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Mapa mental

Doença Hipertensiva Especifica Gestacional

Cauana Efel Português

Doença Hipertensiva Especifica Gestacional

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Doença Hipertensiva Especifica Gestacional

  1. PA > ou = 140/90

    • Classificação
      • antes da 20ª sem
        • 1) HAS prévia
          • a) Diagnosticada anterior a gravidez
            • Ideal: fazer ajustes da medicação antes da concepção. Não é contra-indicado continuar com o uso de diurético
          • b) Diagnosticada a 1ª vez na gestação e que se mantém após 12 semanas pós parto.
            • DD: devem ser submetidas à avaliação de hipertensão secundária (doença renal, hipertensão renovascular, aldosteronismo primário, síndrome de Cushing e feocromocitoma)
          • Tratamento
            • Critérios para TTO
              • PA >= 150-160 / 100-110; Comprometimento de órgãos; Há mais de 10 anos; HAS secundária
                • Medicações
                  • 1ª: Metildopa; 2ª: Nifedipina retardada; Hidralazina; Labetolol; Hidroclorotiazida; Verapamil
                    • metil tem contraindicação em doença hepática ativa
                    • nifedipina: bloqueador de canal de calcio= é antitocolitico
                  • Contra-indicado
                    • NÃO= Inibidores da enzima conversora de angiotensina (Captopril)
                    • Antagonistas do receptor de angiotensina II (losartana)
                    • Podem causar: Morte neonatal, Falência renal neonatal, Oligodrâmnio, Restrição de crescimento fetal
                    • Bloqueadores beta-adrenérgicos (atenolol) no início da gravidez, podem estar associados à restrição do crescimento fetal
      • depois da 20ª sem
        • 2) Pré-eclampsia
          • diagnosticada após a 20ª semana, exceto em caso de doença trofoblástica gestacional ou hidrópsia fetal
          • hipertensão + lesão em órgão alvo (proteinúria, creatinina, sinais neurológicos ...
          • pode ser Leve ou Grave
          • Complicações: Eclampsia e S. de HELLP
        • 3) HAS prévia + pré-eclampsia/eclâmpsia
          • prognóstico mais ruim que HAS crônica
          • agravamento da HAS com proteinúria que surge/piora após a 20ª sem
          • Pode ter plaquetopenia (<100.000) e alterações de enzimas
          • TTO igual pré-eclampsia
        • 4) Hipertensão Transitória da Gestação
          • Aum da PA no final da gestação ou início do puerpério (24 horas de pós-parto)
          • Sem proteinúria
          • Retorna aos valores normais em até 12 semanas após o parto
          • Benigna(não necessita interromper)
          • Sem ser progressiva e sem causar as complicação da pré-eclampsia – comprometimento renal hepático, hematológica e suas complicações.
          • Geralmente PA não ultrapassa 160/110 mmHg(caso passar- risco de AVC --> interromper pelo risco de convulsão)
      • TRATAMENTO
        • S: >=160 ou D: >= 100
          • não urgência
            • Pré-eclampsia grave e estável
              • Metildopa ou Pindolol ou Nifedipina
          • Urgência: PA muito alta e/ou com sintomas
            • Crise hipertensiva/ Situação crítica
              • Hidralazina EV (max até 30mg) ou Nifedipina de ação rapida VO(cuidar hipotensão/sem mt controle)
                • Não funcionou --> betabloqueador EV ou a nifedipina ou nitroglicerina
            • usar sulfato de magnésio
              • sempre usar na eclampsia e sinais neurológicos
              • pode ser usado na crise alta quando não há sinais
              • Monitorar se diminui --> diurese, reflexo patelar e FR
                • se alterado retirar ou usar gluconato de cálcio
  2. Conceitos

    • Proteínuria: >= 300mg/ 24h ou 1+ ou mais cruzes em fita, sem evidencia de ITU . Ou razão proteinúria/creatinúria>0,3 (proteinúria significativa, mas não significa ser grave)
    • Hipertensão: > ou = 140x90mmHg: pelo menos 2 medidas
    • Plaquetopenia: Menos de 100.000/mm³ --> Maior gravidade menor de 50.000
    • Aumento das Enzimas Hepáticas
      • TGO e TGP > 60 U/l
      • DHL > 600
    • Anemia Microangiopática: Bilirrubina acima de 1,2mg/dl (por causa da hemólise) ou > 5% de esquizócitos no sangue periférico.
  3. Fatores de Risco

    • Fator socioeconômico desfavorecido: mais relacionado a HELLP e eclampsia
    • Realizar precocemente na gravidez para comparação posterior: hematócrito, hemoglobina, contagem de plaquetas, creatinina, ácido úrico. US para datação e US adicional entre 25 e 28 sem para analisar crescimento fetal
  4. Etiologia

  5. Complicações

    • Maternas
      • Descolamento prematuro da placenta
      • CIVD- Coagulação Intravascular Disseminada
      • Hemorragia cerebral
      • Edema pulmonar
      • Insuficiência aguda hepática e renal
      • Fetais
        • Parto prematuro: Pela interrupção precoce da gestação
        • Óbito fetal: Pelo próprio deslocamento de placenta
        • Sofrimento fetal
        • Restrição de crescimento intrauterino: uma das principais causas por hipertensão-> ocorre insuficiência placentária (não troca sangue de forma adequada)

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Informações

Descrição
Mapa Mental sobre Doença Hipertensiva Especifica Gestacional, criado por Cauana Efel em 11-03-2016.
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Cauana Efel
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