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TERRAPLENAGEM

Edson Borges Portugiesisch

Inhalt der Mindmap

TERRAPLENAGEM

  1. Conceitos

    • teste
    • Terraplenagem: Técnica construtiva (aplainar e aterrar)
    • Movimento de terras: operações de remoção (excessos e compensações), considerando projeto
      • Obras de construção civil/infraestrutura (Rodovia) podem necessitar de terraplenagem, caso o estudo topográfico aponte a necessidade da realização de compensações.
    • Definição DNIT: conjunto de operações de Escavação, Carga, Transporte e Compactação (ECTC), aplicadas à construção de aterros e cortes, dando à superfície do terreno a forma projetada para a construção de rodovias
      • Projeto Terraplenagem: informações quantitativas e qualitativas sobre:
        • Serviços preliminares
        • Resumo dos volumes de escavação e aterro
        • DMT
        • Parâmetros Geotécnicos dos materiais existentes ao longo do eixo da via
        • Localização dos depósitos de materiais excedentes e das áreas de empréstimos
        • Perfil de distribuição de volumes escavados
        • Seções transversais
        • Notas de serviço de terraplenagem
  2. Objetivo

    • Determinação dos quantitativos de serviço
    • Determinação dos locais de empréstimos
    • Caracterização precisa, em termos dos parâmetros geotécnicos, dos materiais a serem utilizados
    • Apresentação de quadros de distribuição e orientação do movimento de terra
  3. Divisão dos materiais do terreno natural

    • 1ª Categoria
      • Material sem rocha
    • 2ª Categoria
      • Solo com presença de rocha (Escarificação ou eventualmente Explosivo)
    • 3ª Categoria
      • Material Rochoso (Uso constante de Explosivo)
  4. Nomenclatura Básica

    • Faixa de domínio
      • É a faixa que se desapropria para a construção da estrada, prevendo uma largura suficiente que permita, no futuro, sua expansão, facilitando também a execução de serviços de manutenção e a proteção das obras.
    • Terreno marginal
      • É o terreno contíguo situado ao longo da faixa de domínio de uma estrada de rodagem.
    • Faixa marginal
      • É cada uma das faixas de terreno compreendida entre a crista do corte e o limite da faixa de domínio, no caso da seção em corte, ou entre o pé do aterro e o limite da faixa de domínio, no caso da seção em aterro.
    • Valeta proteção corte
      • É a valeta que se constrói entre a crista do corte e o limite da faixa de domínio para desviar as  enxurradas das encostas para fora da estrada
    • Rampa Corte
      • É também chamado de TALUDE DE CORTE. É a parte fortemente inclinada da seção transversal do corte. Se o corte é em seção plena, existem duas rampas
    • Acostamento
      • É a faixa que vai do bordo do pavimento até a sarjeta, no caso da seção em corte, ou do bordo do pavimento até a crista do aterro, no caso da seção em aterro.
    • Plataforma
      • É a faixa da estrada compreendida entre os dois pés dos cortes (de sarjeta a sarjeta), no caso da seção em corte ou de crista a crista do aterro, no caso da seção em aterro.
    • Faixas de tráfego
      • É parte da pista de rolamento necessária à passagem de veículo automotor típico. Cada pista deve ter pelo menos duas faixas de tráfego, a fim de  permitir o cruzamento de dois veículos ou a passagem de um veículo pelo outro
    • Pista rolamento
      • É a faixa pavimentada da estrada, por onde trafegam os veículos automotores. No caso de pista dupla, cada pista tem o tráfego num único sentido, permitindo maior segurança.
    • Pé do corte ou do aterro
      • é o extremo inferior da rampa do corte (definida pela sarjeta), ou saia do aterro (definida pelo “Off-Set” do aterro).
    • Crista do corte ou do aterro
      • Crista do corte é a interseção da rampa do corte com o terreno natural. Quando a seção é toda em corte, existem duas cristas de corte. Quando a seção é toda em aterro, existem duas cristas de aterro.
    • Faixa terraplenada
      • É a faixa correspondente à largura compreendida entre as linhas dos “Off-Set” (corte e/ou aterro).
    • Recuo
      • É à distância na qual se permitem construções estranhas à estrada, a contar do limite da faixa de domínio.
    • Sarjeta
      • É uma valeta rasa, com seção em V aberto, situada ao pé do corte e destinada a receber as águas pluviais da plataforma e da faixa que vai da valeta de  proteção do corte até o pé do mesmo
    • Vedo
      • É o tapume da estrada para protegê-la contra a invasão de animais de certo ponte e também fixar os limites da faixa de domínio, garantindo a sua posse. O vedo geralmente é uma cerca de arame liso ou farpado.
    • Saia aterro
      • É a parte inclinada da seção transversal do aterro. Se o aterro é em seção plena, existem duas saias.
  5. Terraplenagem Manual

    • Movimentação de terra feita pelo homem, utilizando ferramentas tradicionais (pá, picareta, carroças ou vagonetes com tração animal)
    • Dependia de mão de obra abundante e barata
    • Baixo rendimento
    • Problematização
      • Recrutamento de pessoal
      • Administração
      • Alojamento
      • Subsistência dos trabalhadores
      • Grande volume terra = Mais tempo de execução = Mais trabalhadores
  6. Terraplenagem Motorizada (Mecanizada)

    • Conceito
    • Características
    • Problematização
    • Ciclo da terraplenagem
    • Operações de terraplenagem
    • Tipos de equipamentos
    • Tempo produtivo x improdutivo
    • Providências preliminares para serviços terraplenagem
      • Instalação do canteiro de obra
        • Conjunto de áreas destinadas à execução e apoio dos trabalhos da indústria da construção, dividindo-se em áreas operacionais e áreas de vivência.
        • Qualidade, produtividade e segurança.
        • Implantação do canteiro de obras deverá atender NR18, CLT relativa SST no que for pertinente, inclusive quando se instalar em local diverso ao da obra.
        • Localizar perto do centro de gravidade (área em planta) dos serviços. As construções devem ser econômicas e reaproveitáveis após a desmontagem do canteiro. CONSIDERAR: dimensão da obra, proximidade de centro urbano, tempo de execução da obra, facilidades locais de energia elétrica e água potável.
      • Transporte de equipamentos para o local de serviço
        • Grandes distâncias, o custo de mobilização será elevado e não pode ser omitido no orçamento da obra.
        • Transporte sobre carretas.
        • Equipamentos pneumáticos necessitam autorização dos órgãos rodoviários para trafegar nas estradas.
        • Na organização dos comboios, deve-se agrupar equipamentos que podem se deslocar a velocidades iguais.
      • Limpeza da faixa, desmatamento e destocamento
        • Desmatamento
          • Compreende o corte e a remoção de toda a vegetação existente na faixa de ocupação, qualquer que seja a sua densidade.
        • Destocamento
          • Compreende a operação de remoção de tocos e raízes, após o serviço de desmatamento na profundidade necessária até o nível do terreno considerado apto para a terraplenagem.
        • Limpeza
          • Compreende a operação de remoção da camada de solo ou material orgânico, bem como de quaisquer outros objetos e materiais indesejáveis que ainda subsistam aos serviços de desmatamento e destocamento.
        • O material removido é de propriedade pública, devendo ser removido e estocado, havendo especial atenção com a terra vegetal;
        • É vedada a queima do material de limpeza sem a licença do pessoal de fiscalização;
        • Deve ser feito o controle qualitativo de forma visual, avaliando-se a área superficial tratada se encontra isenta da camada vegetal ou outros elementos que prejudiquem os serviços de terraplenagem (esforço conjunto com o pessoal do meio ambiente!!!);
        • É vedada a permanência de entulhos nas adjacências do corpo estradal ou em situações que provoquem problemas à drenagem futura da obra.
        • Nenhum movimento de terra deve ser iniciado enquanto os serviços preliminares não tenham sido concluídos e aceitos pela fiscalização.
      • Determinação e construção das estradas de serviço
        • São vias que garantem o trânsito de equipamentos e veículos, com a finalidade de interligar cortes e aterros, assegurar o acesso ao canteiro de serviço, áreas de empréstimos, jazidas, obras de arte, fontes de abastecimento de água e demais instalações previstas no canteiro da obra.
        • A contratada deve evitar que os caminhos de serviço sejam indevidamente usados por terceiros.
      • Consolidação dos terrenos de fundação dos aterros
        • Representa um trabalho preliminar de grande importância, nos casos de terreno com baixa capacidade de suporte do subleito, devendo evitar recalque ou escorregamento lateral, o qual ocasiona afundamento do terreno.
      • Locação topográfica
        • Materialização no terreno de pontos do projeto.

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Beschreibung
Mindmap am TERRAPLENAGEM, erstellt von Edson Borges am 21/04/2024.
Erstellt von
Edson Borges
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