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Teorias relativas às “raças” e históriada África
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Teorias relativas às “raças” e históriada África
A raciação, portanto, baseia -se num estoque gênico diferente, causado quer por oscilação genética (o acaso na transmissão dos genes faz com que um deles se transmita com mais frequência que outro
- A raciação, portanto, baseia -se num estoque gênico diferente, causado quer por oscilação genética (o acaso na transmissão dos genes faz com que um deles se transmita com mais frequência que outro
- a identificação das “raças” se fez em primeiro lugar a partir de critérios aparentes, para em seguida ir considerando, pouco a pouco, realidades mais profundas.
- a identificação das “raças” se fez em primeiro lugar a partir de critérios aparentes, para em seguida ir considerando, pouco a pouco, realidades mais profundas.
- A abordagem morfológica
- Eickstedt, por exemplo, define as raças como “agrupamentos zoológicos naturais de formas pertencentes ao gênero dos hominídeos, cujos membros apresentam o mesmo conjunto típico de caracteres normais e hereditários no nível morfológico e no nível comportamental”.
- Desde a cor da pele e a forma dos cabelos ou do sistema piloso, até os caracteres métricos e não métricos, a curvatura femural anterior e as coroas e os sulcos dos molares, foi construído um verdadeiro arsenal de observações e mensurações. Deu -se atenção especial ao índice cefálico, por estar relacionado à parte da cabeça que abriga o cérebro.
- A abordagem demográfica ou populacional
- De fato, na identificação de uma raça, é mais importante a frequência das características que ela apresenta do que as próprias características.
- a sistemática genética: distribuição dos grupos sanguíneos A, B e O, combinações do fator Rh, gene da secreção salivar, etc.
- O hemotipologista também leva em conta a anatomia, mas no nível da molécula.
- o, os marcadores sanguíneos obedecem à lei do tudo ou nada. Uma pessoa é ou não do grupo A, tem fator Rh+ ou Rh - e assim por diante.
- o sistema ABO
- hemoglobina C
- o caso dos homozigotos, a hemoglobina S (Hb S) é um elemento de adaptação à presença de Plasmodium falciparum, responsável pelo paludismo. O estudo dos hemótipos em grandes áreas permite o traçado de curvas isogênicas que mostram a distribuição geográfica dos fatores sanguíneos por todo o mundo.
- e hereditariedades similares
- origem às variantes Homo erectus, Homo neanderthalensis e o mais antigo Homo sapiens.
- a espécie humana parece uma rede de territórios genéticos
- s fenótipos africanos é sinal de uma evolução particularmente longa desse continente
- Com certeza, a história da África não é uma história de “raças”. Contudo, para justificar uma certa história, abusou-se demais do mito pseudocientífico da superioridade de algumas “raças”.
- REFERENCIA : História geral da África, I: Metodologia e pré-história da África / editado por Joseph Ki -Zerbo. – 2.ed. rev. – Brasília : UNESCO, 2010.
- Com certeza, a história da África não é uma história de “raças”. Contudo, para justificar uma certa história, abusou-se demais do mito pseudocientífico da superioridade de algumas “raças”.
- origem às variantes Homo erectus, Homo neanderthalensis e o mais antigo Homo sapiens.
- e hereditariedades similares
- o, os marcadores sanguíneos obedecem à lei do tudo ou nada. Uma pessoa é ou não do grupo A, tem fator Rh+ ou Rh - e assim por diante.
- A abordagem morfológica
- a identificação das “raças” se fez em primeiro lugar a partir de critérios aparentes, para em seguida ir considerando, pouco a pouco, realidades mais profundas.
Informações
- Descrição
- Teorias relativas a evolução humanidade , tendo como berço da humanidade a Africa
- Criado por
- Katia Verissimo
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