O GoConqr está de visual novo! Conte para nós o que você achou.

Fluxograma

Sem título

Beatriz Silva de Almeida Português

Conteúdo do fluxograma

  1. Alterações pulpares

  2. Polpa Normal

  3. Dor Espontânea ausente

  4. Dor provocada

  5. aparecimento lento

  6. desaparecimento rápido

  7. Tratamento

  8. Remoção da agressão

  9. Pulpite Reversível

  10. Dor espontânea ausente

  11. Sensibilidade ou leve desconforto

  12. Dor provocada

  13. desaparecimento rápido

  14. aparecimento rápido

  15. Localizada

  16. Pressão: negativo

  17. Frio: aparecimento rápido

  18. Calor: aparecimento rápido

  19. Percussão :negativo

  20. Tratamento

  21. Remoção da agressão

  22. Pulpite Irreversível

    Sintomática

  23. Dor espontânea

  24. Quando provocada

  25. aparecimento rápido

  26. Desaparecimento LENTO

  27. Localizada ou Difusa

  28. Intensa

  29. Pulsátil

  30. Intermitente ou contínua

  31. Resposta aos testes

  32. Resposta aos testes

  33. Frio:

    Estágio inicial : aparecimento rápido

    Estágio Final: alivia a dor (vasodilatação)

  34. Calor : aparecimento rápido e intenso (vasodilatação aumentando a pressão tecidual )

  35. Pressão: negativa

  36. Percussão : normalmente negativo

  37. Tratamento

  38. Biopulpectomia

  39. Pulpite Irreversível

    Assintómatica

  40. Cárie profunda- cavidade pulpar aberta,permitindo a drenagem do exsudato inflamatório

  41. Necrose Pulpar

  42. Assintomática

  43. Pode haver relato de episódio prévio de dor

  44. Presença de cáries , ou restaurações extensas, podem ter alcançado a polpa

  45. História de traumatismo

  46. Escurecimento da coroa-tom cinza/marrom

  47. Resposta aos testes

  48. Frio: negativo

  49. Calor: negativo positivo -fibras nervosas tipo C-+ resist. hipóxia

  50. Pressão : negativa/positiva

  51. Percussão : negativo /positvo

  52. Tratamento

  53. Necropulpectomia

  54. Periodontite Apical Sintomática

  55. Dor espontânea e localizada

  56. Moderada a intensa

  57. ''Sensação de dente crescido''

  58. Dor á mastigação

  59. Resposta aos testes

  60. Frio e Calor : negativos

  61. Palpação Apical ◦ Indolor, ou levemente sensível

  62. Pressão e Percussão : ◦ Positivos

  63. Abcesso Apical Agudo- evoluído

  64. Tratamento

  65. Necropulpectomia

  66. Dor espontânea e difusa

  67. Pulsátil e moderada

  68. PRESENÇA DE EDEMA INTRA E/OU EXTRA ORAL

  69. Resposta aos testes

  70. Pressão e Percussão - mastigação - Exacerbação exagerada da dor

  71. Frio e Calor ◦ negativos

  72. Palpação apical ◦ Exacerbação exagerada da dor

  73. Periodontite Apical Crônica

  74. Tratamento

  75. Drenagem cirúrgica Antibiótico/analgésico

  76. Ausência de dor

  77. Evolução

  78. Abscesso crônico

  79. Angina de Ludwig

  80. Osteomielite

  81. Presença de cárie profunda , restauração extensa , com infiltração , muitas vezes

  82. Resposta aos testes

  83. Pressão e percussão:negativos-possível sensibilidae

  84. Frio e Calor:negativos

  85. Palpação apical:possível sensibilidade

  86. Granuloma Apical

  87. Assintomático

  88. Pode haver ligeira sensibilidade `a mastigação

  89. Resposta aos testes

  90. Frio e Calor :negativos

  91. Pressão e Percussão:negativos-possível sensibilidade

  92. Palpação Apical :negativa

  93. Pode exibir leve aumento volume – rompimento da cortical , revelando tecido granulomatoso sob a mucosa

  94. Cisto Apical

  95. Assintomático

  96. Pode haver ligeira sensibilidade a mastigação

  97. Possível abaulamento da cortical

  98. Resposta aos testes

  99. Frio e Calor:negativos

  100. Pressão e percussão : negativas

  101. Palpação Apical :negativa

  102. Assintomático

  103. Presença de Fistula -drenagem

  104. Resposta aos testes

  105. Pressão e Percussão:negativos

  106. Frio e Calor:negativos

  107. Palpação Apical :negativa

  108. Repostas aos testes

  109. Frio: vasoconstrição

    Diminuição da pressão interna

    Dor imediata

  110. Calor: vasodilatação

    Aumento da pressão interna

    Dor (Tardia )

    Fibra C (Dano tecidual )

  111. Por ser a dor uma entidade psicológica e biológica, o controle da dor odontogênica deve considerar tanto sinais e sintomas físicos quanto o estado emocional do paciente. As necessidades, os medos e a maneira do paciente lidar com a dor devem ser compassivamente entendidos. Esta avaliação e a capacidade do dentista em construir uma relação de confiança com o paciente são fatores fundamentais para o sucesso do tratamento.

  112. O clínico tem a responsabilidade de informar ao paciente o plano de tratamento recomendado, alertando-o quanto a alternativas, riscos e benefícios correspondentes e o prognóstico esperado nas circunstâncias do momento. Com essas informações, o paciente pode optar pela extração em detrimento do tratamento endodôntico ou, eventualmente, solicitar uma segunda opinião. Nunca se deve forçar um plano de tratamento a um paciente. A opção quanto ao tratamento é feita conjuntamente pelo paciente e pelo clínico.

  113. URGÊNCIA EM ENDODONTIA

Informações

Descrição
Fluxograma sobre Sem título, criado por Beatriz Silva de Almeida em 15-05-2021.
Visualizações
1
Avaliação

Fale Conosco

Sobre o que é sua mensagem?

O que você acha do novo visual?

Você gostou?