GoConqr hat ein neues Design! Sag uns, wie es dir gefällt.

Mindmap

INOVAÇÃO

João Carlos Camelo Santana Portugiesisch

Inhalt der Mindmap

INOVAÇÃO

  1. é fruto de um contínuo que tem na pesquisa e na geração de novos conhecimentos

    • pesquisa cientifica
    • pesquisa tecnológica
  2. a inovaçao passa a ser determinante no desenvolvimento economico

  3. INOVAÇÃO: UMA REFLEXÃO INICIAL

    • a inovação hoje esta presente na sociedade, em todas as áreas e segmentos
    • inovação é muito mais que uma ideia é a ideia aplicada e executada
    • desde o final do século XX, a inovação transbordou nos laboratórios científicos e tecnológicos nas universidades e nas empresas para a sociedade, emergindo novos conceitos
  4. TIPOS DE INOVAÇÃO

    • INCREMENTAL
      • GERA MELHORIAS INCREMENTAIS NOS INDICADORES DE DESEMPENHO OU QUALIDADE ONDE SE APLICAM
      • GERA MELHORIAS CONTÍNUAS E SUSTENTAÇÃO NAS DIVERSAS FASES DO CICLO DE VIDA DE UM PRODUTO OU PROCESSO, ENVOLVE MELHORIAS, GERALMENTE MODESTAS E SEMPRE NO MESMO PATAMAR TECNOLÓGICO NO QUAL SE APLICA
    • DISRUPTIVA
      • as inovações disruptivas são dramáticas, criando novas demandas, industrias, mercado, aplicações e processos, econômicos e sociais. Gera melhorias significativas, exponenciais, nos indicadores de desempenho ou qualidade onde se aplicam
      • esta associada às mudanças radicais, de ruptura com os paradigmas vigentes, gerando um novo patamar tecnológico onde se aplica, abrindo uma nova gama de possibilidades de desenvolvimento
  5. UNIVERSIDADE

    • INOVAÇÃO, DESENVOLVIMENTO, E O PAPEL DA UNIVERSIDADE
      • A nova economia, baseada no conhecimento, quebrou muitos conceitos estabelecidos, entre eles dos antigos distritos industriais nas cidades, como símbolo da dinâmica e do crescimento econômico e social.Um novo modelo de ambientes de geração de riqueza e crescimento econômico e social surgia, envolvendo diretamente as universidades, utilizando nomes diferentes, mas envolvendo um significado comum: são os Parques Científicos, Tecnológicos ou de Pesquisa
        • Esses Parques Tecnológicos, de Pesquisa ou de Ciências, incorporaram diversos mecanismos de geração de novos empreendimentos de base tecnológica, começando com as incubadoras e, com o tempo, outros mecanismos de geração de empreendimentos inovadores e de alto desempenho
      • Atualmente temos uma nova geografia da inovação no mundo, onde esses diferentes ambientes de inovação determinam o progresso das nações e apontam para um novo futuro para as sociedades onde estão localizados
        • Com o tempo, nos últimos anos, vemos que os Parques Científicos e Tecnológicos têm um importante papel na Sociedade e na Economia do Conhecimento. Não somente os Parques, mas também os diversos outros ambientes de inovação, sejam Tecnopoles, Clusters, Distritos ou Comunidades de Inovação.
  6. As áreas de inovação

    • Em 2012, nesse contexto, a IASP abriu suas portas para as Áreas de Inovação (AI), entendida como uma evolução dos Parques Científicos e Tecnológicos, que não os substitui, mas amplia o leque de possibilidades dos ambientes de inovação, compartilhando muitos objetivos, trabalham com ferramentas e elementos comuns
    • As Áreas de Inovação, ao contrário, envolvem uma multiplicidade de possibilidades estando inseridas em um espaço difuso, nas cidades, inseridas na malha urbana e interagindo com a cidade em todas suas instâncias
    • Por outro lado, PCT e AI compartilham a realização de muitas coisas comuns, como planejamento estratégico, gestão imobiliária e das facilidades oferecidas, serviços de apoio para as empresas nascentes
    • Com relação à geografia dos ambientes, as AI são desenvolvidas, normalmente, em espaços preexistentes (brown field), nas cidades e regiões, na recuperação de espaços degradados ou projetados para novo uso, enquanto que os 84 ESTUDOS AVANÇADOS 31 (90), 2017 PCT em novos ambientes (green field) que necessitam ser construídos e ocupados.
    • Importante notar que ambos compartilham a mesma missão fundamental: gerar desenvolvimento econômico e social por meio da tecnologia e da inovação. Os PCT por determinação e condução de atores externos, como governos ou universidades, enquanto as AI podem envolver também ação interna, da própria região
    • As AI e os PCT têm muito em comum, pois compartilham uma mesma origem e uma mesma missão (desenvolvimento econômico e social por meio da inovação e da tecnologia), mas as AI levam os conceitos de PCT a outro nível, com forte influência na vida das pessoas nas cidades. Nesse sentido, PCT e AI são ambientes de inovação que fazem muito sentido em uma Sociedade e Economia do Conhecimento.
  7. Uma reflexão final

    • Assim como na área de mecanismos de geração de empreendimentos inovadores temos vivenciado uma evolução e multiplicidade de modelos e abordagens, como incubadoras, aceleradoras, coworking e maker spaces, na área de ambientes de inovação também ocorre o mesmo
      • A metáfora do ecossistema é muito adequada, pois remete também à visão do Modelo da Rainforest, floresta tropical, um ecossistema exuberante, imprevisível, diverso, sem controle absoluto e constante transformação e evolução. Trata-se de ambientes não uniformes (como no molde da plantação), desiguais por definição, altamente colaborativo e flexível
        • Em todos os ambientes, adotando o termo de Área de Inovação ou Ecossistema de Inovação, seja em um desenvolvimento greenfield, sejam em um brownfield, usando os conceitos de Parques Científicos e Tecnológicos, Distritos Industriais, Clusters ou qualquer outro, será sempre necessário criar uma ecologia de inovação que inclua todos os agentes dos ecossistemas (universidades, empresas, governos e pessoas).
          • Nesse sentido, no contexto da terceira missão das Universidades, essas assumem um novo e renovado desafio, o de atuarem como vetores do desenvolvimento econômico e social da sociedade, ampliando suas missões básicas, de ensino e pesquisa. A inovação emerge como o motor desse processo de transformação, levando a pesquisa à sociedade, atuando como fonte de resolução de problemas e abertura de novas possibilidades.
            • Nesse ambiente, os ambientes de inovação, sejam mecanismos de geração de empreendimentos, sejam áreas de inovação, emergem como o locus onde está processo de atuação das universidades se manifesta com muita força, na conexão e interação com os meios empresariais, governamentais e a própria sociedade
  8. A inovação disruptiva na educação superior

    • Podemos identificar, no contexto deste artigo, três exemplos sobre inovação disruptiva no contexto da educação superior, ao longo dos últimos anos, com profundo impacto no presente e futuro das universidades: (a) as tecnologias online de aprendizagem, (b) as mudanças no perfil dos empregos no mundo do trabalho e a educação continuada (long life learning), e (c) a terceira missão e a atuação como vetor do desenvolvimento econômico e social. Na sequência abordaremos os três exemplos, analisando os potenciais impactos, qual a tecnologia ou abordagem rompedora e as desafios e oportunidades decorrentes, concluindo com o tema central deste artigo.
      • a) Tecnologias online de aprendizagem
        • a impressão de livros em grandes quantidades, vivemos a maior transformação na área de educação. Essa transformação radical na área de educação tem como vetor uma tecnologia disruptiva: as tecnologias online de aprendizagem
        • A inovação disruptiva envolve romper com o status quo, estabelecer a mudança. Nesse contexto, emerge a maior barreira: a resistência a mudanças, seja por parte das pessoas envolvidas no processo, seja pelas próprias instituições, que em última instância são representadas pelas pessoas também, na atuação de seus gestores.
        • A inovação de sustentação faz as coisas melhores e maiores, no mesmo paradigma vigente, enquanto a inovação disruptiva rompe o ciclo melhor e maior, buscando, potencialmente, oferecer algo inicialmente menos melhor e maior, mas mais ajustado ao novo ambiente e fácil de usar, muitas vezes com um custo e uma complexidade menor
      • b) Mudanças no mundo do trabalho e aprendizagem continuada
        • Durante a época da Escola de Platão, na Grécia Clássica, o ensino tinha uma característica generalista, com uma formação integral e abrangente do estudante, no contexto do conhecimento daquele tempo
        • Mesmo após o surgimento das universidades, já no século IX, na Europa Ocidental, o foco do ensino e da formação acadêmica, acompanhando a demanda da sociedade, era por uma formação generalista, em torno de um pequeno conjunto de cursos (como direito, medicina e filosofia). Somente a partir das 80 ESTUDOS AVANÇADOS 31 (90), 2017 Revoluções Industriais (final do século XVIII e século XIX), com mudança nas demandas da sociedade, do emergente mercado de trabalho profissional, a especialização começa a ocupar um espaço crescentemente importante. No século XX a especialização na formação acadêmica atinge seu ápice, tanto no ensino como na pesquisa e na própria organização da Universidade (em múltiplos departamentos).
        • Esse cenário, de fim do emprego tradicional, que demanda um novo tipo de formação, pressiona para novos cursos, estimula a formação integral, mais generalista, e gera a necessidade de novas estruturas nas universidades, em todas as suas dimensões. À soma desses movimentos, a emergência das redes e da interdisciplinaridade, a formação generalista e a educação continuada ao longo da vida geram enormes desafios para as universidades, mas também oferecem grandes oportunidades, sendo fator de reflexão e mudança em muitas instituições, com vistas ao futuro da educação superior.
      • c) Terceira missão e a atuação como vetor de desenvolvimento econômico e social
        • Desde o século XI, quando surge a primeira Universidade na Europa (Universidade de Bolonha, 1088), o ensino emerge como a primeira missão da Universidade. Somente no século XIX, em especial na Alemanha, na França e na Inglaterra, no escopo da primeira revolução na missão da Universidade, surge a segunda missão (pesquisa)
        • Independentemente da posição das equipes de gestão, os impactos dessa segunda revolução são imensos, gerando novos desafios e oportunidades para as instituições. O surgimento dos mecanismos de geração de empreendimentos, como incubadoras, aceleradoras e espaços de coworking, bem como os ambientes de inovação, como parques científicos e tecnológicos, fablabs e distritos de inovação, desafiam as instituições a se repensarem profundamente
        • Nesse contexto é importante a clareza da preservação do núcleo organizacional, dos valores e do marco referencial da instituição, que deve ser preservado, sendo fator norteador das novas estratégias, deliberadas ou emergente, no contexto do processo de planejamento institucional

Informationen

Beschreibung
Mindmap am INOVAÇÃO, erstellt von João Carlos Camelo Santana am 20/05/2019.
Aufrufe
3
Bewertung

Feedback

Worum geht es?

Wie gefällt dir das neue Design?

Dein Eindruck