Mapa mental
OSPF Multiarea

Conteúdo do mapa
OSPF Multiarea
- quando um roteador recebe novas informações sobre a topologia, como com adições, exclusões ou modificações de um link, o roteador deve repetir o algoritmo SPF, criar uma nova árvore SPF e atualizar a tabela de roteamento. O algoritmo SPF exige muito da CPU e o tempo necessário para o cálculo depende do tamanho da área. Muitos roteadores em uma área tornam o LSDB maior e aumentam a carga da CPU. Portanto, organizar os roteadores em áreas divide efetivamente um banco de dados potencialmente grande em bancos de dados menores e mais gerenciáveis
Problema de OSPF em área Única
- Roteadores em excesso em uma área aumentam a carga na CPU e criam um grande banco de dados de estado de enlace (link state).
- Tabela de roteamento grande
- O OSPF não executa a sumarização de rotas por padrão. Se as rotas não forem sumarizadas, a tabela de roteamento poderá se tornar muito grande, dependendo do tamanho da rede.
- Banco de dados link-state (LSDB)
- Uma vez que o LSDB cobre a topologia de toda a rede, cada roteador deverá manter uma entrada para cada rede na área, mesmo que nem todas as rotas sejam selecionadas para a tabela de roteamento.
- Cálculos de algoritmo de SPF frequentes
- Em uma rede de grande porte, as alterações serão inevitáveis, por isso os roteadores usam vários ciclos de CPU para recalcular o algoritmo SPF e atualizar a tabela de roteamento.
Uma área OSPF é um grupo de roteadores que compartilham as mesmas informações de estado do link em seus bancos de dados de estado do link.
- Uma área não deve ter mais de 50 roteadores
- Um roteador não deve estar em mais de três áreas
- Nenhum roteador único deve ter mais de 60 vizinhos.
Multiarea torna o OSPF mais eficiente e escalável
Tipos de area
- área 0 = área de backbone (trânsito)
- todas as áreas restantes devem conectar à área de backbone
- As áreas de backbone interconectam com outros tipos de área do OSPF
- função principal é o movimento rápido e eficiente de pacotes IP
- Em geral, os usuários finais não são encontrados dentro de uma área de backbone
- todas as áreas restantes devem conectar à área de backbone
- Área regular (não backbone)
- Conecta usuários e recursos
- uma área regular não permite que o tráfego de outra área use seus links para acessar outras áreas.
- Todo o tráfego que se propaga de uma área para outra área deve passar pela área de backbone. Esse tráfego é conhecido como o tráfego entre áreas.
- área 0 = área de backbone (trânsito)
TIpos de Roteador
- iRoteador interno
- todas as interfaces na mesma área
- Roteador de backbone
- Esse é um roteador na área de backbone
- Roteador de Borda de Área (ABR)
- roteador com as interfaces conectadas a várias áreas
- podem ser configurados para sumarizar as informações de roteamento dos LSDBs das suas áreas conectadas
- Roteador de Borda de Sistema Autônomo (ASBR)
- roteador que tem, pelo menos, uma interface conectada a uma rede externa (outro sistema autônomo), como uma rede não OSPF
- Um ASBR pode importar as informações da rede não OSPF para a rede OSPF e vice-versa, usando um processo chamado redistribuição de rota.
- iRoteador interno
Tipos de LSA
- atuam como registros do banco de dados e fornecem detalhes específicos da rede OSPF
- Em combinação, descrevem a topologia inteira de uma área ou rede OSPF.
- TIpo 1
- O LSA contém uma lista das interfaces, tipos de links e os estados do link conectados diretamente
- os roteadores anunciam seus links habilitados para OSPF diretamente conectados
- odos os roteadores geram LSAs tipo 1
- Os LSAs tipo 1 são inundados apenas na área em que se originam. Os ABRs anunciam posteriormente as redes aprendidas dos LSAs de tipo 1 a outras áreas como LSAs de tipo 3.
- Os LSAs tipo 1 são inundados na área e não são propagados além de um ABR.
- O ID de link-state de um LSA tipo 1 é identificado pelo ID do roteador de origem.
- LSA tipo 2
- A finalidade de um LSA tipo 2 consiste em fornecer a outros roteadores informações sobre redes multiacesso na mesma área.
- apenas para as redes multiacesso e multiacesso sem broadcast (NBMA)
- onde há um DR eleito e pelo menos dois roteadores no segmento multiacesso.
- contém o ID do roteador e o endereço IP do DR, juntamente com o ID do roteador de todos os outros roteadores do segmento multiacesso.
- O DR inunda os LSAs tipo 2 apenas na área em que se originam.
- não vão além de um ABR.
- TIpo 3
- Receber um LSA tipo 3 na área não faz com que o roteador execute o algoritmo SPF. As rotas que estão sendo anunciadas nos LSAs tipo 3 são corretamente adicionadas a ou excluídas da tabela de roteamento do roteador, porém um cálculo completo de SPF não é necessário.
- LSAs tipo 3 são usados pelo ABR para anunciar redes de outras áreas
- Os ABRs coletam os LSAs tipo 1 no LSDB. Após a convergência de uma área OSPF, o ABR cria um LSA tipo 3 para cada uma de suas redes OSPF conhecidas
- Um LSA tipo 3 descreve um endereço de rede aprendido por LSAs tipo 1
- tipo 4
- o ASBR envia um LSA tipo 1, identificando-se como um ASBR. O LSA inclui um bit especial conhecido como bit externo (e bit) usado para identificar o roteador como um ASBR
- gerado por um ABR somente quando existe um ASBR dentro de uma área
- O ID de link-state de um LSA tipo 4 é identificado pelo ID do roteador de ASBR.
- TIpo 5
- descrevem rotas para redes externas ao sistema autônomo OSPF
- são originados pelo ASBR e inundado para todo o sistema autônomo.
- O ID de link-state de um LSA tipo 5 é o endereço de rede externo.
Tabela de roteamento
- O
- significa que a rota é intra-área
- O IA
- Quando um ABR recebe LSAs de resumo, adiciona-os ao seu LSDB e os regenera na área local. Quando um ABR recebe LSAs externos, adiciona-os ao seu LSDB e inunda-os na área. Os roteadores internos, então, assimilam as informações em seus bancos de dados. LSAs de resumo aparecem na tabela de roteamento como IA (as rotas de inter-área
- Quando um ABR recebe LSAs de resumo, adiciona-os ao seu LSDB e os regenera na área local. Quando um ABR recebe LSAs externos, adiciona-os ao seu LSDB e inunda-os na área. Os roteadores internos, então, assimilam as informações em seus bancos de dados. LSAs de resumo aparecem na tabela de roteamento como IA (as rotas de inter-área)
- O E1 ou O E2
- Os LSAs externos são exibidos na tabela de roteamento marcados como rotas de tipo 1 externo (E1) ou de tipo 2 externo (E2)
- O
Configuração
Sumarizaçao
- sumarização também ajuda a aumentar a estabilidade da rede, porque reduz as inundações de LSA desnecessárias. Isso afeta diretamente a quantidade de largura de banda, CPU, e recursos de memória consumidos pelo processo de roteamento do OSPF. Sem a sumarização de rotas, cada link LSA específico é propagado no backbone do OSPF e além, causando tráfego de rede desnecessário e sobrecarga do roteador
- ajuda a manter as tabelas de roteamento pequenas
- LSAs do tipo 1 e tipo 2 são gerados em cada área, convertido para o LSA tipo 3 e enviado para outras áreas. Se a área 1 tinha 30 redes para anunciar, então 30 LSAs tipo 3 seriam encaminhados para o backbone. Com a sumarização de rotas, o ABR consolida as 30 redes em um ou dois anúncios.
- a sumarização pode ser configurada somente em ABRs ou ASBRs
- Os roteadores ABR resumem o LSAs de tipo 3 e os roteadores ASBR resumem LSAs de tipo 5
- Por padrão, os LSAs de resumo (LSAs tipo 3) e os LSAs externos (LSAs tipo 5) não contêm rotas sumarizadas (agregadas); isto é, por padrão, os LSAs de resumo não são sumarizados.
- a sumarização de rotas externas é configurada em ASBRs usando o comando do modo de configuração do roteador summary-address address mask.
- A métrica da rota de sumarização é igual ao menor custo de todas as sub-redes dentro do intervalo de endereços de sumarização.
Imagens e arquivos do mapa
Informações
- Descrição
- certificacao 3 - CCNA SN Mapa Mental sobre OSPF Multiarea, criado por Rayssa OConnor em 20-10-2015.
- Criado por
- Rayssa OConnor
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