Conhecimento

Rita N.
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Uma primeira visão do problema do conhecimento Esta é só uma primeira parte

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O problema do conhecimento Como conhecemos? Conhecemos com os sentidos? Conhecemos com a razão? Conhecemos com a razão e com os sentidos? A teoria Racionalista: Defende que a única fonte segura para um conhecimento verdadeiro é a razão; Um conhecimento só é verdadeiro quando é Universal e Necessário e a razão é a única garantia dessa universalidade e necessidade; Esta corrente valoriza a Experiência Racional, defendendo mesmo um certo Inatismo constitutivo do ser humano (Ex. Descartes defende que existem ideias inatas, isto é, há ideias que já nascem connosco, como a noção de cogito e/ou a ideia de Deus); Para os racionalistas a experiência é algo de confuso e contingente (eventual) como tal , ela não pode ou não deve ser considerada como uma condição e limite de todo o conhecimento; Os sentidos e a imaginação são enganadores; O Raciocínio Dedutivo, a partir de premissas evidentes, garante a validade do conhecimento; A Matemática deve constituir-se como modelo de todo o conhecimento; Nota: Inato - Aquilo que nasce connosco, não é aprendido; Adquirido - Aquilo que se aprende e adquire com a experiência; A teoria Empirista: A Experiência Sensível é a única fonte do conhecimento; Esta corrente filosófica defende que a mente humana é como um "tábua rasa" (uma folha de papel em branco), onde nada há até haver contato com a experiência. Não existem ideias inatas; As conceções empirísticas valorizam a experiência sensível na medida em que a consideram como condição e limite de todo o conhecimento; As ideias ou crenças tem por base as impressões (sensações); A mente opera através de inferências indutivas; Todo o conhecimento é contingente, verosímil (provável); Enquanto Descartes adotou a matemática como modelo do conhecimento, Locke e Hume adotaram as ciências experimentais (o conhecimento resulta da observação dos factos);