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Concepções de Criança e Infância
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Concepções de Criança e Infância
Philippe Ariés.
- Defende que o sentimento que nutrimos hoje em relação à criança é muito recente e identifica sua emergência no final do século XVII tomando como base para suas afirmações estudos e observações de icnografias da época.
- Sec.XII a criança era vista como adulta, a infância era desconhecida
- No secXIII as crianças eram vistas com homem pequenos, as crianças não tinham um expressão particular
- Século XVII:
- Multiplicam os retratos de crianças vivas; • Nasce o sentimento de infância; • Início do interesse pela criança; • Retratos de crianças sozinhas e retratos de família em que a criança era o centro.
- HISTÓRIA SOCIAL DA CRIANÇA
- Criança como adulto em miniatura: – Vivia como os adultos, partilhando de todas as atividades com os mesmos. • Visão romântica de criança: Boa, pura, ingênua, expontânea... – Rica : ingênua, inocente e é traduzida pela paparicação dos adultos; – Pobre: imperfeita e incompleta e é traduzida pela necessidade do adulto moralizar a criança.
- Concepção de infância
- A infância é uma construção social. Por isso, não há uma homogeneidade na infância natural nem universal, existe uma heterogeneidade.
- Elaborada para e pelas crianças, em um conjunto ativamente negociado de relações sociais. Embora a infância seja um fato biológico*, a maneira como ela é entendida é determinada socialmente;
- ´´E sempre contextualizada em relação ao tempo, ao local e à cultura, variando segundo a classe, o gênero e outras condições socioeconômicas. Por isso, não há uma infância natural nem universal, e nem uma criança natural ou universal, mas muitas infâncias e crianças.
- Existem diferentes modos de ver as crianças, não há uma única concepção.
- Rousseau – a criança nasce boa e a sociedade a corrompe, sentimento de proteção em relação as coisas do mundo
- Rousseau – a criança nasce boa e a sociedade a corrompe, sentimento de proteção em relação as coisas do mundo
- A infância é uma construção social. Por isso, não há uma homogeneidade na infância natural nem universal, existe uma heterogeneidade.
- Século XVII:
- No secXIII as crianças eram vistas com homem pequenos, as crianças não tinham um expressão particular
- Criança de Luke
- Apta para a escola; pronta para aprender; tábula rasa; precisa ser treinada para atender as demandas. • Infância como base do progresso, preparação, prontidão para a fase seguinte. • Ideia de incompletude; supremacia da imaturidade. • Reprodução dos valores do capitalismo: competitividade, individualismo, consu
- A criança para MOSS,
- Vista como fraca, carente e acima de tudo, a “pobre” criança, não no sentido de uma criança economicamente desprivilegiada (embora milhões o sejam), mas “pobre” no sentido de criança carente, deficiente, passiva, incompleta, maleável, sem ação – a criança em necessidade de proteção, apoio, orientação e desenvolvimento
Informações
- Descrição
- Mapa Mental sobre Concepções de Criança e Infância, criado por Fran Freitas em 29-08-2018.
- Criado por
- Fran Freitas
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