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Gêneros Textuais: Introdução

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Gêneros Textuais: Introdução
Filosofia Clássica: Aristóteles
- Foco na forma e classificação
- Épico, Lírico e Dramático
- Foco na forma e classificação
Crise Romântica:
- A quantidade de textos criados não se enquadravam em apenas 3 formas fixas
- Então não há como aplicar regras
- Exploração do eu
- Então não há como aplicar regras
- A quantidade de textos criados não se enquadravam em apenas 3 formas fixas
Formalismo Russo:
- Acredita na evolução dos gêneros, relevando as mudanças históricas
- Tanto a forma quanto a função não são estáticas
- GÊNEROS TEXTUAIS/ DISCURSIVOS
- Baktin (1975)
- Tem como foco de estudo os aspectos linguísticos além do literário, todo o âmbito social também tem relevância
- Todas as esferas da atividade humana afeta a língua
- Ou seja, influenciada pelo usuário
- A utilização da língua é feita por meio de enunciados, que refletem as condições de cada esfera sociolinguística, afetado pela comunidade em torno do mesmo
- A variedade de gêneros corresponde a questão do ser humano produzir infinitos enunciados, se desenvolvendo e tornando complexa
- Conceito de gênero: São considerados textos materializados e reproduzidos na fala de um cidadão comum; algo recorrente em nosso cotidiano. Mas depende de certas condições para ser considerado um gênero:
- Condições:
- Conteúdo Temático:
- A mensagem que é transmitida
- Estilo de linguagem:
- Ex: Escolhas lexicais
- Construção Composicional
- Estrutura formal dos textos que compõe o gênero
- Conteúdo Temático:
- Dentro desse conceito definimos:
- O sujeito passa a ter um papel de destaque para a definição de gênero, pois é ele que promove a construção e evolução da linguagem, suas marcas históricas e sociais
- A linguagem não é um mero sistema
- Enunciação é definida como produto de cada interação humana
- Assim, o gênero é entendido como processo
- Nosso dizer não é nosso, originalmente criado por minha pessoa, mas sim influenciado e perpassado por outras falas anteriores
- O sujeito passa a ter um papel de destaque para a definição de gênero, pois é ele que promove a construção e evolução da linguagem, suas marcas históricas e sociais
- Bronckart (2003)
- Tem como teórica o interacionismo sócio-discursivo
- Acredita que a linguagem surge na diversidade do contexto social
- Por isso permite que evolua, pois o ser humano evolui e sua comunicação também se altera
- Acredita que a linguagem surge na diversidade do contexto social
- Textos são os produtos da atividade humana, assim atende sua necessidade de mudança
- Questão: Se retirar o texto completo do seu contexto real de uso, como ele pode ser trabalhado com autenticidade?
- O texto e sua capacidade acabam se distorcendo, assim entendemos como é importante trazer textos reais, completos e inserir seus contexto de uso para os alunos
- Questão: Se retirar o texto completo do seu contexto real de uso, como ele pode ser trabalhado com autenticidade?
- Adam (2002)
- Propõe análises textuais dos componentes estáveis e não estáveis baseados no conceito de sequência textual
- Sequência textual: Sua organização interna
- Relevância no cotexto e contexto
- Ou seja, foca os trabalhos na textualidade
- Linguística Textual
- Surge na década de 1960 na Europa e chega no Brasil pela década de 70
- Texto como unidade linguística de trabalho
- As análises não ficam apenas aos aspectos sintáticos e semânticos, se sente a necessidade de pensar na perspectiva pragmática, pois o texto é encarado como unidade básica de comunicação da sociedade:
- Contexto ganha relevância
- Mas esses aspectos ainda não são suficientes para analisar toda a complexidade do texto
- Na década de 80, os estudos se ampliam para os aspectos cognitivos, esse momento é chamado de "virada cognitivista"
- Todo ato humano é perpassado por processos cognitivos, usando modelos mentais cognitivos
- O texto é o resultado de processos mentais
- As pessoas usam seu conhecimento de mundo para se comunicar, sem isso não haveria compreensão textual
- Existem modelos cognitivos determinados pelo meio social que determina o que deve ser feito e falado ou não em determinadas situações comunicativas
- Por exemplo, não é socialmente aceito fazer piadas em um enterro
- Dolz e Schneuwly
- Se preocupam em trazer oralidade no trabalho com gêneros
- Gêneros são tidos como instrumento de comunicação que se realiza nos textos
- Desenvolvem a metodologia das sequências didáticas
- Se dá por meio de módulos:
- Esquema 1: Processo de criação da sequência didática
- Produção inicial: Criar atividades específicas para avaliar a defasagem dos alunos
- Módulos: Identificando os problemas, devem ser criados módulos que focam nas defasagens desses alunos. As atividades serão feitas, corrigidas e apontando o que o aluno acertou e errou, para depois ser refeita a mesma.
- Produção final: Última etapa com após a revisão e o processo de refazer as atividades
- Módulos: Identificando os problemas, devem ser criados módulos que focam nas defasagens desses alunos. As atividades serão feitas, corrigidas e apontando o que o aluno acertou e errou, para depois ser refeita a mesma.
- Produção inicial: Criar atividades específicas para avaliar a defasagem dos alunos
- Agrupamento de gênero: Selecionar quais vão ser trabalhados, os juntando e definindo pelo critério da escolaridade em que o aluno está, em que série ele estuda
- Devemos trabalhar com gênero pois se não o dominamos, perdemos parte de uma habilidade linguística necessária para diversas situações de socio-comunicativas
- A sociedade pede que o indivíduo saiba usar diversos gêneros em sua vida cotidiana, por isso o professor deve sim trabalhar textos em seus contextos reais de uso
- Devemos trabalhar com gênero pois se não o dominamos, perdemos parte de uma habilidade linguística necessária para diversas situações de socio-comunicativas
- Esquema 1: Processo de criação da sequência didática
- Se dá por meio de módulos:
- Se preocupam em trazer oralidade no trabalho com gêneros
- Existem modelos cognitivos determinados pelo meio social que determina o que deve ser feito e falado ou não em determinadas situações comunicativas
- As pessoas usam seu conhecimento de mundo para se comunicar, sem isso não haveria compreensão textual
- Na década de 80, os estudos se ampliam para os aspectos cognitivos, esse momento é chamado de "virada cognitivista"
- As análises não ficam apenas aos aspectos sintáticos e semânticos, se sente a necessidade de pensar na perspectiva pragmática, pois o texto é encarado como unidade básica de comunicação da sociedade:
- Linguística Textual
- Sequência textual: Sua organização interna
- O texto tem uma definição mais aberta, que leva em conta também o discurso
- Propõe análises textuais dos componentes estáveis e não estáveis baseados no conceito de sequência textual
- Tem como teórica o interacionismo sócio-discursivo
- Condições:
- Baktin (1975)
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Informationen
- Beschreibung
- Mapa mental baseado nos slides sobre gêneros textuais da professora Natalia Sperandio
- Erstellt von
- Maria Elisa Barbosa Siqueira
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