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Flashcards

P2: Distúrbios circulatórios

Bela Abrahão Português 17 flashcards

P2: Distúrbios circulatórios

Flashcards do conjunto (17)

  1. 1219Fígado com congestão passiva crônica.
    Aspecto de noz moscada.
    MACRO: Áreas escurecidas avermelhadas, representando a estase em veias centrolobulares, e áreas amareladas, decorrentes de distúrbios metabólicos (degeneração gordurosa) causados pela hipoperfusão da região periportal.
    FISIOPATO: Possivelmente causado por uma insuficiência cardíaca direita, gerando retenção de sangue nas veias cavas e, por consequência, hiperemia das veias centrolobulares.
    219
  2. 2194Pulmão hemossiderrótico de congestão passiva crônica.
    MACRO: Aspecto ferruginoso devido ao pigmento hemossiderina.
    MICRO: colpso alveolar com grânulos de hemossderina dentro e fora dos fagócitos.
    FISIOPATO: Aumento da pressão hidrostática, podendo ser gerado por uma insuficiência cardíaca esquerda com aumento da retenção de sais e água.
    Faz parte da hiperemia passiva a hipertensão nos capilares alveolares, o que obriga as hemácias a passar, através das células endoteliais e dos pneumócitos, para a luz dos alvéolos (um fenômeno conhecido como diapedese).
    Na luz alveolar, as hemácias são fagocitadas por macrófagos.
    194
  3. 328 e 202Segmentos de aorta abdominal em diferentes graus de aterosclerose.
    28: Primeiro com estrias lipídicas, segundo com áreas de complicação das placas (hemorragia, ulceração e calcificação).
    202: Primeiro com estrias lipídicas, segundo já com placas elevadas e ponto hemorrágico, terceiro com complicação de placa (ulceração e calcificação).
    Possível consequência: obstrução (aneurisma).
    FISIOPATO: Acúmulo de colesterol LDL na túnica íntima da artéria gerou placas ateroscleróticas, resultando em fragilidade na parede e, por consequência, aneurismas. Além disso, as placas sofreram complicações, como a deposição de íons de Ca e ulceração da túnica íntima, disseminando-se para a túnica média.
    28 e 202
  4. 424 e 27Aorta Abdominal com aneurisma aterosclerótico.
    MACRO: Placas de ateroma com acometimento da túnica média (dilatada). Presença de trombos mistos (regiões avermelhadas com eritrócitos intercaladas com regiões esbranquiçadas de plaquetas e fibrinas).
    FISIOPATO: A deposição de LDL na túnica íntima gerou fragilidade no vaso, tornando-o suscetível a dilatações (formação de aneurisma). O aneurisma causou turbilhonamento do sangue, aumentando o contato de plaquetas com a parede do endotélio, resultando na formação de trombos.
    24 e 27
  5. 5310Aneurisma aterosclerótico em A. Abdominal.
    MORFO: Artéria dilatada com trombos mistos e Linhas de Zahn (camadas pálidas de plaqueta e fibrina alternadas com camadas escuras de hemácia).
    FISIOPATO: Deposição de colesterol LDL na túnica íntima resultou em fragilidade na parede do vaso, resultando em aneurisma. Turbilhonamento de sangue no local aumentou o contato entre plaquetas e a superfície endotelial, gerando um estado de coagulação.
    310
  6. 6102Segmento terminal da aorta abdominal com aneurisma aterosclerótico e trombo.
    MACRO: Parede apresenta-se dilatada, portando um trombo volumoso em seu interior e placas ateroscleróticas.
    FISIOPATO: Deposição de colesterol LDL na túnica íntima lesionou a parede, resultando, com o auxílio de enzimas e substâncias inflamatórias, no aneurisma. Turbilhonamento de sangue causado pela dilatação localizada gerou maior contato entre as plaquetas e a parede do vaso, causando formação de trombos.
    102
  7. 7186, 187, 188, 26Trombose Venosa Profunda Fermelha.
    MACRO: Musculatura com pontos escuros em veias profundas (trombos).
    FISIOPATO: Estase venosa (lentidão do fluxo), possivelmente resultante de insuficiência cardíaca esquerda e associada a um estado de hipercoagulabilidade (puerpério, imobilização prolongada ou diabetes), gerou maior contato entre plaquetas e parede do vaso, facilitando a formação de trombos.
    186, 187, 188, 26
  8. 8184 e 185 Pulmão + panturrilhaSegmento de panturrilha com trombo, segmento de pulmão com trombo-êmbolo.
    FISIOPATO: Trombos venosos profundos, possivelmente causados por lentidão de fluxo (estase) proveniente de insuficiência cardíaca esquerda, sofreram fragmentação, formando trombo-êmbolos que percorreram veia safena, veia femoral, veia ilíaca externa, veia cava inferior e comum, átrio direito, ventrículo direito e artéria pulmonar, atingindo o pulmão e gerando embolia pulmonar.
    184 e 185 Pulmão + panturrilha
  9. 9366, 217 e 215Embolia pulmonar de etiologia desconhecida. Morte rápida..
    FISIOPATO: Possivelmente proveniente de trombo em veia profunda, cujos fragmentos atravessaram o lado direito do coração, seguindo para artéria pulmonar e, por fim, órgão. Não se observa região de infarto, indicando uma morte rápida.
    366, 217 e 215
  10. 10200Pulmão com tromboembolia (morte lenta)
    MORFO: Lobo inferior apresenta-se escuro, firme e endurecido.
    FISIOPATO: Possivelmente uma trombose venosa profunda que evoluira para embolia pulmonar, a qual evoluiu para infarto pulmonar hemorrágico (vermelho, típico de órgãos de área frouxa com circulação lateral), causando necrose de coagulação no lobo inferior.
    200
  11. 1133, 34 e 115Intestino Delgado com infarto hemorrágico.
    Aspecto enegrecido.
    ETIO: Desconhecida.
    FISIOPATO:
    Constam duas possibilidades: deposição de placas ateroscleróticas na artéria abdominal, causando lesão ao endotélio e, por consequência, formação de trombo atingindo a A. Mesentérica Superior, Inferior ou Celíaca, gerando infarto isquêmico no intestino; êmbolo sistêmico, possivelmente originário de trombo mural.
    33, 34 e 115
  12. 12198 e 38Cérebro com AVC intraparenquimatoso.
    Etiologia: Sífilis (vasculite no vasa vasorium) ou hipertensão.
    FISIOPATO: Hipertensão gera fragilidade no vaso, desencadeando na ruptura com consequente extravasamento de sangue.
    198 e 38
  13. 13216Cérebro com AVC hemorrágico submeningial.
    FISIOPATO: Polígono de Willis apresentando aneurisma roto, com trombo em seu interior,. Ruptura do aneurisma gerou extravasamento de sangue.
    216
  14. 1435 e 36Coração com infarto hemorrágico
    FISIOPATO: Infarto do miocárdio possivelmente decorrente de hipertensão, evoluindo para necrose de coagulação no ventrículo esquerdo. Aspecto de infarto vermelho, o qual evoluiria para infarto branco (de circulação terminal) não fosse o quadro de morte súbica cardíaca.,
    35 e 36
  15. 15189, 190, 12Coração com infarto de miocárdio antigo
    Morfo: Áreas escurecidas na parede do ventrículo apresentando necrose isquêmica (de coagulação).
    FISIOPATO: Infarto vermelho no coração, gerando congestão em circulação lateral. Evolução para necrose de coagulação em áreas hipoperfusas. Áreas necróticas foram absorvidas e substituídas por cicatriz fibrosa. Cicatriz impede a contração, causando o turbilhonamento de sangue e, consequentemente, lesão do endotélio = TROMBOSE, fonte potencial para embolia sistêmica.
    Observa-se adelgaçamento do VE.
    189, 190, 12
  16. 1632, 107, 191, 205BAÇO COM INFARTO BRANCO
    FISIOPATO: Trombose em artéria sofreu fragmentação, com deslocamento de êmbolo para A. Esplênica. Como resultado, baço atingiu estado de infarto branco - isquêmico - por se tratar de um órgão sólido e de circulação terminal.
    32 não se apresenta tão branco. Estágio inicial, fase congestiva.
    32, 107, 191, 205
  17. 172Cérebro com Necrose de Liquefação
    MORFO: Aspecto edemaciado, sulcos profundos.
    FISIOPATO Trombo-êmbolo mural cardíaco é transportado carótida comum > carótida interna > A. Cerebral Média, causando AVC.
    Isquemia evolui para necrose de liquefação (coloração pálida, sulco afundado - infarto isquêmico antigo).
    2

Informações

Descrição
FlashCards sobre P2: Distúrbios circulatórios, criado por Bela Abrahão em 05-06-2017.
Criado por
Bela Abrahão
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