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DERMATOFITOSES

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DERMATOFITOSES
CONCEITO
- Não corresponde à classificação taxonômica
- Doenças causadas por um grupo de fungos que, geralmente, em vida parasitária
- Queratina da pele, dos pelos e das unhas
- Fungos dos gêneros
- Trichophyton, Microsporum e Epidermophyton, cujas características morfológicas, fisiológicas e antigênicas os relacionam entre si
- Fungos dos gêneros
- Queratina da pele, dos pelos e das unhas
- Doenças causadas por um grupo de fungos que, geralmente, em vida parasitária
- Não corresponde à classificação taxonômica
EPIDEMIOLOGIA
- Mais de 40 espécies de dermatófitos
- 30 são patogênicas para o homem
- Têm distribuição universal
- Peculiaridades
- Trichophyton soudanense
- África
- Trichophyton concentricum
- Ásia, na América Central e no Brasil
- Trichophyton soudanense
- Peculiaridades
- A prevalência é maior nas zonas tropical e subtropical, em regiões de clima quente e úmido
- A mesma espécie pode produzir quadros clínicos bem diferentes e, inclusive, com seletividade de grupos etários
- Trichophyton tonsurans
- Tinea do couro cabeludo (dermatofitose capiti)
- INFÂNCIA
- É quase exclusiva da criança e regride espontaneamente com a puberdade
- Exceção
- Trichophyton schoenleinii (tinea favosa)
- Pode persistir por toda a vida
- Trichophyton schoenleinii (tinea favosa)
- Exceção
- É quase exclusiva da criança e regride espontaneamente com a puberdade
- INFÂNCIA
- Tinea corporal (Dermatofitose corporis)
- ADULTO
- Tinea do couro cabeludo (dermatofitose capiti)
- onicomicoses (UNHAS)
- Típicas dos idosos
- Devido ao crescimento lento das unhas
- Típicas dos idosos
- Trichophyton rubrum
- O agente etiológico mais frequente
- Trichophyton tonsurans
- A mesma espécie pode produzir quadros clínicos bem diferentes e, inclusive, com seletividade de grupos etários
- Têm distribuição universal
- 30 são patogênicas para o homem
- Mais de 40 espécies de dermatófitos
ETIOPATOGENIA
- ETIOLOGIA
- Fase assexuada
- Microsporum
- Devem ser consideradas
- M. audouinii
- Preferencial no couro cabeludo
- M. canis
- Couro cabeludo e pele glabra
- M. ferrugineum e o M. gypseum
- Couro cabeludo e tronco
- Raramente, acometer a unha
- Maior frequência em pacientes imunodeprimidos
- Pacientes imunocompetentes por meio do contágio de gatos domésticos doentes
- M. audouinii
- Devem ser consideradas
- Trichophyton
- T. rubrum
- Podendo produzir praticamente quase todos os quadros clínicos de dermatofitose
- Característica principal certa resistência aos tratamentos
- Podendo produzir praticamente quase todos os quadros clínicos de dermatofitose
- T. schoenleinii
- Poupando apenas as dobras naturais os pés e as mãos
- T. tonsurans
- Poupando a área da barba e das pregas dos pés e das mãos
- T. yaounedi
- Comprometendo exclusivamente o couro cabeludo
- T. soudanense, T. megninii e T. mentagrophytes
- Apresenta duas variedades: interdigitale (antropofílico) e mentagrophytes (zoofílico)
- T. rubrum
- Epidermophyton
- E. floccosum
- Preferência pelas dobras e pelos pés, podendo atingir também tronco e unhas
- Não acomete o couro cabeludo e a barba
- Preferência pelas dobras e pelos pés, podendo atingir também tronco e unhas
- E. floccosum
- Microsporum
- Fase sexuada (saprofitismo no meio ambiente)
- Nannizzia (corresponde ao Microsporum)
- Arthroderma (corresponde ao Trichophyton)
- Fase assexuada
- PATOGENIA
- Exuberância das manifestações clínicas depende do grau de hipersensibilidade celular (linfócito T)
- Além do hospedeiro, esse aspecto é inerente à virulência e às espécies que, por conseguinte, têm também habitat natural próprio
- 3 GRUPOS
- Antropofílicos, Zoofílicos e Geofílicos
- ANTROPOFÍLICOS
- Adaptados ao homem, produzem, em geral, pouca ou nenhuma reação de hipersensibilidade
- Mais resistentes ao tratamento, exigindo uma dose por vezes maior de antifúngico, ou um tratamento mais prolongado; recidivas são frequentes
- São a principal etiologia das infecções crônicas
- Mais resistentes ao tratamento, exigindo uma dose por vezes maior de antifúngico, ou um tratamento mais prolongado; recidivas são frequentes
- Adaptados ao homem, produzem, em geral, pouca ou nenhuma reação de hipersensibilidade
- ZOOFÍLICOS
- GEOFÍLICOS
- Provocam no homem quadros mais inflamatórios e exuberantes, inclusive com tendência à cura espontânea
- ANTROPOFÍLICOS
- Antropofílicos, Zoofílicos e Geofílicos
- 3 GRUPOS
- Além do hospedeiro, esse aspecto é inerente à virulência e às espécies que, por conseguinte, têm também habitat natural próprio
- O grande substrato dos dermatófitos é a queratina
- Cabelo, pelos, unhas e a camada superficial da pele
- Proteína de elevado peso molecular que diferem na sua composição entre as espécies para outra ou até na mesma espécie
- Exemplos
- Cabelo
- Rico em cisteína
- Pele
- Rico em metionina
- Essa diferença é uma das coisas que explicam a predileção de certos dermatófitos por certos locais do corpo ou substratos
- Cabelo
- Exemplos
- Proteína de elevado peso molecular que diferem na sua composição entre as espécies para outra ou até na mesma espécie
- Os dermatofitoses tem uma enzima chamda de QUERATINASE que é capaz de degradar a queratina
- Fator de virulência
- Usa a queratina degradada como substrato como fonte de crescimento
- Ficam na superfície da epiderme (extrato córneo) e não conseguem crescer de forma profunda
- Não suportam o processo inflamatório
- fatores naturais fungistáticos séricos, como a α2-macroglobulina e a transferrina insaturada, que impediriam a sua penetração no organismo
- Não suportam o processo inflamatório
- Ficam na superfície da epiderme (extrato córneo) e não conseguem crescer de forma profunda
- Cabelo, pelos, unhas e a camada superficial da pele
- Exuberância das manifestações clínicas depende do grau de hipersensibilidade celular (linfócito T)
- ETIOLOGIA
MANIFESTAÇÕES CLINICAS
- Dermatofitose do corpo (tinea corporis)
- Quadro clássico
- Lesões eritematoescamosas
- Circinadas
- Isoladas ou confluentes
- Uma ou várias com crescimento centrífugo
- Parte externa é mais ativa
- Por vezes pode ter aspecto concêntrico
- Lesões eritematoescamosas
- Outros quadros
- Há casos com predominância de vesícula
- Pústula
- O prurido está sempre presente
- São localizações usuais os braços, a face e o pescoço
- Quadro clássico
- Dermatofitose marginada (tinea cruris)
- Caracteriza-se por lesão eritematoescamosa, a partir da prega inguinal
- Avançando sobre a coxa, com nitidez de borda (daí o nome marginada)
- A lesão pode invadir o períneo e propagar-se para as nádegas
- A região pubiana e, até mesmo, o baixo-ventre
- É muito pruriginosa
- Liquenificação é frequente
- Não acometimento da pele da bolsa escrotal
- Demonstra a especificidade da ceratinofilia dos dermatófitos
- Ajuda no diagnóstico diferencial com a candidíase
- Demonstra a especificidade da ceratinofilia dos dermatófitos
- Caracteriza-se por lesão eritematoescamosa, a partir da prega inguinal
- Dermatofitose dos pés (tinea pedis)
- Três formas
- Crônica
- Causada pelo T. rubrum
- Lesões descamativas pouco pruriginosas, acometendo praticamente toda a região plantar
- Peculiar e rara a apresentação em “mocassim e/ou em luva”
- Não necessariamente simétrica
- Peculiar e rara a apresentação em “mocassim e/ou em luva”
- Pode acometer crianças mais frequentemente do que se suspeita
- Lesões descamativas pouco pruriginosas, acometendo praticamente toda a região plantar
- Causada pelo T. rubrum
- Intertriginosa
- Causada
- T. mentagrophytes var. interdigitale
- Localização nos espaços interpododáctilos (predominantemente)
- Caracterizada por fissuras e maceração
- Localização nos espaços interpododáctilos (predominantemente)
- T. mentagrophytes var. interdigitale
- Causada
- Aguda
- Eczematoide, representada por vesículas em geral plantares e digitais
- Causada
- T. mentagrophytes var. mentagrophytes
- Manifesta-se com vesículas, sendo bastante pruriginosa
- T. mentagrophytes var. mentagrophytes
- Causada
- Eczematoide, representada por vesículas em geral plantares e digitais
- Crônica
- Geralmente se apresenta sob a forma intertriginosa e tem como diagnóstico diferencial eczema atópico, eczema de contato e psoríase plantar
- Três formas
- Dermatofitose imbricada (tinea imbricata)
- Agente etiológico é o T. concentricum
- Lesões escamosas em círculos concêntricos ou que formam arabescos, atingindo grandes áreas do corpo e muito pruriginosas
- É típica de determinadas regiões, como a Polinésia (“tokelau”); no Brasil (Mato Grosso e Amazônia) tem o nome de “chimberê”
- Parece ter um caráter genético
- É típica de determinadas regiões, como a Polinésia (“tokelau”); no Brasil (Mato Grosso e Amazônia) tem o nome de “chimberê”
- Lesões escamosas em círculos concêntricos ou que formam arabescos, atingindo grandes áreas do corpo e muito pruriginosas
- Agente etiológico é o T. concentricum
- Dermatofitose ungueal (tinea unguium) ou onicomicose
- Caracteriza-se por lesões destrutivas e esfarinhentas das unhas, iniciando-se pela borda livre, de cor branco-amarelada, como o marfim velho; geralmente, há ceratose do leito ungueal
- É doença eminentemente crônica, comprometendo uma ou várias unhas dos pés (preferentemente as do hálux) ou, com frequência bem menor, das mãos
- O acometimento ungueal é, em geral, secundário ao plantar
- É doença eminentemente crônica, comprometendo uma ou várias unhas dos pés (preferentemente as do hálux) ou, com frequência bem menor, das mãos
- Caracteriza-se por lesões destrutivas e esfarinhentas das unhas, iniciando-se pela borda livre, de cor branco-amarelada, como o marfim velho; geralmente, há ceratose do leito ungueal
- Dermatofitose do couro cabeludo (tinea capitis)
- Caracteriza-se pelo comprometimento dos cabelos, que são invadidos e lesados
- Os cabelos são fraturados próximo à pele
- Típicas áreas de tonsura
- Caracterizadas por pequenos cotos de cabelos ainda implantados
- Tinea tricofítica
- T. tonsurans
- As áreas de deglabração são pequenas
- T. tonsurans
- Tinea microspóricas
- M. canis
- Área em geral é única e grande
- M. canis
- Os cabelos voltam ao normal com o tratamento ou com a involução espontânea, na época da puberdade
- A explicação para essa regressão
- Início da produção de ácidos graxos com propriedades fungistáticas
- A explicação para essa regressão
- Tinea favosa
- T. schoenleinii
- Ocorre atrofia com alopecia definitiva ou cicatricial
- Aspecto morfológico muito característico
- Escútulas fávicas (godet)
- Crosta constituída por micélio, esporos, células, sebo e exsudato
- Escútulas fávicas (godet)
- Aspecto morfológico muito característico
- Outros agentes
- Zoofílica
- T. violaceum
- Geofílica
- M. gypseum
- Também são capazes de causá-la por reação inflamatória intensa com posterior fibrose e atrofia folicular
- Zoofílica
- Ocorre atrofia com alopecia definitiva ou cicatricial
- T. schoenleinii
- Tinea tricofítica
- Caracterizadas por pequenos cotos de cabelos ainda implantados
- Típicas áreas de tonsura
- Os cabelos são fraturados próximo à pele
- Há também lesões eritematoescamosas do couro cabeludo
- Caracteriza-se pelo comprometimento dos cabelos, que são invadidos e lesados
- Dermatofitose inflamatória
- Três tipos principais
- Kerion
- Localizado no couro cabeludo ou na barba
- Placa de foliculite aguda ou subaguda
- Eminentemente hiperérgica
- Intensa supuração e cura espontânea
- Às vezes com alopecia cicatricial
- Localizado no couro cabeludo ou na barba
- Sicose tricofítica
- Pústulas centralizadas por pelos na região da barba e do bigode
- Às vezes são isoladas e, outras vezes, formam conglomerados
- A evolução é, em geral, crônica
- Às vezes são isoladas e, outras vezes, formam conglomerados
- Pústulas centralizadas por pelos na região da barba e do bigode
- Folliculitis capitis abscedens et suffodiens
- Caracterizada por lesões de foliculite com túneis intercomunicando abscessos, no couro cabeludo
- Etiologia em geral é estafilocócica, porém, quando micótica, o agente mais frequente é o T. tonsurans
- Denomina-se perifoliculite abscedante de Hoffmann
- Etiologia em geral é estafilocócica, porém, quando micótica, o agente mais frequente é o T. tonsurans
- Caracterizada por lesões de foliculite com túneis intercomunicando abscessos, no couro cabeludo
- Kerion
- Três tipos principais
- Dermatofitoses granulomatosas
- São representadas por manifestações clínicas variadas, mas com características comuns, como dermatófito na derme com reação granulomatosa, com ou sem hipersensibilidade à tricofitina
- Podem ser localizadas ou generalizadas
- LOCALIZADAS
- Tipo Majocchi
- Ocorrem naturalmente em situações de oclusão ou por uso indiscriminado de corticosteroides
- Levando à quebra da barreira cutânea
- Nódulos com tendência à fistulização
- Descritas na face (queixo) ou nos punhos
- Frequentemente diagnosticadas por exame histopatológico da lesão
- Demonstrando hifas no interior de folículos distendidos e infiltrado inflamatório granulomatoso
- Frequentemente diagnosticadas por exame histopatológico da lesão
- Descritas na face (queixo) ou nos punhos
- Nódulos com tendência à fistulização
- Levando à quebra da barreira cutânea
- Ocorrem naturalmente em situações de oclusão ou por uso indiscriminado de corticosteroides
- Tipo Wilson-Cremer
- Nódulos eritematosos, com tendência à ulceração nos membros inferiores
- Em geral de mulheres, provavelmente por trauma decorrente da raspagem de pelos
- Variante corresponde ao granuloma tricofítico de Majocchi
- Em geral de mulheres, provavelmente por trauma decorrente da raspagem de pelos
- Nódulos eritematosos, com tendência à ulceração nos membros inferiores
- Tipo Majocchi
- GENERALIZADAS
- Tipo Azulay
- Erupção generalizada, eritematoescamosa, com pápulas, tubérculos e comprometimento ungueal
- Tipo Artom
- Quadro eritrodérmico com lesões tumorais e adenopatia generalizada
- Tipo Pelevine-Tchermogouboff
- Erupção generalizada, com lesões eritematoescamosas, placas de infiltrações, nódulos, alguns dos quais ulcerados, adenopatia e comprometimento ósseo
- Tipo Azulay
- LOCALIZADAS
- Podem ser localizadas ou generalizadas
- São representadas por manifestações clínicas variadas, mas com características comuns, como dermatófito na derme com reação granulomatosa, com ou sem hipersensibilidade à tricofitina
- Tinea incógnita
- O uso de corticoide tópico, ou mesmo sistêmico, pode mascarar o quadro clínico em função da falta de características clínicas da lesão
- Pruriginosa e pela história de recidivas quando da suspensão do corticoide, suspeita-se do diagnóstico, que é confirmado pelo exame micológico
- O uso de corticoide tópico, ou mesmo sistêmico, pode mascarar o quadro clínico em função da falta de características clínicas da lesão
- Dermatofítides
- Quadros hiperérgicos, agudos ou subagudos, de morfologia variada, com tendência a simetria
- Disseminação hematogênica de produtos antigênicos de dermatófito
- Propensão a recidivas no portador de dermatofitose
- Disseminação hematogênica de produtos antigênicos de dermatófito
- O aspecto disidrosiforme é o mais comum
- Erupções liquenoides, psoriasiformes, morbiliformes, eritemas multiforme e nodoso, púrpura, eritema anular e outros
- Três são os fundamentos para este diagnóstico
- Lesões serem desabitadas
- O fungo ser demonstrado em foco à distância
- O quadro desaparecer com a cura da dermatofitose
- Três são os fundamentos para este diagnóstico
- Erupções liquenoides, psoriasiformes, morbiliformes, eritemas multiforme e nodoso, púrpura, eritema anular e outros
- Quadros hiperérgicos, agudos ou subagudos, de morfologia variada, com tendência a simetria
- Dermatofitose do corpo (tinea corporis)
DIAGNÓSTICO
- EXAME DIRETO (micélios septados e artrosporos).
- Retira pequenos fragmentos ou secreções do local afetado, como descamações da pele, pelos ou pedaços de unhas
- Como as micoses se manifestam em partes superficiais, geralmente a retirada dos fragmentos é indolor.
- Hidróxido de potássio (KOH)
- Sulfóxido de dimetilo (DMSO)
- PERIFERIA DA LESÃO
- Como as micoses se manifestam em partes superficiais, geralmente a retirada dos fragmentos é indolor.
- Retira pequenos fragmentos ou secreções do local afetado, como descamações da pele, pelos ou pedaços de unhas
- Cultura
- O exame é rápido, indolor e muito simples
- Consiste na raspagem de parte da região afetada para análise
- A partir do resultado é que o médico conclui o diagnóstico e define o tratamento
- Pode incluir medicamentos orais e tópicos, de acordo com a gravidade da lesão
- A partir do resultado é que o médico conclui o diagnóstico e define o tratamento
- Consiste na raspagem de parte da região afetada para análise
- O exame é rápido, indolor e muito simples
- Luz de Wood
- Emissor de luz UV
- Torna os cabelos fluorescentes esverdeados nas tineas favosa e microspórica (a tricofítica não fluoresce)
- Emissor de luz UV
- EXAME DIRETO (micélios septados e artrosporos).
TRATAMENTO
- A conduta terapêutica varia com a forma clínica e espécie causado
- Processos inflamatórios mais intensos são causados pelas espécies zoofílicas e geofílicas
- São de fácil tratamento, podendo haver mesmo cura espontânea
- Infecções causadas pelos fungos antropofílicos
- Podem ser crônicas e recorrentes como a tinea pedis e as onicomicoses pelo T. rubrum
- Tratamento tópico
- A clássica solução alcoólica
- Tintura de Iodo (1%), ácido salicílico (2%) e ácido benzoico (3%)
- SUBSTÂNCIAS QUE INDUZEM A RESPOSTA INFLAMATÓRIA ( Tintura de Iodo (1%), ácido salicílico)
- Foi por muito tempo a primeira escolha terapêutica
- Lesões da pele glabra, dos pés e das unhas
- Ácido salicílico (2%), ácido benzoico (3%) e resorcinol
- AGENTES QUERATOLÍTICOS
- Substância que tem a propriedade de provocar a queda da camada córnea da epiderme e reduzir a sua espessura
- AGENTES QUERATOLÍTICOS
- Tintura de Iodo (1%), ácido salicílico (2%) e ácido benzoico (3%)
- Outros medicamentos mais eficazes e atuais são
- Terbinafina tópica a 1%
- Derivados imidazólicos
- Miconazol a 2% Oxiconazol a 1% Tioconazol a 1% Isoconazol a 1% Flutrimazol a 1%
- ANTIFÚNGICOS
- Miconazol a 2% Oxiconazol a 1% Tioconazol a 1% Isoconazol a 1% Flutrimazol a 1%
- Outras opções
- Tolciclato a 1%, Ciclopiroxolamina a 1% Amorolfina a 0,025%
- São os antifúngicos em creme, pomada, spray ou loção
- Podem ser aplicados UMA A DUAS VEZES ao dia por 15 a 30 dias, dependendo do quadro clínico e da extensão da dermatofitose
- A clássica solução alcoólica
- Tratamento sistêmico
- É RECOMENDO FAZER
- Tinea capitis
- Tinea corporis extensa
- Nicomicoses com grau de acometimento maior que 50% da superfície ungueal e/ou acometimento de matriz ungueal
- Tinea pedis crônica
- A GLISEOFULVINA continua sendo de grande utilidade
- Ela é suplantada, em eficácia
- Exceção do tratamento da tinea capitis especialmente causado pela espécie Microsporum
- Menor toxicidade, por todos os novos antifúngicos, porém pode ser a única opção, em termos de custo
- CRIANÇA
- 10 a 20 mg/kg/dia
- ADULTOS
- 1 g/dia dividida em 2 tomadas
- Tempo para o tratamento
- Tinea capitis
- Cerca de 30 a 45 dias
- Tinea corporis
- 20 dias
- Tinea pedis
- 45 dias
- Tinea capitis
- Várias cepas de T. rubrum são resistentes à griseofulvina
- Itraconazol 100 mg/dia
- Fluconazol 150 mg/ semana
- Terbinafina 250 mg/dia
- TEMPO PARA TRATAMENTO
- Tinea corporis
- 2 a 4 semanas
- Tinea capitis
- 4 a 6 semanas
- Tinea unguium
- O itraconazol é um antifúngico de amplo espectro e tem apresentado ótimos resultados em onicomicose como pulsoterapia, ou seja, 200 mg, 2 vezes/dia durante 7 dias ao mês, por 3 a 9 meses, mas também pode ser empregado 100 mg/dia com resposta semelhante
- Tinea corporis
- Ela é suplantada, em eficácia
- É RECOMENDO FAZER
- Processos inflamatórios mais intensos são causados pelas espécies zoofílicas e geofílicas
- A conduta terapêutica varia com a forma clínica e espécie causado
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Informationen
- Beschreibung
- Mindmap am DERMATOFITOSES, erstellt von Lucas Figueiredo Brito am 06/02/2022.
- Erstellt von
- Lucas Figueiredo Brito
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