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Mapa mental

"Dor de Cabeça"

Mariella Alves Português

"Dor de Cabeça"

Conteúdo do mapa

"Dor de Cabeça"

  1. Cefaleias

    • Primárias
      • MIGRÂNEA
        • cefaleia primária comum e incapacitante
          • de prevalência na vida de 16%, sendo 8% dos homens e 25% das mulheres
            • Podemos dividi-la em dois subgrupos principais
              • migrânea sem aura
                • uma cefaleia hemicraniana ou bilateral, de caráter pulsátil, de intensidade moderada a forte, incapacitante, que piora com as atividades da vida diária, muitas vezes levando o paciente ao leito. Acompanha-se de náuseas e eventualmente vômitos, e, quando estes ocorrem, geralmente promovem alívio da dor.
              • migrânea com aura
                • apresenta crises de sintomas focais (aura) reversíveis que geralmente se desenvolvem em 5 a 20 minutos e duram menos do que 60 minutos.
      • CEFALÉIA DO TIPO TENSIONAL
        • Essa é a cefaleia mais prevalente em todos os estudos populacionais
          • cefaleia do tipo tensional episódica seja leve o suficiente para que os pacientes que a apresentam não procurem atendimento médico, muito menos em uma clínica de cefaleia.
            • A dor da CTT é tipicamente bilateral, com caráter em pressão ou aperto, de intensidade fraca a moderada e não piora com a atividade física. Não há náusea, mas fotofobia ou fonofobia pode (somente uma) estar presente
      • CEFALÉIA EM SALVAS
        • São crises de dor forte, estritamente unilateral, nas regiões orbital, supra-orbital, temporal ou em qualquer combinação dessas áreas, durando de 15 a 180 minutos e ocorrendo desde uma vez a cada dois dias até oito vezes por dia.
      • CEFALÉIA CRÔNICA DIÁRIA
        • E definida como cefaléia estritamente unilateral, diária, contínua, sem intervalos livres de dor, de intensidade moderada, porém com exacerbações para dor intensa, com pelo menos um sinal autonômico (hiperemia conjuntival e/ou lacrimejamento, congestão nasal e/ou rinorréia, ptose e/ou miose) e responsiva a doses terapêuticas de indometacina.
  2. Manifestações clinicas e a fisiopatologia das quatro fases da enxaqueca

    • A enxaqueca é um tipo especial de cefaleia que pode ser consequência de fenômenos vasculares anormais, embora o mecanismo exato seja desconhecido. As enxaquecas, em geral, começam com várias sensações prodrômicas, como náusea, perda de visão de parte do campo visual, aura visual e outros tipos de alucinações sensoriais. Geralmente, os sintomas prodrômicos começam entre 30 minutos a 1 hora antes do início da enxaqueca.
  3. Tratamento

    • O tratamento da migrânea deve ser precedido da identificação de morbidades associadas, fatores desencadeantes e agravantes
      • tratamento não-farmacológico
        • Técnicas de relaxamento
        • Terapia cognitivo-comportamental
        • Dieta
        • Psicoterapia
      • tratamento farmacológico
        • Medicações inespecíficas: paracetamol, antiinflamatório não-hormonal (AINH) e combinações analgésicas (p. ex., associação com cafeína), antieméticos (metoclopramida, domperidona), corticosteróides (dexametasona) e antagonistas dopaminérgicos (clorpromazina).
        • Medicações específicas: tartarato de ergotamina, diidroergotamina (DHE) e os triptanos (sumatriptano, zolmitriptano e rizatriptano).
  4. Mecanismo de ação dos triptanos

    • )são agonistas dos receptores 5-HT1B e 5-HT1D, que se concentram em áreas do CPME que recebem aferências do nervo trigêmeo. Reduzem a vasodilatação meníngea e causam vasoconstrição seletiva de curta duração nas anastomoses arteriovenosas na região das artérias carótidas
    • Os triptanos podem ser divididos em dois grupos:
      • 1. De ação rápida e alta eficácia em duas horas: sumatriptano, rizatriptano, zolmitriptano, almotriptano e eletriptano;
      • 2. De ação lenta, com menor resposta em duas horas (resposta semelhante em quatro horas): naratriptano e frovatriptano.
  5. importância dos fatores desencadeantes e de medidas preventivas no controle da enxaqueca

    • Entre os principais fatores desencadeantes podem ser: problemas emocionais (ansiedade ou depressão), modificação do ciclo vigília-sono (excesso ou privação do sono), ingestão de bebidas alcoólicas (particularmente de vinho tinto), ingestão de determinados alimentos (chocolate, certos tipos de queijos defumados), jejum prolongado, exposição a odores fortes e penetrantes ou a estímulos luminosos intensos e/ou intermitentes
    • O aconselhamento do paciente sobre os fatores desencadeantes, o estabelecimento de meta realista no tratamento, além do esclarecimento que, embora não haja “cura”, pode obter-se um bom controle, com grande melhora na qualidade de vida e sempre reassegurando a ausência de uma doença grave são fundamentais para o sucesso do tratamento.

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  • "Dor de Cabeça"
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Informações

Descrição
Mapa Mental sobre "Dor de Cabeça", criado por Mariella Alves em 06-03-2019.
Criado por
Mariella Alves · mar 2019
Atualizado
7 mar 2019
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