Fluxograma
Sem título
Conteúdo do fluxograma
Identificar sinais de choque séptico: estado mental alterado, frequência cardíaca alterada, temperatura alterada, perfusão alterada)
Estabilização inicial:
Monitorar e fazer manutenção da via aérea, respiração e circulação
Monitorar a frequência cardíaca, a pressão arterial e a oximetria de pulso
Estabelecer acesso vascular (IV ou IO); extrair sangue para a cultura e estudos laboratoriais adicionais, inclusive glicose e cálcio - não adiar tratamento antibiótico ou fluidoterapia
Antibióticos: de ampli espectro
Bolus de fluidos: 20mL/Kg de bolus cristaloides isotônicos
Antipiréticos, se necessário
Medidas de tratamento: melhora do estado mental, normalização da frequÊncia cardíaca e da temperatura, pressçao arterial sistólica e diastólicas adequadas, melhora da perfusão.
Os sinais de choques persistem?
Considerar consulta sobre cuidados intensivos
Obter consulta especializada/ cuidados intensivos
Iniciar e titular fármacos vasoativos:
-Extremidades frias, preenchimento capilar retardado e/ou pressçao arterial baixa: Epinefrina (usar dopamina se epinefrina não estiver disponível)
- Extremidades quentes, preenchimento capilar "rápido" e/ou pressão arterial baixa: noradrenalina (usar dose mais alta de dopamina se noradrenalina não estiver disponível)
Estabelecer monitoramento da pressão venosa central e intra-arterial
Continuar a epinefrina/noradrenalina e a fluidoterapia com bolus, conforme necessário, para tratar o choque
Verificar se a via aérea, a oxigenação e a ventilação estão adequadas
Avaliar o cortisol se estiver em risco de insuficiência suprarrenal relativa; considerar dose de stress de hidrocortisona
Objetivos do tratamento com cuidados intensivos: ScvO2 ≥70%, PA adequada, FC normalizada, débito/índice cardíaco e perfusão de órgãos adequados
A ScvO2 é ≥70%?
SVCO2 < 70%
Com perfusão inadequada e extremidades frias, apesar da administração de epinefrina
Administrar bolus de fluidos adicionais, se necessário
Transfusão se HGB < 10G/Dl
Continuar tratamento com epinefrina
Se PA baixa: Adicionar noradrenalina se a PA diastólica estiver baixa, considerar tratamento farmacológico inotrópico e vasoativo, conforme necessidade
Se PA adequada: Adicionar milrinona e/ou tratamento adicional com vasodilatadores, considrar a adição de fármacos inotrópicos
Manter a função dos órgãos
Metas do tratamento: melhorar ScvO2≥70%, FC normalizada, de óbito/ índice cardíaco e perfusão d eórgaos adequados
Se SCV ≥70% Sinais de choque resolvidos
Se SCV ≥70% Com perfusão inadequada e extremidades quentes, apesar da administração de noradrenalina
Administrar bolus de fluido adicionais, se necessário
Continuar tratamento com noradrenalina
Adicionar tratamento com vasopressores e inotrópicos, se necessário
Manter a função dos órgãos
Metas de tratamento: melhorar SCV O2 ≥70%, FC normalizada, débito/índice cardíaco e perfusão de órgãos adequados
Monitorar na UTI
Manter a função dos órgãos
Tratar a fonte de infecção
Avaliar a prevenção, a detecção e o tratamento do choque séptico
Informações
- Descrição
- Fluxograma sobre Sem título, criado por Vitoria Melo em 23-05-2021.
- Criado por
- Vitoria Melo
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