Fluxograma
ATM26_2 Turma B_ Antropologia
Conteúdo do fluxograma
COVID-19 : como as diferenças entre oriente e ocidente foram mais observáveis durante a pandemia
Olhar oriental
Olhar ocidental
Máscara
- Respeito cultural (não transmitir a outrem)
- Questões ambientais (alta [CO2])
- Métodos de repressão (fiscalização)
- Hábito adquirido (pandemias anteriores)
- Desconfiança quanto à eficácia
- Questões ambientais (baixa [CO2])
-Olhar midiático (influência de massas; fake news)
-Desigualdade (pensamentos; financeira; educação; fraternidade)
Em decorrência dos fatos apresentados, é visto que como culturas completamente diferentes o uso da máscara apresenta propostas distintas em cada "lado". Dessa maneira, devemos considerar na avaliação que o uso da máscara ultrapassa somente sua eficácia, haja vista que há uma grande interferência do fator afetivo, cultural, ambiental, educacional, geográfico, entre outros.
Alimentação
- Questões geográficas pouco favoráveis (sol, chuva, solo)
- Simbolismo da refeição (ritualidade)
- Superpopulação
- Pobre nutricionalmente (importação)
- Produção artesanal, extensiva
- Imediatismo nas refeições
- Hábito de cozinhar o alimento
- Grande diversidade alimentícia (exportação)
- Produção mecanizada, intensiva
Olhar oriental
Olhar ocidental
Embora a globalização tenha integrado as mais diversas culturas, ainda há uma grande diferença entre a alimentação oriental e ocidental, haja vista as diferenças climáticas, geográficas, históricas e culturas que influenciaram diretamente em suas alimentações.
Roteiro de leitura do fluxograma
Inicialmente, a proposta foi de observar os impactos que as pessoas de origem asiática sofriam por conta da pandemia. Entretanto, após debates, decidimos focar em como alguns hábitos acabam distanciando ou aproximando as culturas, influenciando diretamente na forma de enfrentar a pandemia. Ademais, é valido ressaltar que as considerações feitas neste trabalho representam as noções de cultura de dois hemisférios diferentes, todavia estão sendo analisadas pelas óticas e vivencias de um "lado" apenas, o dos participantes do trabalho, ocidental. Dessa forma, por mais preocupado que tenha sido o olhar relativizante, é visto que ao analisarmos uma cultura a qual não estamos inseridos, tendemos a ver sobre uma ótica etnocêntrica e não de uma forma etnográfica. Assim, optamos por salientar o uso da máscara e da alimentação como as principais formas de observar os choques culturais, destacando os pontos divergentes mais relevantes entre elas.
Participantes:
Hilda da Rocha, Julia Couto, Rômulo Liviera e Tomás Bordin