Biologia e Geologia - Geologia 10º ano, parte I - Ensino Secundário Português

Heres Oliveira
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Biologia e Geologia - Geologia 10º ano, parte I - Ensino Secundário Português

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  • A Geologia é uma ciência que procura dar resposta sobre a origem da Terra, evolução e dinâmica e conhecer a natureza dos seus materiais e processos dinâmicos à superfície e em profundidade
1 A Terra - subsistemas em interação

Annotations:

  • A Terra é constituída por sistemas em interação. Por ser uma inter-relação entre os sistemas abertos: Hidrosfera, biosfera, geosfera e atmosfera, considera-se a Terra um sistema composto. No entanto, a Terra, relativamente ao Sistema Solar é um sistema fechado, que nao realiza trocas significativas de matéria, mas realiza as trocas de energia, como ex. o fluxo térmico. sistema aberto: trocas de energia e de matéria  sistema fechado: trocas de energia, não efetuando trocas de matéria Sistema isolado: Não efetua trocas de energia e matéria (está relacionado com atividades laboratoriais, experiências).
1.1 Hidrosfera

Annotations:

  • Toda a água existente à superfície terrestre, quer seja a criosfera, ou a água líquida. 97,02% da água preenche oceanos 2,2% glaciares e calotes polares 0,6% água continental 0,02% água líquida (lagos e rios) 0,003% Ciclo da água - mvimentados por evaporação, fusão, transpiração, precipitação, infiltração e escorrência A água é o primeiro agente de erosão das rochas, transporte de sedimentos e contornos da Terra. A biosfera não existia sem água líquida.
1.2 Atmosfera

Annotations:

  • Um subsistema de natureza gasosa, que envolve todo o globo terrestre. Constfituída porum< mistura de gases: azoto, oxigénio, CO2 e vapor de água (um milésimo por cento de toda a água da Terra) A atmosfera é influenciada ela geosfera ( gases dos vulcões, CO2, que favorecem a erosão das rochas. Os processos fotossintéticos e respiratórios dependem da atmosfera.  a camada de ozono permite a existência de vida na Terra.
1.2.1 Troposfera

Annotations:

  • Sistema complexo e dinâmico quee mantém as condições favoráaveia à existência da vida.
1.2.1.1 Estratosfera

Annotations:

  • É caracterizada pela existência de Ozono, um gás importânte que filtra parte da radiação ultravioleta da luz do Sol.
1.2.1.1.1 Mesosfera
1.2.1.1.1.1 Ionosfera
1.3 Geosfera

Annotations:

  • Parte superficial e sólida da Terra, bem como as várias zonas do seu interior que se diferenciam quer quimicamente, quer fisicamente. Manifesta-se de formas muito variadas, como movimento das placas tectónicas, sismos, atividade vulcânica... A biosfera e a Geosfera estão intimamente ligadas. Os solos permitem a sustentação física e a nutrição das plantas.
1.3.1 AS ROCHAS

Annotations:

  • A Geosfera é constituída por numerosos tipos de rochas. são classificadas, geralmente, de acordo com a sua origem. São agregados de materiais, juntamente com outros materiais naturais (ex. o vidro).
1.3.1.1 Sedimentares

Annotations:

  • Formam-se a partir de rochas preexistentes, sendo as mais comuns à superfície da Terra.  As rochas magmáticas e metamórficas, ao atingir a superfície da crosta, estão expostas ao ambiente sedimentar. Sofrem meteorização e erosão/, transporte (para o Mar), sedimentação (deposição dos sedimentos) e posteriormente  DIAGÉNESE para as camadas mais profunds da Terra.
1.3.1.1.1 Estratos

Annotations:

  • Camadas sucessivas de materiais que, contém, muitas vezes, fósseis da idade da sua formação. 
1.3.1.2 Magmáticas

Annotations:

  • As rochas ígneeas resultam da solidificação ou cristalização de magma. O magma é uma mistura de materiais fundidos de composição essencialmente silicatada
1.3.1.2.1 Rochas Plutónicas

Annotations:

  • Rochas intrusivas magmáticas que solidificaram no interior da crosta terrestre.
1.3.1.2.2 Rochas Vulcânicas

Annotations:

  • Rochas extrusivas magmáticas que solidificaram no exterior da crosta terrestre.
1.3.1.3 Metamórficas

Annotations:

  • Rochas que foram submetidas à um aumento de temperatura e pressão elevada, sem que ocorra a fusão. a composição mineralógica das rochas são alteradas. Os fatores de metamorfismo são: calor, pressão e fluidos circulantes. As condições físico-químicas em que estas transformações ocorrem, contituem o ambiente metamórfico.
1.3.1.4 Ciclo Litológico

Annotations:

  • Ciclo das rochas - conjunto de processos associados a estransformações de destruição, formação e reciclagem das rochas
1.3.1.4.1 Datação da Terra e medição do tempo
1.3.1.4.1.1 Idade relativa

Annotations:

  • Sequenciamento de acontecimentos geológicos ocorridos no passado. Não afimar a idade, mas sequencia ocorrências antes ou depoios, umas das outras.
1.3.1.4.1.1.1 Princípio da sobreposição dos estratos

Annotations:

  • Os estratos, bem como os fósseis pertencentes aos mesmos, são tão antigos quanto mais abaixo estiverem numa sucessão de estratos não deformados. A aplicação prática é muito complicada, pois as deformações do interior da Geosfera e falhas complicam a sequenciação original.
1.3.1.4.1.2 Idade radiométrica

Annotations:

  • É a datação da idade absoluta das rochas.
1.3.1.4.1.2.1 Decaimento radioativo

Annotations:

  • Desintegração de radioisótopos Certos átomos de determinados elementos químicos evidenciam para emitir partículas e radiação.Os radioisótopos. Quando um determinado núcleo raioativo se desintegra, os produtos formados, podem desintegrar-se até mantiverem relativa estabilidade. A quantidade de isótopo-pai diminui drasticamente para formar isótopos-filhos, que é contabilizada em semividas, que é a redução de isótopo-pai pela metade.
1.3.1.4.1.3 Escalas de tempo Geológico

Annotations:

  • Representações esquemáticas da história da Terra. As idades são registadas em M.a (milhões de anos), divisões mais alargadas são os éons. Consideram-se divisões de tamanho inferior (eras), que se subdividem por períodos, que se subdividem em épocas. as transições entre diferentes divisões correspondem, sobretudo, a momentos de extinçções occoridas no passado e registadas pelos fósseis.
1.3.1.5 Estrutura e dinâmica da geosfera

Annotations:

  • Para compreender o interior da Terra, os contributos vêm de diferentes áreas. Os métodos de estudo podem ser diretos ou indiretos
1.3.1.5.1 Métodos diretos

Annotations:

  • Vulcanologia, as sondagens, o estudo dos materiais de profundidade e que afloram à superfície
1.3.1.5.1.1 Vulcanologia

Annotations:

  • Área do conhecimento geológico, que estuda os fenómenos vulcânicos
1.3.1.5.1.1.1 Vulcão

Annotations:

  • É na maior parte das vezes de estrutura em cone. Possui uma depressão central - cratera, que se prolonga numa chaminé vulcânica para o interior da Terra. Nestes reservatórios existem rochas, sobre as quais o magma exerce grande pressão, denominadas por rochas encaixantes. Assim, surge uma abertura – cratera – por onde é ejectada rocha no estado líquido – magma – e material incandescente, originando uma erupção vulcânica, em que há libertação de material no estado de fusão ígnea (lava) e materiais sólidos (piroclastos). O magma formado em profundidade sobe através de fracturas na crosta terrestre. Quando o magma chega à superfície passa a designar-se por lava. O magma pode preencher espaços no interior da crosta, formando grandes reservatórios, as câmaras magmáticas, ou reservatórios de menores dimensões, as bolsadas magmáticas. Pode também subir por fissuras mais pequenas – chaminés secundárias e podem também ocorrer erupções fissurais nas quais a lava é expulsa através de fendas alongadas. Podem formar-se, na parte superior dos vulcões, grandes depressões chamadas caldeiras. As caldeiras têm forma circular e paredes íngremes e podem formar-se devido ao afundimento da parte central do vulcão, após fortes erupções, em que grande quantidade de materiais é rapidamente expelida, ficando um vazio na câmara magmática.
1.3.1.5.1.1.1.1 Atividade vulcânica

Annotations:

  • Do vulcanismo ativo, resultam: 1. Gases: CO2, vapor de água e óxidos de azoto e enxofre; 2. Piroclastos: Fragmentos de rochas vulcânicas, projetados através da cratera vulcânica. Podem ser cinzas < que lapíli (bagacina), < que bombas, < que os blocos; 3. Lavas:   I. Encordoada: É fluida e quando arrefece tem aspeto rugoso; II. Escoriáciea: É menos fluida, e possui um aspeto irregular, áspero e poroso; III. Almofadada: Forma-se em ambiente aquático, com forma de massas em carapaça sólida.
1.3.1.5.1.1.1.1.1 Atividade explosiva

Annotations:

  • Fenómenos de natureza explosiva, com lavas  muito viscosas e ácidas (ricas em sílica e gases).  São erupções muito violentas, com explosões, emissão de piroclastos e formação de nuvens ardentes (nuvem de poeiras e gases incandescentes)  Por serem muito viscosas,e de temperatura mais baixa (800 Cº), solidificam na cratera, que pode formar: - Agulhas (acumulações de lava arrefecida na cratera, com forma pontiaguda)- Domos (cúpulas - acumulações de lava arrefecida na cratera, com forma arredondada).Teor em sílica do magma: +que 70% (ácida) Presença de gases: 4% a 6% Formação de piroclastos: Principalmente nuvens ardentes  Magma de baixa profundidade (litosfera)
1.3.1.5.1.1.1.1.2 Atividade efusiva

Annotations:

  • Fenómenos de natureza efusiva, com lavas  muito fluidas e básicas (pobres em sílica e gases).  A emissão dessas lavas é rápida.São de temperatura mais alta (1500ºC) Teor em sílica do magma:  - que 50% (básica) Presença de gases: 1% a 2%Formação de piroclastos: Praticamente inexistenteMagma de elevada profundidade (manto)
1.3.1.5.1.1.1.1.3 Atividade mista

Annotations:

  • Ocorrem períodos explosivos e períodos efusivos, com formação de escoadas e períodos de violentas explosões (com piroclastos e gases). Teor em sílica (+ 50% e menos que 60% - lavas intermediárias) Temperatura média Viscosidade média De profundidade intermediária fração volátil: 3% a 4% piroclastos: Cinzas, lapíli e bombas
1.3.1.5.1.1.1.1.4 Vulcanismo Residual

Annotations:

  • Após uma erupção, um vulcão pode manifestar-se de várias maneiras.
1.3.1.5.1.1.1.1.4.1 Fontes termais

Annotations:

  • Emanações de água, vapor de água, dióxido de carbono a elevadas temperaturas, ex. Fontes termais dos Açores.
1.3.1.5.1.1.1.1.4.2 Géiseres

Annotations:

  • Jatos intermitentes e periódicos de água e vapor de água, a elevadas temepraturas, que após aquecidas, são emanadas para a superfície, através de fendas das rochas encaixantes.
1.3.1.5.1.1.1.1.4.3 Fumarolas

Annotations:

  • Emanações gasosas, libertadas pelas fissuras das rochas de proximidade de um vulcão ativo. Podem ser: 1. Sulfataras: Gases ricos em enxofre; 2. Mofetas: Gases ricos em CO2
1.3.1.5.1.1.1.2 Vulções e tectónica de placas

Annotations:

  • Os principais alinhamentos de vulcões, estão alinhados aos limites das placas tectónicas. Estas zonas podem ser classificadas em:  Zonas de vulcanismo de subducção;Zonas de vulcanismo de vale de rifteZonas de vulcanismo intraplacas
1.3.1.5.1.1.1.2.1 Zonas de vulcanismo de suducção

Annotations:

  • Zona de subducção é o nome que se dá a uma área de convergência de placas tectônicas. Predominantemente do tipo explosivo:-Cerca de 80% dos vulcões ativos;-O conjunto mais significativo é o anel de Fogo do Pacífico.
1.3.1.5.1.1.1.2.2 Zonas de vulcanismo de vale de rifte

Annotations:

  • Vulcanismo associado a fronteiras divergentes – predominantemente do tipo efusivo e fissural. Magama basáltico e acaba por formar fundos oceânicos, podendo formar cones que emergem a nível do mar e origa ilhas, como é o caso dos vulcões dos Açores e Islândia
1.3.1.5.1.1.1.2.3 Zonas de vulcanismo intraplacas

Annotations:

  • Do tipo efusivo, associado à existência de pontos quentes relacionados com a presença de plumas térmicas (São hipotéticas zonas de formação do magma situadas no manto, a partir das quais a matéria fundida se eleva segundo uma coluna ascendente, traduzindo -se na superfície da litosfera por fenómenos vulcânicos). No local onde essas plumas térmicas atingem a superfície da Geosfera, forma-se um "hot spot", que é imóvel. As PLACAS deslocam-se sobre o ponto quente, que forma cadeias de vulcões
1.3.1.5.1.1.1.2.4 Minimização de riscos vulcânicos

Annotations:

  •    O vulcanismo primário ativo constitui um risco natural para o homem que com ele coabita. Os perigos vulcânicos dependem diretamente das características físico – químicas dos magmas que os originam, nomeadamente da sua viscosidade, depende da sua temperatura, do seu teor em sílica e da facilidade em libertar gases. Contudo o risco vulcânico de determinada área depende, essencialmente, da densidade populacional, bem como das atividades humanas ai desenvolvidas.   
1.3.1.5.1.2 Sondagens
1.3.1.5.1.3 Observação

Annotations:

  • Estudo directo de materiais que afloram à superfície, através da observação.
1.3.1.5.1.4 Exploração

Annotations:

  • exploração das jazidas e minerais.
1.3.1.5.2 Métodos indiretos

Annotations:

  • I. Planetologia e astrogeologia: Estudo de outros astros e planetas, podem ser aplicados para o estudo da Terra. II.Geofísica: Gravimetria, estudo de densidade de materiais,   Geotermia,  Geomagnetismo e sismologia.
1.3.1.5.2.1 Gravimetria

Annotations:

  • estudo de variações no campo gravítico da terra – anomalias gravimétricas. A presença de rochas menos densas dá origem a anomalias gravimétricas negativas; a presença de rochas mais densas, leva a anomalias positivas. Gradiente geobárico: As variações de densidade estão associados aos valores de pressão do interior da Terra, que aumentam da superfície ao centro. - A crosta continental é menos densa do que a crosta oceânica -Há uma diminuição do raio terrestre do equador aos polos -Há localização de massas. Ex. dépósitos de Sal-gema (anomalia negativa), depósitos de jazidas de volframite (anomalia positiva) -Monitorização do vulcão através das anomalias gavimétricas
1.3.1.5.2.2 Densidade

Annotations:

  • comparação da densidade de rochas presentes a diversas profundidades.  As variações de densidades estão associados a variações de pressão: Gradiente geobárico -  aumento da pressão da superfície ao centro.
1.3.1.5.2.3 Geomagnetismo

Annotations:

  • Geomagnetismo: estudo das alterações no campo magnético da Terra. a existência de um campo magnético constiui, um a argumento a favor da existência do núcleo metálico.  alguns minerais rigistam a orientação do campo magnético quando se formam. O campo magnético tem invertido sua polaridade ao longo do tempo.
1.3.1.5.2.4 Geotermismo

Annotations:

  • Geotermismo: estudo da energia térmica da Terra. A sua origem principal está no decaimento radioatido de isótopos abundantes, tais como o Urânio 238, 235, Potássio 40 e Tório 232. O fluxo térmico ( calor do interior para o exterior) é contínuo mas não uniforme. Os estudos variam e podem ser de: 1. Gradiente geotérmico (quantos graus aumentam em profuntidade), ex, 1km aumenta 25ºC 2. Grau geotérmico (intervalo necessário para aumentar 1ºC), ex. Na litosfera é necessário 33 metros de profundidade para aumentar 1ºC.
1.3.1.5.2.5 Sismologia

Annotations:

  • Estudo dos sismos e da propagação das ondas sísmicas.  É movimento vibratório e brusco da crosta terrestre, uma libertação de energia ( tensões causadas pela movimentação das placas litosféricas;  a litosfera acumula energia que é libertada quando a pressão é suficientemente forte para provocar a ruptura do material) em zonas instáveis do interior da Terra, que ocorrem num período de tempo restrito, em determinado local e que se propaga em todas as direcções (ondas sísmicas). Depois da ruptura acima referida, dão-se várias outras rupturas secundárias – réplicas. Também antes do abalo principal se podem sentir sismos de fraca intensidade, denominados por abalos premonitórios. O ponto em que a energia se liberta é denominado por hipocentro e o ponto que se encontra à superfície, verticalmente sobre este, chama-se epicentro.  O modelo do ressalto elástico: A libertação de energia ocorre quando o limite de elasticidade da rocha é ultrapassado, ocorrendo fraturas. na falha ativa verifica-se o ressalto de um lado da falha relativamente ao outro, que é seguido do reajustamento elástico que tende a repor a posição original dos dois blocos da falha
1.3.1.5.2.5.1 Ondas sísmicas

Annotations:

  • As ondas se propagam no interior da Terra (são as mais estudadas com o intuito de perceber o interior da Terra) e superfície.
1.3.1.5.2.5.1.1 Ondas de volume (profundidade)
1.3.1.5.2.5.1.1.1 Ondas longitudinais

Annotations:

  • Ondas P: as partículas vibram paralelamente à direcção de propagação;  a propagação produz-se por uma série de impulsos de compressão e distensão através das rochas;  propagam-se por todos os meios;   são também chamadas ondas de compressão ou longitudinais;   provocam variações do volume do material.
1.3.1.5.2.5.1.1.2 Ondas transversais

Annotations:

  • Ondas S As partículas vibram num plano perpendicular à direcção de propagação; apenas se propagam em meios sólidos; provocam mudanças da forma do material; podem também chamar-se ondas transversais
1.3.1.5.2.5.1.2 Ondas superficiais

Annotations:

  • Ondas de Rayleigh
1.3.1.5.2.5.1.2.1 Ondas de Rayleigh

Annotations:

  • Partículas movimentam-se elipticamente.
1.3.1.5.2.5.1.2.2 Ondas de Love

Annotations:

  • Partículas vibram horizontalmente
1.3.1.5.2.5.1.3 Avaliação sísmica

Annotations:

  • Determinação da sua intensidade ou magnitude
1.3.1.5.2.5.1.3.1 Magnitude

Annotations:

  • A magnitude sísmica consiste na avaliação da quantidade de energia liberada no hipocentro durante um sismo. .
1.3.1.5.2.5.1.3.1.1 Escala de Richter

Annotations:

  • A magnitude de um sismo pode ser quantificada pela escala de Richter e está relacionada com a energia liberada durante o sismo Esta escala vai de 0 ao infinito, porém nunca foram detetados sísmos com magnitude superior à 9.
1.3.1.5.2.5.1.3.2 Intensidade

Annotations:

  • É uma medida qualitativa que descreve os efeitos produzidos pelos terremotos em locais da superfície terrestre.
1.3.1.5.2.5.1.3.2.1 Escala de Mercalli Internacional

Annotations:

  • A "Escala Mercalli Modificada" , é a escala de intensidade sísmica mais utilizada no Mundo, tendo versões oficiais em múltiplas línguas.    consideradaescala internacional, na qual o primeiro termo corresponde aos sismos apenasregistados por sismógrafos, e o último corresponde à destruição total das construções com modificação da topografialocal. A escala de Mercalli é uma escala de intensidade, isto é, avalia o grau destruidor de um sismo de I a XII. A partir de valores de intensidade verificados, é possível elaborar uma carta de isossistas. Isossista - linha curva fechada que une pontos atingidos por igual intensidade sísmica
1.3.1.5.2.5.1.4 Sísmos e tectónica de placas

Annotations:

  • A maioria dos sismo verificam-se em  falhas junto aos limites convergentes das placas. As zonas de atrito resultam numa maior deformação das rochas. Menos frequente ocorre a libertação sísmica em falhs ativas intraplacas. sísmos tectónicos: são devidos a movimentos tectónicos.  Podem ter origem em forças de vários tipos:  Compressivas: os materiais são comprimidos, tendendo a diminuir a distância entre as massas rochosas. Distensivas levam ao estiramento e alongamento do material, aumentado a distância entre as massas rochosas. Cisalhamento: os materiais são submetidos a pressões que provocam movimentos horizontais, experimentando alongamento na direcção do movimento e estreitamento na direcção perpendicular ao movimento.
  • Causas dos sismos: Sismos tectónicos: são devidos a movimentos tectónicos. Sismos de colapso: são devidos a abatimentos em grutas e cavernas ou ao desprendimento de massas rochosas. Sismos vulcânicos: são provocados por fortes pressões que um vulcão experimenta antes de uma erupção e por movimentos de massas magmáticas relacionados com fenómenos de vulcanismo.
1.3.1.5.2.5.1.4.1 Descontinuidades internas

Annotations:

  • A constituição e as propriedades físicas dos materiais terrestres variam com a profundidade, condicionando assim a velocidade das ondas P e S. A velocidade das ondas sísmicas aumenta com a rigidez dos materiais e diminui proporcionalmente à sua densidade. A reflexão e refracção das ondas sísmicas permitem localizar três superfícies de descontinuidade.
1.3.1.5.2.5.1.4.1.1 Descontinuidade de Mohorovicic

Annotations:

  • Separa a crosta do Manto. profundidade de 40km
1.3.1.5.2.5.1.4.1.2 Descontinuidade de Gutenberg

Annotations:

  • Wiechert Guttenberg. Separa o manto do núcleo externo. profundidade de 2883km
1.3.1.5.2.5.1.4.1.3 Descontinuidade de Lehmann

Annotations:

  • A descotinuidade de Lehmann (Inge Lehmann), separa o núcleo externo do núcleo interno. profundidade de 5140km.  O núcleo externo é líquido e o núcleo interno é sólido.
1.3.1.5.2.5.1.4.2 Zonas de sombra
1.3.1.5.2.6 Planetologia

Annotations:

  • Planetologia e astrogeologia: as técnicas aplicadas no estudo de outros planetas do sistema solar podem ser usadas no estudo da Terra.
1.4 Biosfera

Annotations:

  • Corresponde ao susbsistema que integra TODOS os seres vivos, bem como a matéria orgânica não decomposta.
1.5 A Terra - planeta em mudança
1.5.1 Atualismo Geológico

Annotations:

  • Gradualismo uniformitarista: Os acontecimentos geológicos são resultados de processos lentos e graduais. Resultou das teorias: Atualismo geológico - O presente é a chave do passado. As características da Terra resultou de processoa ancestrais, semelhantes aos verificados atualmente -  Uniformitarismo. Gradualismo geológico: O presente é a chave para o passado. Muitos aspetos da crosta são resultados de cataclísmos ocorridos no passado - catastrofismo.
1.5.2 Teoria da tectónica de placas

Annotations:

  • Os continentes são regiões emersas de grandes blocos, em que a superfície sólida da Terra se encontra dividiva. A camada exterior sólida da Terra está fragmentada em várias placas litosféricas que se encontram em constante movimento entre si, alimentado pelas correntes de concecção, que resulta da DESIGUAL distribuição de calor interno da Terra.
1.5.2.1 Limite divergente

Annotations:

  • Zonas em que as placas se afastam, o que provoca formação de rochas.
1.5.2.2 Limite conservativo

Annotations:

  • Zonas onde uma placa desliza relativamente à outra, sem que se forme ou se destrua material rochoso. 
1.5.2.3 Limite convergente

Annotations:

  • Zonas em que as placas litosféricas se aproximam, ocorrendo um afundamento de uma das partes e DESTRUIÇÃO.
1.6 Formação do Sistema Solar

Annotations:

  • O modo explicativo da formação do Sistema Solar, envolve essencialmente: 1. Observação astronómica de estrelas em formaçãoe outros sistemas planetários; 2. Exploração do Sistema Solar e estudo das estruturas que conservaram intactas no tempo, desde a sua formação.
1.6.1 Teoria nebular

Annotations:

  • Teoria Nebular Reformulada. É a teoria mais aceite para a formação do Sistema Solar.  O Sistema Solar teve origem à cerca de 4600 M.a, a partir de uma vasta nuvem de gás e poeiras - nébula solar ., num processo evolutivo. Comprovações Os planetas mais próximos do Sol são mais densos (silicatos, níquel e ferro), os planetas mais afastados são menos densos (hidrogénio e hélio). Todos os planetas realizam translações regulares, com a mesma direção e são quase complanares A datação de vários materiais do Sistema Solar aponta a mesma idade para a Terra e outros corpos  A existência de meteoritos, asteroides e cometas, e crateras de impacto, permitem considerar o processo de acreção.
1.6.1.1 I. Contração da nébula

Annotations:

  • 1. Contrai-se graças à existência de uma força de atração gravítica. 2. Aumento da velocidade
1.6.1.1.1 II. formação do disco

Annotations:

  • 1. Achatamento até a forma de disco O protossol equivale a cerca de 99% da massa da nébula.
1.6.1.1.1.1 III. Separação mineralógica

Annotations:

  • O disco arrefece, e há uma condensação de materiais sólidos. As regiões da periferia do disco arrefecem rapidamente.  Há uma separação química de materiais consoante a distância relativa ao Sol.
1.6.1.1.1.1.1 IV. Formação de planetas

Annotations:

  • A poeira aglutinada devido à gravidade, forma pequenos corpos, os planetesimais, que colidem e atraem outros materiais através da ACREÇÃO, qie conduziu a formação de PLANETAS.
1.6.1.1.1.1.1.1 V. Diferenciação

Annotations:

  • Devido às elevadas temperaturas e a força da gravidade provocoraram a movimentação dos materiais mais densos para o interior da Terra e os menos densos para as camadas mais exteriores - DIFERENCIAÇÃO. Esta movimentação provocou o surgimento e manutenção da atmosfera terrestre e possibilitou que houvesse vida
1.6.1.1.1.1.1.1.1 Os planetas, asteroides e os meteoritos

Annotations:

  • O sistema Solar tem como estrela O Sol, que À volta giram os planetar ,planetas anões e pequenos corpos, ex. (asteroides e cometas)
1.6.1.1.1.1.1.1.1.1 Meteoroides

Annotations:

  • Os meteoroides são corpos de tamanho variável que se tornam incandescentes ao entrar em contacto com a atmosfera terrestre
1.6.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Meteoro

Annotations:

  • Rasto luminoso deixado pelo meteoroides, quando entram em contacto com a atmosfera.
1.6.1.1.1.1.1.1.1.1.2 Meteorito

Annotations:

  • O meteorito é o nome dado ao meteoroide que consegue atingir a Terra, podendo mesmo originar crateras de impacto.
1.6.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1 Sideritos (férreos)

Annotations:

  • Ligas de Fe-Ni (90% Fe – 4% a 20% Ni)  Troilite (SFe)- não existe na Terra (8%) Cobalto (0,5)
1.6.1.1.1.1.1.1.1.1.2.2 Siderólitos (petroférreos)

Annotations:

  • 1. Ligas de Fe-Ni (cerca de 50%); 2. Silicatos, principalmente plagióclases (feldspatos) + minerais ferromagnesianos como piroxenas e olivina (50%)
1.6.1.1.1.1.1.1.1.1.2.3 Aerólitos

Annotations:

  • 1. Olivina (40%) 2. Piroxenas (30%) 3. Ligas de Fe-Ni  (10% a 20%) 4. Plagióclases (10%) 5. Troilite (6%)
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2 Planetas
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.1 Gasosos

Annotations:

  • Planetas distantes do Sol, com densidade baixa e são: Júpiter, Sturno, Urano, Neptuno Essencialmente gasosos (H, He) Massa grande Água menos densa Temperatura baixa Muitosos satélites (imais que 2) Rotação rápida Translação demorada Presença de anéis.
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2 Telúricos

Annotations:

  • Planetas mais próximos do Sol, com densidade elevada e são: Mercúrio, Vénus, Terra e Marte Essencialmente sólidos (Fe, Ni, silicatos)Massa pequenaÁgua densaTemperatura altaPoucos satélites (máximo 2)Rotação lentaTranslação curtaAusência de anéis.
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1 Terra

Annotations:

  • A Terra é um planeta telúrico, e na altura da sua formação estaria muito quente, por três razões: 1. Devido à compressão gravítica, resultante do aumento da massa da Terra, que aumenta a pressão e a temperatura. 2. Devido à radioatividade dos átomos instáveis, que liberta calor 3. Devido aos choques entre  planetesimais, relativamente ao processo de acreção.
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1.1 Atividade geológica

Annotations:

  • A atividade geológica resulta da dissipação de calor do interior dos planetas para o exterior. Fenómeno característico de alguns planetas telúricos: Vénus e Terra.  Mercúrio e a Lua apresentam vestígios de que outrora tiveram atividade geológica Os fenómenos dinâmicos são fundamentalmente consequência de: Influência da atmosfera sobre a superfície (meteorização e erosão). Calor interno dos planetas (Movimentos convectivos - vulcânismo, sísmos e movimentos tectónicos).
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1.2 Lua

Annotations:

  • Génese da Lua: Teoria da colisão com injecção (teoria mais aceite actualmente, pois é apoiada por dados geoquímicos, geofísicos e gravitacionais): o impacto de um grande planetesimal provocou a volatilização e ejecção de parte do interior e superfície da Terra, ainda em formação. Posteriormente, este material sofreu acreção e diferenciou-se, formando, deste modo, a Lua. A Lua tem uma baixa força gravítica, daí que não tenha atmosfera nem hidrosfera. A superfície da lua é formada por zonas negras, os “mares”, planos e constituídos por basaltos e “continentes”, acidentados, constituídos por rochas claras, feldspáticas, que reflectem bastante a luz.
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1.3 Áreas Continentais
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1.3.1 Escudos

Annotations:

  • Escudos: rochas que afloram; formam os núcleos dos continentes. São as regiões mais antigas e interiores dos continentes.
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1.3.2 Plataformas estáveis

Annotations:

  • Plataformas estáveis: zonas de escudos que não afloram porque estão cobertos de sedimentos.
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1.3.3 Cinturas orogénicas

Annotations:

  • Cinturas orogénicas recentes: cadeias resultantes de colisões entre continente-continente ou placa oceânica-continente
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1.4 Fundo das bacias oceânicas
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1.4.1 Talude continental

Annotations:

  • limite da parte imersa do domínio continental; tem declive acentuado.
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1.4.2 Planície abissal

Annotations:

  • profundidade compreendida entre 2500 e 6000m. Por vezes podem existir fossas. Correspondem a cerca de 60% da superfície da litosfera.
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1.4.3 Plataforma continental

Annotations:

  • faz parte da crosta continental e prolonga o continente sob o mar.
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1.4.4 Dorsal

Annotations:

  • Dorsais: situam-se na parte média ou bordas oceânicas. Contêm um vale central – rifte.
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1.4.5 Fossa
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1.5 Intervenção do Homem nos subsistemas

Annotations:

  • A biosfera integra a espécie humana, que gera impactes na geosfera
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1.5.1 Crescimento populacional
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1.5.1.1 Poluição

Annotations:

  • Descargas para o ambiente de matéria ou energia originadas por atividades humanas em quantidades que alteram negativamente e de forma significativa,  as características do meio recetor. a poluição contribui para a destruição de valores naturais, provoca problemas mais ou menos graves de saúde e de qualidade de vida das populações e diminui os rendimentos da agricultura, além da acumulação de substâncias no ecossistema global.
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1.5.1.2 Sobre-exploração dos recursos naturais

Annotations:

  • Sobre-exploração dos recursos naturais, nomeadamente as reservas psícolas e outras espécies de animais, os recursos minerais (petróleo, metais-base, solos e água) e as  florestas. Este modelo é de crescimento rápido À custa da destruição de recursos.
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1.5.1.3 Alteração do equilíbrio ecológico global

Annotations:

  • Constitui o conjunto de problemas resultantes da interação humana na geosfera. Inclui a poluição, sobre-exploração dos recursos naturais, bem como as alterações climáticas, diminuição da camada de ozono, redução da biodiversidade, inutilização dos solos e água, desertificação, erosão, degradação dos oceanos e dos seus recursos.
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1.5.1.4 Desenvolvimento Sustentável

Annotations:

  • Este modelo de desenvolmineto está orientado pelo pressuposto na ideia de sustentabilidadde - um equilíbrio entre economia, sociedade e ambiente. Os recursos ambientais só devem ser utilizados na medida de regeneração
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1.5.1.4.1 Recursos renováveis

Annotations:

  • Recursos naturais com grande capacidade de renovação, ex. energia solar, energia eólica, energia das marés, energia pontecial hidráulica, energia geotérmica.
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1.5.1.4.2 Recursos não renováveis

Annotations:

  • Recursos naturais cuja a taxa de renovação é muito inferior à taxa da sua utilização, ex. combustíveis fósseis.
1.6.1.1.1.1.1.1.1.2.2.1.5.1.4.3 Proteção ambiental

Annotations:

  • Medidas:  1. Implementar práticas ambientais corretas (ex. reutilização e recliclagem, redução do consumo) 2. Criação de incentivos fiscais para a implementação de tecnologias limpas e na utilização de energias renováveis. 3. Maior pressão sobre os meios de produção, atréves do princípio do poluidor-pagador, e maior pressão sobre utilizadores e consumidores (taxas e impostos) utilizador-pagador.
1.6.1.1.1.1.1.1.1.3 Asteroides

Annotations:

  • Os asteroides são corpos rochosos de forma irregular, que geralemnte se deslocam na fronteira entre Marte e Júpiter - Cintura de asteroides.
1.6.1.1.1.1.1.1.1.4 Cometas

Annotations:

  • Corpos muito primitivos do Sistema Solar, são rochosos e possuem orbitas muito excêntricas. Possuem. Núcleo, cabeleira e cauda. Não sofrem diferenciação, sendo indicadores da nébula solar