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Mapa mental

Estratégias competitivas internacionais - Aula 04

David M.Sampaio Comércio Exterior Estácio Fap - Logística Internacional 2018.1 Português

Mapa mental sobre estratégias competitivas internacionais: gestão logística, internacionalização e exportação

Mapa mental: Estratégias competitivas internacionais

Conteúdo do mapa

Estratégias competitivas internacionais - Aula 04

  1. Estruturas organizacionais usuais na gestão logística internacional

    • Estratégias de distribuição mais adequadas a diferentes mercados visando aumento de competitividade pelas empresas
  2. Fatores que impulsionam a internacionalização das empresas

    • Diversificação da carteira de clientes; privatização e desregulamentação de serviços e infraestrutura; facilidades oferecidas a entrada de novos investimentos pelos governos.
  3. A atuação como player global traz as seguintes vantagens

    • Aumento da carteira de clientes; melhora continuada em qualidade dos produtos, design e embalagem visando atender diferentes legislações e mercados com culturas diferentes; o know-how internacional leva á incorporação de novas tecnologias; gera divisas para a balança comercial do país
  4. introduzir no planejamento global a definição de estratégias logísticas capazes de aproveitar diferentes oportunidades de negócios disponíveis e driblar as barreiras protecionistas, tanto caráter tarifário quanto não tarifário. Além disso, deve ser levado em conta peculiaridades das legislações, práticas e costumes do país tendo em vista a internacionalização das empresas

  5. Forças políticas e macroeconômicas: participação do país-alvo em blocos econômicos

    • Forças de mercado global: informações obtidas pelo marketing sobre a demanda no mercado-alvo para projetar a economia de escala; cultura e religião, clima e relevo que possam requerer modificações na embalagem ou entrega no deslocamento.
      • Forças tecnológicas: demanda por novas tecnologias ou processos, alianças estratégicas, compartilhamento tecnológico, cruzamento de patentes
        • Força de custo global: analisado as demais forças, a logística busca então traçar afinidades com os governos visando vantagens competitivas de insumos e mão - de - obra, subsídios e infra-estrutura para reduzir custos
  6. Para gerenciar procedimentos logísticos internacionais, todos os custos devem se manter sob controle, envolvendo distância, câmbio, intermediários, práticas comerciais.

    • A partir da análise estratégica do Modelo Porter, é definida a estrutura organizacional mais adequada à estratégia de atuação internacional definida pela organização. As estruturas organizacionais mais usualmente adotadas pelas empresas com atuação global.
  7. Visando a internacionalização, as empresas devem percorrer e cumprir com tais etapas logísticas

    • Concepção Logística do Produto: Reavaliar as características físicas e embalagem do produto, meios de produção e movimentação, eficácia do fluxo, entrega ao cliente e pós-venda.
      • Definição dos Objetivos: Estabelecer prazos de entrega confiáveis (ou avaliar as consequências de faltar o produto); definir a sua capacidade de consolidação de pedidos; mensurar a confiabilidade da infra-estrutura de transportes.
        • Sistema de Informações: Definir a sua capacidade de processamento de informações, acuracidade e disponibilidade em tempo real; compatibilidade para compartilhamento e flexibilidade.
          • rojeto do Sistema Físico: Mapear a localização de fornecedores, áreas de produção, distribuidores e CD’s. Estabelecer uma estratégia internacional para estoques. Selecionar os modais de transporte mais adequados.
            • Projeto do Sistema de Gestão: Selecionar o sistema de informações gerenciais que for considerado mais adequado à tomada de decisão; mensurar a real capacidade de monitoramento, rastreamento e diagnóstico.
  8. Exportação Indireta: uso de intermediários (tradings ou corretores) que atuem no mercado-alvo; não requer investimento e não há controle sobre o processo

    • Exportação Cooperativa: uso de rede de distribuição de terceiros no mercado-alvo; exige pouco investimento, assegura algum controle sobre o processo; adequado para iniciantes
      • Exportação Direta: requer traders ou implantação de escritório local; comprometimento de recursos e mão de obra; total controle do processo com alta exposição e risco
        • Franquias e licenciamentos: contratos com empresas locais para cessão de know-how, processo, uso de marca e patentes em troca do pagamento de royalties; demanda poucos recursos e contornam barreiras protecionistas em mercados fechados.
          • Joint-Ventures: compartilhamento de riscos e ganhos; garante maior retorno de capital investido; mais controle do que no Licenciamento
            • Fábrica-Foco: destinada à distribuição global, compreende na instalação de fábricas em diferentes regiões; demanda grandes recursos resultando em grandes receitas
              • Subsidiárias Integrais: aquelas que recebem componentes das Fábricas-Foco e montam diferentes linhas de produto; consome avultosos custos e oferece risco, mas garante a manutenção do patrimônio em território estrangeiro. Indicado para entrantes precoces em mercados em crescimento
                • Fusões e Aquisições: um novo entrante adquire ou funde com uma empresa local. Risco de choque cultural , aquisição de fábricas obsoletas, dividas trabalhistas ocultas e xenofobia. Indicado para entrantes tardios.

Informações

Descrição
Comércio Exterior Logística Internacional
Criado por
David M.Sampaio
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