Mapa mental
PSORÍASE

Mapa mental: Psoríase
Conteúdo do mapa
PSORÍASE
dermatose crônica, inflamatória e hiperproliferativa; caracterizada principalmente por lesões eritematoescamosas bem demarcadas, presentes particularmente nas superfícies extensoras e no couro cabeludo
- é uma doença imunomediada e tem base genética, porém há fatores ambientais que podem desencadear o quadro, como trauma, infecções e medicamentos
epidemiologia
- prevalência de 2% da população mundial
- acomete homens e mulheres em igual proporção
- pode ocorrer em qualquer idade, porém há picos de incidência na segunda e quinta décadas da vida
- em crianças, a idade média de início é aos oito anos
- traço poligênico: quando um dos pais tem psoríase, 8% dos filhos desenvolverão; a doença; quando ambos os pais têm psoríase, 41 % dos filhos terão a doença
- em crianças, a idade média de início é aos oito anos
- pode ocorrer em qualquer idade, porém há picos de incidência na segunda e quinta décadas da vida
- acomete homens e mulheres em igual proporção
- fatores desencadeantes/de piora
- traumatismo físico (coçadura e escarificação)
- infecção estreptocócica aguda, infecção por HIV
- estresse
- fármacos: os glicocorticoides sistêmicos, o lítio oral, os agentes antimaláricos, o IFN e os bloqueadores beta-adrenérgicos, AINEs, IECAs
- ingestão de álcool
- tabagismo
- ingestão de álcool
- fármacos: os glicocorticoides sistêmicos, o lítio oral, os agentes antimaláricos, o IFN e os bloqueadores beta-adrenérgicos, AINEs, IECAs
- doenças metabólicas: HAS, DM, obesidade
- período do pós-parto
- estresse
- infecção estreptocócica aguda, infecção por HIV
- traumatismo físico (coçadura e escarificação)
- prevalência de 2% da população mundial
fisiopatologia
- a região genética mais importante envolvida no desenvolvimento da doença é, sem dúvida, a PSORS1 (no cromossomo 6p)
- é responsável por até 50% do risco de psoríase
- essa região cromossomática contém genes que codificam proteínas que formam os antígenos de histocompatibilidade (de superfície nas céls humanas), principalmente o HLA-Cw6, que estão fortemente ligados à psoríase de início precoce
- além dele, outros alelos podem estar associados a diversas variantes de psoríase e a doenças relacionadas; o alelo HLA-B27, por exemplo, é um marcador da psoríase associada à sacroileíte e à artrite reativa
- alguns clínicos designaram pacientes com psoríase de início precoce, histórico familiar positivo para psoríase e expressão de HLA-Cw6 como portadores de psoríase tipo I, e aqueles com início tardio da doença, sem histórico familiar e falta de expressão de HLA-Cw6 como portadores de psoríase tipo II
- além dele, outros alelos podem estar associados a diversas variantes de psoríase e a doenças relacionadas; o alelo HLA-B27, por exemplo, é um marcador da psoríase associada à sacroileíte e à artrite reativa
- essa região cromossomática contém genes que codificam proteínas que formam os antígenos de histocompatibilidade (de superfície nas céls humanas), principalmente o HLA-Cw6, que estão fortemente ligados à psoríase de início precoce
- é responsável por até 50% do risco de psoríase
- por muito tempo acreditou-se que era uma doença que envolvia imperfeições bioquímicas ou celulares nos queratinócitos, enzimas e vias da função epidérmica
- porém, nas últimas 2 décadas, a psoríase tem sido considerada uma doença induzida pelas células T; descoberta que agentes supressores da célula T, como ciclosporina, acarretavam melhora significativa
- entretanto, apesar de a psoríase ser vista como doença autoimune, até o momento nenhum autoantígeno verdadeiro foi definitivamente identificado
- a psoríase seria mediada por células T de memória ativada
- na epiderme, predominam as CD8+, enquanto que na derme, CD4+
- para que haja formação da placa da psoríase, as céls. apresentadoras de antígeno (APC) devem apresentar um antígeno específico à cél. T
- se o reconhecimento é realizado, a célula T deve receber um segundo sinal, co-estimulatório, da APC
- a função efetora de muitas das células T é a secreção de citocinas; o padrão específico nesse caso é do tipo Th1; citocinas como IL2 e IFN-gama
- citocinas vão causar alterações nos queratinócitos, na rede vascular e nos próprios linfócitos
- há expressão de moléculas de adesão nas células endoteliais, responsáveis por recrutamento de mais linfócitos, proliferação clonal e ativação de linfócitos, e aumento de proliferação e diminuição da maturação celular dos queratinócitos
- queratinócitos e outras células locais, incluindo células dendríticas e monócitos, produzem outras citoquinas, especialmente TNF-alfa, que ampliam esses efeitos
- há expressão de moléculas de adesão nas células endoteliais, responsáveis por recrutamento de mais linfócitos, proliferação clonal e ativação de linfócitos, e aumento de proliferação e diminuição da maturação celular dos queratinócitos
- citocinas vão causar alterações nos queratinócitos, na rede vascular e nos próprios linfócitos
- a função efetora de muitas das células T é a secreção de citocinas; o padrão específico nesse caso é do tipo Th1; citocinas como IL2 e IFN-gama
- se o reconhecimento é realizado, a célula T deve receber um segundo sinal, co-estimulatório, da APC
- para que haja formação da placa da psoríase, as céls. apresentadoras de antígeno (APC) devem apresentar um antígeno específico à cél. T
- na epiderme, predominam as CD8+, enquanto que na derme, CD4+
- a psoríase seria mediada por células T de memória ativada
- entretanto, apesar de a psoríase ser vista como doença autoimune, até o momento nenhum autoantígeno verdadeiro foi definitivamente identificado
- porém, nas últimas 2 décadas, a psoríase tem sido considerada uma doença induzida pelas células T; descoberta que agentes supressores da célula T, como ciclosporina, acarretavam melhora significativa
- a região genética mais importante envolvida no desenvolvimento da doença é, sem dúvida, a PSORS1 (no cromossomo 6p)
apresentações clínicas
- psoríase em placas/vulgar
- forma mais comum; quase 90% dos doentes
- placas eritêmato-escamosas bem delimitadas, de tamanhos variados
- afetam, em geral de forma simétrica, a face de extensão dos membros, particularmente joelhos e cotovelos, couro cabeludo e região sacral
- o número é variável, de uma a centenas de lesões
- com alguma freqüência, podem ser afetadas as semimucosas genitais ou dos lábios
- em crianças, são comuns as lesões em área de fraldas, em região periorbitária, em semimucosa labial
- freqüentemente, há comprometimento das unhas, que apresentam pequenas depressões (unha em dedal)
- eventualmente, ocorrem sintomas subjetivos como prurido e queimação que, de acordo com o estado emocional do doente, atingem intensidade variável
- curetagem metódica de Brocq: raspado das lesões com cureta
- sinal da vela: destacamse escamas semelhantes às encontradas na raspagem de uma vela
- sinal do orvalho sangrento/de Auspitz: quando, pela continuação da raspagem, após a retirada das escamas, encontra-se superfície vermelho-brilhante com pontos hemorrágicos
- curetagem metódica de Brocq: raspado das lesões com cureta
- eventualmente, ocorrem sintomas subjetivos como prurido e queimação que, de acordo com o estado emocional do doente, atingem intensidade variável
- freqüentemente, há comprometimento das unhas, que apresentam pequenas depressões (unha em dedal)
- em crianças, são comuns as lesões em área de fraldas, em região periorbitária, em semimucosa labial
- com alguma freqüência, podem ser afetadas as semimucosas genitais ou dos lábios
- o número é variável, de uma a centenas de lesões
- afetam, em geral de forma simétrica, a face de extensão dos membros, particularmente joelhos e cotovelos, couro cabeludo e região sacral
- placas eritêmato-escamosas bem delimitadas, de tamanhos variados
- forma mais comum; quase 90% dos doentes
- psoríase em gotas/gutata
- mais comum em crianças, adolescentes e adultos jovens
- aparecimento súbito de pequenas pápulas eritematosas, descamativas ou não, de 0,5 a 1 cm de diâmetro, em geral localizadas no tronco
- é precedida por uma infecção estreptocócica, comumente de vias aéreas superiores
- as lesões podem persistir e aumentar de tamanho, tomando características da psoríase em placas
- psoríase eritrodérmica
- eritema intenso, de caráter universal, acompanhado de descamação discreta
- desencadeada por terapias intempestivas, por administração e posterior interrupção de corticosteróide sistêmico, podendo corresponder à exacerbação da doença em paciente com aids
- a vasodilatação generalizada gera perda excessiva de calor, levando à hipotermia
- pode ocorrer bacteriemia e septicemia
- a vasodilatação generalizada gera perda excessiva de calor, levando à hipotermia
- desencadeada por terapias intempestivas, por administração e posterior interrupção de corticosteróide sistêmico, podendo corresponder à exacerbação da doença em paciente com aids
- eritema intenso, de caráter universal, acompanhado de descamação discreta
- psoríase eritrodérmica
- as lesões podem persistir e aumentar de tamanho, tomando características da psoríase em placas
- é precedida por uma infecção estreptocócica, comumente de vias aéreas superiores
- aparecimento súbito de pequenas pápulas eritematosas, descamativas ou não, de 0,5 a 1 cm de diâmetro, em geral localizadas no tronco
- mais comum em crianças, adolescentes e adultos jovens
- psoríase pustulosa
- pequenas pústulas surgindo sobre área eritematosa, que evolui com descolamentos de pele.
- pode ser desencadeada, em um doente com psoríase vulgar, por interrupção de corticosteróide sistêmico, por hipocalcemia, por infecções ou mesmo por irritantes locais
- há comprometimento do estado geral, febre e leucocitose
- psoríase ungueal
- pode preceder o aparecimento das lesões cutâneas e ser, durante anos, a única manifestação da doença
- depressões cupuliformes (unhas em dedal); onicólise (descolamento da unha) com aspecto de “gota de óleo”, estriações transversais, onicorrexe e hiperqueratose subungueal
- diag. diferencial é onicomicose; exame micológico para excluir; entretanto, as duas condiçoes podem coexistir
- psoríase artropática
- 10 a 30% dos doentes de psoríase, em geral naqueles com lesões cutâneas disseminadas
- mono ou oligoartrite assimétrica de fácil controle e bom prognóstico
- articulações interfalângicas distais ou proximais
- mono ou oligoartrite assimétrica de fácil controle e bom prognóstico
- 10 a 30% dos doentes de psoríase, em geral naqueles com lesões cutâneas disseminadas
- psoríase artropática
- diag. diferencial é onicomicose; exame micológico para excluir; entretanto, as duas condiçoes podem coexistir
- depressões cupuliformes (unhas em dedal); onicólise (descolamento da unha) com aspecto de “gota de óleo”, estriações transversais, onicorrexe e hiperqueratose subungueal
- pode preceder o aparecimento das lesões cutâneas e ser, durante anos, a única manifestação da doença
- psoríase ungueal
- há comprometimento do estado geral, febre e leucocitose
- pode ser desencadeada, em um doente com psoríase vulgar, por interrupção de corticosteróide sistêmico, por hipocalcemia, por infecções ou mesmo por irritantes locais
- pequenas pústulas surgindo sobre área eritematosa, que evolui com descolamentos de pele.
- psoríase em placas/vulgar
diagnóstico
- essencialmente clínico
- exame histopatológico mostra, de início, vasodilatação com infiltrado perivascular na derme
- alongamento das cristas epiteliais, com afinamento na porção suprapapilar; papilar edemaciadas
- na epiderme, ocorrem paraqueratose, desaparecimento da camada granulosa e presença de agrupamentos de neutrófilos
- paraqueratose: queratinização anormal do epitélio escamoso com persistência dos núcleos celulares nas células superficiais
- na epiderme, ocorrem paraqueratose, desaparecimento da camada granulosa e presença de agrupamentos de neutrófilos
- alongamento das cristas epiteliais, com afinamento na porção suprapapilar; papilar edemaciadas
- exame histopatológico mostra, de início, vasodilatação com infiltrado perivascular na derme
- diferencial
- eczema
- pitiríase rósea de Gibert:
- excluída pelos dois tipos de lesões e pela evolução para a cura em oito semanas
- sífilis secundária
- outros achados, como adenopatia, placas mucosas e a sorologia específica confirmam a infecção
- dermatite seborreica
- placas não delimitadas
- dermatite seborreica
- outros achados, como adenopatia, placas mucosas e a sorologia específica confirmam a infecção
- sífilis secundária
- excluída pelos dois tipos de lesões e pela evolução para a cura em oito semanas
- pitiríase rósea de Gibert:
- pitiríase liquenoide
- curetagem metódica diferencia; aqui a descamação não é estratificada
- eritrodermias encontradas em atópicos, nas erupções medicamentosas e nos linfomas (micose fungoide e síndrome de Sézary
- disidrose
- diferencia-se da psoríase palmoplantar pois essa se localiza apenas nas mãos, com vesículas em vários estágios
- dermatofitose
- presença de lesões descamativas e intertriginosas e do exame micológico direto
- dermatofitose
- diferencia-se da psoríase palmoplantar pois essa se localiza apenas nas mãos, com vesículas em vários estágios
- disidrose
- eritrodermias encontradas em atópicos, nas erupções medicamentosas e nos linfomas (micose fungoide e síndrome de Sézary
- curetagem metódica diferencia; aqui a descamação não é estratificada
- eczema
- essencialmente clínico
tratamento
- esclarecer ao enfermo que se trata de uma doença cutânea, não contagiosa, sem comprometimento sistêmico e evolução imprevisível
- deve-se ressaltar que os recursos terapêuticos possibilitam o controle da afecção apesar da falta de uma cura definitiva
- tratamento dependerá do tipo, extensão e fatores como idade, ocupação, condições de saúde, nível intelectual e socioeconômico
- exposição ao sol, sempre que possível, particularmente em praias, deve ser recomendada
- tópicos
- corticosteroides
- principal desvantagem dos corticoides tópicos é a ocorrência de taquifilaxia, em que o doente necessita de preparados cada vez mais potentes
- a longo prazo, podem determinar atrofia da pele, com o aparecimento de telangiectasias, víbices e mesmo púrpura
- é sempre conveniente utilizar o corticoide em associação com outras medicações, prevenindo, na medida do possível, seu uso exagerado e as consequências da medicação
- coaltar
- concentrações de 2 a 5% de acordo com a tolerância, em pomadas com a vaselina como veículo, com 10 a 20% de óxido de zinco
- preparações seguras
- em lesões do couro cabeludo, pode ser usado sob a forma de liquor carbonis detergens, uma preparação solúvel de coaltar a 20% em álcool 95°, emulsificada com extrato de quilaia, diluída em cremes ou emulsões
- preparações seguras
- concentrações de 2 a 5% de acordo com a tolerância, em pomadas com a vaselina como veículo, com 10 a 20% de óxido de zinco
- coaltar
- é sempre conveniente utilizar o corticoide em associação com outras medicações, prevenindo, na medida do possível, seu uso exagerado e as consequências da medicação
- a longo prazo, podem determinar atrofia da pele, com o aparecimento de telangiectasias, víbices e mesmo púrpura
- principal desvantagem dos corticoides tópicos é a ocorrência de taquifilaxia, em que o doente necessita de preparados cada vez mais potentes
- Método de Goeckerman
- p/ psoríase disseminada, não eritrodérmica
- associação do coaltar com a radiação ultravioleta B (UVB)
- aplica-se a pomada de coaltar, e o doente deve permanecer com ela o maior tempo possível
- o ultravioleta B é empregado em doses crescentes, diariamente ou em dias alternados, com a remoção parcial da pomada
- após a irradiação com ultravioleta, banho para a retirada das escamas e reaplicação da pomada
- desvantagens: o uso da pomada de coaltar, pelo odor e por manchar e sujar roupas, dificulta ou impossibilita a rotina normal de muitos doentes, ocorrendo resistência ao tratamento
- antralina (ou ditranol)
- p/ lesões localizadas ou disseminadas
- baixas concentrações (0,1 a 0,5%) durante 24 horas ou em altas concentrações (1 a 3%), com aplicações de apenas 15 a 30 minutos
- Substância irritante, deve ser evitada em áreas intertriginosas e próximo aos olhos e às mucosa
- análogos da vitamina D
- concentração a 0,0005%, têm eficácia moderada
- pode provocar irritação da pele e fotossensibilidade, especialmente da face, onde devem ser evitados
- a associação de um corticoide tópico com o calcipotriol possibilita, pela ação sinérgica, melhor resultado terapêutico
- pode provocar irritação da pele e fotossensibilidade, especialmente da face, onde devem ser evitados
- concentração a 0,0005%, têm eficácia moderada
- análogos da vitamina D
- Substância irritante, deve ser evitada em áreas intertriginosas e próximo aos olhos e às mucosa
- baixas concentrações (0,1 a 0,5%) durante 24 horas ou em altas concentrações (1 a 3%), com aplicações de apenas 15 a 30 minutos
- p/ lesões localizadas ou disseminadas
- antralina (ou ditranol)
- desvantagens: o uso da pomada de coaltar, pelo odor e por manchar e sujar roupas, dificulta ou impossibilita a rotina normal de muitos doentes, ocorrendo resistência ao tratamento
- após a irradiação com ultravioleta, banho para a retirada das escamas e reaplicação da pomada
- o ultravioleta B é empregado em doses crescentes, diariamente ou em dias alternados, com a remoção parcial da pomada
- aplica-se a pomada de coaltar, e o doente deve permanecer com ela o maior tempo possível
- associação do coaltar com a radiação ultravioleta B (UVB)
- p/ psoríase disseminada, não eritrodérmica
- corticosteroides
- tópicos
- exposição ao sol, sempre que possível, particularmente em praias, deve ser recomendada
- tratamento dependerá do tipo, extensão e fatores como idade, ocupação, condições de saúde, nível intelectual e socioeconômico
- deve-se ressaltar que os recursos terapêuticos possibilitam o controle da afecção apesar da falta de uma cura definitiva
- tópico-sistêmica
- método PUVA
- administração via oral de uma droga fotoativa, o 8-metoxi-psoraleno (8-MOP), seguida de exposição à radiação ultravioleta, de ondas longas, UVA, entre 320 e 400 mm
- altamente eficaz, promovendo o clareamento total das lesões
- EA imediatos do PUVA são náusea, eritema, prurido e queimaduras. A longo prazo, ocorrem bronzeamento da pele, envelhecimento precoce, maior potencial de desenvolvimento de carcinomas e de catarata
- sistêmicos
- ametopterina (metotrexato
- casos extensos e resistentes que impedem as atividades dos doentes, sendo particularmente recomendado na psoríase artropática e eritrodérmica, pustulosa generalizada
- administração via oral de 15 mg/semana, 5 mg a cada 12 horas, em três tomadas
- selecionar os doentes excluindo aqueles com hepatopatias, com comprometimento da função renal, doenças hematológicas e outras doenças sistêmicas
- droga hepatotóxica, havendo necessidade de provas funcionais hepáticas periódicas, sendo indicada biópsia hepática após 4 g de dose total da medicação
- efeito colateral mais comumente observado é o desconforto gástrico -> 1/3 ou 1/2 de ampola (16,6 mg ou 25 mg) da droga injetável, uma vez por semana
- droga hepatotóxica, havendo necessidade de provas funcionais hepáticas periódicas, sendo indicada biópsia hepática após 4 g de dose total da medicação
- selecionar os doentes excluindo aqueles com hepatopatias, com comprometimento da função renal, doenças hematológicas e outras doenças sistêmicas
- administração via oral de 15 mg/semana, 5 mg a cada 12 horas, em três tomadas
- casos extensos e resistentes que impedem as atividades dos doentes, sendo particularmente recomendado na psoríase artropática e eritrodérmica, pustulosa generalizada
- acitretina
- retinoide, derivado da vitamina A (retinol)
- dose de 0,5 a 1 mg/kg/dia, sendo particularmente indicada na psoríase pustulosa generalizada, em que atua rapidamente
- contraindicada não apenas para mulheres grávidas, como naquelas com risco potencial de gravidez
- contraindicada para doentes com comprometimento da função hepática
- ciclosporina A
- inibe os linfócitos T helper
- dose inicial é de 3 a 5 mg/kg/dia.
- medicação mais eficiente para a psoríase eritrodérmica, mas pode comprometer a função renal, sendo mandatória a monitoração da creatinina sérica a cada 2 semanas no início do tratamento, e a cada 4 a 6 semanas, se a função renal estiver estável
- medicamentos biológicos
- drogas com ação específica, antilinfocitárias, bem como drogas anti- -TNFa
- para doentes resistentes aos tratamentos convencionais ou que já apresentem restrição a eles pelo desenvolvimento de efeitos colaterais
- anti- -TNFa (infliximabe, adalimumabe, etanercepte) atuam tanto na pele como no quadro articular da psoríase artropática e podem ser responsáveis por comprometimento da vigilância imunológica a infecções e neoplasias
- antilinfocitários (alefacepte e efalizumabe) não atuam no quadro artropático e parecem não ter ação importante na vigilância imunológica
- anti- -TNFa (infliximabe, adalimumabe, etanercepte) atuam tanto na pele como no quadro articular da psoríase artropática e podem ser responsáveis por comprometimento da vigilância imunológica a infecções e neoplasias
- para doentes resistentes aos tratamentos convencionais ou que já apresentem restrição a eles pelo desenvolvimento de efeitos colaterais
- drogas com ação específica, antilinfocitárias, bem como drogas anti- -TNFa
- medicamentos biológicos
- medicação mais eficiente para a psoríase eritrodérmica, mas pode comprometer a função renal, sendo mandatória a monitoração da creatinina sérica a cada 2 semanas no início do tratamento, e a cada 4 a 6 semanas, se a função renal estiver estável
- dose inicial é de 3 a 5 mg/kg/dia.
- inibe os linfócitos T helper
- ciclosporina A
- contraindicada para doentes com comprometimento da função hepática
- contraindicada não apenas para mulheres grávidas, como naquelas com risco potencial de gravidez
- dose de 0,5 a 1 mg/kg/dia, sendo particularmente indicada na psoríase pustulosa generalizada, em que atua rapidamente
- retinoide, derivado da vitamina A (retinol)
- ametopterina (metotrexato
- sistêmicos
- EA imediatos do PUVA são náusea, eritema, prurido e queimaduras. A longo prazo, ocorrem bronzeamento da pele, envelhecimento precoce, maior potencial de desenvolvimento de carcinomas e de catarata
- altamente eficaz, promovendo o clareamento total das lesões
- administração via oral de uma droga fotoativa, o 8-metoxi-psoraleno (8-MOP), seguida de exposição à radiação ultravioleta, de ondas longas, UVA, entre 320 e 400 mm
- método PUVA
- esclarecer ao enfermo que se trata de uma doença cutânea, não contagiosa, sem comprometimento sistêmico e evolução imprevisível
Informações
- Descrição
- Mapa Mental sobre PSORÍASE, criado por Luiza Braga em 28-02-2021.
- Criado por
- Luiza Braga
- Visualizações
- 5
- Avaliação