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Projeto elétrico predial

Joelávia Alves Instalações Mapa Conceitual II Português

Conteúdo do mapa

Projeto elétrico predial

  1. Fornecedores de material

  2. Normas

    • NBR 6880
    • N-321 .0001 de 2015
    • NBR5410
      • método da Queda de tensão no circuito deverá ser utilizado, toda vez que os condutores apresentarem comprimentos iguais ou maiores que 30m.
  3. Regulamentação Celesc Norma Técnica N-321 .0001 de 2015

    • Limite de Fornecimento Unidade consumidora com carga instalada igual ou inferior a 75kW.
      • Nivel de tensão
        • Baixa tensão (Monofásico, bifásico ou trifásico) - até 15kw
        • Baixa tensão (bifásico ou trifásico) de 15 kw até 25 kw
        • Baixa tensão (trifásico) de 25kw até 75 kw
        • Média tensão de 75 kw até 1.000kw
  4. Conceitos

    • TENSÃO ELÉTRICA
      • A analogia com um sistema hidráulico e bastante útil para entender o significado da tensão elétrica.
        • símbolo é a letra U, é medido em Volts (V).
    • Corrente Elétrica,
      • O número de ciclos por segundo é chamado de frequência; É representada pelo símbolo f e sua unidade é o hertz (Hz);
        • I = 10 A
    • Resistência Elétrica
      • Analogamente em eletricidade, à oposição a passagem de corrente elétrica oferecida por qualquer elemento, denominamos de Resistência Elétrica
        • R = 100 
    • Potência Elétrica,
      • energia consumida ou liberada em um intervalo de tempo.
        • símbolo é a letra P, é medida em Watt (W).
    • Frequência,
      • O número de ciclos por segundo é chamado de frequência; É representada pelo símbolo f e sua unidade é o hertz (Hz);
    • Período
  5. Instalações

    • DPS
    • Disjuntor
    • DR
      • Circuitos que:
        • Pontos de utilização em locais com banheira ou chuveiro;
        • Alimentem tomadas de correntes situada em áreas externas à edificação
        • tomadas de corrente situadas em áreas internas que possam vir a alimentar equipamentos no exterior;
        • em locais de habitação, sirvam a pontos de utilização situados em cozinhas, copas cozinhas, lavanderias, áreas de serviço, garagens e demais dependências internas molhadas em uso normal ou sujeitas a lavagens;
        • em edificações não-residenciais, sirvam a pontos de tomada situados em cozinhas, copas-cozinhas, lavanderias, áreas de serviço, garagens e, no geral, em áreas internas molhadas em uso normal ou sujeitas a lavagens.
    • Os dispositivos de proteção devem ser dispostos e identificados de forma que seja fácil reconhecer os respectivos circuitos protegidos
    • Documentação da instalação
      • plantas;
        • esquemas unifilares e outros, quando aplicáveis;
          • detalhes de montagem, quando necessários
            • memorial descritivo da instalação;
              • especificação dos componentes (descrição, características nominais e normas que devem atender);
                • parâmetros de projeto (correntes de curto-circuito, queda de tensão, fatores de demanda considerados, temperatura ambiente etc.).
  6. Materiais

    • Fios e cabos
      • PVC
      • LSHF/A
      • HEPR
      • XLPE
    • Condutores
      • Os métodos de referência são os métodos de instalação, indicados na IEC 60364-5-52, para os quais a capacidade de condução de corrente foi determinada por ensaio ou por cálculo
      • A1: condutores isolados em eletroduto de seção circular embutido em parede termicamente isolante;
      • A2: cabo multipolar em eletroduto de seção circular embutido em parede termicamente isolante;
      • B1: condutores isolados em eletroduto de seção circular sobre parede de madeira;
      • B2: cabo multipolar em eletroduto de seção circular sobre parede de madeira;
      • C: cabos unipolares ou cabo multipolar sobre parede de madeira;
      • D: cabo multipolar em eletroduto enterrado no solo;
      • E: cabo multipolar ao ar livre;
      • F: cabos unipolares justapostos (na horizontal, na vertical ou em trifólio) ao ar livre;
      • G: cabos unipolares espaçados ao ar livre.
      • Condutor neutro
        • O condutor neutro não pode ser comum a mais de um circuito;
        • O condutor neutro de um circuito monofásico deve ter a mesma seção do condutor de fase;
    • Caixa de passagem
    • Eletrodutos
    • Quadro de distribuição
  7. Pontos de luz

    • Segundo a NBR5410
      • Prever pelo menos um ponto de luz no teto, comandado por um interruptor de parede.
      • Arandelas no banheiro devem estar distantes, pelo menos, 60 cm do limite do box.
      • Potência de iluminação
        • A carga da iluminação é feita em função da área do cômodo da residência:
          • Para área ≤ 6 m² => Mínimo de 100 VA. Para área ≥ 6 m² => Mínimo de 100 VA para os primeiros 6 m², e acrescentar 60 VA para cada aumento de 4 m² metros inteiros.
  8. Tomadas TUG

    • Áreas ≤ a 6 m2  1 tomada
    • Áreas ≥ a 6 m2  1 tomada a cada 5 m de perímetro
    • Casos especiais
      • Cozinha, banheiro e lavanderia
        • 1 tomada a cada 3,5 m de perímetro, sendo que deverão estar a 30 cm de distância de áreas molhadas.
          • em áreas úmidas as tomadas devem ser acima de 1,20m de altura
  9. Potências TUG

    • Para banheiros, cozinhas, copas, áreas de serviço, lavanderias, locais semelhantes
      • As primeiras 3 tomadas deverão ser de 600VA, as demais de 100VA
    • Para os demais Cômodos ou dependências
      • Tomadas de no mínimo 100 VA
  10. DEMANDA DE ENERGIA

    • Entrada de energia
      • N3210001 da CELESC
        • Determinar o tipo de fornecimento
        • Dimensionar os equipamentos de medição e proteção;
        • Efetuar estimativa de carga e demanda declarada
        • ‰ Efetuar estimativa de fator de potência (no caso de residências e apartamentos individuais, considera-se FP=1
    • Provável demanda PD = g1.P1 + g2.P2
      • PD = provável demanda = potência de alimentação (em kW)
        • g1 = fator de demanda TUG + Ilum. (tabelado)
          • P1 = soma das potências nominais de iluminação e TUGs (em kW)
            • g2 = fator de demanda TUEs (tabelado)
              • P2 = soma das TUEs (em kW)
    • DT = Demanda Total
      • D1 = Demanda dos Aptos. Residenciais
        • D2 = Demanda do Condomínio
          • A = Demanda por apartamento em função de sua área útil (Tabela nº 06 - CELESC - Nt03)
            • B=Demanda referente a iluminação das áreas comuns (áreas do condomínio),
              • F = Fator de diversidade em função do nº de apartamentos (Tabela nº 07 - CELESC - Nt03) aplicando os seguintes fatores de demanda: 100% para os primeiros 10 kW e 25% para as cargas acima de 10 kW. (utilizar F.P.=0,9).
                • C = Demanda referente às tomadas de corrente das áreas comuns (áreas do condomínio), aplicando o seguinte fator de demanda : 20% da carga total. (utilizar F.P.=0,9).
                  • D = Demanda referente aos motores elétricos (Tabela nº 05).
                    • E = Demanda das cargas especiais (saunas, centrais de refrigeração ou aquecimento, iluminação de quadras esportivas, etc), aplicando-se o fator de demanda 100%.
                      • G = Demanda referente a lojas, escritórios e outros (Tabelas nº 02 a 05 - CELESC - Nt03).
              • 100% de 10 kW = 10 kW
                • 25% de 5 kW = 1,25 kW
                  • 11,25 kW / 0,9 = 12,5 kVA
          • Demanda condomínio = B+C+D
        • D1= AxF
          • A - da Tabela nº 06: apartamentos
          • F - da Tabela nº 07: 30 apartamentos
      • Demanda Total = 1,2 (demanda dos apartamentos + demanda do condomínio) KVa
      • Kw/0.09 =x Kva
  11. DIVISÃO DE CIRCUITOS

    • Motivo da divisão das cargas em circuitos elétricos:
      • Facilita a operação e a manutenção da instalação;
        • Diminui a queda de tensão;
          • A corrente nominal é menor, proporcionando condutores e dispositivos de proteção de menor seção e capacidade nominal;
            • Facilita a passagem dos condutores nos eletrodos e as ligações dos mesmos aos terminais dos aparelhos de utilização (interruptores, tomadas e aparelhos).
    • Objetivos da divisão das cargas de uma instalação em circuitos:
      • Limitar as consequências de uma falta, a qual provocará apenas o desligamento do circuito defeituoso;
        • Facilitar as verificações, os ensaios e a manutenção;
          • Evitar os perigos que possam resultar da falha de um circuito único, como no caso da iluminação.
    • Tipos de quadros de distribuição quanto à tensão de alimentação:
      • Quadro de distribuição monofásico;
        • Quadro de distribuição bifásico;
          • Quadro de distribuição trifásico.
    • instalações Monofásicas
      • Temos apenas 1 fase, portanto, todas as cargas deverão ser ligadas na mesma;
        • É necessário um Disjuntor Geral, para proteção e secionamento total da energia fornecida a edificação;
          • As cargas devem ser distribuídas em circuitos de no máximo 10 A, com exceção das TUEs;
    • Instalações Bifásicas
      • Temos 2 fases, portanto as cargas devem ser distribuídas equitativamente entre as duas;
        • São válidas as demais observações do sistema monofásico;
    • Critérios para a divisão dos circuitos terminais
      • Circuitos terminais distintos para iluminação e tomadas;
        • Devem ser previstos circuitos independentes para equipamentos de corrente nominal superior a 10 A;
          • Devem ser previstos circuitos independentes para as TUG da cozinha, copa e área de serviço.
            • Nas instalações alimentadas com duas ou três fases, as cargas devem ser distribuídas entre as fases, de modo a obter se o maior equilíbrio possível;
      • Obtendo a Seção transversal do Condutor
        • Para obter a seção transversal do condutor precisamos utilizar as tabelas 3.4 e 3.6 (para condutores PVC) ou 3.7 (para condutores EPR ou XLPE) da norma NBR5410;
          • A Tabela 3.4 da NBR5410, nos informa o método de referência a ser utilizado no método da capacidade de corrente
        • Número de condutores Carregados – NBR5410:2004
          • No circuito Monofásico - teremos 2 condutores carregados
            • No circuito Bifásico sem neutro - 2 condutores carregados
              • No circuito Bifásico com neutro - 3 condutores carregados
                • No circuito Trifásico - 3 condutores carregados
    • Disjuntores
      • Cada circuito elétrico deve ser protegido com um dispositivo de proteção. O mais utilizado em instalações residenciais é a proteção de sobrecorrente através de um disjuntor Conceitos
        • Cada circuito elétrico deve ser protegido com um dispositivo de proteção. O mais utilizado em instalações residenciais é a proteção de sobrecorrente através de um disjuntor Conceitos
          • • Sobrecorrente: Valores que excedem a corrente nominal. Tem origem quando é solicitada uma corrente que ultrapassa os valores de projeto em em caso de curto-circuito.
      • Disjuntor termomagnético
        • Pode ser utilizado em manobra manual para desligar um circuito.
          • Desarma em caso de sobrecorrente.
        • NBR 5361/1998
          • Unipolares
          • Bipolares/Tripo lares
    • QUEDA DE TENSÃO
      • A queda de tensão em circuitos elétricos não pode ultrapassar:
        • Instalações alimentadas diretamente por um ramal dc baixa tensão, a partir de uma rede de distribuição pública de baixa tensão
          • Iluminação 4%
          • Outros usos : 4%
        • Instalações alimentadas diretamente por subestação transformadora, a partir de uma instalação dc alta tensão
          • Iluminação: 7%
          • Outros usos 7%
        • Instalações que possuam fonte própria
          • Iluminação 7%
          • Outros usos 7%

Informações

Descrição
Mapa Conceitual II Instalações Mapa Mental sobre Projeto elétrico predial, criado por Joelávia Alves em 15-09-2017.
Criado por
Joelávia Alves
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