à Internet, adicionar contas de utilizadores e a transferência de arquivos e configurações a partir de outro computador. O Centro de Boas-Vindas aparece quando o computador é ligado pela primeira vez, mas também pode aparecer sempre que se queira.
4 7. excel
4.1 7.1 funções básicas
4.1.1 7.1.1 de comparação

Annotations:

  • =SOMA(A1;A5) (como A1 e A5 estão separados por ";" , então será a soma de A1 e A5. Caso fossem separadas por ":", seria a soma de A1 até A5) EX: =SOMA(A1;A5) é o mesmo que : A1 + A5 =SOMA(A1:A5) é o mesmo que : A1 + A2 + A3 + A4 + A5 isso vale para todas as funções =MÁXIMO(A1;A5) retorna o MAIOR valor dentre os argumentos apresentados =MÍNIMO(A1;A5) retorna o MENOR valor dentre os argumentos apresentados =MAIOR(Intervalo;Posição) =MAIOR(A1:A5;3) quando vôce não quer o 1º maior número apresentado (MÁXIMO), e sim,por exemplo, o 2º maior, o 5º maior, o 10º maior e assim sucessivamente OBS. aqui, não coloca o ";" como as anteriores. Somente utiliza-se o ':' devendo existir somente 3 algarismo no parêntese. OBS. se houver dois números iguais, eles serão contados como 2 distintos. =MENOR(Intervalo;Posição) =MENOR(A1:A5;3) quando vôce não quer o 1º menor número apresentado (MÍNIMO), e sim,por exemplo, o 2º menor, o 5º menor, o 10º menor e assim sucessivamente OBS. aqui, não coloca o ";" como as anteriores. Somente utiliza-se o ':' devendo existir somente 3 algarismo no parêntese. OBS. se houver dois números iguais, eles serão contados como 2 distintos.
4.1.2 7.1.2 de contagem
5 8. word
5.1 8.1 teclas de movimentação

Annotations:

  • - ctrl + cima se o cursor não estiver no inicio do parágrafo, ele irá. Se já estiver, irá para o inicio do parágrafo anterior shift + ctrl + cima faz o mesmo , porém selecionando todo o percurso - ctrl + baixo irá para o inicio do parágrafo posterior - ctrl + esquerda se o cursor não estiver no inicio da palavra, ele irá para o inicio. Se já estiver, irá para o inicio da palavra anterior - ctrl + direita irá para o inicio da palavra posterior - ctrl + PgUp irá para o primeiro paragrafo da página anterior. Obs. não funciona o Shift + Ctrl + PgUp - Ctrl + PgDn irá para o primeiro paragrafo da página posterior.
5.2 8.2 deslocamentos

Annotations:

  • >> deslocar para outro local - Crtl + x , na seleção, Ctrl + v no local desejado - selecionar a palavra e arrastar a seleção para o local desejado >> copiar - Crtl + c , na seleção, Ctrl + v no local desejado - selecionar a palavra, manter Ctrl apertado e arrastar a seleção para o local desejado
6 Tipos de programas
6.1 software

Annotations:

  • É a parte lógica do computador. Os programas que permitem controlar a parte física (Hardware). Fazem parte do software: os programas, o sistema operacional, os dados, o compilador, o interpretador, etc. O software é utilizado para gerir o funcionamento do computador e ampliar sua potencialidade, para que possamos ter a solução de um problema. Podemos dividir o software em três grupos: software básico (do fabricante), software utilitário (de apoio) e software aplicativo (do usuário).
6.1.1 tipos de distribuições

Annotations:

  • a.Freeware x Software Livre (Open Source, GPL, GNU) Existem algumas diferenças simples que distinguem um programa com o atributo Freeware do Software Livre. São semelhantes no que se refere a valores. Ambos são gratuitos e são disponibilizados livremente pela Internet ou em CDs sem haver a quebra de Direitos Autorais. A grande diferença refere-se ao código fonte (como é feito o programa). No caso do Freeware, os códigos e comandos que foram desenvolvidos podem ou não ser disponibilizado para um usuário, ficando a critério do autor. Agora, no caso do Software Livre, as linhas de comando e códigos são disponibilizados livremente. O usuário tendo acesso ao seu código fonte pode alterar seu código, adaptar de acordo com suas necessidades e até mesmo acrescentar novas linhas de comando ao programa. É importante lembrar que se um usuário criar um programa baseado em um software livre, seu código também deverá ser aberto. Exemplo de programas Freeware: Internet Explorer e MSN Messenger. Exemplo de programas Software Livre: Linux, Suíte Open Office, Mozilla Firefox, Thunderbird entre outros. b. Shareware São programas pagos que necessitam de uma licença, seja um número serial, código ou arquivo para habilitá-lo. Exemplos de programas Shareware: Windows, Suíte Office, Brazip entre outros. c. Demo e Trial Demo é uma demonstração do programa, geralmente alguns comandos são desabilitados como o salvar. Trial é semelhante. Porém, o destaque maior não é em bloquear ou desabilitar ferramentas e sim o uso total do programa por um determinado tempo de uso. O tempo de uso pode ser por dias ou quantidade de vezes de abertura do software. d. Beta Versões ainda em desenvolvimento. Podendo apresentar falhas, bug’s, panes e até mesmo falhas de segurança. São realizados testes até a versão oficial.
6.1.2 TIPOS DE SOFTWARES

Annotations:

  • a. Software Básico É um conjunto de programas que define o padrão de comportamento do equipamento, tornando-o utilizável, ou seja, são os programas usados para permitir o funcionamento do hardware. O software básico é orientado para a máquina e torna possível a operação e a própria programação do computador. Seus programas se destinam a realizar tarefas básicas do computador, como: acionar periféricos, gerenciar buffers, mapear memória, manter o relógio e a data, etc. Exemplo: Sistema Operacional. b. Software Utilitário São programas desenvolvidos com aplicações definidas, que facilitam a operação do computador por parte do usuário. c. Software Aplicativo São programas utilizados na automação das rotinas comerciais, industriais e científicas. É o conjunto de programas voltados para a solução de problemas do usuário, ou seja, executa uma série de instruções comandadas pelo usuário.
7 internet

Annotations:

  • Internet é uma interligação de redes, ou seja, uma rede de redes. Uma rede de computadores é a conexão de dois ou mais computadores para permitir o compartilhamento de recursos e troca de informações entre as máquinas. A Internet é uma WAN, uma rede de redes de computadores de alcance mundial, que interliga milhões de dispositivos espalhados pelo mundo. Estes dispositivos são, em sua maioria, computadores pessoais, estações de trabalho, servidores, que armazenam e transmitem informações. Todos estes equipamentos são chamados de hospedeiros (hosts) ou sistemas terminais, que se utilizam de protocolos de comunicação para trocar informações e oferecer serviços aos usuários da rede. Eles, os hosts, executam as aplicações de rede, como as páginas da World Wide Web – WWW e o correio eletrônico.
7.1 classificação
7.1.1 quanto à abrangência

Annotations:

  • Uma rede pequena, limitada a um prédio, por exemplo, é dita uma Local Area Network – LAN (rede local). Uma rede com abrangência maior, como uma cidade, é chamada Metropolitan Area Network – MAN (rede metropolitana). Já uma rede de proporções maiores que uma cidade é chamada Wide Area Network – WAN (rede de alcance global).
7.2 protocolo de comunicação

Annotations:

  • O protocolo é uma padronização, uma regra que define a forma da comunicação entre os computadores. No caso da Internet, o protocolo padrão é o TCP/IP. Este protocolo é, na verdade, um conjunto de vários protocolos e recebeu este nome por conta dos dois mais conhecidos (e primeiros) protocolos do pacote: o TCP (Transmition Control Protocol) e o IP (Internet Protocol).
7.3 tipos de conexão

Annotations:

  • 1. Acesso discado (dial-up): a conexão é realizada por meio de linhas telefônicas convencionais (discadas). É preciso possuir um acessório chamado modem (modulador/demodulador), que é capaz de converter os sinais digitais do computador para os sinais analógicos da linha telefônica. Neste tipo de conexão, o a linha telefônica ficará ocupada enquanto durar a conexão. É uma conexão lenta (baixa taxa de transmissão de dados – 56Kbps1). 2. ISDN (Integrated Services Digital Network): também chamada de RDSI (Rede Digital de Serviços Integrados) ou de Linha Dedicada, é uma tecnologia que, como o acesso discado, utiliza a linha telefônica comum. Por isso sua grande desvantagem, além de ser lento em comparação com as novas tecnologias, paga-se pulsos telefônicos. No ISDN tem-se à disposição duas linhas de 64 Kbps cada uma, que podem ser usadas tanto para conexão à Internet quanto para chamadas de voz normais. O usuário pode escolher se irá utilizar as duas linhas em uma determinada conexão ou se deixará uma disponível para ligações de voz. Se fizer a primeira opção, terá uma velocidade total de 128 Kbps. Mas, de outro lado, conectando-se com as duas linhas, paga-se o dobro! 3. ADSL (Assymetric Digital Subscriber Line - Linha Digital Assimétrica de Assinante): tecnologia em grande expansão no Brasil. É um meio de acesso com velocidades altas (banda larga). A grande vantagem do ADSL é permitir acessar a Internet sem ocupar a linha telefônica. É preciso um modem para acessar a rede, conectado ao mesmo fio da linha telefônica, mas sem ocupar o canal por completo. É possível navegar e falar ao telefone ao mesmo tempo! O macete da tecnologia ADSL é utilizar frequências não utilizadas para a voz na linha telefônica. Assim, o modem do usuário pode ficar conectado ao modem da operadora em tempo integral sem a necessidade de ocupar o canal de voz, nem utilizar pulsos telefônicos. 4. Cabo: A conexão via cabo utiliza a mesma infra-estrutura (cabo) do serviço de TV por assinatura, por onde trafegam, ao mesmo tempo, tanto o serviço de televisão quanto os dados de internet. Por isso, a oferta deste tipo de acesso está restrita às regiões onde também existe o serviço de TV paga via cabo. Tal acesso exige um cable modem e um PC com placa de rede. Um aparelho chamado splitter separa o sinal de TV dos dados da web, e o cable modem permite o acesso de seu PC à rede mundial. Uma das vantagens desse tipo de serviço é que a conexão com a web está permanentemente ativa; basta ligar o computador e sair navegando. 5. Satélite: Para efetuar uma conexão com a Internet via satélite, é preciso que o usuário possua uma antena para capturar o sinal do satélite e transmitir para o computador. Por sua vez o computador precisa possuir receptores para este tipo de sinal: modem de satélite. Uma das boas vantagens deste tipo de conexão é que o acesso tornase independente de localização. Ainda que se esteja em zonas afastadas e esquecidas do Brasil, onde não é oferecido acesso à Internet pelos meios mais convencionais, o acesso via satélite funciona, pois a cobertura atinge todo o território nacional. Só que quanto mais remoto for o local da instalação, mais potência a antena a ser utilizada deve ter. 6. Celular: É possível acessar a Internet via rede celular. Antigamente era uma conexão muito lenta e cara. Atualmente, tem crescido bastante e ofertado boas velocidades de conexão, especialmente após a chegada da tecnologia chamada rede 3G. 7. Rádio: O acesso à internet por rádio é uma forma de acessar a rede sem precisar utilizar fios. É a famosa rede Wireless. Com equipamentos adequados, como roteador sem fio e access point, é possível construir uma rede sem fios para acessar a Internet. 8. Rede elétrica (conhecida como PLC - Power Line Communication): já homologada pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), essa tecnologia permite acesso à Internet pela rede elétrica.
7.4 navegadores

Annotations:

  • >> internet explorer principais menus : Arquivo – disponibiliza recursos para navegação em Guias, configuração de página, impressão, importação e exportação de arquivos. Editar – disponibiliza recursos para selecionar, copiar, recortar, colar e pesquisar textos em uma página. Exibir - disponibiliza recursos para gerenciamento da barra de ferramentas, zoom, tamanho de texto, codificação e estilos. Neste menu encontramos a opção para exibir o navegador em tela Inteira que também pode ser ativada usando a tecla de atalho F11. Favoritos – disponibiliza recursos para gerenciar a Central de Favoritos. Nesta opção você pode salvar e organizar links para sites e páginas Web na guia Favoritos e salvar e organizar feeds RSS na guia Feeds. Você também pode ver seu histórico de navegação na guia Histórico. Ferramentas - Esse menu contém comandos para gerenciar sua sessão de navegação e a maioria dos recursos do Internet Explorer.   
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