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Fluxograma

Sem título

Vitoria Melo Português

Conteúdo do fluxograma

  1. Identificar sinais de choque séptico: estado mental alterado, frequência cardíaca alterada, temperatura alterada, perfusão alterada)

  2. Estabilização inicial:

    Monitorar e fazer manutenção da via aérea, respiração e circulação

    Monitorar a frequência cardíaca, a pressão arterial e a oximetria de pulso

    Estabelecer acesso vascular (IV ou IO); extrair sangue para a cultura e estudos laboratoriais adicionais, inclusive glicose e cálcio - não adiar tratamento antibiótico ou fluidoterapia

    Antibióticos: de ampli espectro

    Bolus de fluidos: 20mL/Kg de bolus cristaloides isotônicos

    Antipiréticos, se necessário

    Medidas de tratamento: melhora do estado mental, normalização da frequÊncia cardíaca e da temperatura, pressçao arterial sistólica e diastólicas adequadas, melhora da perfusão.

  3. Os sinais de choques persistem?

  4. Considerar consulta sobre cuidados intensivos

  5. Obter consulta especializada/ cuidados intensivos

    Iniciar e titular fármacos vasoativos:

    -Extremidades frias, preenchimento capilar retardado e/ou pressçao arterial baixa: Epinefrina (usar dopamina se epinefrina não estiver disponível)

    - Extremidades quentes, preenchimento capilar "rápido" e/ou pressão arterial baixa: noradrenalina (usar dose mais alta de dopamina se noradrenalina não estiver disponível)

  6. Estabelecer monitoramento da pressão venosa central e intra-arterial

    Continuar a epinefrina/noradrenalina e a fluidoterapia com bolus, conforme necessário, para tratar o choque

    Verificar se a via aérea, a oxigenação e a ventilação estão adequadas

    Avaliar o cortisol se estiver em risco de insuficiência suprarrenal relativa; considerar dose de stress de hidrocortisona

    Objetivos do tratamento com cuidados intensivos: ScvO2 ≥70%, PA adequada, FC normalizada, débito/índice cardíaco e perfusão de órgãos adequados

  7. A ScvO2 é ≥70%?

  8. SVCO2 < 70%

    Com perfusão inadequada e extremidades frias, apesar da administração de epinefrina

  9. Administrar bolus de fluidos adicionais, se necessário

    Transfusão se HGB < 10G/Dl

    Continuar tratamento com epinefrina

    Se PA baixa: Adicionar noradrenalina se a PA diastólica estiver baixa, considerar tratamento farmacológico inotrópico e vasoativo, conforme necessidade

    Se PA adequada: Adicionar milrinona e/ou tratamento adicional com vasodilatadores, considrar a adição de fármacos inotrópicos

    Manter a função dos órgãos

    Metas do tratamento: melhorar ScvO2≥70%, FC normalizada, de óbito/ índice cardíaco e perfusão d eórgaos adequados

  10. Se SCV ≥70% Sinais de choque resolvidos

  11. Se SCV ≥70% Com perfusão inadequada e extremidades quentes, apesar da administração de noradrenalina

  12. Administrar bolus de fluido adicionais, se necessário

    Continuar tratamento com noradrenalina

    Adicionar tratamento com vasopressores e inotrópicos, se necessário

    Manter a função dos órgãos

    Metas de tratamento: melhorar SCV O2 ≥70%, FC normalizada, débito/índice cardíaco e perfusão de órgãos adequados

  13. Monitorar na UTI

    Manter a função dos órgãos

    Tratar a fonte de infecção

    Avaliar a prevenção, a detecção e o tratamento do choque séptico

Informações

Descrição
Fluxograma sobre Sem título, criado por Vitoria Melo em 23-05-2021.
Criado por
Vitoria Melo
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