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Mapa mental

Maria Helena Michels

Railda Freitas Português

Conteúdo do mapa

Maria Helena Michels

  • Eixos da reforma educacional brasileira que atribuem contornos à organização escolar
  1. Formação docente

    • docente
      • elo de ligação: política educacional e sociedade
    • Banco Mundial 》Formação utilitarista
      • Documento do Banco Mundial (1995) ressalta que a formação em serviço é uma estratégia eficaz para melhorar o conhecimento dos professores e, principalmente, diminui o custo dessa preparação. Com tal indicação, essa agência conota à educação caráter economicista e impõe uma visão utilitarista e fragmentada para a formação. A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) também destaca a educação à distância como a forma mais apropriada de formar os docentes. p. 412
    • locus: universidades e institutos
    • divisão social do trabalho escolar , p.413
      • Normatizou-se uma hierarquia no interior do ensino superior e certamente não por acaso, estabeleceu-se como local preferencial para a formação dos docentes o nível mais baixo dessa hierarquia, uma solução que, independentemente do setor ao qual se vincula (pública, particular, comunitária), deverá ser a mais barata em todos os sentidos.
    • Ênfase no papel do professor X participação nas proposições
      • Para dar ênfase ao papel do professor sem deixálo participar efetivamente das proposições, o governo aponta algumas iniciativas para a formação de professores que podem ser sintetizadas em: flexibilização da formação; as competências a serem desenvolvidas; o aprender a aprender; atendimento à diversidade; centralidade da prática do professor, entre outras. p.414
      • Esvaziamento político, p.414
  2. Gestão

    • - racionalidade administrativa - flexibilização do planejamento - descentralização - municipalização
    • municipalização
      • repasse do encargo sobre a educação básica.
      • racionalidade administrativa
        • docente 》 gestor
          • demanda formação
  3. Inclusão

    • Formação hierarquizada
      • Capacitados - nível médio -percebem
      • Especialistas- nível superior - identificam
    • modelo medico-pedagógico e psicológico
      • modelo tradicional centrado nas (im)potencialidades do indivíduo
      • Crítica traz as multideterminações da inclusão educacional
        • currículo, na avaliação, na arrecadação de recursos, na formação de professores, entre outros elementos que dão contornos à organização escolar.
        • Consideraçoes finais
          • Compreendida como uma política que não se restringe à educação especial, mas é expressa também por ela, a inclusão adquire status de eixo. A política de inclusão não tem como objetivo remover os mecanismos de exclusão do interior da escola. Ao contrário, sob o discurso da inclusão com a necessária aceitação das diferenças, vem consolidando a exclusão. Agora, a inclusão não ocorre quando, por razões individuais, não há condição para tal. Ou seja, voltamos ao perverso argumento da meritocracia.
    • Tendências teoricas
      • Propositivas
        • a) tomam a inclusão como um modelo predefinido; b) propõem indicações explícitas de como deve ocorrer a inclusão; c) a partir da sensibilização dos professores, indicam que estes devem ter desenvolvido suas competências para incluir os mais diferentes alunos; e d) discutem a inclusão sem levar em conta as suas reais possibilidades.
      • Analíticas
        • a) analisam a possibilidade de inclusão levando em consideração as questões sociais mais amplas (história, política, economia); b) discutem a educação especial articulada ao debate da educação geral; e c) investigam a proposição inclusiva para a área fazendo uma análise crítica desse momento histórico,

Informações

Descrição
Texto da dis ciplina Inclusão Educacional
Criado por
Railda Freitas
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