O GoConqr está de visual novo! Conte para nós o que você achou.

Mapa mental

CRISES EPILÉPTICAS

Alyne Paiva iesvapp Português

Mapa mental sobre crises epilépticas: tipos, conceitos, epilepsia e crise sintomática aguda

Mapa mental: Crises epilépticas

Conteúdo do mapa

CRISES EPILÉPTICAS

  1. TIPOS

    • FOCAIS
      • com sintomas somatossensitivos
      • com sintomas psíquicos
      • início com crise parcial simples
      • comprometimento da consciência desde o início
      • com sintomas motores
      • crises focais que evoluem para crises tônico-clônicas secundariamente generalizadas
    • CRISES NÃO CLASSIFICADAS
      • espasmos epilépticos
      • crises gelásticas e dacríticas
    • CRISES PRIMARIAMENTE GENERALIZADAS
      • Crises atônicas
      • Crises tônicas
      • Crises mioclônicas
      • Crises de ausência
        • típicas
        • atípicas
      • Crises tônico-clônicas primariamente generalizadas
    • CRISES RELACIONADAS A SITUAÇÕES ESPECIAIS
      • Crises reflexas
      • CRISES FEBRIS
        • DEFINIÇÃO
          • Faixa etária específica
            • entre 3 meses e 5 anos de idade
            • pico de incidência antes dos 2 anos
            • em vigência de febre
              • Temperatura maior/igual 38ºC
              • na ausência de infecção do SNC
                • como: meningite ou encefalite
          • pode ocorrer imediatamente antes da elevação da temperatura ou no contexto de doença infecciosa aguda, sem febre
            • Crise febril ''afebril''
        • ETIOPATOGENIA
          • a origem não é inteiramente compreendida
            • fatores importantes
              • febre
              • idade
              • predisposição genética
          • pode ser convulsivas ou não-convulsivas
          • Crises Febris Plus
            • persistência da crise após os 6 anos
              • associada ou não a crise afebril
              • com remissão espontânea em torno dos 12 anos
                • configura componente forte familiar
            • famílias com padrão de herança autossômica dominante
              • em que membros apresentavam diferentes fenótipos de epilepsia generalizada idiopática, além de crises febris
              • algumas famílias foram identificadas mutações em genes que codificam proteínas integrantes de subunidades de canais de sódio
                • em outras famílias, mutações em um gene que codifica uma proteína componente da subunidade do receptor GABA-A
                  • indicando que estas síndromes epiléticas decorriam de anormalidades em canais iônicos e em receptores de neurotransmissores
              • mutações genéticas
                • receptores GABAérgicos
                • canais de cálcio e cloreto
              • loci de suscetibilidade
              • polimorfismo de nucleotídeos únicos
        • EPIDEMIOLOGIA
          • é a desordem convulsiva mais comum na infância
            • incidência de 2 a 5% dos lactentes e pré-escolares
          • 1 fator de risco
            • recorrência de 25-50%
          • 2 fatores de risco
            • recorrência de 50-59%
          • 3 ou mais fatores de risco
            • recorrência de 73-100%
          • se não houver fator de risco
            • recorrência de 12%
        • FATORES DE RISCO
          • História familiar positiva de crises febris
          • História familiar de epilepsia
          • Crise febril complicada
          • Primeira crise febril com menos de 12 meses
          • Sexo masculino
          • Sódio sérico baixo no início da crise
        • QUADRO CLÍNICO
          • manifesta-se
            • com abalos motores generalizados
              • principalmente em crianças menores de 1 ano
            • sem abalos motores
              • onde a criança permanece arresponsiva, hipotônica e com olhar fixo
          • manifesta-se
            • CRISES FEBRIS SIMPLES
              • Com abalos generalizados de duração menor que 15 min
              • não implicam em lesão neurológica ou desenvolvimento futuro de epilepsia
                • porém, há maior risco de recorrência de outros episódios de crise febril
              • acomete
                • crianças sem antecedentes neurológicos
                • criança com antecedentes familiares de crises febris
            • CRISES FEBRIS COMPLICADAS
              • duração maior que 15 min
              • crises reentrantes
              • crises com sinais focais
                • abalos ou enrijecimento muscular unilateral
                • paresia unilateral pós-ictal
              • se associam a maior risco de desenvolvimento de epilepsia
        • DIAGNÓSTICO
          • História Clínica
            • investigar a doença de base
              • exames laboratoriais
                • hemograma
                • dosagem de eletrólitos
                • glicemia
              • na definição de uma infecção bem estabelecida, não existe a indicação de eletroencefalograma (EGG) ou exame de imagem do SNC
            • excluir meningite
              • exame do líquor
                • lactente
              • punção lombar
                • criança menor de 6 meses e maior que 5 anos
        • TRATAMENTO
          • não é indicado tratamento crônico, com drogas antiepilépticas na maioria dos casos
            • casos selecionados
              • indicar antiepilépticos para evitar a recorrência
          • medidas preventivas
            • controle rigoroso de febre
            • administração precoce de antitérmicos
          • crises febris prolongadas
            • administrar diazepam, via retal
  2. CONCEITOS

    • EPILEPSIA
      • Doença crônica
        • caracterizada por predisposição à ocorrência de crises espontâneas
          • REFERÊNCIAS:
            • MARTINS, M. et al. Clínica Médica, volume 6: doenças dos olhos, doenças dos ouvidos, nariz e garganta, neurologia, transtornos mentais. 2 ed. Barueri, SP: Manole, 2016.
            • AMARAL, Camilla Bitu. Crise convulsiva febril na infância: revisão integrativa da literatura. 2018.
            • SIQUEIRA, Luis Felipe Mendonça de. Atualização no diagnóstico e tratamento das crises epilépticas febris. Revista da Associação Médica Brasileira, v. 56, n. 4, p. 489-492, 2010.
      • Paciente deve apresentar pelo menos 2 crises espontâneas, sem evidência de desencadeantes agudos de crise epilépticas
    • CRISE EPILÉPTICA
      • Expressão clínica decorrente de descarga anormal e excessiva do tecido cerebral
    • CRISE SINTOMÁTICA AGUDA
      • crise provocada
      • Crise epiléptica decorrente de uma causa imediata identificada
        • distúrbio metabólico
        • intoxicação exógena
        • abstinência de drogas sedativas
        • dano neurológico

Informações

Descrição
iesvapp Mapa Mental sobre CRISES EPILÉPTICAS, criado por Alyne Paiva em 13-08-2020.
Criado por
Alyne Paiva
Visualizações
0
Histórico
  • Criado por Alyne Paiva · 13 ago 2020
  • Copiado por Alyne Paiva · 13 ago 2020
Avaliação

Fale Conosco

Sobre o que é sua mensagem?

O que você acha do novo visual?

Você gostou?