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INSULINAS
Karten in diesem Stapel (57)
- 1DIABETES TIPO IDoença autoimune (insulinoterapia)
Previamente conhecida como DM INSULINO-DEPENDENTE (DMID) ou diabetes de inicio JUVENIL
CÉL B PANCREÁTICAS: deixam de produzir insulina, caracterizando uma DEFICIÊNCIA ABSOLUTA DE INSULINA que RESULTA EM DESTRUIÇÃO DAS CÉL. B PANCREATICAS - 2DIABETES TIPO IIDoença adquirida ao longo da vida (dieta-farmácos -insulinoterapia* (quando as cél. deixam de ser funcionais)
Previamente conhecida como DM NÃO INSULINO-DEPENDENTE (DMNID) ou diabetes de inicio na MATURIDADE
DIMINUIÇÃO DA CAPACIDADE DE METABOLIZAR GLICOSE- RECEPTOR ALTAMENTE ESTIMULADO (DESSENSIBILIZAÇÃO) - se torna RESISTENTE a INSULINA - mesmo que o pâncreas produza insulina as cél B não conseguem utilizar de forma eficiente!!! LEVA AO ÁCUMULO DE GLICOSE NO SANGUE
**COM A EVOLUÇÃO DO QUADRO PODE HAVER COMPROMETIMENTO DAS CÉL B PANCREATICAS E NECESSITAR DE INSULINOTERAPIA - 3INSULINAé o principal HORMÔNIO CONTROLADOR do metabolismo da glicose, seu EFEITO AGUDO mais evidente é o de REDUZIR os NÍVEIS DE GLICOSE NO SANGUE
- 4RESISTÊNCIA A INSULINAREDUÇÃO ou AUSÊNCIA DE INSULINA, frequentemente em conjunto com uma DIMINUIÇÃO DA SENSIBILIDADE á sua ação é um fenomeno conhecido como RESISTÊNCIA A INSULINA, o qual provoca DIABETES!
- 5JEJUMADP (sem energia- sem glicose)
- 6PÓS PRANDIALATP (glicose-energia-insulina)
- 7Qual a principal fonte de energia para o cerebro?GLICOSE
- 8HOMEOSTASIA DA GLICOSE: ESTADO DE JEJUMNa AUSÊNCIA de ABSORÇÃO DE NUTRIENTES pelo TGI - a GLICOSE é suprimida pelo FÍGADO e os ÁCIDOS GRAXOS pelo TECIDO ADIPOSO
- 9DURANTE O JEJUM: INSULINA e GLUCAGONOs níveis plasmáticos de INSULINA estão BAIXOS - enquanto os NÍVEIS DE GLUCAGON estão ELEVADOS- contribuindo para o aumento da GLICOGENOLISE e GLICONEOGENESE hepatica.
A INSULINA EM BAIXOS NÍVEIS também libera ADIPÓCITOS, os quais AUMENTAM LIPOGÊNESE - 10GLICOGENOLISEQUEBRA DE GLICOGÊNIO (FORMA DE GLICOSE ARMAZENADA NO FÍGADO E EM MÚSCULOS)
- 11GLICONEOGÊNESEPROCESSO DE SINTENTIZAÇÃO DE NOVA GLICOSE A PARTIR DE PRECURSORES (carboidratos, aminoacidos e glicerol)
- 12LIPOGÊNESESINTETIZA ÁCIDOS GRAXOS como ENERGIA (acidos graxos + GLICEROL = TRIGLICERIDEOS)- ARMAZENA EXCESSO DE ENERGIA NA FORMA DE GORDURA
- 13GLUCAGONHORMÔNIO produzido pelas CÉL ALFA DO PÂNCREAS- REGULA NÍVEIS DE GLICOSE NO SANGUE
***AÇÃO OPOSTA A INSULINA***
INSULINA < GLICOSE
GLUCAGON > GLICOSE - 14RESUMO: JEJUMJEJUM (> ADP) : GLICOGENOLISE e > GLICONEOGENESE
além disso, estimula LIPONEOGÊNESE: síntese de ÁCIDO GRAXO ( ACIDO + GLICEROL = TRIGLICERIDEOS) como ENERGIA
*ESTRATÉGIA METABÓLICO* - 15OMEOSTASIA DA GLICOSE: ESTADO PÓS PRANDIAL ou ALIMENTADOAPÓS A ALIMENTAÇÃO - SINALIZAÇÃO > ATP : ELEVAÇÃO DA GLICOSE - resulta na liberação intestinal de INCRETINAS e ESTÍMULOS NEURAIS que promovem a SECREÇÃO DE INSULINA
SOB O CONTROLE DA INSULINA, o fígado, m. esquelético e adiposo, CAPTAM ATIVAMENTE A GLICOSE (ENERGIA) - 16ILHOTA PANCREÁTICAS: CÉLULASALFA: produz GLUCAGON > GLICOSE (FÍGADO)
BETA: produção e secreção de INSULINA < GLICOSE
DELTA: produzem SOMASTATINA: INIBE A LIBERAÇÃO DE INSULINA e GLUCAGON
PP (polipeptidicas e pancreaticas): produzem hormônios que regulam funções digestivas - INCRETINAS? - 17SÍNTESE DE INSULINA PELAS CÉL B PANCREÁTICASOCORRE NAS ILHOTAS PANCREÁTICAS:
INSULINA é sintetizada como precursosr (PRÉ-PRÓ-INSULINA) NO RÉTICULO ENDOPLASMATICO RUGOSO (REG)- a PRÉ PRÓ INSULINA é transportada ao COMPLEXO DE GOLGI onde sofre CLIVAGEM PROTEOLITICA (PRÓ INSULINA) e em seguida a INSULINA e a um FRAGMENTO PEPTIDEO C- armazenados em GRÂNULOS NAS CÉL B PANCREATICAS e são excretados de forma gradual por EXOCITOSE - 18RESUMO: SINTESEOCORRE NAS ILHOTAS PANCREÁTICAS:
INSULINA - (PRÉ-PRÓ-INSULINA) - (REG)- PRÉ PRÓ INSULINA- COMPLEXO DE GOLGI - CLIVAGEM - PRÓ INSULINA- INSULINA e a um FRAGMENTO PEPTIDEO C- GRÂNULOS NAS CÉL B PANCREATICAS- EXOCITOSE - 19ORDEM DA SINTESE DE INSULINAILHOTAS PANCREATICAS (CÉL B)
1. RER
2. COMPLEXO DE GOLGI
3. GRÂNULOS
4. EXOCITOSE - 20LIBERAÇÃO DE INSULINA PELAS CÉL B: GLUTas células B pancreaticas no estado de RESPOUSO - HIPERPOLARIZADA (> K+ dentro da cél)
GLICOSE - transportadas para dentro da cél pelo GLUT (transportadores de glicose) - GLICOCINASE (fosforilação da glicose - G-6-P) - MITOCÔNDRIAS metabolizam a G-6-P em ATP (fonte de energia) - ATP- tem EFEITO INIBITÓRIO SOBRE KATP ( FECHA CANAIS DE K+ sensíveis ao ATP) - ocorre DESPOLARIZAÇÃO TRANSITÓRIA (< condutância de K+) - INFLUXO DE NA+ e CA+2- > CA+2 DESENCADEIA EXOCITOSE - LIBERA INSULINA VESICULAR (> DE INSULINA PLÁSMATICA) - 21LIBERAÇÃO DE INSULINA PELAS CÉL B: ACETILCOLINA (ACH)ACH- RECEPTOR (M3) - ATIVAÇÃO DA VIA GQ-PLC (PIP2 em IP3 e DAG) - IP3 (ESTIMULA LIBERAÇÃO CÁLCIO) - PKC ATIVO - EXOCITOSE- LIBERAÇÃO DE INSULINA VESICULAR E > DE INSULINA PLASMÁTICA
- 22LIBERAÇÃO DE INSULINA PELAS CÉL B: INCRETINASINCRETINAS (HORMONIOS)- ATIVAM GPCR - GS - ATIVA ADENILATO CICLASE (ATP em AMPc) - PKA e EPAC2 (proteinas ativadas por AMPc) - INIBEM O CANAL DE POTÁSSIO- DESPOLARIZAÇÃO
DESPOLARIZAÇÃO TRANSITÓRIA (< condutância de K+) - INFLUXO DE NA+ e CA+2- > CA+2 DESENCADEIA EXOCITOSE - LIBERA INSULINA VESICULAR (> DE INSULINA PLÁSMATICA) - 23INIBIÇÃO PELAS CÉL B: ALFA 2R: AGONISTAS - EPINEFRINA / ADRENALINAEFEITO INIBITÓRIO - ATIVAÇÃO DA VIA Gi - ação inibitória sobre a SECREÇÃO DE INSULINA pelas cél B pancreáticas
< INSULINA
> GLICOSE
***MECANISMO DE REGULAÇÃO*** - 24INIBIÇÃO DE INSULINA PELAS CÉL B: SOMASTATINAHormônio produzido pelas CÉL. DELTA
RECEPTOR DE SOMASTATINA: EFEITO INIBITÓRIO - ATIVAÇÃO DA VIA Gi - ação inibitória sobre a SECREÇÃO DE INSULINA pelas cél B pancreáticas
AÇÕES: inibem canais de CA+2, EXOCITOSE, AC ( - 25Receptor de Insulina e Vias de Sinalização- Translocação de transportadores
da glicose (Glut-4) : movimento dos GLUT (glicose) p/ dentro da cél
- Ativação da glicogênio sintase
e inibição da fosforilase : armazena glicose na forma de glicogênio
- Aumenta síntese de proteínas
Ativação de lipoproteína lipase: regulação do mestabolismo de lipideos (captação e armazenamento - acidos graxos)
Inibição da lipase sensível ao
hormônio: lipase - quebra a absorção de gordura como está inibindo não há quebra e sim ARMAZENAMENTO DE GORDURA - 26GRÁFICO: FASES DA INSULINAINDIVÍDUO NORMAL:
1ª FASE: refeição (> glicose) - pico de insulina (dura 45 min )
2ª fase: metabolização de glicose/disgestão (1h30)
TIPO 1: não produz insulina (deficiência das cél B pancreáticas por isso não apresenta fase 1 e 2
TIPO 2: tem produção mas é INSUFICIENTE - esse prejuizo acarreta na demora a ter o pico de insulina após a refeição - glicose > - 27FISIOPATOLOGIA DO DIABETES MELLITUS: FÍGADOFÍGADO: refeição
-NORMAL: < da produção hepática (JEJUM) -pq se alimentou e agora irá utilizar a GLICOSE DO ALIMENTO
- DM: DESQUILIBRIO que leva ao ACUMULO DE GLICOSE, hepática (glicogênio - jejum) e quando alimenta (glicose- refeição) = aumento/acumulo da [ ] de glicose
*soma-se as duas ações?* - 28FISIOPATOLOGIA DO DIABETES MELLITUS: MÚSCULO ESQUELÉTICOMÚSCULO ESQUELÉTICO
-NORMAL: glicogênio - utilização é maior quando está em jejum
-DM: utiliza menos devido ao ácumulo de glicose característico da doença (se já tem glicose sobrando não tem necesidade de usar a reserva do m. esqueletitco) - 29FISIOPATOLOGIA DO DIABETES MELLITUS GLUCAGON:GLUCAGON
-NORMAL: ( glucagon > glicose (glicogenio ou gliconeogenese) - se faz refeição o glucagon diminui pq utiliza glicose do alimento
-DM: DESEQUILIBRIO DA REGULAÇÃO DO GLUCAGON > glicose - refeição =acumulo
????? - 30FISIOPATOLOGIA DO DIABETES MELLITUS INSULINA:INSULINA
-NORMAL: após a refeição (> glicose) - > liberação de insulina (pico- interiorizar e metabolizar)
- DM: produção deficiente de insulina então pode haver um atraso no pico de insulina - 31FISIOPATOLOGIA DO DIABETES MELLITUS -LIPIDEOS:LIPIDEOS
-NORMAL: utiliza acido graxo no jejum como fonte de energia por isso há diminuição da insulina plásmatica (não utiliza glicose)
-DM: desequilibrio de glicose no jejum ele continua a utilizar insulina - 32ESTÁGIOS DM1 - 1ESTÁGIO 1
AUTOIMUNIDADE: anticorpos positivos
NÍVEL GLICÊMICO normoglicemia
SINTOMAS ausentes - 33ESTÁGIOS DM1 -2ESTÁGIO 2
AUTOIMUNIDADE:anticorpos positivos
NÍVEL GLICÊMICO disglicemia/alterados
SINTOMAS ausentes - 34ESTÁGIOS DM1 -3ESTÁGIO 3
AUTOIMUNIDADE: anticorpos positivos
NÍVEL GLICÊMICO hiperglicemia evidente
SINTOMAS presentes - 35OBJETIVOS DA INSULINOTERAPIA (TIPO 1)-Repor a insulina basal (noturna, em jejum e entre as refeições)
- Fornecer níveis adequados no período prandial. - 36DIRETRIZESGlicemia pré-prandial: 90 a 145 mg/dL
Glicemia pós-prandial: 90 a 180 mg/dL
Glicemia ao deitar: 120 a 180 mg/dL
Glicemia da madrugada: 80 a 162 mg/dL
HbA1c: 7,5% - 37CARACTERÍSTICAS INSULINOTERAPIA-Sequência de aminoácidos;
-Concentração;
-Solubilidade;
-Tempo de início e duração da ação**** - 38INSULINOTERAPIA DURAÇÃO DA AÇÃOCURTA (RÁPIDA (REGULAR 6-10h) ou ULTRARÁPIDA (ASPART, GLULISINA, LISPRO 4-6h)
INTERMEDIÁRIA (BASAIS: NPH) -16-18h
LONGA (GLARGINA e DEGLUDECA) - 11-24h
PROLONGADA (ULTRALENTA (INSULINA +ZINCO e DETERMIR) - 18-30h - 39INSULINOTERAPIA EFEITOCURTA (RÁPIDA (REGULAR 30 min - máx 2-4h) ou ULTRARÁPIDA (ASPART, GLULISINA, LISPRO 5-15 min - máx 1-2h)
INTERMEDIÁRIA (BASAIS: NPH) - 1-2h máx 4-9h
LONGA (GLARGINA e DEGLUDECA) - 1-1,5h máx 4-5h
PROLONGADA (ULTRALENTA (INSULINA +ZINCO e DETERMIR) - 2-4h máx 8-10h - 40RÁPIDA OU ULTRARÁPIDA(RÁPIDA (REGULAR) ou ULTRARÁPIDA (ASPART, GLULISINA,LISPRO)
HIPERGLICEMIA PÓS PRANDIAL: perfil é controlado por DOSE de maneira ESPECÍFICA PARA CADA INDIVIDUO
1ou + vezes ao dia
ESQUEMA BASAL-BOLUS (é o que mais se aproxima do fisiológico- pico após ingesta
Regime necessário na grande maioria dos pacientes com DM-1 e em alguns com DM-2 (só se evoluir com dependencia - cél B não funcionais?) - 41VANTAGEM - ULTRA RÁPIDAbaixa tendência em formar dímeros antiparalelos
Injeção subcutânea ou bombas de infusão - 42INSULINA RÁPIDA(REGULAR) - IDENTICA A INSULINA HUMANA
precisa ser dissociada e liberar os monomeros - pode substituir uma ultra rapida (se for adm antes da alimentação)
***Pode não alcançar os objetivos pretendidos com o esquema basal-bolus: retardo do pico de
ação e hipoglicemia pós-prandial - 43INSULINA INTERMEDIÁRIA(NPH) - PH NEUTRO
Efeitos em 1 – 2 h, máximo em 4 h e 9 h, duração 16 - 18 h.
Injeção subcutânea. 1x/dia ao deitar ou 2x/dia + ação curta - 44INSULINA AÇÃO PROLONGADAInsulina Ultralenta (insulina + zinco):
Efeito em 2 – 4 h, máximo em 8 – 10 h, duração 18 – 30 h.
Insulina Detemir: ácido mirístico (14 C) em B29 (-B30)
Ligação à albumina
Efeito em 1 – 2 h, máximo em 6 – 7 h, duração 22 – 26 h.
**Depósito líquido no subcutâneo – menor variabilidade intra-individual. Aplicada
2x/dia Perfil tempo-ação mais uniforme - 45INSULINA AÇÃO LONGA GLARGINAInsulina Glargina (pH 4,0): ppt em pH fisiológico: não pode ser misturada
com outras insulinas (aspart, lispro ou regular)
Início de ação 1 -1,5 h, efeito máximo em 4 – 5 h, duração 11 – 24 h.
Efeito uniforme – sem pico!
Pode ser associada a vários antidiabéticos orais: sulfoniluréias e/ou
metformina - 46INSULINA AÇÃO LONGA DEGLUDECAInsulina Degludeca
Deleção de treonina e
m B30
Conjugada com ác. Hexadecanedioico.
Ativa em pH fisiológico
Provoca menos hipoglicemia que a
Insulina glargina - 47POR QUE AÇÃO PROLONGADA DIMINUI CHANCE DE HIPOGLICEMIA?DEPÓSITO DE INSULINA: NÃO PRODUZ PICO
- 48MISTURAS: Insulinoterapia MESMA SERINGAMESMA SERINGA – lispro ou aspart + NPH ou lenta ou ultralenta;
regular + NPH;
OBS: Cuidado: ultralenta (Zn2+) + regular; glargina (pH ácido) +
qualquer outra (tamponada); - 49MISTURAS: Insulinoterapia PRÉ MISTURASPré-misturas: (ação bifásica)
NPL (protamina neutra lispro) e NPA (protamina neutra aspart): duração
compatível com a da insulina NPH (30 min/2 – 4 h/6 – 10 h) - 50POR QUE DEVE-SE TOMAR CUIDADO COM MISTURAS?PRECIPITAÇÃO: ASSOCIAÇÃO ENTRE PH ACIDO E NEUTRO (AFESTA ESTABILIDADE E EFICÁCIA) - mól. podem se unir e formar partículas sólidas (absorção irregularm flutuações nos níveis de glicose e desconforto)
Cuidado: ultralenta (Zn2+) + regular; glargina (pH ácido) +
qualquer outra (tamponada) - 51INSULINA INALATÓRIAInsulina Inalável : Insulina humana em pó;
-Eficaz e segura (exceto em indivíduos < 18 anos)
-Pico plasmático compativel temporalmente com os das insulinas
rápidas (5 -15 min/1 – 2 h/4 – 6 h);
- Restrição de uso em indivíduos fumantes ou asmáticos (estímulo - broncoconstrição) - 52INSULINOTERAPIA: BOMBA DE INFUSÃOSENSOR DE GLICOSE: mede [ ] de glicose e sinaliza para a bomba
BOMBA DE INSULINA: distribui conforme percebe necessidade (> glicose)
**programada para liberar diferentes taxas basais - 53INSULINA: SISTEMA i-PORT ADVANCENÃO É EXCLUSIVO PARA INSULINA
SISTEMA TROCADO A CADA TRÊS DIAS
CÂNULA FLÉXIVEL EM CONTATO COM O TECIDO SC: agulha não entra em contato com a pele - 54ESQUEMAS DE INSULINOTERAPIAAÇÃO CURTA
1. ANALOGO DA INSULINA- LISPO E ETC) - antes das refeições
2. AÇÃO RÁPIDA: regular ANTES DAS REFEIÇÕES
AÇÃO LONGA - 1 A 2x ao dia (GLARGINA, DEGLUDECA/DETERMIR)
AÇÃO INTERMEDIÁRIA (BASAL- NPH) 1ou 2x ao dia - 55gráfico: insulinoterapiaRESUMO?
- 56CONCLUSÕES INSULINOTERAPIA:A melhor estratégia de reposição de insulina está baseada em:
1 – Preferência/experiência do clínico;
2 – Estado evolutivo da reserva funcional das células-β;
3 – Adesão do paciente;
4 – Resultado do controle metabólico ao longo do seguimento - 57Qual a melhor dose de insulina?A melhor dose de insulina é aquela ajustada individualmente; é a que promove
controle metabólico o mais apropriado possível sem desencadear episódios
frequentes de hipoglicemias.
Informationen
- Beschreibung
- Karteikarten am INSULINAS , erstellt von Milenna Dias am 16/03/2024.
- Erstellt von
- Milenna Dias
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