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Estratégia Nacional de Defesa

Laurita Blasius Estratégia Nacional de Defesa Concursos Públicos Português

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Estratégia Nacional de Defesa

  1. Estratégia Nacional de Defesa e Estratégia Nacional de Desenvolvimento

    • Estr. Nac. Defes. é INSEPARÁVEL da Estr. Nac. de Desenvolvimento. Ambas despertam a nacionalidade e constrói a Nação
    • Mudança de consciência para poder constituir uma estratégia de defesa para o país
    • Manter o impulso de se preparar para o combate e cultivar o hábito de transformação
    • Projeto de defesa forte é projeto de desenvolvimento forte e segue os princípios:
      • a) Independência nacional: utilizar e desenvolver os próprios recursos físicos, econômicos e humanos
      • b) Independência nacional: alcançada através do desenvolvimento tecnológico
      • c) Independência nacional: através da democratização da educação e economia e participação popular
  2. Natureza e Âmbito da Estratégia Nacional de Defesa

    • Estratégia Nacional de Desefa
      • Vínculo
      • Conceito
      • Política de independência nacional
        • Resguardada pelas Forças Armadas
      • Aborda:
        • Objetivos da "Grande Estratégia"
        • Meios para que a Nação participe
        • Problemas militares
        • Planos para a guerra e paz
      • Organizada em 3 eixos:
        • 1º Organização e orientação para melhor desempenhar suas atribuições. Diretrizes estratégicas para cada força e a relação entre elas. As análises de hipóteses deverão considerar ameaças futuras. São setores decisivos: espacial, cibernético e nuclear.
        • 2º Reorganização para produção de equipamentos de tecnologia nacional para o atendimento das necessidades das Forças
        • 3º Versa sobre a composição do efetivos das Forças Armadas e o Serviço Militar Obrigatório
  3. Diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa

    • 1.Dissuadir forças hostis nas fronteiras terrestres, marítimas e no espaço aéreo
    • 2. Organizar as Forças Armadas sob a égide do trinômio: monitoramento/controle, mobilidade e presença
    • 3.Desenvolver capacidade de monitoramento terrestre, marítimo e aéreo com tecnologia nacional
    • 4. Desenvolver a capacidade de responder prontamente ameaças ou agressões à mobilidade estratégica pautada no monitoramento/controle
      • Aptidão para se chegar rapidamente ao teatro de operações
        • Mobilidade tática: aptidão para se mover dentro do teatro
      • Monitoramento/controle é uma das bases do poder de combate, exigindo uma ação unificada das Forças Armadas
    • 5. Aprofundar o vínculo entre os aspectos tecnológicos e os operacionais da mobilidade, sob a disciplina de objetivos bem definidos.
      • Deve alcançar objetivos bem definidos como a capacidade de alternar a concentração e a desconcentração de forças com o propósito de dissuadir e combater ameaças
    • 6.Fortalecer os 3 importantes setores: o espacial, o cibernético e o nuclear
      • Transcendem a divisão entre desenvolvimento e defesa, entre o civil e o militar
      • Uso estritamente pacífico da energia nuclear
    • 7.Unificar as operações das Forças Armadas
    • 8. Reposicionar o efetivo das 3 forças
      • Maior concentração do sul e sudeste
        • Áreas frágeis: Norte, Oeste e Atlântico Sul
      • Há necessidade de defesa da Marinha na região da Foz Amazônica e nas grandes bacias fluviais do Amazonas e Paraguai-Paraná
      • O exército deverá concentrar-se no centro do País, fácil deslocamento
    • 9.Adensar a presença de unidades do Exército, da Marinha e da Força Aérea nas fronteiras
    • 10. Priorizar a região amazônica
      • Quem cuida da Amazônia brasileira, a serviço da humanidade e de si mesmo, é o Brasil.
    • 11.Desenvolver a capacidade logística sobretudo na região amazônica
    • 12. Para atender aos requisitos de monitoramento/controle, mobilidade e presença, deve-se desenvolver o conceito de flexibilidade no combate
    • 13.Para atender aos requisitos de monitoramento/controle, mobilidade e presença, deve-se desenvolver o repertório de práticas e de capacitações operacionais dos combatentes
    • 14.Promover a reunião de atributos nos militares, necessários para o conceito de mobilidade
      • Qualificação e rusticidade, dominar as tecnologias e práticas operacionais, identificar-se com as peculiaridades e características geográficas do país
    • 15.Rever e redimensionar os recursos humanos para atender adequadamente as necessidades das forças armadas
    • 16. Estruturar o potencial estratégico entorno de capacidades (pois o Brasil não possui inimigos e preza pela paz)
    • 17. Preparação para garantir a Lei e Ordem de acordo com a Constituição
      • É evitado ao máximo que as forças desempenhem o papel de polícia
    • 18.Estimular a integração da América do Sul
      • Afastará a possibilidade de confrontos
    • 19.Preparar as forças para desempenharem responsabilidades crescentes em operações de paz orientados pelas Nações Unidas ou órgãos de manutenção da região
    • 20. Ampliar a capacidade de atender aos compromissos de busca e salvamento
    • 21. Desenvolver o potencial de mobilidade militar nacional para assegurar a capacidade dissuasória e operacional das forças
    • 22. Capacitar a indústria nacional de material de defesa para que conquiste autonomia em tecnologias indispensáveis à defesa
    • 23.Manter o serviço militar obrigatório
  4. Hierarquia dos objetivos estratégicos e táticos da MARINHA

    • PRIORIDADE: Assegurar meios para negar o uso do mar por inimigos em aproximação marítima
      • (Feito isso) Focar na projeção de poder e controlar no grau necessário a defesa dentro dos limites do direito internacional as áreas marítimas e águas interiores importantes
        • 1º Negação do uso do mar
          • 2º Projeção do poder
        • FOCO DE PROTEÇÃO SEM HIERARQUIA:
          • a) defesa pró-ativa das plataformas petrolíferas
          • b) defesa pró-ativa das instalações navais e portuárias, arquipélagos e ilhas oceânicas nas águas jurisdicionais brasileiras
          • c) prontidão para responder qualquer ameaça, por Estado ou forças não-convencionais ou criminosas, às vias marítimas de comércio
          • d) capacidade de participar de operações internacionais de paz, fora do território e das águas jurisdicionais brasileiras , sob a égide das Nações Unidas ou de organismos multilaterais da região
    • Áreas estratégicas para exercer o controle marítimo: faixa de Santos à Vitória e entorno da foz do Amazonas
    • A Marinha é uma arma balanceada entre o meio submarino, superfície e aeroespacial
    • Meios de assegurar a negação do uso do mar:
      • Submarinos convencionais e de propulsão nuclear
        • Armar os submarinos com mísseis
    • Meios de assegurar a projeção de poder:
      • Fuzileiros navais
    • Força naval de superficíe:
      • Navios de grande porte (longo prazo no mar), navios de porte menor (patrulha do litoral e rios), com apoio da Força Aérea
      • Embarcações de combate, transporte e patrulha, sejam oceânicas, litorâneas ou fluviais
      • Adensamento nas bacias do Amazonas e Paraguai-Paraná apoiados por helicópteros
    • Tática:
      • 1º uso da força submarina coordenada com a força aérea e espacial
        • A aviação marítima está sob responsabilidade da força submarina
      • 2º Uso da força de superfície
    • Construir base naval mais próxima possível da foz do Amazonas

Informações

Descrição
Estratégia Nacional de Defesa e seus subtópicos
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Laurita Blasius
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