Flashcards
Revisão AV2

Flashcards do conjunto (185)
- 1CLOREXIDINACLOREXIDINA age sobre parede celular, + em gram +, não é afetada por matéria
orgânica +ação residual 6h + efetivo - é ototóxico e hepatotóxico bactericida - altas concentrações, bacteriostático - baixas concentrações - 2IODÓFOROSPenetra a parede celular, bactericida, tuberculicida, virucida e tricomonicida
ação residual moderada 2-4h, degermante não irritação, afetado por mat orgânica
hipotireoidismo em neonato - 3ÁLCOOLage por desnaturação de proteína, bactericida, fungicida e virucida
ação rápida, não irritante, barato, inócuo, afetado por matéria orgânica, melhor com iodo, mais irrita a pele. - 4DESINFETANTES BAIXO NÌVEL10 min, não tuberculose e esporos, não críticos
- 5DESINFETANTES MÈDIO NÌVEL10 min, bacilo tuberculose e não esporos, não críticos
- 6DESINFETANTES ALTO NÌVEL30 min, bacilo tuberculose e esporos, semi
- 7DESINFETANTE CLOROgermicida e corrosivo
- 8DESINFETANTE ÁCIDO PERACÉTICOesporicida
10min – desinfecção
30min - esterilização - 9DESINFETANTE OXIDANTESperoxida de H + permanganato de K - germicida (bloqueia as enzimas bacterianas)
- 10DESINFETANTE FENÓLICOSbactericida
(utilizados em instrumental) - 11DESINFETANTE ALDEÍDOSpotente, alto poder de penetração
8 a 10h - esterilização - 12ESTERILIZAÇÃO FERVURAúmido - incompleta, não usado em corte
- 13ESTERILIZAÇÃO AUTOCLAVEúmido - osmose, hidrolise e coagulação, várias aplicações, 30min
pressão + temperatura + umidade - 14ESTERILIZAÇÃO FLAMBAGEMseco - danifica o instrumental
- 15ESTERILIZAÇÃO ESTUFAseco - carbonização, desnaturação e coagulação, materiais secos, não uniforme
- 16ESTERILIZAÇÃO FILTRAÇÃOlíquidos em escala industrial
- 17ESTERILIZAÇÃO RADIAÇÃOnão ionizante - desinfecção do ar, não usado pelo MS
ionizante - artigos termossensíveis, industrial - 18ESTERILIZAÇÃO ÓXIDO ETILENOgás - termos sensíveis, aniquilação das proteínas, bactericida, esporicida, virucida
- 19ESTERILIZAÇÃO Plasma de PERÓXIDO H - STERRADgás - termos sensíveis, bactericida, esporicida, virucida, baixa toxidade
Esterilização de artigos termossensíveis - 20ONDE SE USAM DESINFETANTES?itens semicrítico ( contato com mucosa e pele não íntegra)
- 21ONDE SE USAM ESTERILIZAÇÃO?críticos, (contato com vasos e tecidos)
- 22Sequência de PARAMENTAÇÃO COMPLETA?uniforme -> propé -> touca -> máscara -> óculos -> degermação -> avental -> luvas -> campos
- 23Fio de sutura CAT GUTMONOFILAMENTAR
ORGÂNICO
ABSORVÍVEL rápida
ligadura de vasos na tela subcutânea, cirurgias ginecológicas e urológicas - 24Fio de sutura POLIDIOXANONAMONOFILAMENTAR
SINTÉTICO
ABSORVÍVEL lenta
sutura de tendões, cápsulas articulares, fechamento parede ABD - 25Fio de sutura POLIGLECAPRONEMONOFILAMENTAR
SINTÉTICO
ABSORVÍVEL lenta
tecidos e pele intradérmico, intestino, estômago - 26Fio de sutura MONONYLONMONOFILAMENTAR
SINTÉTICO
NÃO ABSORVÍVEL
aponeuroses, tendões e vasos + pele - 27Fio de sutura POLIPROPILENOMONOFILAMENTAR
SINTÉTICO
NÃO ABSORVÍVEL
aponeuroses, tendões e vasos - 28Fio de sutura SEDAMULTIFILAMENTAR
ORGÂNICO
NÃO ABSORVÍVEL
mesentério/ligadura vasculas - 29Fio de sutura ALGODÃOMULTIFILAMENTAR
ORGÂNICO
NÃO ABSORVÍVEL
vasos ou tecidos - 30Fio de sutura POLIGLACTINAMULTIFILAMENTAR
SINTÉTICO
ABSORVÍVEL moderada
usado em aponeurose com ressalvas - 31Fio de sutura POLIESTERMULTIFILAMENTAR
SINTÉTICO
NÃO ABSORVÍVEL
aponeuroses, tendões e vasos - 32Fio de sutura METÁLICOrestrito a esternorrafia
- 33PONTOS DESCONTÍNUOSPONTO SIMPLES
PONTO SIMPLES - nó invertido
PONTO EM U - horizontal
PONTO EM U - (DONATTI) - vertical
PONTO EM X - 34DRENOcrescente, remoção de coleções
- 35SONDAcrescente, canal natural, introduzir ou extrair
- 36CATETERdecrescente, vaso sanguíneo, introduzir ou extrair
- 37PENROSEPASSIVA
borracha/capilaridade/aberto/superficial
BORRACHA
CAPILARIDADE
ABERTO
abcessos superficiais - 38TUBULARPASSIVA
torácica/polietileno/aberto/gravitação - 39TUBULAR ENCAMISADOPASSIVA
borracha/capilaridade/aberto/penrose - 40DRENO EM SELO D'ÁGUAPASSIVA
torácica/fechado/gravitação
FECHADO - 41DRENO PORTO-VACATIVA
silicone/abdômen/fechado/multiperfurado/grosseiro - 42DRENO JACKSON-PRATTATIVA
silicone/sucção/fechado/tem capilaridade/+flexíveis - 43DRENO BLAKEATIVA
silicone/sucção/fechado/sist.pera/pressão menor - 44DRENO TUBULAR MULTIPERFURADOtórax
- 45DRENO TUBULAR LAMINADOdrenagem superficial
- 46DRENO T DE KEHRacesso a via biliar
- 47SONDA DE MALECOTgastrostomia
- 48SONDA DE PEZZEREsvaziamento de bexiga estéril (para exame)
- 49SONDA RETALlavagem retal
- 50SONDA DE NALATONcateterismo vesical de alívio
- 51SONDA DE FOLEYcateterismo vesical de demora
- 52SONDA DE FOUCHETalimentação
- 53SONDA DE LEVINEnasogástrica, + rígida p/ aspirar (exames)
- 54SONDA DE SENGSTAKEN BLACKMOREtamponamento de varizes no esôfago
- 55SONDA NASOENTERAL+ fina e flexível, usada com fio guia, alimentação
- 56SONDA OROTRAQUEALRespiração, aspiração de secreções
- 57CÂNULA OROFARÍNGEAevita queda da lingua p/ ventilar e aspirar secreções pcts inconscientes
- 58CÂNULA NASOFARÍNGEAventilar e aspirar secreções, mas para pcts com trismo
- 59MÁSCARA FACIALpré-ventilação, anéstesico volátil para procedimentos rápidos
- 60MÁSCARA LARÍNGEAventilação laringe que não exige habilidades, separa esôfago da traqueia não protege contra broncoaspiração, pcts inconcientes
- 61TUBO COMBITUBEconsegue ventilar/aspirar onde quer que esteja (esôfago), s/ habilidades
Protege de broncoaspiração maciça.
Ausência de manipulação da coluna cervical.
pcts arreativos - 62TUBO TRAQUEALdefinitivo, ventilação s/ distensão gástrica e broncoaspiração
*oro - de escolha, + fácil
*naso - impossibilidade oral, + difícil, pct tem que ter ventilação espont. - 63GUIA BOUGIEfacilita a IOT, pcts via aérea difícil, faz o caminho e dps bota o tubo
(guia da intubação orotraqueal) - 64VIAS ACESSO TRAQUEIAoral e nasal (endo) + transtraqueal/percutânea (crico ou traqueo)
- 65VIAS DEFINITIVASorotraqueal + nasotraqueal + traqueostomia
- 66CRIOTIREOIDOTOMIAmembrana cricotireoidea, +fácil e rápida, temporária
- 67TRAQUEOSTOMIA2-3-4o anel traqueal, cirúrgica, definitiva, conforto p/ o pct falar e comer
- 68PERIDURALantes da dura-máter, ligamento amarelo (peridural), L2 pra baixo, absorção + lenta que raqui, pelo plexo venoso, + volume anéstesico perda de resistência, agulha + calibrosa, analgesia (sensitivo) raqui total, injeção intravascular
- 69RAQUIANESTESIAperfura a dura-máter, subaracnoide, L3 pra baixo gotejamento de líquor, agulha + fina, insensibilidade total (motor + sensit)
cefaléia pós-raqui, hipotensão importante - 70—Tesoura Mayo

- 71—Tesoura metzembaum

- 72—pinça Mixter 90

- 73—Pinça Kelly desdentada

- 74—Pinça Halsted ou mosquito

- 75—Pinça kocher

- 76—Pinça Crile

- 77—porta agulha mathieu

- 78—porta agulha mayo hegar

- 79—Pinça Foerster

- 80—Pinça backhaus

- 81—Schaedel

- 82—Pinça anatômica

- 83—Pinça Adson

- 84—Pinça allis

- 85—Pinça babcock

- 86—Pinça klammer

- 87—pinça duval

- 88—afastador rake

- 89—afastador farabeuf

- 90—válvula supra púbica

- 91—afastador doyen

- 92—afastador weitlaner

- 93—afastador gosset

- 94—afastador finochietto

- 95—afastador ballfour

- 96—afastador thompson

- 97—afastador bookwater

- 98—trocater

- 99—endoclinch

- 100—maryland

- 101—endowrist

- 102—Ponto simples

- 103—Donatti ou u invertido

- 104—Ponto em X

- 105—Chuleio simples

- 106—Chuleio ancorado

- 107—Intradérmica

- 108—ponto u horizontal

- 109—canula de guedel

- 110—tubo combitube

- 111—tubo traqueal

- 112—penrose dreno

- 113—dreno tubular

- 114—dreno portovac

- 115—Sonda malecote

- 116—dreno jackson pratt

- 117—sonda pezzer

- 118—dreno t de kehr

- 119—Sonda retal

- 120—Sonda de foley

- 121—sonda de fouchet gastrica

- 122—sonda levine

- 123—sonda de sengstaken-blakemore

- 124—tubo drenagem torácica selo d'água

- 125Quais as veias de acesso periféricobraço - braquial, basílica, axilar, cefálica
perna - safena
cervical - jugular externa - 126Indicações de acesso venoso central• Monitorização hemodinâmica
(Instabilidade, PVC, Swan-Ganz)
• Marcapasso
• Nutrição parenteral total
• Infusão de quimioterápicos
• Infusão de drogas vasoativas
• Hemodiálise, plasmaférese
• Impossibilidade de acesso periférico - 127Veias para punção de Veia CentralVeia Jugular interna
Veia Subclávia
Veia Femoral - 128Sequência da Técnica de Seldinger● Punção com introdução de fio guia até cerca de 20 cm.
● Retirar a agulha, mantendo o fio dentro da veia.
● Dilatação do orifício na pele e na veia com dilatador próprio, através do fio-
guia.
● Colocação do cateter definitivo através do guia e então retirada do mesmo.
● Conectar o soro e avaliar o fluxo e refluxo.
● Fixação do cateter na pele com fio agulhado.
● Curativo oclusivo.
● Confirmação radiográfica. - 129Punção de Veia Jugular InternaIdentificar pontos de referência
• Ápice do triângulo formado pelas cabeças do músculo esternocleidomastóideo tendo
como base a clavícula.
• A veia jugular é lateral em relação a Carótida
• A agulha deve ser apontada para o mamilo do mesmo lado - 130VEIA JUGULAR INTERNA Vantagens• Menor risco de complicações graves em relação à subclávia.
• É relativamente superficial
• É compressível manualmente .
• Pode ser puncionada em coagulopatias leve/moderada - 131VEIA JUGULAR INTERNA Desvantagens• A punção é difícil em pessoas com pescoço curto e em obesos.
• A anatomia da jugular é menos fixa.
• Na hipovolemia a jugular tende a colabar
• Dificuldade de manter de um curativo seco e estéril, bem como
• Facilidade para a perda do cateter por tração acidental - 132Punção de Veia SubcláviaIdentificar pontos de referência
• Na abordagem subclávia, o local de inserção é o ponto de
interseção do terço médio/proximal inferior da clavícula.
• a veia subclávia é mais superficial que a artéria
• a agulha deve ser apontada para a fúrcula esternal. - 133Punção de Veia Subclávia Vantagens• Anatomia relativamente fixa.
• Não diminui muito o calibre (colaba) estado de choque hipovolêmico.
• Permitindo a manutenção de um curativo fixo e estéril, com menos perda acidental de cateteres. - 134Punção de Veia Subclávia Desvantagens• Apresenta alto risco de complicações graves ou fatais (pneumotórax, hemotórax).
• Não é compressível manualmente
• Necessidade de experiência em punções venosas centrais - 135Punção de Veia Femoral Vantagens:• superficial e de fácil acesso
• menor risco de complicação graves ou fatais
• permite cateteres calibrosos
• pode ser realizado na PCR - 136Punção de Veia Femoral Desvantagens:Local móvel e úmido, potencialmente contaminado
Maior risco de complicação infecciosa e trombótica - 137Punção de Veia Central Complicações● Todas da punção periférica ● Punção arterial (carótida /subclávia/femoral) ● Hematoma ● Pneumotórax Hemotórax Hidrotórax ● Quilotórax ● Infecção ● Fratura ou má posição do cateter ● Flebite ● Trombose ● Embolia ● Lesão cardíaca ● Punção de traqueia/nervo recorrente (jugular)
- 138Flebotomia ou dissecção venosaAcesso venoso central ou perif. por dissecção venosa.
- 139PICC (cateter central de inserção periférica)Veias mais utilizadas:
● Cervical: Jugular externa
● MS: Basílica, cefálica, braquial, axilar
● MI: Origem da safena interna, crossa da safena - 140AVALIAÇÃO PRÉ-OPERATÓRIA Medicações que Devem ser ContinuadasMedicação cardiovasculares
Broncodilatadores
Antiepilépticos
Corticóides
AAS * - 141AVALIAÇÃO PRÉ-OPERATÓRIA Medicações que não Devem ser ContinuadasAnticoagulantes (warfarin)
Inibidores da ECA
Agentes hipoglicemiantes orais
Contraceptivos orais
IMAO (fenelzina, a isocarboxazida e a tranilcipromina)
Inibidores da recaptação da serotonina
(fluoxetina, paroxetina) - 142Estados do I ao VI Risco Anestésico-Cirúrgico

- 143Classificação de MallampatiClasse I – palato mole, fauce, úvula e pilares amigdalianos visíveis;
Classe II – palato mole, fauce e úvula visíveis;
Classe III – palato mole e base da úvula visíveis;
Classe IV – palato mole totalmente não visível. - 144Quais as fases da anestesia geral ?Fase da Indução – período compreendido entre a administração de agentes (Intubação) anestésicos e o início do procedimento cirúrgico
Fase da Manutenção – período compreendido entre o início do procedimento cirúrgico e o seu término
Fase do Despertar – reversão da anestesia - 145Tipos de anestesiaAnestesia Inalatória
Anestesia Intravenosa
Anestesia Balanceada
Anestesia Regional
Anestesias medulares
Anestesias de plexos nervosos - 146Complicações da RaquianestesiaHipotensão (vasoplegia); Bradicardia e mal-estar (reação vagal); Náuseas (hipotensão); Cefaléia pós-raqui; Retenção urinária; Meningite asséptica (irritação das meninges)
PCR (anestesia espinhal alta ou total) – paralisia dos músculos respiratórios
Sintomas neurológicos transitórios (dor lombar com irradiação para as nádegas e face dorso-lateral das pernas bilateralmente)
Lesão de raízes nervosas durante a introdução da agulha (dor e parestesias
persistentes no pós-operatório) - 147Complicações da Anestesia PeriduralPerfuração da dura-matér. (Bloqueio subaracnóideo-raqui total)
Lesão da medula, nas peridurais torácicas
Hematoma peridural
A hipotensão arterial e bradicardia pelo bloqueio do simpático
Pode ocorrer quebra do cateter que irá tornar-se um corpo estranho
O cateter pode ser introduzido inadvertidamente em veia - 148Contra-indicações à RaquianestesiaPacientes em uso de anticoagulantes ou com coagulopatias
Septicemia, choque e hemorragia
Algumas doenças neurológicas evolutivas
Infecções no local da punção
Problemas técnicos da punção (laminectomia prévia)
Recusa do paciente
Hepatopatia grave - 149—Volkmann

- 150—Fórceps

- 151—Pinça de Goiva

- 152Vantagens da Cirurgia Minimamente Invasiva• Menos dor
• Menor perda sanguínea
• Menos complicações relacionadas com a FO.
• Menor permanência hospitalar
• Recuperação mais rápida
• Melhor resultado estético - 153Efeitos Mecânicos do Pneumoperitônio da cirurgia minimamente invasivaO aumento da pressão interna pela insuflação de ar vai aumentar a pressão nas veias e artérias, diminuindo o debito cardíaco.
- 154Desvantagens Cirurgia Videolaparoscópica,• Perda da visão tridimensional normal
• Posicionamento instável da câmera de vídeo
• Ergonomia cirúrgica prejudicada
• Perda de graus de liberdade para manipulação
do instrumental - 155Cirurgia Robótica Vantagens Precisão nas cirurgias em locais de difícil acesso – próstata, pelve, diafragma e esôfago
Ergonomia — O cirurgião fica em posição confortável
Intuitivo — O robô reproduz movimentos similares aos do cirurgião Visão tridimensional ampliada
Interfaces – USG, tomógrafos e RMG, a navegação e a localização espacial em alvos cirúrgicos complexos
e inacessíveis
Minimiza os para riscos ao cirurgião - pacientes infectados, etc.. Ausência de fadiga ou tremor
Facilidade em manipular instrumentos cirúrgicos menores e delicados, com precisão - 156Cirurgia Robótica Desvantagens Tempo de aprendizagem
Alto custo do equipamento e procedimento
Redução no espaço para os participantes *
Falta de sensação tátil para o cirurgião *
Necessidade de aprimorar outros sentidos *
Abordagem cirúrgica territoria * - 157Etapas da cicatrização1. Fase Inflamatória;
2. Fase Proliferativa;
Neo-angiogênese
Fibroplasia
Epitelização
3. Fase de Maturação.
contração
neo-epitelização - 158—Incisa ou cirúrgica ( se for de faca é cortante)

- 159—Contusa ( pancada)

- 160—Lacerante (ralado)

- 161—Perfurante ( se for tiro, perfuro contundente)

- 162Fatores que interferem na cicatrizaçãoVascularização das bordas da ferida;
Grau de contaminação da ferida; Tratamento das feridas; Infecção; Idade; Oxigenação e perfusão dos tecidos; Nutrição; Diabetes; Medicamentos (corticoides, quimioterápicos); RXT; Condição imunológica, - 163Fatores que interferem na cicatrização Desnutriçãoalbumina < 2
Vit C
Vit A
Zinco
Magnésio - 164Classificação das operações quanto ao potencial de infecção• Classe I (limpa)
• Classe II (potencialmente contaminada)
• Classe III (contaminada)
• Classe IV (suja/infectada) - 165Tricotomia▪ Evitar
▪ Na menor área possível
▪ Realizar próximo (horário) do procedimento
▪ Utilizar tricotomizador - 166Antibioticoprofilaxia• Dose única ou extensão por até
24-48h
• Cirurgias potencialmente
contaminadas ou contaminadas
• Cirurgias limpas em que
infecção seria catastrófica*
(cardíaca, NCR, uso de
próteses) - 167O que fazer ❖ Abscesso intra abominal ❖ Peritonite❖ Drenagem do foco: Cirurgia – Punção
❖ Antibiótico
❖ Controle de distúrbios metabólicos
❖ Reavaliação periódica
❖ Reoperação ou redrenagens - se necessário - 168O que fazer Sepse AbdominalRetirada do foco séptico
Anastomose deiscente ou sutura
Exteriorização da deiscência
Drenagem percutânea
Lavagem peritoneal – Reoperação programadas
Antibiótico terapêutico
Controle metabólico rigoroso - UTIo - 169—Jaleco e calça

- 170—Aventais cirúrgicos

- 171Luvas cirúrgicasLuvas duplas em cirurgias > 1h ou trocar a cada 2h
- 172Degermação das mãosMicrobiota transitória e residente
- 173AssepsiaConjunto de procedimentos utilizados com objetivo de manter
o paciente e o ambiente cirúrgico livres de microorganismos - 174AntissepsiaDestruição de microorganismos existentes nas camadas superficiais
ou profundas da pele ou mucosas, mediante a aplicação de um agente antisséptico - 175EsterilizaçãoEliminação ou morte de todos os microorganismos (bactérias na
forma vegetativa e esporulada, fungos e vírus) - 176LimpezaEliminação de material estranho visível, pó e sujeira de um elemento usado em interação ou não com o paciente Todos os materiais devem ser limpos antes da antissepsia ou esterilização (manual ou por US)
- 177DesinfecçãoProcesso que utiliza meios físicos ou químicos e que consegue eliminar muitos ou todos os microorganismos sobre uma superfície inanimada, com exceção de esporos bacterianos.
- 178AntissépticosAgentes químicos que destroem os microorganismos patogênicos,
ou inibe o seu crescimento, e que pode ser empregado com
segurança na pele e nas mucosas - 179opções para o tratamento de uma cicatriz quelóide,Injeções de corticóide
Gel de silicone
Remoção cirúrgica do queloide
Radioterapia
Fluorouracil(quimioterápica)
Crioterapia
Aplicação de laser - 180Quantos nós devo fazer?multi 4+
mono 5+ - 181Quais as 4 dases da cirurgia geral?- Diérese
- Hemostasia
- Cirurgia propriamente dita ou Exérese
- Síntese cirúrgica. - 182Vantagens do V.A.C.aumento do fluxo sanguíneo
Remoção dos fluidos do interstício
Diminuição da carga bacteriana
Estimulação do tecido de granulação
Diminuição do líquido do exsudato - 183PQ o acesso venoso central do lado direito é melhor• Cúpula pleural D é mais baixa (menor risco de pneumotórax (punção de subclávia)
• O trajeto até o átrio direito é mais retilíneo - menor possibilidade de mau posicionamento do cateter (jugular interna)
• Ducto torácico desemboca na subclávia esquerda (menor risco de quilotórax) - 184Efeitos da diabetes na cicatrização

- 185causas de febre pós-operatória.Atelectasias
Infecções do sítio cirúrgico
Pneumonia
infecções nosocomiais
Complicações específicas da cirurgia
infecção urinária
flebite
Informações
- Descrição
- Faculdade de Medicina Introdução as tecnicas cirurgicas FlashCards sobre Revisão AV2, criado por Ricardo Moraes em 14-06-2022.
- Criado por
- Ricardo Moraes
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