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Mapa mental

Interoperabilidade em saúde

Luana Paula Português

Interoperabilidade em saúde

Conteúdo do mapa

Interoperabilidade em saúde

  1. Definição

    • É a capacidade que os sistemas (softwares, aplicativos e plataforma) tem de operar e trocar informações de modo integrado. Os sistemas formam um ecossistema digital. Dentro desse ambiente, eles operam de maneira harmônica.
  2. Funcionamento

    • O Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) tem como responsabilidade fornecer sistemas de informação e suporte de informática para o planejamento, operação e controle dos órgãos do SUS
    • A portaria 2.073/2011 do Ministério da Saúde possui Catálogo de Padrões de Interoperabilidade de Informações de Sistemas de Saúde (CPIISS), por exemplo: OpenEHR: para a definição do Registro Eletrônico em Saúde (RES); HL7 (Health Level 7): para estabelecer a interoperabilidade entre sistemas, visando a integração dos resultados e solicitações de exames.
  3. Exemplos

    • Integração entre sistemas relativos aos prontuários dos pacientes, aos atestados, às prescrições e aos diferentes tipos de exames – laboratoriais, radiológicos – realizados na instituição.
    • O Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) é um sistema de Certificação Digital eletrônico em que o histórico clínico do paciente fica armazenado. O PEP pode ser usado na Troca de Informações na Saúde (TISS) e também na entrega da DMED (Declaração de Serviços Médicos e da Saúde)
  4. Tendências

    • * É a busca da padronização para que a troca de informações entre os sistemas seja mais fluida. * Outra tendência é a preparação das equipes de profissionais para utilizar os sistemas. * A tendência mais forte é a busca por soluções para aumentar a segurança dos dados.
  5. Desafios

    • Adoção de padronização de estruturas para representação dos dados, mensagens e vocabulário — o que é mais trabalhoso e lento em um setor complexo como o da saúde; a exigência de treinamento dos profissionais da tecnologia da informação e dos que usarão os sistemas posteriormente (profissionais de saúde em geral); a necessidade de garantir segurança e confidencialidade dos dados dos pacientes com a integração dos sistemas.
  6. Benefícios

    • Excelência de atendimento ao paciente; aumento da capacidade dos processos; fluidez nos fluxos; redução de custos; melhora na gestão do conhecimento; autonomia e agilidade para os profissionais da saúde.
  7. Vantagens

    • Está trazendo oportunidades com a integração dos sistemas que ajudarão inclusive no levantamento de dados da população atendida.
  8. Tipos de sistemas p/ saúde

    • TISS (Troca de Informação de Saúde Suplementar) e HL7 (Health Level Seven).
      • O TISS é definido como modelo padrão, os objetivos é uniformização de ações administrativas, registro eletrônico de saúde, financiamento de medidas de avaliação e acompanhamento financeiro das operadoras de convênios médicos. A HL7 é um conjunto de normas desenvolvido por uma organização sem fins lucrativos, o qual produz protocolos de transmissão de mensagens entre os equipamentos, base de dados e sistemas de gestão médicos.
  9. Objetivos

    • II - promover a utilização de uma arquitetura da informação em saúde que contemple a representação de conceitos [...] para permitir o compartilhamento de informações em saúde e a cooperação de todos os profissionais, estabelecimentos de saúde e demais envolvidos na atenção à saúde prestada ao usuário do SUS, em meio seguro e com respeito ao direito de privacidade;
  10. Implementação

    • Inserção de softwares adequados aos propósitos assistenciais, treinamento da equipe e humanização da medicina nas atividades desenvolvidas.
      • É preciso entender que a implementação da interoperabilidade na saúde depende da incorporação de protocolos específicos, que convertam os sistemas automaticamente, sem a necessidade de intervenção humana.

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Mapa Mental sobre Interoperabilidade em saúde, criado por Luana Paula em 12-09-2022.
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Luana Paula
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