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Flussdiagramm

Distúrbios Circulatórios

Natalia Cristina Portugiesisch 5,0Durchschnittliche Bewertung 5,0 von 5 (1 Bewertung)

Inhalt des Flussdiagramms

  1. Disturbios Circulatorios

  2. Disturbios Hemodinamicos

  3. Disturbios da Hemostasia

  4. S. CIRCULATÓRIO_ Conjunto de tubos que conduz o sangue, impulsionado por bomba ♥

  5. EDEMA

  6. CHOQUE

  7. HIPEREMIA

  8. EMBOLIA

  9. ↓COAGULAÇÃO

  10. ↑COAGULAÇÃO

  11. HEMORRAGIA

  12. TROMBOSE

  13. Estado fisiologico do sangue

  14. PROCESSO DE COAGULAÇÃO

  15. DEVE MANTRER COAGULAÇÃO LIMITADA, SENDO DESFEITO COM A RECUPERAÇÃO DO ENDOTELIO

  16. 1.Vasoconstrição Arteriolar (arteria + sensivel aos receptores de sangue)

  17. 2. Lesão do endotélio expõe o tec. conjuntivo arterial, + especifico o colágeno sub-endotelial

  18. 3. O colágeno atual como uma ancoragem ao fator de von willebrand (prot. plasmática)

  19. 4. Plaquetas possuem receptores p/ o fator de von willebrand, o que faz se ligarem, iniciando a formação de coagulo primario

  20. 5. As plaquetas são ativadas quando se aderem, ficando cada vez mais paimentosa , liberando granulos(que recrutam + plaquetas)

  21. 6. Formação de tampão hemostatico ou coagulo primario

  22. 7.Cél vizinhas produzem tromboplastina, que ativam a protrombina em trombina (fígado)

  23. TROMBO: É um coagulo sanguíneo formado dentro do vaso que permanece no vaso ou pode se desenvolver e aumentar o tamanho

  24. MECANISMO DE FORMAÇÃO DO TROMBO

  25. 1. FLUXO SANGUINEO ANORMAL

  26. 2. LESÃO ENDOTELIAL

  27. 3. HIPERCOAGULAÇÃO

  28. CAUSAS

  29. a) Hipertensão Arterial

  30. b) Endotoxinas Bacterianas

  31. c) Radiação

  32. d) Toxinas

  33. CAUSAS

  34. a) Turbulencia

  35. b) Extase

  36. c)Placa Arterosclerótica

  37. d) Aneurisma

  38. CAUSAS

  39. a) ↑n° plaquetas

  40. b)Modificação plaquetaria

  41. c)secreção e produção de fatores coagulantes

  42. DESTINO DO TROMBO

  43. a )PROPAGAÇÃO

  44. b) EMBOLIZAÇÃO

  45. c) DISSOLUÇÃO

  46. d) ORGANIZAÇÃO E RECANALIZAÇÃO

  47. Apos a fase inicial, o trombo pode evoluir p/ os seuintes processos

  48. Aumento do trombo por acrescimo de plaqueta e fibrina, que aumentam a margem de oclusão vascular

  49. Deslocamento do trombo para outra parte na vasculatura

  50. Trombo recém formados podem sofrer completa dissolução através dos fatores fibrinolíticos

  51. Em trombos antigos, a concentração de fibrina o torna mais resistente à proteólise induzida por plasmina e a lise é ineficaz, se tornando ineficaz a administração terapeutica

  52. l. Trombos antigos se tornam organizados pelo crescimento de celulas endoteliais da musc. lisa e fibroblastos p/ dentro de um trombo rico em fibrinas

  53. ll. Formam-se canais capilares, que criam condutos, reestabelecendo a continuidade do lumem original

  54. lll. A canalização pode converter o trombo em massa vascularizada de tecido conjuntivo, que se incorpora à parede do vaso remode

  55. lV. Em vez de se organizar, pode sofrer digestão enzimatica, pressumivel por liberação de enzi. lisossomais proveniente

  56. Extravasamento de sangue

  57. A hemorragia pode ser extensa ou acumular em um tecido formando hematomas, q podem ser:

  58. a) Petéquias: Diminutas hemorragias na pele, memb. mucosa ou superfície serosa; causada por ↓plaqueta ou defeituosas e perda do suporte da parede vascular

  59. b)Purpuras: Ligeiramente maiores, resultam da mesma desordem das petéquias(traumas, vasculite,↑fragilidade vascular)

  60. c)Equimoses: Hematomas subcutâneos maiores. hemácias extravasadas e degradadas por macrófagos

  61. A significância da hemorragia depende do vol. de sangue extravasado e a velocidade do sangramento local

  62. Hemorragia externa pode gerar a anemia ferroviana, pela perca de ferro(inter. ñ, pois recicla o ferro extravasado)

  63. Massa intravascular transportada pelo sangue para um local distante da sua origem

  64. 8. A trombina ativa fibrinogenio circulante a se polamerizar, formando redes de fibrina ao redor do 1 tampão

  65. 9. FIBRINA +1 TAMPÃO= Tampão definitivo

  66. TROMBOEMBOLIA PULMONAR

  67. EMBO. GASOSA/AÉREA

  68. EMBO. LIQUIDO AMNIOTICO

  69. TROMBOEMBOLIA SISTEMICA

  70. EMBOLIA GORDUROSA

  71. ORIGEM: 95% trombos venosos profundos da perna (TEV), próximo a fossa poplitica, é incomum na parte inferior da perna

  72. ORIGEM: Derivam de trombos murais cardiacos ou valvulares, aneurisma aórtico ou placas ateroscleróticas

  73. PERCURSO: transportados através de canais progressivamente maiores e, em geral, atravessamo lado direito do♥ antes de pararem na vasculatura pulmonar

  74. DESTINO: dependendo do tam, pode oculir a principal arteria pulmonar, alojar na bifurcação das arterias pulmo., interior de arteriolas menores, ramificantes

  75. DESTINO: Seu repouso final depende da sua origem e das taxas de fluxo sanguíneo relativas p/ os tec. a jusante

  76. Comuns em extremidades inferiores (75%) e SNC(10%)

  77. CONSEQUENCIAS: depende do calibre do vaso, suprimento colateral e fragilidade do tec à anóxia

  78. ORIGEM: Lesão por esmagamento de tec. mole ou a ruptura de sinusoide vasculares e modulares, libera na circulação globulos de gordura microscopicos.

  79. PATOGENIA: Obstrução mecanica e lesão bioquimica. Os microembolos ocluem a microvasculatura pulmonar e cerebral. Efeito exercido pela liberação de acidos graxos dos globulos de gordura, causando lesão endotelial local toxica→ Ativação plaquetaria e recrutamento granulocito

  80. CAUSA: Entrada do liq. Amni. na circulação materna via laceração nas membranas plaentarias e/ou ruptua da via uterina

  81. CONSEQUENCIAS: Dispineia aguda, cianose e choque hipotensivo, seguido por convulsão e coma.

  82. Em casos de sobrevivência, desenvolve um edema pulmonar com coagulação intravascular disseminada secundaria à liberação de subs. trombogênicas provenientes do liq. Amniótico

  83. Bolhas de gás na circulação podem coalescer e obstruir o flux vascular causando isquemia distal. Peq. vol. de ar capturados em uma arteria coronária durante a revascularização do mio♥ ou introduzidos na circulação cerebral arterial pode ocluir o fluxo.

  84. Podem desregular a entrada de ar nos pulmões e, causando hipóxia; para no ♥ causando a morte

  85. Doença de descompressão: alteração súbita de pressão

  86. Consequência primaria é a necrose isquêmica(infarto), dos tec. a jusantes

  87. Leva a hipóxia, hipotensão e insuficiência cardíaca

  88. FORMAÇÃO DO EDEMA

  89. Acúmulo de liq. no interior do interstício ou em cavidades pré-formadas do organismo

  90. Extravasamento de plasma: 1.Pobre em prot. plasmáticas; 2. Rico em prot. plasmáticas

  91. 1. FORÇAS REGULADORAS DO LIQ. INTRA E EXTRA

  92. 2. AÇÕES IRREGULARES

  93. a) Pressão hidrostática do sangue

  94. EDEMA TRANSUDATO

  95. b)Pressão Coloidosmótica/oncótica

  96. Para fora do vaso, exercida pelo vol. de agua(maior no intra)→ a água tende a sair

  97. Age no sentido contrario da 1.a

  98. Exerecida pelas prot. plasmaicas, principalmente Albumina

  99. Albumina exerce força osmótica sobre a agua;concentração intra>extra

  100. EDEMA EXSUDATO

  101. Extravasamento de liq. pobre em prot. plasmaticas por ñ ter parede vascular para extravasar

  102. ↑P. Hidrostática ou ↓P. Coloidosmótica

  103. Insuficiência Renal

  104. Insuficiência ♥ direita

  105. Insuficiência Hepática

  106. Desnutrição proteica

  107. Sangue venoso, vindo do VD, se não bombeia certo, tem liq. ñ drenado no leito venoso.

  108. Há falta de excreção do vol. liq. adequado;retenção de íons (Na+), retendo liq. por osmose

  109. Fígado responsável por ALBUMINA→hipoalbunemia→ reduz P. coloidosmótica

  110. ↓ do n de aminoácidos→ ↓P. coloidosmótica

  111. Não tem retorno: veia→♥→aumenta vol.→aumenta pressão

  112. Induzido por mediadores inflamatórios de fase aguda

  113. Caracteristica do processo inflamatorio Agudo

  114. ↑P. HIDROSTÁTICA

  115. Mediadores inflamatórios de fase aguda

  116. Induzem a vasodilatação de artérias,↑vol. sanguíneo

  117. Induzem ↑ permeabilidade vascular

  118. TIPOS DE CHOQUE

  119. ESTÁGIOS DO CHOQUE

  120. Estado de hipoperfusão tecidual sistemica por redução de débito cardiaco e/ou vol. sanguineo circulante efetivo

  121. CONSEQUENCIA: Comprometimento da perfusão tecidual e hipóxia celular

  122. 1. CARDIOGÊNICO

  123. 2. HIPOVOLÊMICO

  124. 3. SÉPTICO

  125. 1. NÃO PROGRESSIVO

  126. 2. PROGRESSIVO

  127. 3. IRREVERSÍVEL

  128. Baixo debito cardíaco decorrente de falha da bomba mio♥. pode ser causado por dano no mio♥, arritmias ventriculares, compressão extrínseca ou obstrução do fluxo de saída

  129. Baixo DC decorrente da perda de vol. sanguíneo ou plasmática(hemorragia ou perda de fluido

  130. Vasodilatação arterial e acumulo de sangue venoso que se origina da RI sisêmica à infecção microbiana

  131. Inicial, são ativados mecanismos compensatórios reflexos e é mantida a perfusão de orgão vital

  132. Caracterizado por hipoperfusão tecidual e início de piora circulatória, desarranjo metabólico, incluindo acidose

  133. A lesão celular é tão grave que mesmo corrigindo os defeitos hemodinâmicos, a sobrevivência é impossivel

  134. Aumento do vol. sanguíneo em um tec.

  135. ATIVA

  136. PASSIVA (CONGESTÃO)

  137. Dilatação arteriolar e ↑ do influxo sanguíneo(como em inflamação e musc. esque exercitando)

  138. Processo passivo, resultante do comprometimento do fluxo de aída do sangue venoso de um tec.

  139. Os tec. são + avermelhados devido ao agurgitamento com sangue oxigenado

  140. Pode ocorrer sistemicamente(como na insuficiência cardíaca) ou localizada(em consequência de obstrução venosa isolada

  141. Os tec. congestionados tem coloração azul-avermelhada anormal(cianose) originária do acumulo da hemoglobina desoxigenada na area afetada

  142. CONGESTÃO CRÔNICA

  143. Em longa duração, a perfusão tec. inadequada e a hipoxia persistente podem levar à morte celular parenquimatosa e À fibrose tecidual secundaria, enquanto as pressoes intravasculares elevadas podem causar edema ou rupturas capilares, produzindo hemorragias focais.

  144. ISQUEMIA

  145. INFARTO

  146. Área de necrose isquêmica causada com mais frequência por oclusão arterial; fluxo venoso é - frequente

  147. MORFOLOGIA

  148. FATORES QUE INFLUENCIAM O DESENVOLVIMENTO DO INFARTO

  149. Classificados pela coloração e presença de infecção microbiana

  150. INFARTO VERMELHO

  151. INFARTO BRANCO

  152. INFARTO SÉPTICO

  153. Oclusões venosas em tecido frouxo, onde o sangue pode acumular em zonas infartadas; tec. de circulação dupla, ter previamente congestionado; fluxo após infarto

  154. Oclusões arteriais em órgãos sólidos com circulações endarteriais, onde a densidade tec. limita o escoamento do sangue dos leitos vasculares e patentes adjacentes

  155. Os infartos tendem a ser cuneiformes, com o vaso ocluído no ápice e a periferia do órgão formando a base; qnd a base é superfície serosa, há, em geral, exsudato fibrinoso adjacente

  156. Ocorrem quando vegetações infectadas da valva♥ embolizam-se ou quando microbios semeiam o tec. necrótico (conversão em abscesso)

  157. 1. ANATOMIA DO SUPRIMENTO VASCULAR

  158. 2. VELOCIDADE DA OCLUSÃO

  159. 3. VULNERABILIDADE TECIDUAL À ISQUEMIA

  160. 4. HIPOXEMIA

  161. Presença ou ausência de suprimento alternativo. Tec. com suprimentos duplo são mais resistentes ao infarto

  162. Lento desenvolvimento de oclusões tem menor probabilidade de desenvolver infarto por dar tempo p/ o desenvolvimento de suprimentos sanguíneos colaterais

  163. Neurônios sorem danos irreversíveis a privação do suprimento sanguíneo por 3-4min. Cel. mio♥, morrem após 30-40min., fibroblastos no mio♥ permanecem viáveis após mitas hrs de isquemia

  164. Baixas quantidades de O2 aumentam a probabilidade e extensão do infarto

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Beschreibung
Flussdiagramm am Distúrbios Circulatórios, erstellt von Natalia Cristina am 10/11/2017.
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Natalia Cristina
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