Mapa mental
repressão
Conteúdo do mapa
repressão
PRIMEVA: primeira fase da repressão do conteúdo que não se localiza na região consciente, negando a existência do representante psíquico do instinto no consciente. A energia pulsional não está autorizada para chegar até o consciente. Assim estabelece uma fixação; a partir de então, o representante em questão continua inalterado, e o instinto permanece ligado a ele.
PROPRIAMENTE DITA: segunda fase da repressão, afeta os derivados mentais do conteúdo reprimido, quando o instinto sofre algumas associações de ideias e por conta disso, ele originalmente também é reprimido e “substituído” por essas outras associações. O conteúdo reprimido primordialmente permanece no inconsciente, após essa fase, ocorre o retorno do reprimido, emergindo para o consciente.
- É errado dar ênfase apenas à repulsão que atua a partir da direção do consciente sobre o que deve ser reprimido; igualmente importante é a atração exercida por aquilo que foi primevamente repelido sobre tudo aquilo com que ele possa estabelecer uma ligação. Provavelmente, a tendência no sentido da repressão falharia em seu propósito, caso essas duas forças não cooperassem, caso não existisse algo previamente reprimido pronto para receber aquilo que é repelido pelo consciente.
Psiconeurose
- HISTERIA DE ANSIEDADE: Nesta primeira forma mais conhecida de psiconeurose, Freud exemplifica a Histeria de Ansiedade (ou Fobia), usando um caso de Fobia Animal. Nesse exemplo, o impulso instintual que será repreendido é uma atitude libidinal relacionada ao pai, em conjunto com o medo do mesmo. Após a repreensão, tal impulso desaparece da consciência e o pai não aparece mais como objeto da libido. E no lugar do pai, encaixa-se um animal como objeto de ansiedade. Esse acontecimento é chamado de deslocamento; a formação de um substituto para o representante institucional, a parcela quantitativa não desapareceu, mas foi transformada em ansiedade. O resultado é o medo do lobo (animal), ao invés de uma exigência de amor feita aos pais.
- Nesse caso, a repreensão apenas remove e substitui a idéia, falhando na tentativa de evitar o desprazer, e por esse motivo o trabalho da neurose não cessa e continua até a segunda fase: A formação da fobia propriamente dita, a tentativa de fuga para impedir a liberação da ansiedade.
- HISTERIA DE CONVERSÃO: Nesta outra forma de histeria, a repreensão parece ser mais bem sucedida, pois a quota de afeto desaparece da consciência, porém, claramente surge um sintoma como substituto. Tal sintoma seria “uma inervação superforte”, tipicamente uma inervação somática (no corpo), como Cecily, no filme Freud Além da Alma. Essa inervação pode ser às vezes de natureza sensorial, às vezes motora, quer como uma excitação, quer como uma inibição. Este sintoma na área inervada, está relacionado ao que foi reprimido, dessa forma atraindo toda a catexia para si próprio. Na histeria de conversão, o processo de repreensão é completado pela formação do sintoma.
- NEUROSE OBSESSIVA: Nessa terceira perturbação, a base da neurose é uma regressão em que uma tendência sádica foi substituída por uma tendência afetiva. Esse impulso hostil contra alguém que é amado, se acha sujeito à repressão, no início, a repressão se torna muito bem sucedida. Surge no ego uma alteração sob a forma de maior consciência - neste caso não coincide como o sintoma e formação substitutiva nas histerias - aqui forma-se a formação reativa. Porém, a repreensão não se firma, ao longo do tempo seu fracasso se torna acentuado, a emoção desaparecida retorna, em sua forma transformada, como ansiedade social, ansiedade moral, e autocensura ilimitadas. A ideia rejeitada é substituída por um substituto por deslocamento, frequentemente um deslocamento para algo muito pequeno ou indiferente.
- O fracasso da repreensão, põem em jogo o mesmo mecanismo de fuga, por meio de evitação e proibições. A rejeição da ideia proveniente do consciente é perseverantemente mantida, porque provoca a abstenção oriunda da ação, um aprisionamento motor do impulso.
- Exemplo: uma mãe com pulsão hostil ao seu filho. Formação reativa: superproteção ao filho. E aqui pode-se observar o retorno do reprimido, quando ela está neste ato de superproteção (hostilidade reprimida) e coloca o “babador” apertado, ao apertar acaba doendo no filho.
- O fracasso da repreensão, põem em jogo o mesmo mecanismo de fuga, por meio de evitação e proibições. A rejeição da ideia proveniente do consciente é perseverantemente mantida, porque provoca a abstenção oriunda da ação, um aprisionamento motor do impulso.
- NEUROSE OBSESSIVA: Nessa terceira perturbação, a base da neurose é uma regressão em que uma tendência sádica foi substituída por uma tendência afetiva. Esse impulso hostil contra alguém que é amado, se acha sujeito à repressão, no início, a repressão se torna muito bem sucedida. Surge no ego uma alteração sob a forma de maior consciência - neste caso não coincide como o sintoma e formação substitutiva nas histerias - aqui forma-se a formação reativa. Porém, a repreensão não se firma, ao longo do tempo seu fracasso se torna acentuado, a emoção desaparecida retorna, em sua forma transformada, como ansiedade social, ansiedade moral, e autocensura ilimitadas. A ideia rejeitada é substituída por um substituto por deslocamento, frequentemente um deslocamento para algo muito pequeno ou indiferente.
- HISTERIA DE CONVERSÃO: Nesta outra forma de histeria, a repreensão parece ser mais bem sucedida, pois a quota de afeto desaparece da consciência, porém, claramente surge um sintoma como substituto. Tal sintoma seria “uma inervação superforte”, tipicamente uma inervação somática (no corpo), como Cecily, no filme Freud Além da Alma. Essa inervação pode ser às vezes de natureza sensorial, às vezes motora, quer como uma excitação, quer como uma inibição. Este sintoma na área inervada, está relacionado ao que foi reprimido, dessa forma atraindo toda a catexia para si próprio. Na histeria de conversão, o processo de repreensão é completado pela formação do sintoma.
- Nesse caso, a repreensão apenas remove e substitui a idéia, falhando na tentativa de evitar o desprazer, e por esse motivo o trabalho da neurose não cessa e continua até a segunda fase: A formação da fobia propriamente dita, a tentativa de fuga para impedir a liberação da ansiedade.
- HISTERIA DE ANSIEDADE: Nesta primeira forma mais conhecida de psiconeurose, Freud exemplifica a Histeria de Ansiedade (ou Fobia), usando um caso de Fobia Animal. Nesse exemplo, o impulso instintual que será repreendido é uma atitude libidinal relacionada ao pai, em conjunto com o medo do mesmo. Após a repreensão, tal impulso desaparece da consciência e o pai não aparece mais como objeto da libido. E no lugar do pai, encaixa-se um animal como objeto de ansiedade. Esse acontecimento é chamado de deslocamento; a formação de um substituto para o representante institucional, a parcela quantitativa não desapareceu, mas foi transformada em ansiedade. O resultado é o medo do lobo (animal), ao invés de uma exigência de amor feita aos pais.
ID: É uma região psíquica inconsciente, que se opõem ao Ego. Abriga representantes pulsionais que buscam satisfação, e são regulados exclusivamente pelo princípio do prazer. Os termos: negação, obediência à não contradição, vontade coletiva, juízo de valor, bem, mal, moralidade e temporalidade, não existem no ID. Sua principal função: satisfazer os instintos biológicos inatos, o que tentará fazer de forma imediata. O id representa os processos primitivos do pensamento e constitui, segundo Freud, o motor do pensamento e do comportamento humano. Contém nossos pensamentos e desejos de recompensas mais primitivos, de caráter sexual e perverso.
- EGO: O ego é, primeiro, e acima de tudo, um ego corporal. Ele tem sua origem no sistema Perceptivo ( Pcpt-Cs), e se estende pelo pré-consciente e pelo inconsciente. Parte sua está fundida no ID, mas funcionalmente eles são bem diferentes. Freud diz, que o Ego é a parte do ID que foi modificada por influência direta do mundo exterior por intermédio do Sistema Perceptivo. O Ego procura aplicar a influência exterior ao ID e suas tendências, esforçando-se para substituir o princípio do prazer que reina no ID pelo princípio de realidade.
- É a instância na que se inclui a consciência. Um eu saudável proporciona a habilidade para adaptar-se à realidade e interagir com o mundo exterior de uma maneira que seja cômoda para o id e o superego. Portanto, sua função é servir de mediador entre o ID e o mundo externo, colocando em confronto os dois princípios reguladores do aparelho psíquico: o princípio de prazer e o princípio de realidade.
- O Ego representa a razão e o senso comum, porém, tem o hábito de transformar em ação a vontade do ID como se fosse sua; Aqui usamos a analogia do cavaleiro que não pode separar-se do cavalo, e precisa conduzi-lo por onde este quer ir. O ego permanece entre ambos (ID e Superego), alternando nossas necessidades primitivas e nossas crenças éticas e morais.
- SUPEREGO: Essa terceira região do psiquismo, deverá ser vista como o representante do mundo interno. Herdeiro do complexo de Édipo e construído segundo o modelo do superego dos pais. Possui uma tríplice função: de auto-observação, de consciência moral e de ideal de ego. A base da consciência, surge entre as idades de 3 a 6 anos a medida que a criança internaliza os valores, costumes, regras e padrões de seus pais. O Superego insiste para que o ego encontre saídas socialmente aceitáveis para as pulsões indesejáveis do id. É a voz da sociedade interiorizada. A criança se dá conta de suas transgressões e se sente envergonhada ou culpada de sua conduta inadequada.
- ORAL: Esta fase acontece nos primeiros seis meses do bebê, onde a boca é a zona erógena preponderante e proporciona ao bebê não apenas a satisfação de se alimentar, mas, sobretudo o prazer de sugar, isto é, de pôr em movimento os lábios, a língua e o palato, numa alternância ritmada. Exemplo: Como ele suga o peito da mãe. Quando empregamos a expressão “pulsão oral” ou “prazer oral”, devemos afastar qualquer relação exclusiva com o alimento. O prazer oral é fundamentalmente o prazer de exercer uma sucção sobre um objeto que se tem na boca ou que se leva à boca, e que obriga a cavidade bucal a se contrair e se relaxar sucessivamente. No bebê, esse ganho de prazer à margem da saciação deve ser qualificado de sexual.
- ANAL:Desenvolve-se durante o segundo e terceiro anos. O orifício anal é a zona erógena dominante, e as fezes constituem o objeto real que materializa o objeto fantasiado das pulsões anais. Do mesmo modo que havíamos distinguido o prazer de comer do prazer sexual da sucção, devemos aqui separar o prazer orgânico de defecar, aliviando-se de uma necessidade corporal, do prazer sexual de reter as fezes para, em seguida, expulsá-las bruscamente. A excitação sexual da mucosa anal é provocada, antes de tudo, por um ritmo particular do esfíncter, quando ele se contrai para reter e se dilata para evacuar.
- FÁLICA: Abrange dos três aos cinco anos, precede o estado final do desenvolvimento sexual, isto é, a organização genital definitiva. Na fase fálica, o órgão genital masculino — pênis — desempenha o papel dominante. Na menina, o clitóris é considerado, segundo Freud, um atributo fálico, fonte de excitação, ou seja, a está fase é quando a libido da criança se concentra em sua genitália como zona erógena. À semelhança das outras fases, o objeto real serve de base para o objeto fantasiado. Aqui, o pênis e o clitóris são apenas os suportes concretos e reais de um objeto fantasiado chamado falo.
- LATÊNCIA: Essa fase pode iniciar nos cinco anos de idade e continuar até a puberdade. É quando se reprimi o impulso sexual e o direciona esse impulso sexual para a escola e outras atividades não sexuais. A libido sublimada agora se apresenta em realizações sociais culturais. O impulso sexual ainda existe, mas seu alvo foi inibido.
- GENITAL: Essa fase começa na puberdade, quando se desperta para o alvo sexual com o outro. Adolescente abandonam o autoerotismo e direcionam sua energia sexual para outra pessoa. A reprodução agora é possível. Nesta fase a vagina não é mais fonte de trauma para os meninos. Esta fase se estende por toda a vida, pois á uma organização dos impulsos sexuais (síntese das áreas produtoras de prazer, uma posição auxiliar dos genitais).
- COMPLEXO DE ÉDIPO (MODELOS
- MODELO SIMPLES: anteriormente ao estágio fálico o menino desenvolve um reconhecimento na questão da identidade com o pai, desejando ser o seu pai. Após essa identificação com o pai, ele desenvolve um desejo sexual (catexia objetal) pela mãe, desejando ter a sua mãe. Sua identificação com o pai assume então uma coloração hostil e transforma-se num desejo de livrar-se dele, a fim de ocupar o seu lugar junto à mãe. Depois de reconhecer a incoerência pelo desejo de ser que nem o pai, ele foca no desejo de ter sua mãe. A relação de ambivalência foca no desejo de ser que nem o pai e de ter o desejo pela mãe.
- Modelo completo: o modelo completo é marcado por uma relação dupla, sendo positivo e negativo, devido à bissexualidade originalmente presente na criança. Isto equivale a dizer que um menino não tem simplesmente uma atitude ambivalente para com o pai e uma escolha objetal afetuosa pela mãe, mas que, ao mesmo tempo, também se comporta como uma menina e apresenta uma atitude afetuosa feminina para com o pai e um ciúme e uma hostilidade correspondentes em relação à mãe. É este elemento complicador introduzido pela bissexualidade que torna tão difícil obter uma visão clara dos fatos em vinculação com as primitivas escolhas de objeto e identificações, e ainda mais difícil descrevê-las inteligivelmente. Pode mesmo acontecer que a ambivalência demonstrada nas relações com os pais deva ser atribuída inteiramente à bissexualidade e que ela não se desenvolva, como representei acima, a partir da identificação em conseqüência da rivalidade.
- COMPLEXO DE ÉDIPO
- O Complexo de Édipo, assim como argumentado por FREUD (1924), dissolve-se por falta de êxito e porque chegou seu momento psíquico de desintegração, sendo seguido pelo período de latência. No Complexo de Édipo masculino o menino focaliza o prazer sobre o pênis, o qual se torna a zona erógena dominante, esse portanto sendo seu principal objeto. Momentos antes de sua dissolução, o menino percebe que não pode suprir os seus maiores desejos que são o de possuir a mãe, o de ser possuído e de suprimir o pai, utilizando da fantasia para diminuir suas angústias.
- É nessa idade na qual ele se depara com o corpo feminino sendo desprovido de pênis, percebendo que nem todos possuem o falo da maneira como imaginava anteriormente, sentindo então angústia com o ameaça da castração. Nesse momento ele faz a escolha de recalcar seus desejos, renunciar os pais como objetos sexuais e incorporá-los como objetos de identificação. Em consequência a isso acontece o surgimento do superego no qual o menino vai incorporar os pais no surgimento o eu.
- No Complexo de Édipo feminino as meninas por volta dos quatro anos de idade, fase pré-edípica, julgam deter um falo como os meninos e tem o desejo de possuir a mãe. Elas então se deparam com o corpo masculino e percebem que eles possuem algo que elas não tem, no caso o pênis, e colocam em dúvida o poder que antes acreditavam obter. Assim, a menina sente a dor da privação e aceita a castração como fato consumado. Renúncia a mãe por assim como ela não possuir seu objeto desejo e busca então pelo falo no corpo masculino, tentando obter de toda forma aquilo que não foi dado a ela e adotando uma atitude feminina em relação ao pai, buscando ser o objeto de desejo desse.
- A menina ao perceber que não obterá o pênis compensa isso na idéia de ter um filho (objeto substituto) dado pelo pai, como esse desejo nunca se realiza ela vai abandonando gradativamente o complexo de édipo, porém esses desejos permanecem catexizados de forma inconsciente preparando-a para seu papel posterior.
- O Complexo de Édipo, assim como argumentado por FREUD (1924), dissolve-se por falta de êxito e porque chegou seu momento psíquico de desintegração, sendo seguido pelo período de latência. No Complexo de Édipo masculino o menino focaliza o prazer sobre o pênis, o qual se torna a zona erógena dominante, esse portanto sendo seu principal objeto. Momentos antes de sua dissolução, o menino percebe que não pode suprir os seus maiores desejos que são o de possuir a mãe, o de ser possuído e de suprimir o pai, utilizando da fantasia para diminuir suas angústias.
- LATÊNCIA: Essa fase pode iniciar nos cinco anos de idade e continuar até a puberdade. É quando se reprimi o impulso sexual e o direciona esse impulso sexual para a escola e outras atividades não sexuais. A libido sublimada agora se apresenta em realizações sociais culturais. O impulso sexual ainda existe, mas seu alvo foi inibido.
- FÁLICA: Abrange dos três aos cinco anos, precede o estado final do desenvolvimento sexual, isto é, a organização genital definitiva. Na fase fálica, o órgão genital masculino — pênis — desempenha o papel dominante. Na menina, o clitóris é considerado, segundo Freud, um atributo fálico, fonte de excitação, ou seja, a está fase é quando a libido da criança se concentra em sua genitália como zona erógena. À semelhança das outras fases, o objeto real serve de base para o objeto fantasiado. Aqui, o pênis e o clitóris são apenas os suportes concretos e reais de um objeto fantasiado chamado falo.
- ANAL:Desenvolve-se durante o segundo e terceiro anos. O orifício anal é a zona erógena dominante, e as fezes constituem o objeto real que materializa o objeto fantasiado das pulsões anais. Do mesmo modo que havíamos distinguido o prazer de comer do prazer sexual da sucção, devemos aqui separar o prazer orgânico de defecar, aliviando-se de uma necessidade corporal, do prazer sexual de reter as fezes para, em seguida, expulsá-las bruscamente. A excitação sexual da mucosa anal é provocada, antes de tudo, por um ritmo particular do esfíncter, quando ele se contrai para reter e se dilata para evacuar.
- ORAL: Esta fase acontece nos primeiros seis meses do bebê, onde a boca é a zona erógena preponderante e proporciona ao bebê não apenas a satisfação de se alimentar, mas, sobretudo o prazer de sugar, isto é, de pôr em movimento os lábios, a língua e o palato, numa alternância ritmada. Exemplo: Como ele suga o peito da mãe. Quando empregamos a expressão “pulsão oral” ou “prazer oral”, devemos afastar qualquer relação exclusiva com o alimento. O prazer oral é fundamentalmente o prazer de exercer uma sucção sobre um objeto que se tem na boca ou que se leva à boca, e que obriga a cavidade bucal a se contrair e se relaxar sucessivamente. No bebê, esse ganho de prazer à margem da saciação deve ser qualificado de sexual.
- EGO: O ego é, primeiro, e acima de tudo, um ego corporal. Ele tem sua origem no sistema Perceptivo ( Pcpt-Cs), e se estende pelo pré-consciente e pelo inconsciente. Parte sua está fundida no ID, mas funcionalmente eles são bem diferentes. Freud diz, que o Ego é a parte do ID que foi modificada por influência direta do mundo exterior por intermédio do Sistema Perceptivo. O Ego procura aplicar a influência exterior ao ID e suas tendências, esforçando-se para substituir o princípio do prazer que reina no ID pelo princípio de realidade.
Informações
- Descrição
- Mapa Mental sobre repressão, criado por Maria Eduarda Cardoso em 21-06-2019.
- Criado por
- Maria Eduarda Cardoso · jun 2019
- Atualizado
- 21 jun 2019
- Visualizações
- 5
- Avaliação