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Notas

CONTOS

Nathan Knowles Português 3 páginas

Conteúdo das notas (3)

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A HORA E A VEZ DE AUGUSTO MATRAGA

*AUGUSTO MATRAGA (vdd nome AUGUSTO ESTEVES) [filho do CORONEL AFONSAO ESTEVES vive no arraial do Murici sendo respeitado pela sua valentia , ele trai sua mlr] dps q seu pai morre ele fica mtt endividado e fica ao lado + fraco da politica local

*DIONORA [cuida de MIMITA (filha do casal)] sabe q o marido trai ela , eh cortejada por OVIDIO MOURA (chama ela p/ morar c/ ele)

*DIONORA e MIMITA iam p/ a fazenda do morro azul acompanhadas por QUIM RECADEIRO(criado de Augusto) qd OVIDIO convidou-as a ir pra casa dele e ela aceitou

*AUGUSTO ao saber disso mandou seus homens pegarem OVIDIO , mas eles tinham se aliado ao MAJOR CONSILVA... ele foi na casa do MAJOR e foi mtt violentado la e caiu em um brejo

*um casal de pretos do brejo cuidou dele... chamaram um padre e ele pediu perdao.. ele foi tentar esquecer do seu passdo e querer ir pro ceu em um sitiozinho

*No povoado do tombador AUGUSTO foi recebido como meio doido e meio santo

*TIAO da THEREZA (conhecido de AUGUSTO) passou pelo local e lhe contou de como andavam as coisas em MURICI [DIONORA continuava com o OVIDIO , MIMITA saiu do arraial , MAJOR CONSILVA tava mandando em tudo , QUIM RECADEIRO foi morto ao atacar a fazenda de MAJOR CONSILVA ]

*ele foi perguntar pro casal de negros se deveria voltar p/ MURICI , MAE QUITERIA disse q ele seguisse as palavras do padre ... entao ele continuou

*chegou um grupo de valentoes em TOMBADOR chefiados por JOAOZINHO BEM-BEM , AUGUSTO gostou dele e deu hospedagem .. eles perguntaram se AUGUSTO queria q eles fizessem algo por ele ... mas AUGUSTO n quis nada

*AUGUSTO sentiu q deveria passear pelo sertao de jumento q o guiou proximo a MURICI (arraial RALA-COCO onde estava a gangue) ... a gangue deu hospedagem a ele e convidou dnv a entrar no grupo....

*AUGUSTO disse q o bando tinha q passar por cima do cadaver dele antes de punir a familia... ele matou todos

*AUGUSTO pediu ao conhecido JOAO LOMBA q ele desse bencao a sua filha e q falasse a DIONORA q esta tudo bem e morreu

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AMOR

*ANA era otima dona de casa... n gostava das horas vagas pra n ter q ligar com os proprios pensamentos

*ela enxerga um cego mascando chiclete [1 epifania e de pena do cego e dps q ela se ve como ele... por n enxergar a vida e apenas fazer atos automaticos]

*a quebra dos ovos [ desconstrucao da vida q ela tinha]

*passa do seu ponto de parada e desce no JARDIM BOTANICO [onde ela enxerga o mundo de uma forma mtt intensa]

*jardim (verdade q a cercava) cego (mente fechada q ela tinha)

*ela tava tao fascinada com a vida la fora q ficou com medo de abandonar a propria familia (chega em casa e abraca mtt seus filhos)

*ela janta com seus familiares como se eles n fossem conhecidos... se assusta com o barulho q seu marido faz na cozinha... ele esttende a mao pra ela (tentando conecta-la de volta)

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O ESPELHO

*Quatro ou cinco cavalheiros debatiam, uma noite, várias questões de alta transcendência no morro de Santa Teresa um deles(JACOBINA) não discutia nunca; e defendia-se da abstenção com um paradoxo, dizendo que a discussão é a forma polida do instinto batalhador, que jaz no homem, como uma herança bestial. eu não discuto. Mas, se querem ouvir-me calados, posso contar-lhes um caso de minha vida, em que ressalta a mais clara demonstração acerca da matéria de que se trata.Cada criatura humana traz duas almas consigo: A alma exterior pode ser um espírito, um fluido, um homem, muitos homens, um objeto, uma operação.Está claro que o ofício dessa segunda alma é transmitir a vida, como a primeira. Shylock, por exemplo. A alma exterior aquele judeu eram os seus ducados; perdê-los equivalia a morrer. a alma exterior não é sempre a mesma muda de natureza e de estado. Narração: Tinha vinte e cinco anos, era pobre, e acabava de ser nomeado alferes da Guarda Nacional. Não imaginam o acontecimento que isto foi em nossa casa. Minha mãe ficou tão orgulhosa! tão contente! Chamava-me o seu alferes. Primos e tios, foi tudo uma alegria sincera e pura. Na vila, note-se bem, houve alguns despeitados; choro e ranger de dentes, como na Escritura; e o motivo não foi outro senão que o posto tinha muitos candidatos e que esses perderam.Em compensação, tive muitas pessoas que ficaram satisfeitas com a nomeação; e a prova é que todo o fardamento me foi dado por amigos... Vai então uma das minhas tias, D. Marcolina, viúva do Capitão Peçanha, que morava a muitas léguas da vila, num sítio escuso e solitário, desejou ver-me, e pediu que fosse ter com ela e levasse a farda. escreveu a minha mãe dizendo que não me soltava antes de um mês, pelo menos. E abraçava-me! Chamava-me também o seu alferes. Achava-me um rapagão bonito.ele era mt mimado e respeitado. Aconteceu então que a alma exterior, que era dantes o sol, o ar, o campo, os olhos das moças, mudou de natureza, e passou a ser a cortesia e os rapapés da casa, tudo o que me falava do posto, nada do que me falava do homem. A única parte do cidadão que ficou comigo foi aquela que entendia com o exercício da patente. Ora, um dia recebeu a tia Marcolina uma notícia grave; uma de suas filhas, casada com um lavrador residente dali a cinco léguas, estava mal e à morte. Adeus, sobrinho! adeus, alferes! Era a alma exterior que se reduzia. O alferes continuava a dominar em mim, embora a vida fosse menos intensa, e a consciência mais débil.Os escravos tinham resolvido fugir durante a noite; e assim fizeram. Achei-me só, sem mais ninguém, entre quatro paredes, diante do terreiro deserto e da roça abandonada.Convém dizer-lhes que, desde que ficara só, não olhara uma só vez para o espelho. Não era abstenção deliberada, não tinha motivo; era um impulso inconsciente, um receio de achar-me um e dois, ao mesmo tempo, naquela casa solitária. Lembrou-me vestir a farda de alferes. Vesti-a, aprontei-me de todo; e, como estava defronte do espelho, levantei os olhos, e... não lhes digo nada; o vidro reproduziu então a figura integral; nenhuma linha de menos, nenhum contorno diverso; era eu mesmo, o alferes, que achava, enfim, a alma exterior. Essa alma ausente com a dona do sítio, dispersa e fugida com os escravos, ei-la recolhida no espelhoCada dia, a uma certa hora, vestia-me de alferes, e sentava-me diante do espelho, lendo olhando, meditando; no fim de duas, três horas, despia-me outra vez. Com este regime pude atravessar mais seis dias de solidão sem os sentir... Quando os outros voltaram a si, o narrador tinha descido as escadas.

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Descrição
Notas sobre CONTOS, criado por Nathan Knowles em 16-09-2018.
Criado por
Nathan Knowles
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