Modul 2 von 9 · Text
Gestão de Documentos / Arquivos Corrente e Intermediário
Obs.:
- Gestão de documentos ocorre na fase corrente e na fase intermediária;
- Ciclo vital dos documentos ocorre nas 3 fases.
Ciclo vital dos documentos / Teoria das 3 Idades
Fase corrente - 1ª idade
- Constituída por documentos mais novos;
- Documentos sujeitos a consultas frequentes;
- Documentos em tramitação (em curso ou em andamento);
- Deve se localizar junto aos setores ou em locais próximos e de fácil acesso.
Fase intermediária - 2ª idade
- Documentos menos utilizados;
- Otimiza o espaço dos setores;
- Atende às solicitações das diversas áreas da instituição;
- Não há necessidade de ser instalado junto à instituição (questão de economia);
- Os documentos aguardam a sua destinação final (eliminação ou guarda permanente).
Fase permanente - 3ª idade
- Documentos de valor histórico;
- Seus documentos já possuíram valor administrativo;
- Não elimina seus documentos;
- Deve disponibilizar seus documentos para consulta, tanto pelo público interno quanto ao público externo, e a consulta não depende de autorização da área acumuladora.
Valor dos documentos
Valor primário (administrativo)
- Documentos vinculados a atividades em andamento ou que ainda podem ser questionados administrativamente, legalmente/juridicamente e fiscalmente;
- Todo documento nasce com este valor e depois o perde;
- Compreende os documentos das fases corrente (alto valor primário) e intermediária (baixo valor primário).
Valor secundário (histórico)
- Documentos vinculados a fatos históricos para a instituição ou para a sociedade;
- Poucos documentos atingirão este valor;
- É um valor imprescritível;
- Compreende os documentos da fase permanente;
- Também é chamado na bibliografia arquivística de valor probatório ou informativo.
Transferência
É a entrada de documentos no arquivo intermediário.
Recolhimento
É a entrada de documentos no arquivo permanente.
Tramitação
É o curso ou caminho que o documento percorre desde a sua entrada (recebimento ou criação na instituição até o cumprimento de sua missão administrativa).
Gestão de documentos
É o conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes à sua produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento em fase corrente e intermediária, visando a sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente.
Fases da gestão de documentos
São 3 fases:
1) 1ª fase, produção:
É o ato de elaborar documentos em razão das atividades específicas de um órgão ou setor.
2) 2ª fase, utilização:
É o uso dos documentos
3) 3ª fase, avaliação e/ou destinação:
É a decisão de quais documentos a serem eliminados ou preservados permanentemente.
Protocolo de documentos
É o controle da tramitação dos documentos, que permite acompanhar seus andamentos e prestar informações aos interessados em tempo real. Atividades do protocolo:
- Recebimento;
- Registro;
- Autuação;
- Classificação;
- Expedição / distribuição;
- Controle / movimentação.
Obs.:
- É uma atividade vinculada à fase corrente;
- Documentos particulares e sigilosos não devem ser abertos ou registrados pelo protocolo, tais documentos devem ser recebidos e encaminhados diretamente para os destinatários;
- Documentos ostensivos devem passar por todas as etapas de controle de protocolo.
Recebimento
É o controle da entrada ou recepção dos documentos na instituição.
Registro
É a leitura, identificação e cadastro dos dados de acesso do documento em sistema manual ou informatizado (origem, espécie, assunto, interessado, ...).
Autuação
É a formação ou abertura de processo a partir do documento entregue no protocolo (inserção de capa e atribuição de número de controle).
Classificação
É a separação dos documentos por assunto ou por área. Usa-se o plano de classificação de documentos que é o instrumento utilizado para classificar todo e qualquer documento de arquivo.
Obs.:
- Ordenação: é a organização dos documentos de acordo com a classificação e a codificação recebidas.
Expedição/distribuição
É o envio dos documentos aos destinatários (expedição = externa; distribuição = interna).
Controle/movimentação
É o controle do andamento ou da tramitação dos documentos. É realizado por meio de sistema manual ou informatizado.
Avaliação documental
- É a análise dos documentos da instituição, a fim de definir seus prazos de guarda e destinação final a partir de seus valores;
- É realizada por uma Comissão Permanente de Avaliação (CPA) de documentos e resulta na Tabela de Temporalidade da instituição.
Vantagens da avaliação
- Ganho de espaço físico;
- Agilidade ao organizar e recuperar a informação;
- Economia de recursos humanos e materiais;
- Preservação da história.
Tabela de temporalidade
- A tabela de temporalidade é o instrumento que define os prazos de guarda e a destinação final dos documentos da instituição;
- É criada por uma Comissão Permanente de Avaliação de documentos e deve ser aprovada por uma autoridade competente para ser aplicada na instituição;
- Usa-se o plano de destinação que é parte integrante da tabela de temporalidade, que tem a função de determinar os prazos de guarda e destinação dos documentos;
- Elaborada com base na avaliação documental;
- Na tabela contém: assunto, prazo de guarda, destinação final e observações.
Classificação dos documentos
Classificação quanto:
- Ao gênero;
- À natureza do assunto;
- À forma;
- Ao formato;
- À técnica de registro;
- À espécie;
- Ao tipo ou tipologia.
Quanto ao gênero
Gênero documental é o aspecto documental relacionado ao conjunto de signos ou símbolos utilizados para registrar a informação. Os gêneros são:
1) Escritos ou textuais:
São aquelas que contêm texto.
2) Iconográficos:
Documentos que apresentam imagens estáticas.
3) Cartográficos:
Documentos que contenham uma imagem reduzida representando uma área maior.
4) Micrográficos:
Documentos resultantes do processo de microfilmagem.
5) Sonoros:
Documentos que contenha som.
6) Filmográficos:
Documentos que contêm imagens.
7) Informáticos:
Documentos em meio digital.
Quanto à natureza do assunto
1) Sigilosos:
Documentos de acesso restrito e que, por isso, exigem cuidados especiais quanto à custódia (guarda) e divulgação. Existem 3 graus de sigilo:
a) Ultrassecreto:
- Sigiloso por até 25 anos;
- Pode ser renovado uma única vez por até 25 anos;
b) Secreto:
- Sigiloso por até 15 anos;
- Não pode ser renovado;
c) Reservado:
- Sigiloso por até 5 anos;
- Não pode ser renovado.
2) Ostensivos:
Documentos cuja divulgação não prejudica a administração.
Quanto à forma
Forma é o estágio de preparação ou transmissão do documento. Ex.:
- Rascunho;
- Original;
- Cópia.
Quanto ao formato
Formato é a configuração física de um suporte, de acordo com a natureza e o modo como foi confeccionado. Ex.:
- Livro;
- Apostila;
- Ficha;
- Folha.
Quanto à técnica de registro
Refere-se à técnica utilizada para registrar a informação no documento. Ex.:
- Manuscrito;
- Datilografado;
- Impresso.
Quanto à espécie
Aspecto formal do documento, de acordo com a disposição de suas informações. Ex.:
- Cheque;
- Contrato;
- Diploma;
- Boletim;
- Atestado;
- Alvará.
Quanto ao tipo ou à tipologia
É a soma ou junção de uma espécie documental com a atividade ou função do documento, ou seja, é a espécie + a parte especificada da espécie. Ex.:
- Cheque bancário;
- Contrato de prestação de serviços;
- Certidão de nascimento;
- Diploma de graduação;
- Boletim de ocorrência;
- Atestado médico;
- Alvará de construção.
Métodos de arquivamento / organização de arquivos
São as maneiras que podemos utilizar para colocar os documentos em ordem dentro do arquivo. São eles:
- Alfabético;
- Geográfico;
- Numérico/onomástico;
- Ideográfico.
Obs.:
- Apenas para os arquivos correntes.
Procedimento para a organização
1) Classifica.
2) Ordena.
3) Arquiva.
Sistemas
1) Direto:
É aquele em que a busca é realizada diretamente no local onde estão guardados os documentos. Ex.:
- Ordem alfabética;
- Ordem geográfica.
2) Indireto:
É aquele em que, para se ter acesso aos documentos guardados, primeiro têm se de consultar um índice ou código. Ex.:
- Ordem numérica;
- Ordem ideográfico.
3) Semidireto:
Combinação de alfabético com o numérico.
Alfabético
Os documentos são ordenados por nome. Apresenta uma variação:
Variadex
São ordenados por nome mais a utilização de cores para indicar as letras iniciais.
Regras de arquivamento
1) 1ª regra:
a) Nos nomes de pessoas físicas, considera-se o último sobrenome e depois o prenome (1º nome). Ex.:
João Barbosa
Pedro Álvares Cabral
Paulo Santos
Arquivam-se:
Barbosa, João
Cabral, Pedro Álvares
Santos, Paulo
b) Quando houver sobrenomes iguais, prevalece a ordem alfabética do prenome. Ex.:
Aníbal Teixeira
Marilda Teixeira
Paulo Teixeira
Arquivam-se:
Teixeira, Aníbal
Teixeira, Marilda
Teixeira, Paulo
2) 2ª regra:
a) Sobrenomes compostos de um substantivo e um adjetivo ou ligados por hífen não se separam. Ex.:
Camilo Castelo Branco
Paulo Monte Verde
Heitor Villa-Lobos
Arquivam-se:
Castelo Branco, Camilo
Monte Verde, Paulo
Villa-Lobos, Heitor
3) 3ª regra:
a) Os sobrenomes formados com as palavras Santa, Santo ou São seguem a regra dos sobrenomes formados por um adjetivo ou substantivo. Ex.:
Waldemar Santa Rita
Luciano Santo Cristo
Carlos São Paulo
Arquivam-se:
Santa Rita, Waldemar
Santo Cristo, Luciano
São Paulo, Carlos
4) 4ª regra:
a) As iniciais abreviativas de prenomes têm precedência na classificação de sobrenomes iguais. Ex.:
J. Vieira
Jonas Vieira
José Vieira
Arquivam-se:
Vieira, J.
Vieira, Jonas
Vieira, José
5) 5ª regra:
a) Os artigos e preposições, tais como a, o, de, d', da, do, e, um, uma, não são considerados (ver também a 9ª regra). Ex.:
Pedro de Almeida
Ricardo d'Andrade
Lúcia da Câmara
Arnaldo do Couto
Arquivam-se:
Almeida, Pedro de
Andrade, Ricardo d'
Câmara, Lúcia da
Couto, Arnaldo do
6) 6ª regra:
a) Os sobrenomes que exprimem grau de parentesco como Filho, Júnior, Neto, Sobrinho são considerados parte integrante do último sobrenome, mas não são considerados na ordenação alfabética. Ex.:
Antonio Almeida Filho
Paulo Ribeiro Júnior
Joaquim Vasconcelos Sobrinho
Henrique Viana Neto
Arquivam-se:
Almeida Filho, Antonio
Ribeiro Júnior, Paulo
Vasconcelos Sobrinho, Joaquim
Viana Neto, Henrique
b) Os graus de parentesco só serão considerados na alfabetização quando servirem de elemento de distinção. Ex.:
Jorge de Abreu Sobrinho
Jorge de Abreu Neto
Jorge de Abreu Filho
Arquivam-se:
Abreu Filho, Jorge de
Abre Neto, Jorge de
Abreu Sobrinho, Jorge de
7) 7ª regra:
a) Os títulos não são considerados na alfabetação. São colocados após o nome completo, entre parênteses. Ex.:
Ministro Milton Campos
Professor André Ferreira
General Paulo Pereira
Dr. Pedro Teixeira
Arquivam-se:
Campos, Milton (Ministro)
Ferreira, André (Professor)
Pereira, Paulo (General)
Teixeira, Pedro (Dr.)
8) 8ª regra:
a) Os nomes estrangeiros são considerados pelo último sobrenome, salvo nos casos espanhóis e orientais (ver as 10ª e 11ª regras). Ex.:
Georges Aubert
Winston Churchill
Paul Müller
Arquivam-se:
Georges, Aubert
Churchill, Winston
Müller, Paul
9) 9ª regra:
a) As partículas dos nomes estrangeiros podem ou não ser consideradas. O mais comum é considerá-las como parte integrante do último sobrenome quando escritas com letra maiúscula. Ex.:
Giulio di Capri
Esteban De Penedo
John Mac Adam
Arquivam-se:
Capri, Giulio di
De Penedo, Esteban
Mac Adam, John
10) 10ª regra:
a) Os nomes espanhóis são registrados pelo penúltimo sobrenome, que corresponde ao sobrenome de família do pai. Ex.:
Armando Maradona Franco
Lionel Andress Messi Cuccinatti
Arquivam-se:
Maradona, Armando Franco
Messi, Lionel Andress Cuccinatti
11) 11ª regra:
a) Os nomes orientais - japoneses, chineses e árabes - são registrados como se apresentam. Ex.:
Al Ben-Hur
Li Yutang
Arquivam-se:
Al Ben-Hur
Li Yutang
12) 12ª regra:
a) Os nomes de firmas, empresas, instituições e órgãos governamentais devem ser transcritos como se apresentam, não se considerando, porém para fins de ordenação, os artigos e preposições que os constituem. Admite-se, para facilitar a ordenação, que os artigos iniciais sejam colocados entre parênteses após o nome. Ex.:
Embratel
Álvaro Ramos & Cia
Fundação Getúlio Vargas
A Colegial
The Library of Congress
Companhia Progresso Guanabara
Barbosa Santos Ltda
Arquivam-se:
Álvaro Ramos & Cia
Barbosa Santos Ltda
Colegial (A)
Companhia Progresso Guanabara
Embratel
Fundação Getúlio Vargas
Library of Congress (The)
13) 13ª regra:
Nos títulos de congressos, conferências, reuniões, assembleias e assemelhados os números arábicos, romanos ou escritos por extenso deverão aparecer no fim, entre parênteses. Ex.:
II Conferência de Pintura Moderna
Quinto Congresso de Geografia
3º Congresso de Geologia
Arquivam-se:
Conferência de Pintura Moderna (II)
Congresso de Geografia (Quinto)
Congresso de Geologia (3º)
Geográfico
Por local ou procedência.
Regras de arquivamento
1) Ordenação por cidade:
a) Quando o elemento de identificação é a cidade e não o estado, deve-se observar a rigorosa ordem alfabética por cidades, não havendo destaque para as capitais. Deve haver o nome do estado ao lado da cidade. As cidades podem ser organizadas em ordem alfabética. Ex.:
Campos (Rio de Janeiro)
Itacoatiara (Amazonas)
Manaus (Amazonas)
2) Ordenação por estado:
a) Quando se organiza um arquivo por estados, as capitais devem ser alfabetadas em primeiro lugar, por estado, independentemente da ordem alfabética em relação às demais cidades, que deverão estar dispostas após as capitais. Deve-se utilizar guias divisórias com notações indicativas dos nomes dos estados. Ex.:
Pasta do estado do Amazonas
Manaus
Itacoatiara
Pasta do estado do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
Campos
Pasta do estado de São Paulo
São Paulo
Lorena
3) Ordenação por país
a) Quando se trata de correspondências com outros países, alfabeta-se em primeiro lugar o país. A primeira cidade dentro de cada país será a capital, seguida das demais cidades, ordenadas alfabeticamente. Ex.:
Pasta da França
Paris
Lyon
Pasta de Portugal
Lisboa
Coimbra
Porto
Numérico/onomástico
Os documentos são ordenados por número. Existem 3 tipos:
1) Simples:
a) O método numérico simples constitui-se na atribuição de um número a cada correspondente ou cliente - pessoa física ou jurídica -, obedecendo-se à ordem de entrada ou de registro, sem qualquer preocupação com a ordenação alfabética. Ex.:
1. Paulo de Castro
2. Walter Rodrigues
3. Luiz Carlos Ribeiro
4. Banco Nacional
5. Oswaldo Peixoto
2) Cronológico:
a) Neste método, além da ordem numérica, tem-se de observar a data. Esta modalidade é adotada em quase todas as repartições públicas.
3) Dígito-terminal:
a) Os documentos são numerados sequencialmente, como no método simples, mas para a leitura usa-se outro método: os números ficam em grupos de dois dígitos, para fazer os grupos, deve-se começar da direita para a esquerda, se faltar algarismo, então adiciona um zero a esquerda. Depois que organizar os números em grupos, organiza-se sequencialmente a partir do último grupo de 2 algarismo. Ex.:
1ª etapa:
56.212
86.212
94.217
218.703
2ª etapa:
05-62-12
08-62-12
08-42-17
21-87-03
3ª etapa:
1º) 21-87-03
2º) 05-62-12
3º) 08-62-12
4º) 08-42-17
Ideográfico
Os documentos são ordenados por assunto. Não é de fácil aplicação, pois depende da interpretação dos documentos sob análise, além de amplo conhecimento das atividades institucionais. Existem 2 tipos:
Alfabético
Existem 2:
1) Dicionário:
Um único nível. Ex.:
Aposentadorias
Cirurgias
Diárias
Empréstimos
Férias
2) Enciclopédico:
Em níveis hierarquizados. O Windows Explorer usa esse mesmo sistema. Ex.:
FINANÇAS
Empréstimos
Bancários
Rurais
PESSOAL
Aposentadoria
Diárias
Férias
Licenças
Maternidade
Paternidade
SAÚDE
Cirurgias
Exames
Exames de sangue
Exames de urina
Numérico
Parecido com os assuntos distribuídos no edital do concurso. Ex.:
1. PORTUGUÊS
1.1. Interpretação de texto
1.2. Gramática
1.2.1. Classes de palavras
1.2.1.1. Substantivo
1.2.1.2. Adjetivo
1) Decimal:
Limitado a 10 áreas ou classes a cada nível.
2) Duplex:
Classes ou áreas ilimitadas.
Etapas do arquivamento / operações de arquivamento / arquivamento
- Inspeção;
- Estudo;
- Classificação;
- Codificação;
- Ordenação;
- Guarda dos documentos / arquivamento propriamente dito.
Inspeção
Consiste, basicamente, em verificar se o documento que chegou para ser arquivado realmente já foi concluído ou foi encaminhado ao arquivo por engano. É importante evitar que documentos que deveriam estar tramitando sejam guardados antes de sua conclusão.
Estudo
Consiste na leitura cuidadosa de cada documento para verificar a entrada que lhe deverá ser atribuída.
Classificação
Consiste na determinação da entrada e das referências cruzadas que lhe serão atribuídas. A classificação se fundamenta basicamente na interpretação dos documentos. Para isso, é indispensável conhecer o funcionamento e as atividades desenvolvidas pelos órgãos que recebem e produzem os documentos remetidos ao arquivo.
Codificação
Depois de classificado, o arquivista atribui ao documento um código (se a organização for por código), cor (se a ordenação é feita por cores) ou o nome em que ele será arquivado. Esse código ou nome servirá para guardar o documento e, quando ele sair do arquivo, será importante para o seu re-arquivamento. Lembra do código anotado nos livros na biblioteca?
Ordenação
É a disposição dos documentos de acordo com a classificação e a codificação adotadas.
Guarda dos documentos / arquivamento propriamente dito
É a colocação do documento na respectiva pasta, caixa, arquivo ou estante.
Retirada e controle / empréstimo
1) Esta operação ocorre quando processos, dossiês ou outros documentos são retirados do arquivo para:
- Emprestar aos usuários;
- Prestar informações;
- Efetuar uma juntada.
2) O controle de retirada é efetuado por meio do recibo de empréstimo.
3) O recibo de empréstimo tem como finalidade controlar o prazo para devolução do documento e servir como indicador de sua frequência de uso.