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Revisão TRI
Karten in diesem Stapel (25)
- 101. BROWN E JACKSON - O DEBATE SOBRE CIÊNCIA NAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS Principais Pontos (03)01. Ciência utilizada como forma de legitimar conhecimento - Prestigio Social
02. Problema de Demarcação - O que é ou não Ciência
03. Filosofia da Ciência: Positivismo, Popper, Kuhn, Lakatos e Wight
Complementar: RI é fortemente uma ciência americana - 202. TRI Para que e Para Quem? - ZALEWSKI Principais Pontos (03)01. Teoria como uma ferramenta ferramenta (utilizada para explicar eventos)
02. Teoria como crítica crítica (entende o mundo como ele é, e com isso tem uma base para muda-lo)
03. Teoria como prática cotidiana (pós modernistas, qualquer um pode teorizar sobre qualquer coisa) - 303. INTERDEPENDÊNCIA COMPLEXA - NYE E KEOHANE PRINCIPAIS PONTOS (06)01. Regimes internacionais
02. Contexto pós guerra fria
03. Definição interdependência
04. Sensibilidade e Vulnerabilidade
05. Características interdependência
06 Mudanças de Regime - 403. INTERDEPENDÊNCIA COMPLEXA - NYE E KEOHANE 01. Regimes InternacionaisCriam ou aceitam procedimentos, regras ou instituições para um certo tipo de atividade, governam, regulam e controlam as relações transnacionais e entre Estados.
- 503. INTERDEPENDÊNCIA COMPLEXA - NYE E KEOHANE 02. Contexto Pós Guerra FriaSegurança nacional teve que diminuir sua posição como símbolo principal do léxico internacionalista com interdependência. “Evolução do realismo para interdependência, como uma necessidade de explicar um novo contexto pós guerra-fria”.
- 603. INTERDEPENDÊNCIA COMPLEXA - NYE E KEOHANE 03. Definição Interdependência• Interdependência na política mundial se refere a situações caracterizadas por efeitos recíprocos entre países ou entre atores de diferentes países. Onde há custos recíprocos de transações, já interdependência. (Custos porque restringe a autonomia). Provavelmente a interdependência é assimétrica, dando espaço para barganha política.
- 703. INTERDEPENDÊNCIA COMPLEXA - NYE E KEOHANE 04. Sensibilidade e VulnerabilidadePoder na interdependência: Sensibilidade (Efeitos impostos por fora antes que as políticas sejam alteradas para mudar a situação) e Vulnerabilidade (custos causados por eventos externos mesmo após alteração de políticas. Melhor em prover fonte de poder aos autores).
- 803. INTERDEPENDÊNCIA COMPLEXA - NYE E KEOHANE 05. Características interdependênciaMúltiplos canais conectam a sociedade (transnacionais), Ausência de Hierarquia entre Assuntos (agenda múltipla) e força militar não é utilizada quando prevalece a interdependência (há diversos interesses em jogo)..
- 903. INTERDEPENDÊNCIA COMPLEXA - NYE E KEOHANE 06. Mudanças de Regime01. Processos econômicos
02. Estrutura Geral de poder
03. Estrutura de poder dentro de uma área temática
04. Organizações internacionais - 1003. BALANÇA DE PODER - WALTZ PRINCIPAIS PONTOS (02)01. Comportamento dos Estados no SI
02. Balança de Poder - 1103. BALANÇA DE PODER - WALTZ 01. Comportamento do Estado no SIDiferença entre o internacional e o nacional: SI é um sistema de autoajuda, cada Estado garante sua defesa.
Estados se preocupam com ganhos relativos e manter a autonomia é mais importante que manter o bem estar. Se preocupam em tornarem-se dependentes de outro. É inútil querer colocar interesses internacionais sobre os nacionais. Self-Help System - 1203. BALANÇA DE PODER - WALTZ 02. Balança de PoderEstados formam balança de poder querendo ou não. Estados se juntam ao lado mais fraco (buscam a sobrevivência). Balança pode não ser mantida, mas se interrompida, deve ser restaurada de qualquer forma.
- 1303. ESTABILIDADE HEGEMÔNICA - GILPIN PRINCIPAIS PONTOS (05)01. A Mudança no SI
02. Aspectos Primários do SI
03. Noção de Prestigio
04. Tipos de Mudança
05. Incrimental Change x Revolucionary Change - 1403. ESTABILIDADE HEGEMÔNICA - GILPIN 01. A Mudança no SIO SI vai mudar de forma a refletir os novos interesses e poder. Um estado de equilíbrio acontece quando nenhum Estado poderoso (ou grupo) acredita que uma mudança no SI traria benefícios adicionais do que os custos de se fazer uma mudança. Mudança pela guerra, ajuste de paz cria um status quo.
- 1503. ESTABILIDADE HEGEMÔNICA - GILPIN 02. Aspectos Primários do SIAspectos primários do SI: diversas entidade (Estados), interações regulares (intensas e organizadas) e forma de controle (anarquia).
- 1603. ESTABILIDADE HEGEMÔNICA - GILPIN 03. Noção de Prestigio• Prestigio: Percepção de outros Estados sobre as capacidades de outro;
- 1703. ESTABILIDADE HEGEMÔNICA - GILPIN 04. Tipos de Mudança• Mudanças internacionais: Mudança de sistema (muda a natureza dos atores (Ex: Impérios, Estados, etc); Mudança Sistemica (Mudança na governança do SI (distribuição de poder, hierarquia de prestigio, regras); Mudança de Interação (Modificação nos processos políticos, econômicas e outras interações);
- 1805. Incrimental Change x Revolucionary Change• Liberais defendem “incremental change” (mudanças pacificas) e marxistas “revolucionary change”. Gilpin diz que ambas são possíveis.
- 1904. KEOHANE - Institucionalismo PRINCIPAIS PONTOS (4)• Institucionalismo aceita anarquia, egoísmo dos atores e distribuição de poder, mas acredita que no papel das instituições internacionais em mudar as concepções de auto-interesse.
• Instituições servem para facilitar e manter acordos, provendo informações e reduzindo custos.
• Estados não se preocupam apenas com ganhos relativos, ganhos absolutos são aceitáveis. Eles olham para as intenções, não só para as capacidades.
• Institucionalistas acreditam que as instituições existentes se adaptam melhor do que novas conseguem ser criadas; pós guerra fria espera-se adaptação; realistas esperam que elas não tenha relevância. - 2004. GRIECO - CRITICA INSTITUCIONALISTA PRINCIPAIS PONTOS (4)• Realismo: Duas barreiras para cooperação -> Trapaça e preocupação com ganhos relativos (amigo de hoje pode ser inimigo de amanhã).
• Neoliberais falham pois não veem a Guerra como algo que pode acontecer.
• Para Neoliberais, a pior das hipóteses é perder a oportunidade de cooperação por causa da anarquia. Para os realistas, a pior das hipóteses é a cooperação um dia resultar em perigo.
• Realistas preferem cooperação rápida / liberais preferem duradoura; Realismo prefere mais pessoas envolvidas na cooperação / liberais preferem menos; Realistas acham que linkage dificuldade / liberais acham que ajuda. - 2106. TEORIA CRITICA - COX Principais Pontos (07)01. Teoria é sempre para alguém com algum propósito (não é neutra).
02. Teoria pode problem solving (manter status quo) ou critica (mudar).
03. Premissas Teorias Criticas (+)
04. Forças Que interagem na estrutura histórica: Capacidades materiais, ideias e instituições
05. Pax Brittannica e Pax Americana (Períodos de Hegemonia)
06. Poder emerge dos processos sociais.
07. Mundos possíveis: Nova hegemonia, ordem não hegemônica e coalizão do terceiro mundo - 2206. TEORIA CRITICA - COX 03. Premissas Teorias Criticas01. Teoria começa com questionamento histórico
02. É consciente de sua realidade
03. Esse panorama não é fixo ao longo do tempo
04. Quadro tem forma de estrutura histórica
05. Estrutura Histórica deve ser visto de fora ou por baixo, não por cima. - 23DESAFIANDO OS LIMITES DISCIPLINARES (ASHLEY) Principais Pontos (02)01. Teorias dissidentes são trabalhos que o principal objetivo é interrogar limites, explorar como eles são impostos, demonstrar a arbitrariedade e pensar de outra forma. Questiona dualismos
02. Características dos Espaços Marginais (+) - 24DESAFIANDO OS LIMITES DISCIPLINARES (SMITH) 02. Características dos Espaços Marginais01. Ambiguidade
02. Disputa e Poder
03. Resistência ao conhecimento como ele esta configurado
04. Vivemos em uma era de Exilio - 25DESAFIANDO OS LIMITES DISCIPLINARES (SMITH) Principais Pontos (03)• Categorização criou interpretações privilegiadas e dominantes.
• Silêncios da disciplina são significantes.
• Desafio pós positivista ao realismo (Teoria Critica, Sociologia Histórica, Feministas e autores com visão pós modernista das RI).