Fluxograma
Sem título
Conteúdo do fluxograma
TRATAMENTO DE CRIANÇAS COM MENOS IDADE
Exame Clínico
Exame Radiográfico
Iniciamos examinando as mãos, observando a temperatura corpórea, se há hábitos de sucção de dedos, roer unhas ou se há lesões de pele. Verifica-se também se há má formações de unhas, que associada a escassez de pelos e cabelos, pode ser indicativo de DISPLASIA DO ECTODERMA.
Exame Intrabucal
Exame Extrabucal
Deve-se avaliar a presença das seguintes estruturas: cordão fibroso, língua, freio lingual, dentes natais ou neonatais, mandíbula com falsa micrognatia, freio labial superior, sucking pad, calo de amamentação, nódulos de Bohn, pérolas de Epstein, cistos de lâmina dentária, , cáries, formas do dente, textura do dente, irrupção do dente e quantidades de dentes irrompidos.
Observa-se: simetria craniofacial, músculos da expressão, nódulos de cadeias ganglionares, grau de mobilidade da mandíbula e postura labial e maxilomandibular.
Diagnóstico de alterações sistêmicas ou locais, como herpes, estomatites e candidíases.
Os filmes utilizados são os de maior sensibilidade para reduzir o tempo de exposição . Quanto ao tamanho, os mais utilizados são o periapical infantil e adulto.
O paciente ficará no colo da mãe e o avental de chumbo protegerá ambos. O filme posicionado pelo operador, será mantido pelo acompanhante.
Disparar os raios X no momento em que estiver expirando, caso a criança esteja chorando muito.
As tomadas mais utilizadas são: oclusal de mandíbula e de maxila e extrabucal lateral de nariz.
Explicações à mãe
Deve-se conversar com a mãe sobre as lesões cariosas da boca do seu filho e orientar sobre a importância do tratamento, boa higienização, alimentação adequada e passar tranquilidade e segurança para o paciente e a mãe.
Só intervimos com tratamento na primeira consulta se for um problema inadiável, como as emergências.
Na segunda consulta é realizado a adaptação da criança ao consultório e gerenciamento do seu comportamento, a não ser que seja um caso de urgência.
E na terceira consulta inicia-se o tratamento, que é desgastante psicologicamente e fisicamente para o profissional.
Orientar que na próxima consulta a mãe traga uma troca de roupa para depois do atendimento, pois, a criança debate e chora ficando toda suada, podendo até dormir.
Segunda consulta
É preferível que a criança se sente na cadeira.
É comum que a criança utilize meios de fuga, porém o profissional deve manter a calma e prosseguir na tentativa de trabalho.
O começo da consulta pode ser difícil, mas há crianças que no final já estão descontraídas, mostrando aceitação e compreensão dos procedimentos realizados.
A segunda consulta será mais voltada para o gerenciamento de comportamento, exceto em casos de urgência. Sendo assim, deve-se mostrar todo o equipamento, utilizando a técnica do "falar-mostrar-fazer".
Nessa consulta, realiza-se também: a aplicação do evidenciador de placa bacteriana, a profilaxia completa, o exame clínico e radiografias.
Caso seja necessário, realiza-se uma anestesia tópica na criança.
Funções de cada pessoa
1. A mãe auxilia na contenção física.
2.O auxiliar ajuda a imobilizar a cabeça.
3. O profissional tem acesso à cavidade bucal
Terceira consulta
Enquanto o profissional está atento no trabalho, o auxiliar mantém a cabeça da criança imóvel, segura o abridor de boca, e a mãe atenta aos movimentos de pernas e braços.
Procura-se desviar a atenção da criança durante o tratamento, conversando, distraindo a mesma.
Amanda Guelere Rafante Sales 20830823
Geise Bueno Paiva 23432403
Jaqueline Dutra Oliveira 22597689
Luis Henrique Mengali 24372536
Maria Eduarda de Souza Cardoso 22952730
Maria Eduarda Paula Silva 22896368
Mariana Vieira Guagneli 22904875
Nathália Pedroso Andrade Silva 31304362
Vitória de Paula Silva 23233028
Analisar se há presença de anomalias de número e forma.
Informações
- Descrição
- Fluxograma sobre Sem título, criado por Mariana Guagneli em 16-08-2022.
- Criado por
- Mariana Guagneli
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