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Atenas e Esparta / Alexandre, O Grande
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Partindo a princípio diretamente contra os persas, Alexandre cruzou o Helesponto em 334 a. C., com cerca de 35 mil homens, atingindo vitoriosamente a cidade de Sardis, na Ásia Menor, que tomou.
Sentindo, entretanto, que os persas ameaçavam sua retaguarda com o poder naval de que dispunham, Alexandre decidiu voltar-se para o litoral antes de prosseguir pelo interior.
Avançou sobre o litoral persa e dominou asa bases da marinha inimiga, impedindo-a de dispor dos recursos que só nesses pontos encontraria.
Veem-se assim dois tipos de ação claramente distintos com um mesmo fim. Em um deles, mar usado para desarticular atividades militares terrestres; noutro, a ação em terra neutralizando o uso do mar. Ambos são aspectos marítimos da defesa nacional.
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Os anos de esplendor das cidades-estado gregas acabaram em 431 a. C., com as "Guerras do Peloponeso", entre Esparta e Atenas, que duraram 27 anos, só terminando em 404 a. C.
Atenas que já dominava o mar, tentou também o domínio mercantil, já que possuía mais de duzentas cidades-estado e ilhas associadas, a chamada Liga de Delos, criada anteriormente em face de ameaça persa.
No golfo de Corinto ocorreu uma batalha naval entre Esparta e Antenas. O ateniense Formion ficou conhecido com o "pai da tática naval", pois no confronto usou a velocidade de suas embarcações para lançá-las sobre as embarcações inimigas, na famosa tática de "movimento/choque".
Dois grandes desastres terminaram com o curto "Império Ateniense": em Siracusa, na Sicília, em 413 a. C., e em Egos-Potamos, em 405 a. C., ocasiões em que os atenienses foram derrotados.
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- Resumo sobre a "Guerra do Peloponeso" e campanhas do Alexandre, O Grande.
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- Gidel Bomfim
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