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Consumo
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Consumo
Para Marx, a mercadoria seria a unidade elementar do Capitalismo. O que define a mercadoria é o seu duplo fator: o valor de troca e o valor de uso.
- O valor de troca seria equivalente ao seu preço. Já o valor de uso é a satisfação da necessidade que aquela mercadoria proporciona, do estômago ou da fantasia. A mercadoria é algo que pode ser comprado e satisfaz um imperativo humano.
- As mercadorias são produtos do trabalho humano. Desde o advento do capitalismo, a sociedade produz cada vez mais, isso se dá com o aumento da população e a expansão do capitalismo, além disso, há um aperfeiçoamento do próprio trabalhador e da expansão tecnológica
- Um fato histórico de suma importância para o advento da sociedade de consumo foi o surgimento do sistema fordista de produção. Esse sistema tinha em vista a produção em massa e o consumo em massa, isto é, buscou tornar o automóvel barato o suficiente para os trabalhadores de suas fábricas pudessem comprá-lo
- Outro fato importante é que principalmente nos filmes de Holywood se vendia mundo afora o estilo de vida baseado no consumo.
- O consumo, hoje em dia, permeia as relações sociais, a arte, os espaços, o lazer e todas as áreas da vida exemplo: shoppings. O shopping tenta reproduzir uma cidade perfeita, onde há segurança, ordem, beleza e muitas opções de consumo.
- O consumo aumenta desproporcionalmente entre as diferentes classes sociais: enquanto entre os mais ricos ele tem sido exponencial, ainda há uma ampla camada de pessoas sem acesso aos itens mais básicos de sobrevivência.
- As necessidades de consumo, quando satisfeitas, são rapidamente substituídas por outras, num ritmo cada vez mais acelerado. Ao mesmo tempo, a alta da produção e o descarte de resíduos decorrentes tanto da indústria quanto dos consumidores desafiam os limites da sustentabilidade do planeta.
- O consumo aumenta desproporcionalmente entre as diferentes classes sociais: enquanto entre os mais ricos ele tem sido exponencial, ainda há uma ampla camada de pessoas sem acesso aos itens mais básicos de sobrevivência.
- O consumo, hoje em dia, permeia as relações sociais, a arte, os espaços, o lazer e todas as áreas da vida exemplo: shoppings. O shopping tenta reproduzir uma cidade perfeita, onde há segurança, ordem, beleza e muitas opções de consumo.
- Outro fato importante é que principalmente nos filmes de Holywood se vendia mundo afora o estilo de vida baseado no consumo.
- Um fato histórico de suma importância para o advento da sociedade de consumo foi o surgimento do sistema fordista de produção. Esse sistema tinha em vista a produção em massa e o consumo em massa, isto é, buscou tornar o automóvel barato o suficiente para os trabalhadores de suas fábricas pudessem comprá-lo
- As mercadorias são produtos do trabalho humano. Desde o advento do capitalismo, a sociedade produz cada vez mais, isso se dá com o aumento da população e a expansão do capitalismo, além disso, há um aperfeiçoamento do próprio trabalhador e da expansão tecnológica
- O valor de troca seria equivalente ao seu preço. Já o valor de uso é a satisfação da necessidade que aquela mercadoria proporciona, do estômago ou da fantasia. A mercadoria é algo que pode ser comprado e satisfaz um imperativo humano.
Vivemos em uma era contaminada pelo consumismo exagerado e inconsciente, onde a busca pelo “ter” gera a exploração exagerada dos recursos naturais, desencadeando prejuízos ambientais e sociais, e colocando em risco o planeta e a população.
- O capitalismo visa atender aos desejos do consumidor, e movimentar a circulação do capital e mercadorias, contudo, o anseio em adquirir cada vez mais produtos, muitas vezes desnecessários, como meio de realização pessoal acarreta prejuízos financeiros para o consumidor, e quando esse consumo não é feito de forma sustentável ocasiona também riscos para o meio ambiente.
- Onde vai parar o que é constantemente substituído ou desperdiçado por conta do consumismo? A resposta é no lixo. Esse aspecto é outro grande problema, uma vez que, todos os dias são gerados toneladas de resíduos em todo o país, em regiões que muitas vezes depositam o lixo em lugares inadequados, gerando prejuízos na saúde das pessoas e no ambiente natural. Outro ponto é que os diversos tipos de materiais que são depositados no lixo, e que depois vão parar no solo ou em rios e causam um grande impacto ambiental, muitas vezes irreversível tanto para a natureza quanto para as pessoas ao redor, que ao entrarem em contato com os diversos tipos de contaminações tem a sua saúde comprometida.
- O capitalismo visa atender aos desejos do consumidor, e movimentar a circulação do capital e mercadorias, contudo, o anseio em adquirir cada vez mais produtos, muitas vezes desnecessários, como meio de realização pessoal acarreta prejuízos financeiros para o consumidor, e quando esse consumo não é feito de forma sustentável ocasiona também riscos para o meio ambiente.
Para Bourdieu gostamos das coisas quando somos apresentados a eles e de certo modo condicionados a apreciá-las e a selecioná-las para o que compõe nossos estilos de vida. O gosto é um símbolo de poder e forma de identificação com os nossos semelhantes e exclusão dos que não pertencem ao mesmo grupo. Pelo gosto também é possível identificar as hierarquias sociais e as tensões entre as classes e suas frações. Por esse motivo, as escolhas são, na visão de Bourdieu, uma espécie de luta "surda" de classes, em que os objetos de disputa são classificações sociais.
- Essa hierarquia entre estilos de vida não é natural, mas sim socialmente construída. Por meio da socialização e da transmissão familiar do capital cultural, as classes mais baixas legitimam os gostos e preferência das mais altas
O consumo transformou em produto boa parte do que há no mundo, isso inclui a própria produção cultural.
- Os filósofos Theodor W. Adorno e Max Horkheimer tratam do mundo da arte, cultura e da comunicação, observando os impactos da apropriação dessas áreas pelo Capitalismo. Eles cunharam o termo indústria cultural para descrever a forma de funcionamento da arte e da comunicação no Capitalismo. Eles observaram que a própria arte, em suas múltiplas faces, estava sendo absorvida pelo Capitalismo e sua produção em massa.
- Eles argumentaram que os tempos atuais se caracterizariam pelo desmoronamento do mundo e das pretensões iluministas. Adorno e Horkheimer consideravam que a modernidade capitalista, a partir do consumismo e da transformação da arte em produto, resultaria em um processo regressivo e autodestruitivo com relação à razão e ao esclarecimento.
- Para eles, a busca pela satisfação das necessidades por meio do consumo desenfreado seria um dos elementos, com a indústria cultural, que tornariam os homens facilmente dirigíveis e manipuláveis , por causa da busca pelo lucro, a indústrias culturais moldaria as produções culturais e artísticas, de forma que elas assumissem padrões comerciais facialmente apropriados pela massa. Afinal, o que importa é a venda da produção artística, já que a venda é vista como um negócio
- Os meios de comunicação de massa não encontram dificuldades em fazer o público aceitar os interesses particulares da elite como sendo de todos, nesse sentido, os avanços tecnológicos no campo da comunicação são vistos como mais um suporte para o sistema de dominação conduzido pelas classes altas.
- Para eles, a busca pela satisfação das necessidades por meio do consumo desenfreado seria um dos elementos, com a indústria cultural, que tornariam os homens facilmente dirigíveis e manipuláveis , por causa da busca pelo lucro, a indústrias culturais moldaria as produções culturais e artísticas, de forma que elas assumissem padrões comerciais facialmente apropriados pela massa. Afinal, o que importa é a venda da produção artística, já que a venda é vista como um negócio
- Eles argumentaram que os tempos atuais se caracterizariam pelo desmoronamento do mundo e das pretensões iluministas. Adorno e Horkheimer consideravam que a modernidade capitalista, a partir do consumismo e da transformação da arte em produto, resultaria em um processo regressivo e autodestruitivo com relação à razão e ao esclarecimento.
- Os filósofos Theodor W. Adorno e Max Horkheimer tratam do mundo da arte, cultura e da comunicação, observando os impactos da apropriação dessas áreas pelo Capitalismo. Eles cunharam o termo indústria cultural para descrever a forma de funcionamento da arte e da comunicação no Capitalismo. Eles observaram que a própria arte, em suas múltiplas faces, estava sendo absorvida pelo Capitalismo e sua produção em massa.
Para Walter Benjamin, há a possibilidade de levar a cultura para um maior número de pessoas, gerando uma certa "democratização" da arte e da cultura. Unicamente é pelas tecnologias da indústrias da indústria cultural que a maioria das pessoas pode ter acesso às mais variadas formas de produção artísticas e cultural, ainda que não sejam tão variadas
- O sociólogo Dieter Prokop defende a capacidade crítica dos indivíduos que possibilita a resistência cultural. Para ele, a indústria cultural gera mais influência num conjunto de espectadores já predispostos a ela do que para um grupo para um grupo de pessoas que teriam condições de formular uma consciência crítica e que conseguem ter nas suas vidas reais as emoções que a indústria cultural transmite.
- Com o barateamento da tecnologia, há a possibilidade de músicos gravarem seu próprio material, independente de grandes produtoras, e de divulgá-lo utilizando recursos da internet. A internet desempenha um novo patamar na relação indivíduos com a cultura, a arte e a comunicação, isso se dá porque na rede mundial de computadores é possível ter acesso aos mais variados conteúdos, dos mais diferentes gêneros e localidades, a internet abre possibilidades para se produzir e divulgar conteúdos por foras das grandes corporações.
- Os conteúdos são produzidos para gerar visualizações, busca-se e mede-se o sucesso do que se publica por meio dos clicks e dos likes, e não pela qualidade ou pela novidade do que se produziu. Além disso, na internet, o mundo da publicidade e do consumo está por toda a parte, mistura-se com a informação e incentiva a satisfação de necessidades por meio de um estilo de vida determinado pelo consumo.
- Com o barateamento da tecnologia, há a possibilidade de músicos gravarem seu próprio material, independente de grandes produtoras, e de divulgá-lo utilizando recursos da internet. A internet desempenha um novo patamar na relação indivíduos com a cultura, a arte e a comunicação, isso se dá porque na rede mundial de computadores é possível ter acesso aos mais variados conteúdos, dos mais diferentes gêneros e localidades, a internet abre possibilidades para se produzir e divulgar conteúdos por foras das grandes corporações.
- O sociólogo Dieter Prokop defende a capacidade crítica dos indivíduos que possibilita a resistência cultural. Para ele, a indústria cultural gera mais influência num conjunto de espectadores já predispostos a ela do que para um grupo para um grupo de pessoas que teriam condições de formular uma consciência crítica e que conseguem ter nas suas vidas reais as emoções que a indústria cultural transmite.
Deford afirma que, por conta dos meios de comunicação de massa e suas imagens e mensagens, os indivíduos tenderiam a abdicar da dura realidade dos acontecimentos da vida real para viver em um mundo movido exclusivamente pelas aparências e por um consumo permanente de produtos e mercadorias. Debord diz que o espetáculo não seria apenas um conjunto de imagens, mas sim um tipo de relação social que se daria entre as pessoas. A imagem teria ocupado o lugar que antes era da relação e do diálogo entre as pessoas, produzindo nos indivíduos a separação e isolamento
- Os âmbitos do entendimento e das emoções, os meios de comunicação procurariam manipular, com estratégias sutis ou explícitas, os espectadores, ao misturar verdades com doses de ficção, como o advento da realidade aumentada. A emergência do ciberespaço e todas as suas derivações muda a relação do ser humano com o mundo, com a informação e o saber, os lugares reais são substituídos pelos virtuais, num movimento que ao mesmo tempo que descentraliza e democratiza o conhecimento, empurra o indivíduo para um mundo em que a informação, o consumo, a publicidade e a propaganda coexistem e se confundem entre si.
- A comunicação com as pessoas também se altera, visto que, apesar de termos a possibilidade de nos conectarmos com um número muito maior de indivíduos, sem as barreiras espaciais, temos nossas relações cada vez mais mediadas pela tecnologia e cada vez menos balizadas pelo real
- Os âmbitos do entendimento e das emoções, os meios de comunicação procurariam manipular, com estratégias sutis ou explícitas, os espectadores, ao misturar verdades com doses de ficção, como o advento da realidade aumentada. A emergência do ciberespaço e todas as suas derivações muda a relação do ser humano com o mundo, com a informação e o saber, os lugares reais são substituídos pelos virtuais, num movimento que ao mesmo tempo que descentraliza e democratiza o conhecimento, empurra o indivíduo para um mundo em que a informação, o consumo, a publicidade e a propaganda coexistem e se confundem entre si.
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- Mindmap am Consumo, erstellt von E. Rover am 02/10/2020.
- Erstellt von
- E. Rover
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