Mapa mental
Ressonância e interferência

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Ressonância e interferência
Ressonância
- Um sistema que oscila em um dado período e se há a transferência de energia na mesma frequência de oscilação a amplitude de oscilação aumenta.
- Ex: cantor lírico que quebra uma taça; pessoa balançando outra em um balanço; rádios antigos que tinham os botões que conforme eram girados;
- *Oscilações amortecidas
- Quando a oscilação do sistema para por causa de um agente externo que aplica forças que "rouba" a energia do sistema, forças de atrito, por exemplo.
- *Oscilações forçadas
- Quando o sistema oscila em uma frequência diferente da natural.
- *Oscilações amortecidas
- Ex: cantor lírico que quebra uma taça; pessoa balançando outra em um balanço; rádios antigos que tinham os botões que conforme eram girados;
- Um sistema que oscila em um dado período e se há a transferência de energia na mesma frequência de oscilação a amplitude de oscilação aumenta.
Interferência
- Interferência em 1 dimensão
- Interferência construtiva
- Possui no nome a palavra construtiva, pois o resultante é maior que os dois pulsos.
- Há dois pulsos em uma corda e quando eles se encontram ocorre a interferência, esses dois pulsos se somam e formam um outro pulso resultante.
- O pulso resultante momentâneo corresponde a uma amplitude de: a=a_1+a_2, sendo a1 a amplitude do pulso 1 e o a2 a amplitude do pulso 2.
- Depois desse encontro os pulsos passam um pelo outro e continuam normalmente a sua direção.
- O pulso resultante momentâneo corresponde a uma amplitude de: a=a_1+a_2, sendo a1 a amplitude do pulso 1 e o a2 a amplitude do pulso 2.
- Há dois pulsos em uma corda e quando eles se encontram ocorre a interferência, esses dois pulsos se somam e formam um outro pulso resultante.
- Possui no nome a palavra construtiva, pois o resultante é maior que os dois pulsos.
- Interferência destrutiva
- Em um determinado momento o pulso 1 e o pulso 2 se cruzam e ocorre a destruição completa dos dois, pois eles possuem o mesmo tamanho. Essa interferência é chamada de interferência destrutiva total ou destrutiva completa.
- Porém também pode ocorrer a interferência destrutiva parcial, que é quando os pulsos possuem tamanhos diferentes e o resultante é menor que cada um deles
- Possui no nome a palavra destrutiva, pois eles se destroem (não significa que eles se destroem completamente).
- Depois desse encontro os pulsos passam um pelo outro e continuam normalmente a sua direção.
- Possui no nome a palavra destrutiva, pois eles se destroem (não significa que eles se destroem completamente).
- Porém também pode ocorrer a interferência destrutiva parcial, que é quando os pulsos possuem tamanhos diferentes e o resultante é menor que cada um deles
- Em um determinado momento o pulso 1 e o pulso 2 se cruzam e ocorre a destruição completa dos dois, pois eles possuem o mesmo tamanho. Essa interferência é chamada de interferência destrutiva total ou destrutiva completa.
- Ondas estacionárias
- Quando uma corda, por exemplo, está esticada e pulsos estão sendo gerados, quando os pulsos batem em uma superfície fixa eles são refletidos e voltam invertidos, e ocorrem um conjunto de interferências das ondas que estão indo comas que estão voltando e dependendo da situação as ondas estacionárias são geradas.
- Nó da onda: são os pontos que ficam com oscilação nula.
- Ventres: são os pontos que ficam oscilando.
- Comprimento de onda: é o dobro entre a distância de um nó e outro.
- A amplitude A corresponde a duas vezes a amplitude da primeira imagem:
- Comprimento de onda: é o dobro entre a distância de um nó e outro.
- Ventres: são os pontos que ficam oscilando.
- Nó da onda: são os pontos que ficam com oscilação nula.
- Quando uma corda, por exemplo, está esticada e pulsos estão sendo gerados, quando os pulsos batem em uma superfície fixa eles são refletidos e voltam invertidos, e ocorrem um conjunto de interferências das ondas que estão indo comas que estão voltando e dependendo da situação as ondas estacionárias são geradas.
- Interferência construtiva
- Interferência em 2 e 3 dimensões
- Ex: um tanque com água onde ondas são geradas na superfície dessa água através de uma aste que está ligada a um moto que possui duas pontas, o motor fica oscilando e essas pontas batem na água ao mesmo tempo e geram ondas circulares.
- As duas fontes (pontas) estão oscilando em fase (ao mesmo tempo).
- F1= fonte de ondas
- F2= fonte de ondas
- Trações contínuos: crista da onda
- Trastejados: vales de uma onda
- No ponto A ocorrerá uma interferência destrutiva, pois é o encontro de uma crista e um vale, essas ondas possuem o mesmo comprimento de onda, ela não oscila.
- No ponto B irá ocorrer uma interferência construtiva, pois duas cristas estão chegando nesse ponto e ela oscila bastante
- Parte matemática
- Análise do ponto A:
- A onda que sai da fonte 1 e chega até o ponto A, percorreu um certo caminho chamado de d1.
- A onda que sai da fonte 2 e chega até o ponto B, percorreu um certo caminho chamado de d2.
- Há uma diferença entre os caminhos, que representa uma diferença entre comprimentos de onda.
- O d1 corresponde a uma distância que equivale a 3 vezes e meia o comprimento de onda.
- O d2 corresponde a uma distância que equivale a 2 vezes o comprimento de onda.
- Equação para descobrir se a onda é construtiva ou destrutiva:
- d1: caminho que a onda percorreu vindo da fonte f1.
- d2: caminho que a onda percorreu vindo da fonte f2.
- é a metade da onda
- Se N for par a interferência é construtiva.
- Se N for ímpar a interferência é destrutiva.
- Isso se as fontes estão em fase
- Se N for par a interferência é de1strutiva.
- Se N for ímpar a interferência é construtiva.
- Agora se as fontes não estiverem em fase a regra do N muda (inverte):
- Agora se as fontes não estiverem em fase a regra
- Se N for ímpar a interferência é construtiva.
- Se N for ímpar a interferência é destrutiva.
- Se N for par a interferência é construtiva.
- é a metade da onda
- d2: caminho que a onda percorreu vindo da fonte f2.
- d1: caminho que a onda percorreu vindo da fonte f1.
- Equação para descobrir se a onda é construtiva ou destrutiva:
- O d2 corresponde a uma distância que equivale a 2 vezes o comprimento de onda.
- O d1 corresponde a uma distância que equivale a 3 vezes e meia o comprimento de onda.
- Há uma diferença entre os caminhos, que representa uma diferença entre comprimentos de onda.
- A onda que sai da fonte 2 e chega até o ponto B, percorreu um certo caminho chamado de d2.
- A onda que sai da fonte 1 e chega até o ponto A, percorreu um certo caminho chamado de d1.
- Análise do ponto A:
- Parte matemática
- No ponto B irá ocorrer uma interferência construtiva, pois duas cristas estão chegando nesse ponto e ela oscila bastante
- No ponto A ocorrerá uma interferência destrutiva, pois é o encontro de uma crista e um vale, essas ondas possuem o mesmo comprimento de onda, ela não oscila.
- Trastejados: vales de uma onda
- Trações contínuos: crista da onda
- F2= fonte de ondas
- F1= fonte de ondas
- As duas fontes (pontas) estão oscilando em fase (ao mesmo tempo).
- Ex: um tanque com água onde ondas são geradas na superfície dessa água através de uma aste que está ligada a um moto que possui duas pontas, o motor fica oscilando e essas pontas batem na água ao mesmo tempo e geram ondas circulares.
- Interferência da luz
- Bolha de sabão:
- Parte da luz é refletida e parte e é refratada, a parte que sofreu refração sofre refração novamente e também uma reflexão.
- O raio 2 andou um pouco mais que o raio 1: d_1-d_2
- Sempre que a diferença de percurso compreender a um múltiplo inteiro de comprimento de onda a interferência observada vai ser uma interferência construtiva.
- Sempre que a diferença de percurso compreender a metade do comprimento de onda a interferência observada vai ser uma interferência destrutiva.
- Sempre que a diferença de percurso compreender a um múltiplo inteiro de comprimento de onda a interferência observada vai ser uma interferência construtiva.
- O raio 2 andou um pouco mais que o raio 1: d_1-d_2
- Parte da luz é refletida e parte e é refratada, a parte que sofreu refração sofre refração novamente e também uma reflexão.
- Interferência luminosa em película:
- O índice de refração da água é maior que o da ar.
- Parte da luz sofrerá refração e parte sofrerá reflexão.
- Ao chegar na segunda interface o raio de luz sofrerá, novamente, uma refração.
- O raio número 2 percorreu a soma das distâncias 3 e 4 a mais do que o raio 1.
- O raio número 1 sofre inversão de fase.
- Os raios 2,3 e 4 não sofrem inversão de fase.
- Delta x = diferença de percurso
- E= espessura
- Se N for par a interferência é destrutiva.
- Se N for ímpar a interferência é construtiva.
- Experimento de Thomas Young:
- Imagine uma fonte de luz monocromática e um experimento com fenda dupla. A luz passa pela primeira fenda graças ao fenômeno da difração, quando a luz chega as 2 fendas ela passa também e quando chega ao anteparo (onde a luz se projeta) ocorrerá uma distribuição de figuras de interferência., haverá uma franja central maior e algumas franjas intercaladas com regiões escuras.
- F1 e F2= fonte de luz 1 e 2
- l= distância entre as fendas e o anteparo
- a= distância entre as duas fendas
- x= ponto central
- o= ponto que está na mesma direção do ponto central
- O P = m (é a distância entre a franja central e a franja estudada)
- X O = l
- tg alpha (tangente de alpha) =
- Como alpha é um valor muito próximo de 0 a tangente de alpha e o seno possuem valores próximos.
- Delta d= diferença de percurso
- Se a diferença de percurso for um múltiplo par de meio comprimento de onda a interferência é construtiva.
- Se a diferença de percurso for um múltiplo ímpar de meio comprimento de onda a interferência é destrutiva.
- Se N for igual a 1, é meio comprimento de onda e é a primeira franja escura.
- Se N for igual a 2, um comprimento de onda e é a primeira franja clara depois d da central.
- Para descobrir o comprimento de onda
- Se N for igual a 2, um comprimento de onda e é a primeira franja clara depois d da central.
- Se N for igual a 1, é meio comprimento de onda e é a primeira franja escura.
- Se a diferença de percurso for um múltiplo ímpar de meio comprimento de onda a interferência é destrutiva.
- Se a diferença de percurso for um múltiplo par de meio comprimento de onda a interferência é construtiva.
- Delta d= diferença de percurso
- Como alpha é um valor muito próximo de 0 a tangente de alpha e o seno possuem valores próximos.
- tg alpha (tangente de alpha) =
- X O = l
- O P = m (é a distância entre a franja central e a franja estudada)
- o= ponto que está na mesma direção do ponto central
- x= ponto central
- a= distância entre as duas fendas
- l= distância entre as fendas e o anteparo
- F1 e F2= fonte de luz 1 e 2
- Imagine uma fonte de luz monocromática e um experimento com fenda dupla. A luz passa pela primeira fenda graças ao fenômeno da difração, quando a luz chega as 2 fendas ela passa também e quando chega ao anteparo (onde a luz se projeta) ocorrerá uma distribuição de figuras de interferência., haverá uma franja central maior e algumas franjas intercaladas com regiões escuras.
- Experimento de Thomas Young:
- Se N for ímpar a interferência é construtiva.
- Se N for par a interferência é destrutiva.
- E= espessura
- Delta x = diferença de percurso
- Os raios 2,3 e 4 não sofrem inversão de fase.
- O raio número 1 sofre inversão de fase.
- O raio número 2 percorreu a soma das distâncias 3 e 4 a mais do que o raio 1.
- Ao chegar na segunda interface o raio de luz sofrerá, novamente, uma refração.
- Parte da luz sofrerá refração e parte sofrerá reflexão.
- O índice de refração da água é maior que o da ar.
- Bolha de sabão:
- Interferência em 1 dimensão
Imagens e arquivos do mapa
Informações
- Descrição
- Mapa Mental sobre Ressonância e interferência, criado por Vivi 0555 em 26-08-2020.
- Criado por
- Vivi 0555
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