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Mapa mental

A importância do brincar em Winnicott e Schiller

Zeni Pereira Português

Conteúdo do mapa

A importância do brincar em Winnicott e Schiller

  1. semelhanças

    • conceitualização do impulso lúdico e do jogo para Schiller
      • O homem joga somente quando é homem no pleno sentido da palavra, e somente é homem pleno quando joga
        • o homem é dotado de dois impulsos (Triebe) básicos, o sensível e o racional
          • coincide com a origem do homem,
            • deve ceder seu lugar para que o pensar exerça poder sobre o homem impondo a ele a necessidade lógica ou moral.
          • surge com a lei e os conceitos de justiça e verdade que são expostos ao homem de modo inevitável, indelével e incompreensível
        • denomina impulso lúdico (Spieltrieb) uma área ou estágio transicional que permite que razão e sensibilidade atuem juntas sem que haja a sobreposição de uma à outra.
      • zu spielen, de Schiller, foi traduzida para o inglês como to play e para o português como “jogar”
      • A estética Schilleriana - a importância do jogo, ampliando a ideia exposta por Kant
    • teoria do brincar de Winnicott, e sua aplicação na psicanálise.
      • interrogar sobre as possíveis bases teóricas ou uma das bases sobre as quais ele erigiu sua teoria sobre o brincar e sua aplicação na prática clínica.
        • “É no brincar, e talvez apenas no brincar, que a criança ou o adulto fruem na sua liberdade de criação” [...] é somente sendo criativo que o indivíduo descobre o eu (self)”.
      • A expressão to play da obra de Winnicott foi traduzida para o português como “brincar”;
      • O homem como um "vir a ser"
        • coloca o desenvolvimento humano como uma jornada cuja estrela guia é a independência jamais atingida,
      • o brincar na psicanálise winnicottiaana
        • uma das características do brincar é que ele não é nem da ordem da realidade externa nem da realidade interna propriamente dita, está em um meio entre ambos.
          • [...]capacidade de brincar, que se constitui a partir da criação de objetos transicionais e a experiência de fenômenos transicionais
            • transita entre o mundo interno e o mundo externo que o bebê acaba de encontrar, sem pertencer objetivamente a nenhum dos mundos
            • harmoniza os aspectos conflitantes e possibilita que o bebê experimente uma nova realidade sem que ocorra um excesso de tensão que poderia ocasionar uma quebra nesse processo de “vir a ser”.
  2. brincar é o mesmo que jogar, e que ambos os autores estavam falando de um mesmo conceito ao postularem que o jogo ou brincadeira têm a mesma função, qual seja, integrar partes dissociadas da natureza humana: dentro e fora, realidade externa e interna, razão e afeto

  3. Salta aos olhos a semelhança entre as teorias de Winnicott e Schiller quanto ao desejo de pensar em um espaço transicional

Informações

Descrição
BELO, Fábio; SCODELER, Kátia. A importância do brincar em Winnicott e Schiller. Tempo psicanalítico, Rio de Janeiro, v. 45.1, p. 91-109, 2013 Mestranda Zeni Pereira.
Criado por
Zeni Pereira
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