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Notas

Sem título

maria eliza Português 1 página

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Página 1

Paul Lovejoy

Paul Lovejoy, um americano naturalizado

canadense, é um dos mais reconhecidos historiadores africanistas. Ocupante da

cadeira professoral na York University e dirige o Harriet Tubman Resource

Centre on the African Diaspora. Grande estudioso na parte econômica, visando à

escravidão na África e as dispersões desse povo que ocorria, principalmente, no

Sudão Central.

A

Diáspora Africana é o fenômeno sociocultural que ocorreu pela forte imigração,

ou seja, esses povos eram forçados e trazidos a países que utilizavam a mão de

obra escrava. Esse período se deu no início da Idade Moderna indo até meados do

século XVII. Na entrevista para a revista de história falou sobre a história da

escravidão no passado e o peso que ela trás no presente. O Canadá foi um lugar

que serviu de porto para os escravos refugiados do século XIX.

Ainda

jovem, Paul, lutava contra o imperialismo na África por partes dos nortes

americanos. Visando os americanos e suas forças políticas e sociais procurou

saber o motivo dos Estados Unidos serem um país tão racista e imperialista, e

ainda continuar sendo uma potência tão poderosa.

Nos

últimos 20 anos de pesquisas sobre o continente africano houve uma grande

revolução científica. A Europa contribuía bastante, pois se encontravam

arquivos importantes com todas as técnicas e informações necessárias. Os

estudos, sobre a escravidão, aproximaram Paul ainda mais da África, porém ela

não só ocorreu nesse continente africano. Um ótimo exemplo é um fazendeiro, canadense,

que em pleno século XVIII produzia e vendia suas mercadorias para uma

determinada região com objetivo de sustentar o sistema escravista, ou seja, a

escravidão não estava somente associada ao povo africano e sim a todo mundo.

Em

questões políticas e econômicas o continente foi muito prejudicado, pois havia

bastante violência e destruição, um sistema de força foi implantado. Após um

tempo a escravidão foi transformada em colonialismo criando novas ditaduras.

Por terem recursos escassos a África acabou tendo muita corrupção.

Os

países islâmicos tiveram seu passado marcado com a escravidão, porém de uma

forma diferente, onde se o pai é livre o seu filho também será diferentemente

da Europa que seguia o status da mãe. Agora, a escravidão se tornou uma

importante instituição por lá.

Os

norte-americanos, muito racistas, utilizavam um termo “African-American” que

dizia que se você tivesse descendente, uma gota sequer do sangue desse povo,

passaria a ser considerado negro.

O

trabalho feito e escolhido por Lovejoy foi às histórias individuais, onde não

se poderia usar a palavra escravo incentivando a escravidão. “Um escravo é antes um indivíduo com uma personalidade,

desejos e heranças”. Antes de todos eram livres, ou seja, a

escravidão era apenas uma parte remetente da vida de um determinado indivíduo.

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Notas sobre Sem título, criado por maria eliza em 06-03-2016.
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