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Mapa mental

Macrolídeos.

jozy oliveira Português

Conteúdo do mapa

Macrolídeos.

  1. Mecanismo de ação.

    • Bloqueiam a síntese proteica.
      • Dependente de RNA.
        • Ligam-se a subunidade 50S do ribossomo.
          • Particularmente na molécula 23S do RNA.
            • Impedem a transferência de aminoácidos conduzidos pelo RNAt para a cadeia poliptídicas em formação.
              • Impedindo transpeptidação e translocação.
                • Translocação.
                  • Ocorre de modo que o peptidil-tRNA no sítio A é translocado para o sítio P.
                • Transpeptidação.
                  • Transformação das enzimas que atuam na decomposição dos peptideos.
      • Pode haver interferência dos antibióticos.
        • Em varias fases do seu desenvolvimento.
    • São consideradas.
      • Bactericidas.
        • Em alta concentrações a organismos suscetíveis.
      • Bacteriostáticas.
        • Na maioria dos casos.
  2. Mecanismo de resistência.

    • Pode surgir.
      • Diminuição da permeabilidade da célula ao antimicrobiano.
      • Alteração no sítio receptor.
        • Da porção 50S do ribossomo.
    • Inativação da enzima.
  3. Conceito.

    • Principais drogas.
      • Azitromicina.
      • Claritromicina.
      • Eritromicina.
      • Espiramicina.
    • Constituem um grupo grupo de antibióticos.
      • Formados quimicamente por um anel macrocíclico de lactona.
        • Se ligam um ou mais açucares.
  4. Classificação.

    • De acordo com o número de átomos no anel lactona macrocíclico.
      • 14 membros.
        • Ex:
          • Eritromicina, Roxitromicina, claritromicina, telitromicina...
      • 15 membros.
        • Ex:
          • Azitromicina.
      • 16 membros.
        • Ex:
          • Espiramicina, Midecamicina, Miocamicina, Rocitamicina, Carbomicina...
    • Subclasses.
      • Azalídeos e Cetolídeos.
  5. Indicações Clínicas.

    • Infecções do trato respiratório.
      • Por estreptococos do grupo A.
    • Raramente como alternativa para o tratamento da siflis.
    • Alternativa terapêutica em pacientes alérgicos.
      • A panicilina.
    • Prevenção de endocardite.
      • Após procedimento odontológico.
    • Infecções superficiais de pele.
      • Streptrococous pyogenes
    • Profilaxia de febre reumática.
      • Faringite estreptocócica.
    • Pneumonia.
      • Por S. pneumoniae.
    • Considerada primeira escolha no tratamento de pneumonias.
      • Por bactérias atípicas.
        • Mycoplasma pneumoniae, Legionella pneumophila, Chlamydia ssp.
  6. Efeito adversos.

    • Mais comum.
      • Cólicas abdominais, náuseas, vômitos e diarreia.
    • Relatos de hepatite colestática.
      • Acompanhada por febre, dor abdominal, eosinofilia, hiperbilirrubinemia.
        • Elevação de transaminases.
          • Com uso de estolato de eritromicina.
            • Mais comum em adultos e gestantes.
              • Entretanto com o uso de azitromicina e claritromicina
                • As alterações são bem mais discretas e em menor frequência.
    • Raramente ocorrem reações alérgicas graves.
  7. Representantes de classes.

    • Representantes naturais.
      • Eritromicina e a Espiramicina.
    • Semissintéticos de maior uso clínico.
      • Claritromicina e a Azitromicina.
    • Eritromicina
      • Considerada a droga padrão do grupo
        • A partir do núcleo central macrocíclico deste antibiótico.
          • Foi desenvolvidos compostos.
            • Semissintéticos.
              • Com propriedades químicas, antimicrobianas e farmacocinéticas diferenciadas da eritromicina.
      • Propriedades farmacológicas.
        • Difunde-se facilmente nos tecidos líquidos orgânicos.
        • Encontrada no leite material.
          • Atravessa a barreira transplacentária.
            • Porém não é teratogênica.
        • Concentra-se no fígado.
          • Parcialmente inativada por desmetilação.
            • Absorção reduzida junto com alimentos.
        • Excretada na forma ativa pela bile.
          • Encontra-se em alto nível nas fezes.
        • Absorvidas pela mucosa intestinal de modo satisfatório.
        • Não é removido por diálise peritoneal ou hemodiálise.
      • É uma droga natural.
      • Formada por 3 componentes.
        • Eritromicinas A, B e C.
          • Conjunto dessas substâncias é referido como Eritromicina básica (base).
            • Apresenta baixa absorção oral.
            • Trata-se de uma base fraca que facilmente forma ésteres com ácidos orgânicos.
              • Esta associação foi feita para melhorar sua biodisponibilidade oral.
          • Eritromicina A, a predominante e mais ativa.
      • Isolada em 1952.
        • A partir do Streptomyces erythreus.
      • Espectro de ação.
        • Espiroquetas.
          • Treponemas leptospiras.
        • Cocos gram-negativas.
          • Gonococo meningococo.
        • Bactérias gram-negativas.
          • Esteptococos, Estafilococos, Clostrídios, Corimebacterias, Listéria.
        • Bordetella pertusis, Riquetsias sp, Chlamydias sp, Mycoplasma pneumoniae, entre outras.
      • Indicações clinicas.
        • Conjuntivites e infecções pélvicas.
          • Por Chlamydia trachomatis
            • Especialmente em gestantes.
              • Estearato.
        • No tratamento e profilaxia da Bordetella pertussis.
          • Coqueluche.
          • Infecções por Campylobacter Jejuni e Campylobacter Haemolyticum.
            • Causador da faringite não estreptocócica em adultos jovens.
        • No tratamento da infecção ou do estado de portador por Corynebacterium Diphtheriae.
          • E lesão genitais causadas por Haemophilus Ducrey (Cancróide).
            • E linfogranuloma venéreo.
      • Atenção.
        • Deve-se evitar o uso nas infecções nas quais se suspeita do envolvimento de bactérias Gram-negativas e anaeróbias, devido a sua fraca atividade contra este microrganismo.
        • A Eritromicina é menos tolerada que as formulações semissintéticas dos macrolídeos, causando com maior frequência náuseas, vômitos, dor abdominal, pirose, hiporexia, distensão abdominal e diarreia.
          • Efeitos adversos vem restringindo seu uso.
      • Via oral.
      • Criança.
        • 40 mg/kg/dia.
          • Intervalo.
            • 6 horas.
              • 4 administrações diárias.
      • Adulto.
        • 0,25 a 0,5g.
    • Espiramicina.
      • Antibiótico natural
        • Obtido através Streptomyces Ambofaciens.
      • Inibição da síntese proteica.
      • Propriedades parecidas com Eritromicina.
        • Com menor potencia antimicrobiana.
      • Fixação ao ribossomo é mais estável e sólida do que qualquer outro macrolídeo.
        • Efeito pós antibiótico.
          • De até 9 horas contra Gram-positivas.
      • Farmacocinética.
        • Excreção parcial.
          • Visicúla biliar.
        • Metabolizada.
          • No fígado
        • Difunde facilmente nos tecidos e líquidos orgânicos.
        • Atinge concentração terapêutica.
          • No líquido Aminiotico.
        • Absorvida por via oral.
        • Não atravessa a barreira hematoencefálica.
      • Espectro de ação.
        • Melhor ação contra toxoplasma Gondii.
          • Toxoplasmose.
        • Semelhante a da eritromicina.
      • Mecanismo de resistência.
        • Igual a todos os outros macrolídeos.
      • Atividade imunomodulatória.
        • Aumenta a fagocitose e a produção de interleucina-6.
      • Indicações clínicas.
        • Hipersensibilidade ás penicilinas.
          • Infecções Treptocócicas de faringe
          • Profilaxia de febre reumática.
          • Síflis.
        • Infecções genitais pélvicas.
          • C. Tracomalis e U.Urealiticum.
        • Infecções por germes Gram-Positivos.
        • Toxoplasmose adquirida e da gestante.
        • Infecções bucodentárias e gengivite.
      • Reações adversas.
        • Reações de hipersensibilidade.
          • Erupção maculopapular.
          • Prurido.
        • Intolerância digestiva.
          • Flatulência e diarreia.
          • Nauseas e vômitos.
          • Dor abdominal.
        • Trombocitopenia.
      • Interações medicamentosas.
        • Efeito sinérgico.
          • Tetraciclinas, Metronidazol.
      • Doses.
        • 150.000 UI a 300.000 UI/Kg/Dia.
          • 6/6 horas ou 8/8 horas.
        • Adultos.
          • 2 a 3 g/Dia.
    • Claritromicina.
      • Antibiótico semissintético.
        • Derivado.
          • Eritromicina.
      • Descoberta
        • Laboratório Abbott 1984
      • Interação medicamentosa.
        • Teofilina e Carbanazepina.
          • Aumenta discretamente o nível sérico destas drogas.
      • Difere-se por atividade.
        • M. Avium-intracelulare.
        • M. Leprae
        • T. Gondii
        • H. Influenza.
        • H. Ducreyi.
        • Atividade bacteriana rápida contra S. Pneumoniae.
      • Aspectro semelhante da Eritromicina.
        • Sendo 4 vezes maior.
      • Farmacocinética.
        • Boa absorção por via oral.
          • Níveis séricos mais prolongados.
        • Boa difusão em líquidos e tecidos orgânicos.
        • Metabolizada.
          • No fígado por oxidação e hidrolise.
        • Via oral
          • 2 vezes ao dia.
            • comp. 250mg e 500mg
        • Excreção.
          • Via renal.
        • Removida.
          • Por diálise periotoneal ou Hemodiálise.
      • Reações adversas.
        • Náuseas e vômitos.
        • Dor abdominal.
        • Cefaléia.
        • Tonturas.
    • Azitromicina.
      • Semi-sintético.
        • Derivado.
          • Eritromicina.
        • Descoberta.
          • Laboratório Pfiser 1984.
      • Interações medicamentosas.
        • Ergotamina e Digitálicos.
      • Reações adversas.
        • Cefaléia.
        • Dor abdominal.
        • Náuseas e Vômito.
        • Diarréia e Pirose.
      • Farmacocinética.
        • Boa absorção oral.
        • Estável em meio ácido.
        • Boa difusão nos tecidos.
          • Baixa concentração no sangue.
        • Interferem na absorção.
          • Alimentos e a administração de antiácidos contendo alumínio e magnésio.
        • Eliminação.
          • Pelas fezes.
        • Pouco metabolizada.
          • Eliminadas 72% em forma ativa.
        • Dose.
          • Intravenosa e oral.
            • 5 a 12 mg/Kg/Dia.
          • Pode ser dada em dose única.
            • Tem meia-vida maior.
            • Menos intolerância gástrica.
      • Atenção.
        • A Azitromicina apresenta maior potência entre os macrolídeos contra Haemophilus influenzae e Moraxella Catarrhalis, porém apresenta potência menor que os demais contra Sreptococcus e Staphylococcus.
      • Diferencia-se.
        • Aspectros de ação mais amplo.
          • Capaz de agir contra Gram-negativos.
        • Especies de Legionella e Campylobacter.
        • Pasteurella Multocida.
        • Brucella Melitensis.
        • Moraxella Catarrhalis.leprae.
        • N. Gonorrhoease.
        • H. Influenzae.

Informações

Descrição
Mapa Mental sobre Macrolídeos., criado por jozy oliveira em 19-10-2019.
Criado por
jozy oliveira
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