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PARKINSON

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PARKINSON
EPIDEMIOLOGIA
- Aproximadamente 1% da população mundial com idade superior a 65 anos tem a doença. Só no Brasil, estima-se que cerca de 200 mil pessoas sofram com o problema.
FISIOPATOLOGIA
- ETIOLOGIA
- É provável que haja predisposição genética, pelo menos em alguns casos da DP. Cerca de 10% dos pacientes têm história familiar de DP. Vários genes anormais foram identificados. A herança é autossômica dominante para alguns genes e autossômica recessiva para outros.
- PATOGENIA
- Degenerativa do sistema nervoso central, crônica e progressiva. É causada por uma diminuição intensa da produção de dopamina, que é um neurotransmissor (substância química que ajuda na transmissão de mensagens entre as células nervosas)
- ETIOLOGIA
SINTOMATOLGIA
DIAGNOSTICO
- avaliação neurológica, ultrassonografia transcraniana cintilografia cerebral.
- FARMACOTERAPIA
- Anticolinérgicos
- Reduzir o tremor e a rigidez, mas sem efeito sobre a acinesia. Seus efeitos colaterais incluem: boca seca, visão borrada, constipação intestinal, retenção urinária, alucinações visuais e confusão mental.
- Amantadina
- Estimulação da liberação dos estoques de dopamina ou bloqueio da recaptação sináptica desse neurotransmissor, além de ação anticolinérgica modestaNo entanto, sabe-se que bloqueia receptores NMDA e de aceticolina.
- Levodopa
- É um precursor da dopamina, neurotransmissor deficiente nos pacientes com doença de Parkinson. A presença de resposta terapêutica à levodopa reforça o diagnóstico de doença de Parkinson, sendo de longe a droga mais eficaz no tratamento dessa doença, com impacto na morbidade e mortalidade desses pacientes. Tem efeito em reduzir a incapacitação, prolongando a capacidade do paciente se manter independente. Os principais efeitos colaterais são náuseas, sedação, confusão mental e alucinações.
- Selegilina
- Efeito protetor ou lentificador
- Selegilina
- É um precursor da dopamina, neurotransmissor deficiente nos pacientes com doença de Parkinson. A presença de resposta terapêutica à levodopa reforça o diagnóstico de doença de Parkinson, sendo de longe a droga mais eficaz no tratamento dessa doença, com impacto na morbidade e mortalidade desses pacientes. Tem efeito em reduzir a incapacitação, prolongando a capacidade do paciente se manter independente. Os principais efeitos colaterais são náuseas, sedação, confusão mental e alucinações.
- Anticolinérgicos
- FARMACOTERAPIA
- avaliação neurológica, ultrassonografia transcraniana cintilografia cerebral.