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NOÇÕES BÁSICAS DO MÉTODO COMPARATIVO NO ESTUDO DAS LÍNGUAS
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NOÇÕES BÁSICAS DO MÉTODO COMPARATIVO NO ESTUDO DAS LÍNGUAS
comparava-se signos parecidos de diferentes línguas
inicia com a descoberta europeia da gramática do sânscrito
defendia uma "língua-mãe" das línguas atuais e antigas
como ferramenta de trabalho, os comparatistas utilizavam a analogia
ou seja, as regularidades das línguas
o que levou à descoberta da gramática de outras línguas
mudanças ocorrem o tempo todo de maneira gradual e podem atingir o eixo
fonético
sintático
semântico
ex:
ditongos>vogal
/ae/>/é/; /oe/>/ê/; /au/>/ô/; /au/>/ou/ (latim>português)
/caelo/>/celo/>céu;
/poena/>/pena/;
auro>ouro;
/auricula/>/oricula/>orelha
ex:
/b/>/v/
/caballu/>/cavallu/>cavalo
/probare/>/provare/>provar
fim dos casos
ordem dos sintagmas altera a semântica
palavras mudam seu significado
venatu = caça morta >
veado = animal específico >
veado = pejorativo para homossexual >
veado = gíria da comunidade LGBT
método comparatista
compara-se cognatas entre as línguas
destaca-se os elementos com maior repetição entre elas na reconstrução do indo-europeu
ex:
decem (lat), deka (gre), desa (san) e taihun (got)
=
dekm (indo-europeu)
crítica:
não é capaz reconhecer variações presentes nas línguas antigas
Informações
- Descrição
- Mapa conceitual baseado no terceiro capítulo do livro História Concisa da Linguística, de Bárbara Weedwood.
- Criado por
- JOSÉ MACENA
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