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Fluxograma

Sem título

Dhenyfa Queiroz Português

Conteúdo do fluxograma

  1. URGÊNCIA ENDODÔNTICA

  2. Anamnese

  3. Identificar a Queixa Principal

  4. Paciente apresenta dor?

  5. Não

  6. Sim

  7. Qual é o tipo de dor que o paciente apresenta?

  8. Provocada

  9. Espontânia

  10. Continua

  11. Intermitente

  12. Qual a duração da dor?

  13. Curta

  14. Prolongada

  15. Paciente Assintomático

  16. O Paciente consegue identificar a localização da dor?

  17. Sim

  18. Dor Localizada

  19. Não

  20. Dor difusa

  21. Inspeção visual - presença de cárie profunda e/ou recidivante, restaurações extensas, recentes ou fraturadas. Não há exposição pulpar

  22. Teste de vitalidade pulpar (frio)

  23. Teste de vitalidade pulpar (quente)

  24. Teste de percussão

  25. Positivo - dor Imediata - dor aguda, rápida, localizada que cessa após a remoção do estímulo

  26. A dor imediata ou tardia que cessa após a retirada do estimulo

  27. Vertical

  28. Horizontal

  29. Negativo

  30. Negativo

  31. Teste de palpação apical

  32. Não apresenta alterações

  33. Pulpite Reversivel

  34. Tratamento

  35. Remove-se o agente causador, não havendo a necessidade de tratemento endodôntico

  36. Pulsatil

  37. Localizada

  38. Localizada

  39. No Exame de inspeção pode -se notar a presença de cáries ou restaurações extensas e profundas, que uma vez removidas, na grande maioria das vezes, gera exposição pulpar.

  40. Teste de vitalidade Pulpar (quente)

  41. Teste de vitalidade Pulpar (frio)

  42. Teste de Percussão

  43. Teste de Palpação Apical

  44. Vertical

  45. Horizontal

  46. Inicialmente - Positivo

    Posteriormente - Negativo

  47. Positivo

  48. Negativo

  49. Negativo

  50. Negativo

  51. Pulpite Irreversível

  52. Tratamento

  53. Tratamento endodôntico - Remoção do tecido pulpar

  54. Aumento do espaço do ligamento periodontal

  55. Solicitação de exame radiografico inicial para avaliação

  56. Observar: Alterações periodontais

    Alterações na morfologia da cavidade pulpar

    Se há a presença ou não de tratamentos endodônticos

  57. Solicitar exame radiografico para avaliação

  58. Radiograficamente, podemos observar muitas vezes, a presença de lesões cariosas ou restaurações extensas, próximo à câmara pulpar.

  59. Nos exames radiograficos podem ser detectadas lesões cariosas e/ou restaurações extensas, geralmente sugerindo exposição pulpar.

    E o espaço do ligamento periodontal apresenta-se normal ou, algumas vezes, ligeiramente espessado.

  60. Teste de vitalidade Pulpar (frio)

  61. Teste de vitalidade Pulpar (frio)

  62. Teste de Percussão

  63. Teste de Palpação Apical

  64. Negativo

  65. Negativo

  66. Pode ser positivo ou negativo, dependendo da extensão da resposta inflamatória.

  67. Positivo

  68. testes pulpares são negativos, uma vez que a periodontite apical aguda está associada, em geral, à necrose pulpar

  69. Em raros casos essa patologia perirradicular pode está associada à inflamação pulpar irreversível, os resultados dos testes serão similares aos da pulpite irreversível.

  70. Radiograficamente podemos observar espessamento do ELP apical, devido a extrusão do dente no alveolo

  71. Periodontite Apical Aguda

  72. Tratamento

  73. eliminação do agente agressor através da instrumentação, irrigação e medicação do canal, seguidas pela obturação em sessão posterior

  74. Indicios de uma Necrose Pulpar, quando o paciente não responde a nenhum teste de vitalidade pulpar

  75. Observa-se tumefação intra e/ou extraoral, flutuante ou não, o que dependerá do estágio de evolução do abscesso

  76. presença de mobilidade e ligeira extrusão dentária

  77. Testes Pulpares

  78. Geralmente Negativos

  79. Teste de Percussão

  80. Positivo

  81. Teste de Palpação

  82. Positivo

  83. Radiograficamente podemos observar presença de destruição óssea perirradicular (área radiolúcida). Ademais, pode haver destruição da coroa dentária por processo carioso extenso ou a presença de restauração extensa e profunda, associada ou não à cárie recidivante.

  84. Abscesso Perirradicular Agudo

  85. Tratamento

  86. Drenagem da coleção purulenta e eliminação do agente agressor. O canal deve ser limpo e desinfetado, preferencialmente na consulta de emergência.

  87. Pode ocorrer devido a cáries e/ou restaurações extensas que alcançaram a polpa ou devido a algum trauma

  88. Testes Pulpares geralmente é negativo

  89. Percussão e palpação: podem evocar resposta positiva ou negativa, dependendo do status dos tecidos perirradiculares.

  90. O tratamento consiste na remoção de todo o tecido necrosado, e possivelmente infectado, medicação intracanal e obturação do sistema de canais radiculares

Informações

Descrição
Fluxograma sobre Sem título, criado por Dhenyfa Queiroz em 26-05-2021.
Criado por
Dhenyfa Queiroz
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