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Flashcards

Helmintos

MATHEUS LEONARDO SLIACHTICAS PINHEIRO Português 93 flashcards

Helmintos

Flashcards do conjunto (93)

  1. 1Cauda do Ascaris lumbricoides machoenroladaCauda do Ascaris lumbricoides macho
  2. 2Cauda da Fêmea de Ascaris lumbricoidesretilínea
  3. 3Como é o ovo de Ascaris lumbricoidesmembrana mamilonada;
    grande resistência ao meio
    Como é o ovo de Ascaris lumbricoides
  4. 4Estrutura da extremidade anterior do Ascaris3 lábios com dentículosEstrutura da extremidade anterior do Ascaris
  5. 5Relação entre o tamanho dos ascaris e as condições do hospedeiroquanto melhor nutrido e menos infestado o hospedeiro maiores são os ascaris
  6. 6Habitat dos Ascaris adultosintestino delgado (jejuno e íleo)
  7. 7Condições para os ovos férteis de Ascaris se tornam embrionadosapós excreção na fezes; temperatura e umidade favoráveis
  8. 8Tempo para os ovos férteis de Ascaris se tornam embrionados15 dias
  9. 9Característica das Larvas Rabditóides2 dilatações no esôfago e constrição no meio
  10. 10Característica das Larvas FilarióideEsôfago retilíneo (filarióide)
  11. 11Forma infectante do Ascaris lumbricoideságua e alimentos com Larva L3 dentro do ovoForma infectante do Ascaris lumbricoides
  12. 12Ciclo do Ascaris lumbricoidesCiclo do Ascaris lumbricoides
  13. 13Órgãos de passagem pelo ciclo de Lossintestino=> fígado=> coração=> pulmão=> estomago=> intestino
  14. 14Estádio larval do Ascaris no pulmãoLarvas L4 (perfuram capilares pulmonares e caem nos alvéolos )
  15. 15Local de muda para larvas L5 do AscarisPulmõesLocal de muda para larvas L5 do Ascaris
  16. 16Fator imprescindível para eclosão dos ovos de Ascaris no intestino delgadoconcentração de Co2 (se não tiver não rola)
  17. 17Tempo para as larvas de Ascaris virarem adultos jovens20-30 dias
  18. 18Tempo para as larvas de Ascaris alcançarem maturidade Sexual60 dias (já fazem postura de ovos)
  19. 19Veiculação mecânica de ovos de Ascaristambém moscas, baratas...Veiculação mecânica de ovos de Ascaris
  20. 20resistência dos ovos de Ascaris à agentes terapêuticosmuito alta
  21. 21Fatores associados à patogenia pelo Ascaris lumbricoidesEstágio e qtd de parasitos
  22. 22Patogenia por larvas de Ascaris lumbricoidesAlterações em órgãos pelos quais as larvas passam como fígado e pulmões (síndrome de loeffler)
  23. 23Síndrome de loefflerpneumonia causada por helmintos que tem migração de larvas pelo pulmão (ciclo de Loss);
    infiltrado eosinofílico, catarro, febre
  24. 24Patogenia por adultos de AscarisEspoliação de nutrientes;
    ação tóxica "alergia";
    obstrução da luz intestinal;
    Localização ectópica
  25. 25Faixa etária mais suscetível a obstrução intestinal por AscarisCrianças (pelo tamanho)
  26. 26Causas de "Ascaris Errático"muitos vermes;
    ação irritativa no verme (febre,anti-helmintico errado e alimentos muito condimentados)
  27. 27Locais de quadros graves de Ascaris erráticoapêndice;
    Colédoco;
    canal de Wirsung (pancreatite)
    eliminação por boca e narinas
  28. 28Manifestação comum em crianças com Ascarismanchas brancas (pano), no rosto,tronco e braços
  29. 29Diagnóstico de AscaridíasePesquisa de OvosDiagnóstico de Ascaridíase
  30. 30característica de infecção por Ascaris de apenas um sexoSe fêmeas= só ovos inférteis;
    Se machas= sem ovos
  31. 31Classe de anti-helmíticos mais usada em tratamentoBenzimidazóis (albendazol,levamisol)
  32. 32Ação do Albendazolimpede formação de microtúbulos;
    impede absorção de glicose
  33. 33dose de Albendazol altamente eficaz contra ascarisdose única de 400mg
  34. 34Ação da Ivermectinainduz influxo de íons cloro que paralisam os parasitas facilitando sua eliminação
  35. 35Dose de Ivermectina contra AscarisDose única de (0,1 até 0,2 mg/Kg)
  36. 36Fatores que interferem na prevalência da Ascaridíase- Qtd de ovos eliminados
    - Viabilidade dos ovos (até 1 ano)
    - Nº de indivíduos sem saneamento
    - Temp e umidade elevadas
    - hábitos de higiene
  37. 37Faixa etária mais acometida por Ascaridíasede 1 até 12 anos (hábitos de higiene)
  38. 38Profilaxia contra Ascaridíase- Tratamento dos doentes (drogas ovicidas)
    - Saneamento básico
    - Educação para saúde
  39. 39Ancylostoma ceylanicumEspécie de Ancylostomidae agente de ancilostomose humana
    (mais cães e gatos)
  40. 40Ancylostoma doudenaleEspécie de Ancylostomidae agente de ancilostomose humana
  41. 41Necator americanusEspécie de Ancylostomidae agente de ancilostomose humana
  42. 42Região geográfica de predomínio de Ancylostoma doudenaleZonaRegião geográfica de predomínio de Ancylostoma doudenale
  43. 43Região geográfica de predomínio de Necator americanusRegião geográfica de predomínio de Necator americanus
  44. 44Morfologia de Ancylostoma doudenaleCilindriformes
    Femea>macho
    cor róseo-avermelhada
  45. 45Morfologia da Cabeça do Ancylostoma doudenale2 pares de dentes
    par de dentes triangulares no fundo da boca
    Morfologia da Cabeça do Ancylostoma doudenale
  46. 46Morfologia do Ancylostoma doudenale macho- gubernáculo
    - bolsa copuladora bem desenvolvida
    Morfologia do Ancylostoma doudenale macho
  47. 47Morfologia da cabeça do Necator americanusduas lâminas cortantes em formato seimicircularMorfologia da cabeça do Necator americanus
  48. 48Morfologia do Necatur americanus- Fêmea>macho
    - róseo-avermelhados
    -macho sem gubernáculo
  49. 49Ciclo biológico de ancilostomíneosCiclo biológico de ancilostomíneos
  50. 50Estádio infectante de AncilostomíaseLarva L3
  51. 51número de fazes no ciclo dos ancilostomídeos2 fases: vida livre e hospedeiro
  52. 52—Ovo de ancilostomídeoOvo de ancilostomídeo
  53. 53Condições para embriogênese dos ovos de ancilostomídeosumidade>90%, boa oxigenação e temperatura elevada
  54. 54larva liberada pela eclosão do ovo de ancilostomídeoslarva L1 (rabditóide)
  55. 55Alimentação das larvas L1 e L2 de ancilostomídeosmicrorganismos e mat.orgânica no solo
  56. 56característica da L3 dos ancilostomídeosTêm cutícula recobrindo cutícula
  57. 57Transmissão da ancilostomíasePenetração cutânea ou oral
  58. 58Tipo de ciclo dos ancilostomídeos no homemCiclo cardiopulmonar
  59. 59Local de muda para larvas L4 dos AncilostomídeosLocal de muda para larvas L4 dos Ancilostomídeos
  60. 60Nutrição de L4, L5 e adulto de ancilostomídeos no intestinoNutrição de L4, L5 e adulto de ancilostomídeos no intestino
  61. 61Patogenia da infecção por ancilostomídeoslesões por migração das larvas;
    lesão por permanência dos vermes no intestino
  62. 62Fase aguda da ancilostomosecaracterizada pelo ciclo de loss e instalação de adultos no intestino
  63. 63Fase crônica da ancilostomoseespoliação sanguínea pelo helminto + deficit nutricional
  64. 64Diagnóstico de ancilostomose- EPF;
    - coprocultura (obtém L3)
  65. 65Idade principal de ocorrência de ancilostomose- crianças>6 anos;
    -adolescentes;
    - Adultos;
    independente de sexo
  66. 66Profilaxia para ancilostomose- saneamento básico;
    - suplementação de Fe;
    - Usar calçados;
    - hábitos de higiene
    Profilaxia para ancilostomose
  67. 67Tratamento de ancilostomoseBenzimidázois (albendazol);
    Palmoato de pirantel;
    Suplementação de PTN e Fe
  68. 68Nome popular da AncilostomoseAmarelão
  69. 69Nomes da Larva Migrans Cutânea (LMC)- Dermatite serpiginosa;
    - Bixo geográfico;
    - Dermatite pruriginosa
  70. 70Agentes etiológicos mais frequentes da Dermatite serpiginosa- Ancylostoma braziliense;
    - Ancylostoma caninum;
  71. 71Ciclo biológico das agentes da LMC nos hospedeiros definitivosmuito semelhando a ancilostomose nos humanos
  72. 72Hospedeiros definitivos da LMCHospedeiros definitivos da LMC
  73. 73Forma de transmissão dos agentes LMC para hospedeiros definitivosvias oral e cutânea e transplacentária
  74. 74Infecção do ser humano de LMCL3 penetra na pele e migra no subcutâneo até morrer
  75. 75Característica da lesão da LMCCaracterística da lesão da LMC
  76. 76Diagnóstico de LMC- Anamnese;
    - sintomas;
    - aspecto da lesão
  77. 77Tratamento LMC- Geralmente resolução espontânea;
    - Tiabendazol tópico
  78. 78Espécie mais importante envolvida com larva migrans Visceral e ocularToxocara canis
    (expansões laterais ou asas cefálicas)
    Espécie mais importante envolvida com larva migrans Visceral e ocular
  79. 79Principal hospedeiro do Toxocara canisPrincipal hospedeiro do Toxocara canis
  80. 80Estágio infectante do Toxocara canisOvos contendo L3
  81. 81Como os Cães podem se infectar com Toxocara canis- transplacentária;
    - ingestão de ovos (L3);
    -Aleitamento
  82. 82Ciclo do Toxocara canisCiclo do Toxocara canis
  83. 83Infecção humana por Toxocara canis- ingestão de ovos (L3);
    - ingestão de carne de hospedeiros acidentais
  84. 84Larva Migrans Visceral (LMV)larvas de nematelmintos que migram por órgãos humanos sem poder alcançar a fase adulta
  85. 85Manifestações clínicas da LMV- De acordo com órgão mais afetado;
    - Granuloma alérgico (com L3 no interior);
  86. 86Possível vírus veiculado pelas larvas de Toxocara canisPoliomielite
  87. 87Manifestações clínicas Larva Migrans Ocular (LMO)- unilaterais;
    - endoftalmia crônica;
    - Catarata;
    - Granuloma posterior e periférico
  88. 88Diagnóstico de LMV- identificação de L3 em tecidos (difícil);
    - história;
    - Imunobiológico (IgM;IgE; Elisa)
  89. 89Polissacarídeos das larvas de Toxocara canis relacionam-se com qual antígeno humanoA e BPolissacarídeos das larvas de Toxocara canis relacionam-se com qual antígeno humano
  90. 90Tratamento de LMV- geralmente autolimitante;
    - albendazol (2x5mg/Kg);
    - ivermectina
  91. 91Tratamento de LMO- Corticoides (início);
    - fotocoagulação (laser);
    - anti-helmínticos não eficazes
  92. 92Controle de Larva migrans- limitar contato com areia usada por animais;
    - tratamento de animais domésticos com anti-helmínticos;
  93. 93Faixa etária mai acometida por larva migransFaixa etária mai acometida por larva migrans

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Descrição
FlashCards em Sem título, criado por MATHEUS LEONARDO SLIACHTICAS PINHEIRO em 08-11-2018.
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