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GESTÃO DE RISCOS

Osvaldo Jeronymo Neto Portugiesisch

Inhalt der Mindmap

GESTÃO DE RISCOS

  1. A Lógica do Cisne Negro

    • erros comuns
      • Tenta prever eventos extremos
        • Melhor seria pensar nas consequências — ou seja, avaliar o possível impacto de acontecimentos extremos.
          • Tente determinar como sua empresa será afetada, na comparação com as concorrentes, por mudanças drásticas no mercado.
          • Toda empresa deve estar preparada para enfrentar consequências e ter seguro contra os riscos que assume.
      • Busca se orientar pelo passado
        • um cisne negro não tem precedente
          • É preciso prever tanto o evento quanto sua magnitude — o que é difícil, pois o impacto em sistemas complexos não é típico.
      • Ignora conselhos sobre o que não fazer
        • Esse menosprezo do conselho negativo faz a empresa tratar a gestão do risco como algo desvinculado da atividade lucrativa, como algo secundário.
      • Usa o desvio padrão para calcular o risco
        • Na vida real, pode haver oscilações de mais de 10, 20 e às vezes até 30 desvios padrão.
      • Não entende que equivalência matemática não é o mesmo que equivalência psicológica
        • Apresentar o melhor dos cenários normalmente aumenta o apetite pelo risco.
      • Acredita que, quando o assunto é eficiência, não há espaço para redundância.
        • Redundância vs. Alavancagem
        • A superespecialização atrapalha a evolução da empresa
    • eventos de baixa probabilidade e alto impacto
  2. Riscos podem ser geridos com um modelo à base de regras e quais exigem outras abordagens.

    • Categoria I: riscos evitáveis
      • São riscos internos, surgidos dentro da organização. São controláveis ​​e devem ser eliminados ou evitados.
        • prevenção ativa: monitorar processos operacionais e conduzir o comportamento e as decisões de indivíduos rumo às normas desejadas.
    • Categoria II: riscos da estratégia.
      • Para conseguir um retorno maior com sua estratégia, uma empresa aceita voluntariamente um certo risco.
      • Não há como administrar riscos da estratégia com um modelo de controle baseado em regras.
        • Em vez disso, é preciso um sistema de gestão de riscos que reduza a probabilidade de que os riscos assumidos venham a se concretizar e aumente a capacidade da empresa de administrar ou conter problemas correla-tos que eventualmente ocorram.
          • Especialistas independentes.
            • a gestão de riscos pode ser abordada no nível de projetos.
          • Facilitadores.
            • Mercado estáveis - o risco nasce em grande medida de decisões operacionais aparentemente sem qualquer relação ao longo de uma organização complexa. É um risco que se acumula de forma gradual e pode permanecer oculto por um longo tempo.
          • Especialistas integrados
            • A gestão de riscos requer especialistas integrados à organização para continuamente monitorar e influenciar o perfil de risco da empresa, trabalhando lado a lado com gerentes de linha cujas atividades estejam gerando novas ideias, inovação e riscos.
    • Categoria III: riscos externos.
      • Certos riscos decorrem de fatos alheios à empresa e estão além da sua influência ou controle.
        • a gestão da empresa deve se concentrar na identificação (em retrospecto, tendem a ser evidentes) e na mitigação de seu impacto.
          • Desastres naturais e econômicos com impacto imediato.
          • Mudanças geopolíticas e ambientais com impacto a longo prazo.
          • Riscos competitivos com impacto a médio prazo
          • Teste de estresse com cenários extremos.
          • Planejamento de cenários.
          • Jogos de guerra.
      • Riscos externos estão, basicamente, fora do controle da empresa, cujo foco deve ser identificá-los, avaliar seu potencial impacto e descobrir a melhor maneira de mitigar seus efeitos caso se materializem.
    • Um bom processo de gestão de risco precisa combater vieses.
  3. CONGLOMERADO CAIXA

    • PRINCÍPIOS
    • DIRETRIZ
    • INDICADORES DE EFETIVIDADE
    • RESPONSABILIDADES
    • crédito, mercado, variação das taxas de juros, operacional, de liquidez e demais riscos relevantes
  4. ·

    • Bancos
      • administrar o risco é reduzir o impacto daquilo que não entendemos
        • Reduzir a vulnerabilidade da exposição das instituições ao risco
      • não se expor excessivamente a eventos de baixa probabilidade e alto impacto
      • gestão do risco está vinculado da atividade lucrativa e não algo secundário na atividade da empresa.
      • Busque atalhos para maximizar o lucro
      • A empresa que não conhece seu calcanhar-de-aquiles está fadada a sucumbir por causa dele.
    • Impacto
    • Probabilidade de ocorrência
    • Força de mecanismos existentes de controle.
    • mapa de riscos
    • Outras empresas compartimentam a gestão do “risco da marca”, do “risco reputacional”, do “risco da cadeia de suprimento”, do “risco de recursos humanos”, do “risco de TI” e do “risco financeiro”.
    • monitorar a taxa do swap de crédito
    • usa o mapa da estratégia da empresa como ponto de partida para toda conversa sobre riscos.
    • A gestão do risco se concentra no negativo — em perigos e falhas —, não em oportunidades e êxitos.
    • Uma gestão de risco ativa e com boa relação custo-benefício exige que gestores pensem de forma sistemática sobre as várias categorias de risco que enfrentam para que possam instituir processos condizentes para cada um.
  5. LINHAS DE DEFESA

    • é um modelo de gerenciamento de riscos, no qual são definidos claramente os papéis e responsabilidades de cada unidade da organização. É composto por 3 linhas que desempenham funções distintas dentro da estrutura de governança
    • 2-LD
      • a 2ª LD também atua de forma mais qualitativa, avaliando a efetividade da gestão da 1ª LD e agindo proativamente ao identificar questões emergentes referentes aos riscos dos processos CAIXA.
    • 3-LD
    • 1-LD
      • A gestão de riscos realizada pelo gestor do processo (1ª LD) possui maior consistência técnica, conferindo mais qualidade às avaliações e propiciando uma concentração de esforços e recursos mais objetiva para o tratamento dos riscos.
  6. ISO 27005

    • CONCEITO
      • Definição do contexto
      • Processo de avaliação de riscos
      • Tratamento do risco
      • Aceitação do risco
      • Comunicação e consulta do risco
      • Monitoramento e análise crítica de riscos
    • PROCESSO
      • ENTRADA
        • AÇÃO + DIRETRIZES
          • SAÍDA
  7. Framework

    • Guia de Práticas da Supervisão - GPS [BACEN]
      • Define o risco em Tecnologia da Informação como sendo a possibilidade de perdas ou impactos negativos que possam ser provocados pelos riscos inerentes ao emprego de recursos de TI na operacionalização dos negócios de uma organização, abrangendo os dados e informações, os processos e as pessoas envolvidas.
    • COSO
      • Gerenciamento de riscos corporativos (ERM)
        • CONCEITO
        • FLUXO DO PROCESSO - AVALIAÇÃO DE RISCO
      • Dissuasão de fraude
      • Controle Interno
    • COBIT
      • COBIT5
      • COBIT5 for Risk
    • NIST
    • Risk IT (ISACA)
      • Risco de TI é o risco de negócio associado ao uso, gerenciamento, operação, suporte, inovação, influência ou adoção de TI para efetuar os negócios da organização.
  8. Regulamentação Normativa

    • Resolução 4658/2018 - BACEN/CMN
    • Comitê de Basileia
    • Resolução 4557/2017 - BACEN/CMN
    • Anbima
      • Guia de Cibersegurança - Programa de Segurança Cibernética
  9. RISCO EM TI

    • CONCEITO
      • CICLO PDCA
    • RISCOS EM TI MATERIALIZADOS
  10. RISCOS

    • CULTURA DE RISCOS
      • Fortalecer a relação risco/recompensa
      • Ter precisão e qualidade
      • Ter sistemas de controle
      • Efetividade
      • Proatividade
    • CONCEITOS
      • ISO 31000
        • COMPONENTES DO RISCO
          • Vulnerabilidade
          • Propabilidade
          • Ameaça
          • Impacto
        • GERAL
          • Processos
          • Estruturas
            • Liderança e comprometimento
          • Princípios
            • Criação e proteção de valor
            • Melhorar o desempenho
            • Encorajar a inovação
            • Apoiar o alcance dos objetivos
        • Risco: o efeito da incerteza nos objetivos
    • COMPONENTES
    • RISCOS MATERIALIZADOS
    • APETITE POR RISCOS
      • MN AR001
  11. RISCO CIBERNÉTICO

    • CONCEITO
      • O Risco Cibernético é todo o risco relacionado com o espaço cibernético, ou seja, tudo aquilo que esteja relacionado à internet.
        • CARACTERÍSTICAS DA INFORMAÇÃO
          • Disponibilidade
          • Confiabilidade
          • Integridade
        • MN PO066 - POLÍTICA DE SEGURANÇA DA CAIXA
    • RISCOS CIBERNÉTICOS MATERIALIZADOS

Informationen

Beschreibung
Mindmap am GESTÃO DE RISCOS, erstellt von Osvaldo Jeronymo Neto am 20/01/2021.
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