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Fluxograma

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Victoria Badmann Português

Conteúdo do fluxograma

  1. Ácidos Graxos Essenciais (AGE)

  2. Colagenase

  3. Carvão Ativado

  4. Sulfadiazina de Prata

  5. Papaína

  6. Contraindicação

  7. Periodicidade de Troca

  8. Tipo de Ferida

  9. Mecanismo de Ação

  10. Modo de Usar

  11. Composição

  12. Indicação

  13. Protosan Gel

  14. Bota de Uma

  15. Hidrocolóide

  16. Hidrogel

  17. Filme Transparente Semipermeável

  18. Óleo vegetal composto de ácido linoleico, ácido caprílico, ácido cáprico, vitamina A, vitamina E e lecitina de soja

  19. Hidratação oclusiva para pele inteira, prevenção de rompimento cutâneo, processo de granulação de ferida

  20. A hidratação é feita de maneira indireta, com a aplicação de substâncias lipídicas, evita-se a perda de água do meio interno para o externo, vedando-se os poros, na camada córnea da epiderme, consequentemente aumentando a microcirculação sanguínea

  21. Feridas agudas ou crônicas com perda de tecido superficial ou parcial

  22. Limpar a lesão com SF 0,9% morno, utilizando o método de irrigação em jato; Aplicar na pele ou associar a um hidratante ativo para manter a integridade da pele; Ocluir com cobertura secundária de gaze, fixar com atadura, fita hipoalergênica ou esparadrapo

  23. Lesões abertas de qualquer etiologia, lesões desvitalizadas, Feridas muito exsudativas, alergia a um dos componentes, feridas infectadas ou com necrose

  24. Trocar no máximo a cada 24 h ou sempre que o curativo secundário estiver saturado

  25. Camada externa de espuma de poliuterano e outra interna composta de gelatina, pectina e carboximetilcelulose sódica

  26. Estimula a angiogênese e o desbridamento autolítico. Acelera o processo de granulação tecidual

  27. Estimula a angiogênese e o desbridamento autolítico. Acelera o processo de granulação tecidual

  28. · Recortar o hidrocolóide com diâmetro que ultrapasse a borda da lesão pelo menos 2 a 3 centímetros;

    · Aquecer o hidrocolóide entre as mãos, retirar o papel protetor e aplicar o hidrocolóide segurando-o pelas bordas da placa;

    · Pressionar firmemente as bordas e massagear a placa, para perfeita aderência. Se necessário, reforçar as bordas com fita hipoalergênica.

    · Realizar escarificação em tecido necrótico, antes de aplicar

  29. Lesões vitalizadas ou com necrose com pouco/médio exsudato. Ex: escoriações, queimaduras de 1º e 2º grau e skin tears (lesões por fricção e pequenos traumas em pele). *Prevenção ou tratamento de úlceras por pressão não infectadas.

  30. Feridas colonizadas ou infectadas, feridas com o tecido desvitalizado ou necrosado e queimadura de 3º grau

  31. A cada um a sete dias, dependendo da quantidade de exsudação. Em caso de necrose a troca deverá ser realizada em até 3 dias

  32. Gel transparente, incolor, composto por: água (77,7%), carboximetilcelulose (CMC-2,3%) e propilenoglicol (PPG-20%).

  33. Feridas abertas com tecido vitalizado ou desvitalizado; Queimaduras de 2º e 3º grau; Úlceras venosas e úlceras por pressão

  34. Amolece e remove tecido desvitalizado através de desbridamento autolítico. A água mantém o meio úmido, o CMC facilita a re-hidratação celular e o desbridamento. O PPG estimula a liberação de exsudato

  35. Lesões com pouca exsudação ou seca

  36. Aplicar fina camada do gel sobre a ferida ou introduzir na cavidade assepticamente

  37. Pele íntegra; Feridas operatórias fechadas; Feridas muito exsudativas; · Fístula

  38. Quando utilizado com gaze como cobertura troca a cada 24hs. Pode permanecer por até 7 dias quando associado com algumas coberturas como por exemplo hidrocolóide ou hidrofibra. Feridas infectadas troca no máximo a cada 24hs. Feridas com necrose troca no máximo cada 72hs.

  39. Água purificada, 0,1% de undecilaminopropil betaina, 0,1% de polihexanida, glicerol, hidroxietilcelulose

  40. Indicado para limpeza, descontaminação e umidificação do leito da feridas agudas ou crónicas, principalmente cavitárias. Pode ser usado em feridas colonizadas, criticamente colonizadas e infectadas, bem como em queimaduras de grau I e II. Remove revestimentos, biofilmes, prepara o leito da ferida para receber curativo

  41. Remove o biofilme e outros debris de forma suave;reduz significavamente o tempo cicatrização;regula o ph da lesão

  42. feridas cutâneas com ou sem necrose,com contaminação ou cronicidade.Ulcera por pressão estágio 1 a v ,úlcera arteriais,venosas e mistas,ulceras pós cirúrgicas,queimaduras de 1º e 2º grau.

  43. As feridas devem ser primeiramente irrigadas e limpas com Prontosan® Solução de forma a retirar as crostas de fácil remoção antes de se prosseguir o tratamento com Prontosan® Gel. As superfícies das feridas devem estar sempre cobertas com uma camada de gel de, pelo menos, 3 a 5 mm de espessura. Para tal, aplica-se o Prontosan® - Gel sobre a ferida plana ou nas cavidades da ferida. Também pode-se umedecer ou pulverizar compressas, gazes, ou outros materiais absorventes e cobrir, ou preencher com eles, a ferida.

  44. Queimaduras grau III e IV;

    Aplicação em carlilagem hialina.

    Não usar o produto em caso ou suspeita de alergia a qualquer um dos seus componentes. n Não utilizar em cartilagem hialina; não utilizar em associação com tensoativos aniônicos. n Não deve usar o produto misturado com outros itens de limpeza de feridas, tais como: sabonetes, pomadas, óleos e enzima

  45. O Prontosan Gel pode permanecer sobre a ferida até à mudança seguinte do curativo. Conforme o intervalo de troca do de curativo, aplica Prontosan® Gel em quantidades variáveis: - Quantidades maiores: quando a mudança de curativos ocorrer após vários dias. - Quantidades menores: se a mudança do curativo for no dia seguinte ou no próprio dia. Isto permite que a superfície da ferida se conserve úmida, o que garante uma boa limpeza. Na próxima mudança de curativo, remover o Prontosan® Gel cuidadosamente. A aplicação deve ser freqüente, até que toda a área necrosada seja removida com facilidade. Além disso, os indicadores de presença de biofilme no leito da ferida, deverão estar atenuados. Isto é um bom princípio para a reconstrução natural da ferida.

  46. A papaína é uma enzima proteolítica retirada do látex do vegetal mamão papaia (Carica Papaya), no qual são comercializadas na forma de pó, pasta, creme e gel, sendo que o pó deve ser diluído no momento do uso, em concentrações que irão variar conforme as características da ferida (quantidade de tecido necrótico, presença de infecção, presença de tecido de granulação, etc)

  47. A sua indicação é para o tratamento de úlceras abertas, infectadas e desbridamento de tecidos desvitalizados ou necróticos

  48. A papaína é como desbridante químico, facilitando o processo cicatricial. Tem ações bacteriostáticas, bactericidas e anti-inflamatórias e proporciona alinhamento das fibras de colágeno, promovendo crescimento tecidual uniforme

  49. úlceras abertas, infectadas e desbridamento de tecidos desvitalizados ou necróticos

  50. Deve se usar na presença de tecido de granulação a concentração deverá ser de 2%. Na presença de necrose de liquefação a ferida deverá ser lavada em jatos com solução de papaína de 4 a 6% diluída em solução fisiológica. Na presença de necrose de coagulação na concentração de 8 a 10%, após efetuar a escarectomia

  51. É contraindicada em pacientes com sensibilidade à substância ou outro componente da formulação . Os efeitos adversos é uma sensação de queimadura. O exsudado liquefeito da digestão enzimática pode irritar a pele. Lavagens e limpeza frequente da área ao redor da lesão pode aliviar o desconforto

  52. A substituição do curativo está indicada em média, a cada 12 horas (Grau C). Na avaliação da lesão é importante que os profissionais de saúde classifiquem a ferida e identifique o estágio da cicatrização, para que possa realizar uma estimativa do processo cicatricial e quais os fatores que irão interferir neste processo

  53. Dermazini ( sulfadiazina de prata 1%),Álcool cetoestearilico, cetomacrogol 1.000, petrolato liquido, propilenoglicol, metilparabeno, propilparabeno, butil-hidroxitolueno e água purificada.

  54. Queimaduras;

    • Úlceras de membros inferiores;

    • Úlceras de pressão;

    • Feridas cirúrgicas;

  55. Elas inibem enzimas bacterianas. DNA bacteriano não é replicado e proteínas não são sintetizadas , como as bactérias não conseguem absorver são afetadas nas doses e param de se reproduzir

  56. Queimaduras;

    • Úlceras de pressão;

    • Úlceras infectadas;

    • Feridas cirúrgicas;

  57. Aplicar uma camada e cobrir com curativo secundário, gase ou outro, aplicar uma vez ao dia, pode ser aplicado duas vezes ao dia no caso de lesões exsudativas ou a critério médico. Utilizar até a cicatrização da ferida

  58. Creme – o seu uso deve ser cuidadosamente observado em pacientes que apresentam hipersensibilidade às sulfas e os demais componentes da formulação. Por existirem poucos dados sobre a sua passagem pelo leite materno, também não é recomendado em mulheres que estejam amamentando

  59. A cada sete dias ou sempre que houver presença de fluidos.

  60. Gaze impregnada com óxido do zinco, glicerina e gelatina

  61. tratamento de úlceras venosas e edema linfático de membros inferiores, recomendada a pacientes que deambulam

  62. Compressão no membro, aumenta o retorno venoso, melhora a drenagem linfática e mantém o meio úmido para cicatrização.

  63. Úlceras Venosas

  64. Enrolar a bota logo acima dos dedos, na região metatársica até chegar 3cm abaixo do joelho.

  65. não ter pé contra indicado para úlceras arteriais e úlceras mistas (comprometimento venoso e arterial).

    Não deve ser utilizada em pessoas com sensibilidade conhecida ao produto ou seus componentes.

  66. todos os dias podem ser trocados a cobertura secundária e a atadura externa.

    Troca da bota a cada 7 dias.

  67. Colagenase DCB 0341.01-0 ...... 0,6 U

    Cloranfenicol DCB 0296.01-5 ..0,01 g V

    Veículo q.s.p. .............................1,0 g

  68. Usada como agente desbridante em lesões superficiais, promovendo a limpeza enzimática das áreas lesadas e retirando ou dissolvendo, enzimaticamente, necroses e crostas. Também é responsável por contribuir para a formação de tecido de granulação e consequente reepitelização de úlceras da pele e de áreas gravemente queimadas, ajudando assim na cicatrização de feridas.

  69. Atua seletivamente degradando colágeno nativo e provocando a necrólise. É pouco efetiva em grandes áreas necróticas

  70. Escaras, úlceras varicosas, gangrena

  71. Deve fazer rigorosa higiene local antes da utilização. Recomenda-se aplicar a pomada cuidadosamente dentro da área lesada. Uso tópico. Evitar contato com os olhos e mucosas da cavidade oral

  72. Pacientes com hipersensibilidade a colagenase ou a qualquer componente da formulação.

  73. O curativo com colagenase deve ser trocado diariamente em alguns casos para aumento da atividade enzimática a aplicação da pomada duas vezes ao dia, pode ser necessário. A aplicação de uma grande quantidade não é necessária e não irá melhorar o processo de limpeza

  74. Carvão Ativado

  75. Filme transparente em rolo, não estéril, coberto com adesivo hipoalergênico, livre de látex.

  76. feridas fétidas ou não, infectadas e exsudativas

  77. o carvão ativado absorve o exsudato e filtra o odor através do mecanismo de adsorção. A prata exerce ação bactericida.

  78. Feridas altamente colonizadas ou infectadas, neoplásicas, pé diabético, crônicas ou agudas. Feridas profundas ou superficiais. Feridas com exsudato e odor.

  79. realizar limpeza da ferida com soro fisiológico 0,9%, morno; após remover o exsudato e o tecido desvitalizado se necessário e não secar o leito da ferida; colocar o curativo de carvão ativado sobre a ferida e oclui-la com cobertura secundária estéril.

  80. feridas limpas e secas, lesões de queimaduras, hipersensibilidade a prata, feridas com sangramento e aplicação direta em tumores

  81. a cada 1-4 dias, dependendo da quantidade de exsudação, podendo permanecer até 7 dias. Trocar a cobertura secundária sempre que estiver saturada.

    Composição: tecido carbonizado e embebido com nitrato de prata a 0,15%, envolto por camada de tecido sem carvão ativado.

  82. O produto é permeável ao oxigênio e ao vapor úmido, porém à prova d'água e impermeável a líquidos, bactérias e vírus.

  83. Proteção da pele sob risco, pele intacta (lesão por pressão estágio l, proeminências ósseas);

Informações

Descrição
Fluxograma sobre Sem título, criado por Victoria Badmann em 08-06-2020.
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