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MODELOS PARA TOMADA DE DECISÃO

TASSIA MELO Portugiesisch

Mapa mental sobre modelos para tomada de decisão: modelo intuitivo, modelo racional e modelo da racionalidade limitada

Mapa mental: modelos para tomada de decisão

Inhalt der Mindmap

MODELOS PARA TOMADA DE DECISÃO

  1. MODELO INTUITIVO

    • A tomada de decisão é feita por meio de processo cognitivo inconsciente (fora do pensamento consciente), apoiando-se em uma visão holística sobre o assunto, com base em experiências vividas. As decisões são tomadas rapidamente e possuem um componente afetivo.
  2. MODELO RACIONAL

    • Trata-se da decisão tomada de modo a maximizar o valor do resultado. Essas decisões seriam praticamente "matemáticas", pois considerariam todas as informações possíveis sobre um assunto antes da tomada de decisão e envolveriam um raciocínio perfeito (racionalidade plena). O tomador de decisões teria todas as informações necessárias (informações perfeitas), conheceria todas as possibilidades (cursos de ação), seria racional e teria em mente objetivos claros. Sob o modelo racional, as decisões seriam em etapas:
      • I. Definir o problema
      • II. Identificar os critérios para a decisão
      • III. Atribuir pesos específicos a cada um desses critérios
      • IV. Desenvolver alternativas
      • V. Avaliar alternativas
      • VI. Escolher a melhor alternativa
    • Modelo pouco adequado à realidade, dado que as informações não são perfeitas, o ser humano não possui racionalidade plena e os objetivos nem sempre são claros.
  3. MODELO DA RACIONALIDADE LIMITADA

    • Trata-se do modelo de tomada de decisão do homem administrativo, iniciado por Herbert Simon e aprofundado no modelo Carnegie. Aqui, há reconhecimento de que não é possível identificar todas as informações, assim como proceder com sua assimilação, compreensão e análise para busca de um resultado melhor de todos. A organização não age como um único ente de racionalidade ótima, mas sim como uma coalizão de forças de decisores que pressiona para diferentes caminhos.
      • 1. Percepção da situação que envolve algum problema
      • 2. Análise e definição do problema
      • 3. Definição dos objetivos
      • 4. Procura de alternativas de solução ou de cursos de ação
      • 5. Escolha (seleção) da alternativa mais adequada ao alcance dos objetivos
      • 6. Avaliação e comparação das alternativas
      • 7. Implementação da alternativa escolhida
      • CONCEITOS DE CHIAVENATO
      • CONCEITOS CYERT E MARCH
      • 1. Quase resolução de conflitos/problemas
        • Cada setor possui interesses distintos, por isso podem entrar em conflito na tomada de decisão, por isso a organização aceita pontos de vistas específicos de cada um (RACIONALIDADES LOCAIS) para resolver os problemas. Em alguns casos, é importante que haja arbitragem dos conflitos, que geralmente são resolvidos por meio de excesso de recursos (folga) que a organização deve dispor para resolver conflitos entre áreas e pessoas (SLACK ORGANIZACIONAL), em caso de necessidade ou desperdício.
      • 2. Tendência a evitar incertezas
        • A prioridade costuma a ser dada à resolução de objetivos de curto prazo, por isso o decisor deve estabelecer rotinas e padrões de decisão para as tarefas rotineiras, não deixando espaço para ficar tentando "reinventar a roda". A atenção deve ser concentrada na resolução de problemas novos.
      • 3. Busca sequencial de solução de problemas
        • Busca-se por soluções para problemas específicos, sendo que as soluções mais simples são as primeiras a serem implantadas para os problemas enfrentados. Soluções mais complexas só serão adotadas se as mais simples não funcionarem antes. A lógica por trás disso é a incapacidade do ser humano obter e lidar com as informações para apontar a melhor solução. Cada um terá sua própria racionalidade (lógica do ator), já que não há neutralidade, imparcialidade ou objetividade da decisão.
      • 4. Aprendizagem organizacional
        • O grupo apresenta comportamento adaptativo, aprendendo através da experiência, da observação e da comparação. Assim, com o tempo, os objetivos, caminhos e critérios para a tomada de decisão vão mudando.
    • Considera-se que não há uma única decisão que seja melhor de todas, mas sim um conjunto de decisões diferentes que satisfazem diferentes critérios. Por isso este modelo estabelece que as pessoas buscam decisões SATISFATÓRIAS, E NÃO ÓTIMAS. Capacidade de racionalidade humana é LIMITADA.
      • 4 FASES ESSENCIAIS DE CHIAVENATO COM REFERÊNCIA EM NEWMANN E WARREN
      • 1. Definição e diagnóstico do problema.
        • Esta fase envolve a obtenção dos dados e dos fatos a respeito do problema, suas relações com o contexto mais amplo, suas causas, definições e seu diagnóstico
      • 2. Procura de soluções alternativas mais promissoras.
        • Esta fase envolve a busca de cursos alternativos de ação possíveis e que se mostrem mais promissores para a solução do problema, a satisfação da necessidade ou o alcance do objetivo.
      • 3. Análise e comparação das alternativas de solução
        • É a fase na qual as várias alternativas de curso de ação são analisadas, ponderas e comparadas, no sentido de verificar os cursos (de tempo, de esforços, de recursos etc) e os benefícios que possam trazer, além de consequências futuras e prováveis quanto à sua adoção
      • 4. Seleção e escolha da melhor alternativa como um plano de ação.
        • A escolha de uma alternativa de curso de ação implica o abandono dos demais cursos alternativos. Há sempre um processo de seleção e de escolhas entre variáveis alternativas apresentadas. A racionalidade está implícita nesta atividade de escolha.

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Mindmap am MODELOS PARA TOMADA DE DECISÃO, erstellt von TASSIA MELO am 29/05/2017.
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TASSIA MELO
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