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Notizen

Unidade 1 - Uso didático de vídeos on-line

Supervisão de Tecnologias SEDUC Portugiesisch 16 Seiten

Unidade 1 - Uso didático de vídeos on-line

Inhalt der Notizen (16)

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1.1 Introdução

Unidade 1 - Uso didático de vídeos on-line

Muitos professores têm, no vídeo,

uma importante ferramenta para expor, explicar e atrair a atenção dos seus

alunos para determinado conteúdo curricular.

Todos nós concordamos sobre o

potencial que essa mídia possui como fonte de informações e como recurso que facilite

a aprendizagem do estudante.

Porém, é preciso deixar claro que, como qualquer

recurso didático, o vídeo não deve ser encarado como um substituto de outros

instrumentos, mas, como mais uma ferramenta que o professor pode lançar mão

para contribuir para o processo de ensino e aprendizagem dos seus alunos.

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1.2 Histórico do vídeo

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Se

formos resumir a história do vídeo, desde seus primórdios até os dias atuais,

constataremos que houve uma transformação bem expressiva.

Gradativamente, desde

a invenção do cinema, ao longo dos anos, esse tipo de mídia foi tomando novos formatos

e diferentes meios de serem apreciados, ficando cada vez mais acessível e

democratizado.

Atualmente, podemos assistir a vídeos até mesmo por meio de um

dispositivo que foi, a priori,

projetado para comunicação instantânea entre pessoas, o telefone celular.

Mas

antes desse desenvolvimento todo, o vídeo passou por um longo processo de aprimoramentos,

tanto na sua qualidade audiovisual, quanto no que tange à sua forma de acesso.

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Gerações dos vídeos

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Para conhecer com mais detalhe a

história do vídeo, como o conhecemos, sugerimos a leitura do texto desta

página da web. Entretanto, podemos resumir essa evolução em quatro

gerações:

Primeira geração: Século XIX – primeiros

dispositivos de captação e reprodução de imagem em movimento (fonógrafo, de

Tomas Edison; aparelho fotográfico de Niépce; cinematógrafo dos Irmãos Lumiére;

emissor de ondas de rádio de Marconi).

Segunda geração: Segunda Gerra Mundial -

desenvolvimento dos meios de comunicação de massa em virtude da aceleração

tecnológica (Cinema, TV, rádio, etc.).

Terceira geração: os meios de registro se tornam

mais acessíveis à maioria das pessoas (videocassete, vídeo digital, DVD,

BluRay, etc).

Quarta geração: Interatividade e

colaboratividade na produção contemporânea (vídeos pela Internet).

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Vídeo digital

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Nos dias atuais, vemos a ascensão

do conteúdo de vídeo digital, que substitui rapidamente o analógico, não

somente em relação ao que é veiculado na TV aberta, mas também ao conteúdo

audiovisual que pode ser acessado via TV por assinatura, reprodutores de mídias

como o DVD, o BluRay e, por fim, os diversos repositórios disponíveis na

Internet. E é sobre essa última forma de acesso que nos deteremos na presente

unidade deste módulo do CATE.

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Vídeo na Internet

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Uma das grandes vantagens da

Internet, e de sua evolução para a Web

2.0, é a interação e a colaboração.

Qualquer pessoa pode produzir,

compartilhar e comentar o conteúdo que é disponibilizado através da grande

rede. E isso inclui os vídeos, que, em formato digital, alcançam milhões de

pessoas espalhadas por todo o planeta.

Nesse novo contexto, o usuário deixa de

ser um mero consumidor de informações e passa a ser, se assim desejar, um

produtor, além de emitir suas opiniões críticas sobre o que é veiculado.

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Repositórios de vídeo na Web

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Partindo dessa realidade,

apresentaremos aqui algumas noções de utilização didática do vídeo dentro desse

atual contexto, que é a ampla disponibilização on-line dessa mídia.

Para começar, apresentaremos alguns dos principais

sítios on-line, onde é possível

acessar vídeos com finalidade educativa.

O Youtube é, certamente, o mais

popular e conhecido portal de acesso a vídeos, que podem ser assistidos por

muitos usuários, desde que estes possuam algum dispositivo de visualização

conectado à Internet.

Mas existem vários

outros websites que funcionam como

repositórios e compartilhadores de material audiovisual digital, democratizando

o acesso a um número cada vez maior de pessoas, além de diversificar o tipo de

conteúdo (característica pouco comum tanto na TV aberta, quanto na TV por

assinatura).

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Lista de repositórios de vídeo on-line

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Na lista a seguir, apresentamos

os principais locais da Internet para localizar vídeos:

YouTube: é

certamente o repositório de conteúdo audiovisual mais acessado. Criado em 2005,

possui a maior quantidade de vídeos atualmente.

Dailymotion:

criado em 2005 na França, disponibiliza vídeos dos mais variados conteúdos aos

seus usuários. É um dos mais acessados do mundo. É possível fazer upload de vídeos de forma gratuita e até

ganhar dinheiro com produção autoral, se o usuário quiser fazer parte de um

programa especial criado pelo site.

Vevo: é um

site de vídeos dedicado ao entretenimento musical. Todo seu conteúdo é

hospedado em seu site oficial e também no Youtube, que é licenciado. Apresenta

vários eventos como shows, entrevistas e premiações musicais.

Google

Videos: a partir da página principal do Google é possível localizar vídeos

hospedados no Youtube (que atualmente pertence à empresa Google) e em outros

servidores de toda a web.

Yahoo!

Video: um serviço da empresa Yahoo!

para encontrar vídeos em toda a web. Oferece uma interface que permite

pré-visualizar no próprio ambiente o vídeo procurado.

Veoh: fundada

em 2004, é uma televisão transmitida pela Internet empresa sediada em San

Diego, Califórnia. Ele permite que os usuários encontrem e vejam conteúdo de

estúdio, produções independentes e material gerado por usuários.

Vimeo: Dedicado

aos vídeos em qualidade HD (alta qualidade). O lugar é perfeito para conhecer

trabalhos audiovisuais interessantes ou para divulgar projetos profissionais

como curta-metragens.

TV Uol:

Site brasileiro de compartilhamento de vídeos, geralmente com conteúdos da Uol

ou da TV aberta.

Terra TV:

Outra opção brasileira de compartilhamento de vídeos próprios da empresa Terra.

Globo Play:

antiga Globo TV, contém vídeos da programação da TV Globo. A maior parte do

conteúdo é destinada aos assinantes.

Porta

Curtas: Central do Curta-Metragem Brasileiro na Web, com mais de 1.212 filmes para assistir na íntegra e gratuitamente.

O projeto Porta Curtas Petrobras é integralmente voltado para a Internet e tem

por objetivo difundir a produção nacional.

TV

Escola: Portal do MEC que disponibiliza gratuitamente conteúdo educativo.

Alguns vídeos podem ser baixados, dependendo da permissão do produtor.

Videoaulas@RNP:

Serviço oferecido pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa. Corresponde a um

sistema integrado para elaboração, armazenamento e disponibilização de

videoaulas produzidas pelas instituições clientes. Serve como subsídio para o

ensino presencial ou a distância. Contém conteúdo gravado, que pode ser

acessado de maneira assíncrona, no modelo de transmissões de vídeo "sob

demanda".

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Streaming

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A maioria desses sites utiliza uma tecnologia de

transmissão de áudio e vídeo, através da Internet, conhecida por streaming, a qual permite a

transferência de dados audiovisuais ao mesmo tempo em que o usuário assiste.

Nesse caso, os dados são armazenados temporariamente em cache do dispositivo

enquanto o conteúdo é transmitido. Portanto, não há a necessidade de efetuar download do arquivo multimídia.

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Atividade 1.1

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Com base nas questões abaixo formule suas respostas no fórum e interaja comentando as respostas dos seus colegas:

Você já usou o Youtube ou outro repositório

online?

Conte sua experiência: qual vídeo encontrou?

Comente sobre um vídeo que você tenha gostado

sobre a disciplina que você leciona na

sua escola.

Você já produziu algum vídeo?

Fez seu cadastro e

postou algum material próprio em algum repositório on-line?

Obs.: Usar a Ferramenta Fórum no ambiente

e-Proinfo para realizar esta tarefa.

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1.3 Download

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É possível baixar?

É importante ressaltar que alguns

websites permitem download (transferência) do arquivo de

vídeo para que este possa ser acessado de forma off-line (dispensando a Internet), enquanto que outros permitem

apenas a visualização quando conectados.

Infelizmente, nem sempre é

possível ter conexão, e em boa velocidade, sempre que se precisa. Por esta

razão, com muita frequência é necessário que se possuam os vídeos armazenados

de forma física, em dispositivos como USB drives (pen-drives), HD externos, CD,

DVD, entre outros. Outro detalhe a se levar em consideração, é que, por conta

da preocupação em não violar os direitos autorais dos seus produtores, muitos

sites não permitem o download dos

vídeos. Entretanto, existem algumas opções que possibilitam quebrar essa

barreira. Entre essas opções o usuário pode baixar e instalar aplicativos como

o ATube Catcher,

ou acessar sites como o Savefrom.net,

Keepvid, ou ainda, instalar plug-ins para navegadores que ofereçam o serviço de

downloads de vídeos dos sites

acessados, como o Video Download

Helper (disponível para o navegador Mozilla FireFox e Chrome).

Tutoriais para usar baixadores de vídeo

Para aprender a utilizar cada uma

das opções acima apresentadas, sugerimos os vídeo-tutoriais abaixo:

·

ATube Catcher – assista

aqui.

·

Savefrom.net – assista aqui.

·

Video Download Helper – assista aqui.

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Reprodução dos vídeos

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Uma vez baixado o arquivo, será possível reproduzir o vídeo em dispositivos como computadores, tocadores de DVD ou Bluray, tablets e smartphones, e para um público maior é possível utilizar projetores ou TV digital.

Mas para isso é importante que o usuário cheque a compatibilidade do equipamento com o formato de mídia.

Existem dispositivos que não reproduzem determinados formatos de vídeo. Para isso apresentamos a seguir uma breve descrição dos formatos mais comuns de arquivos audiovisuais digitais.

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Formatos de vídeo:

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AVI – Um dos formatos mais antigos de vídeo.

Originalmente sem compactação, consome mais espaço de armazenamento. Um minuto

costuma consumir centenas de megabytes. Atualmente existem compactações como XVID

e VIDX que tornam os arquivos menores.

MOV – Formato de arquivo de vídeo da empresa

Apple.

WMV – Formato de vídeo digital compactado da

empresa Microsoft.

MP4 – Formato mais popular atualmente. Possui

compactação com pouca perda de qualidade de definição de imagem e som.

MPG – Um dos primeiros formatos de arquivo

digital usado nos vídeos distribuídos na Internet.

RMBV – Formato compactado utilizado nos players

da Real Vídeo.

VOB – Formato digital usado nos vídeos

distribuídos nas cópias de DVD.

MKV – Formato de vídeo de alta definição com boa

compactação.

FLV – Formato bem compactado geralmente usado

nos vídeos distribuídos para streaming na Internet.

3GP – Formato de baixa resolução, mais utilizado

nos primeiros celulares.

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Conversores

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Além dos formatos há ainda diversas outras especificidades como

resolução da imagem, frame rate e codec de vídeo. Tudo isso implica na

hora de escolher o equipamento no qual o material audiovisual será reproduzido.

Mas, o que fazer quando o arquivo de vídeo que eu possuo não toca no

dispositivo que eu tenho à disposição? Vamos colocar uma situação que é bem

comum:

O professor de História de uma escola possui um vídeo que baixou da

Internet. Esse arquivo está em formato FLV. A sala de multimídia desse

estabelecimento possui uma TV digital que possui entrada USB e reproduz alguns

formatos de vídeo. Mas apenas MP4 e AVI. E agora? O que fazer, já que o arquivo

de vídeo não é compatível com a TV?

Para isso há uma variedade de conversores, aplicativos que permitem a

conversão de arquivos multimídia para outros formatos. Um deles é o Format

Factory (faça o

download aqui), que converte, com poucos passos, arquivos para a maioria

dos formatos digitais usados atualmente. Além disso, é possível configurar

várias especificações, o que poderá afetar na qualidade e no tamanho do

arquivo. Dessa forma, respondendo à questão acima, basta converter o vídeo no

formato FLV para o formato MP4 ou AVI, colocar o pendrive na porta USB da TV

digital da escola e reproduzi-lo.

Para aprender a converter um arquivo de vídeo de um formato para outro usando o Format Factory, na Internet você poderá encontrar bons tutorais, como este aqui ou este. Assista e experimente fazer você mesmo!

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Cuidados!

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Mas atenção: é recomendável sempre fazer um teste antes da realização

da aula em que se pretende exibir um vídeo. Faça uma checagem dos equipamentos

e veja se tudo está funcionando perfeitamente para evitar constrangimentos.

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1.4 Sugestões de uso didático do vídeo

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Há variadas formas de o professor

aproveitar a mídia vídeo como recurso didático, tanto on-line quanto off-line.

Para acessar vídeos on-line, é

necessário que o usuário esteja conectado à Internet para assistir aos vídeos.

Já, para o caso de não ser possível conexão, é preciso que se faça antecipadamente

o download do vídeo para que possa

ser exibido off-line. Daremos algumas

opções para isso adiante.

Pesquisar um vídeo com

determinado conteúdo na Internet é uma tarefa muito fácil devido a atual

quantidade de material audiovisual disponível na grande rede. Basta que o

usuário acesse o website ou até mesmo

um mecanismo de busca, ativando a opção de vídeo. No Google, assim como em

outros buscadores como Yahoo! e Bing, por exemplo, existe uma aba específica

para busca de vídeos, assim como há para a de imagens. Os repositórios

dedicados aos vídeos também possuem suas próprias ferramentas de buscas

facilmente localizadas pelo ícone da lupa, onde há ao lado, um campo onde se

digita o assunto que se procura. Como opções avançadas, é possível filtrar a

busca por duração, definição de imagens entre outros critérios.

Uma vez que o professor localiza

o vídeo considerado interessante para ser usado como recurso didático, poderá

compartilhar com seus alunos. Para isso, é claro, deve antes fazer um trabalho

minucioso de curadoria, ou seja, de avaliação e seleção a fim de verificar se o

material multimídia é ou não adequado para aquela faixa etária ou conteúdo

curricular. Assim poderá usar os diversos mecanismos possíveis para

compartilhá-lo para seus alunos, anotando o endereço eletrônico na lousa da

sala de aula ou enviando o link

através das redes sociais, blogs,

aplicativos de mensagens instantâneas para celulares, Ambientes Virtuais de

Aprendizagem (AVA), entre outros.

Outra possibilidade é que o

usuário envie sua própria produção para que possa ser socializada com o mundo

inteiro conectado. O professor, por exemplo, poderá produzir vídeo-aulas,

registradas por meio de câmeras digitais ou smartphones, depois editadas com a

ajuda de aplicativos específicos (alguns disponíveis on-line, como o editor do Youtube), para que sejam disponibilizadas

para seus alunos. Seria uma forma de ajudar, por exemplo, o estudante que

perdeu ou não entendeu muito bem um determinado assunto tratado na sala de aula

presencial, reforçando o seu aprendizado.

A ONG Kan Akademy faz um trabalho

interessante nesse sentido. Mais informações a respeito dessa organização, clique

aqui. O próprio Youtube também possui vários canais dedicados à educação,

com muitos vídeos educativos que servem como suporte a aprendizagem de diversos

conteúdos dos mais diferentes componentes curriculares.

Sugestões de uso do Youtube

Para conhecer algumas sugestões

sobre como o professor pode usar esse recurso diretamente a partir da Internet,

acesse o link a seguir: 8

razões para utilizar o Youtube em sala de aula. O texto se refere ao

Youtube, mas pode se aplicar a qualquer outro repositório de vídeos on-line.

Sobre esse assunto, José Manuel Moran nos oferece uma análise interessante, e que vale a pena ler para nos ajudar a utilizarmos com sabedoria a mídia vídeo no contexto da educação.

Leia neste link o artigo na íntegra: O vídeo na sala de aula,

Exercício de fixação:

Use os flashcards abaixo para repassar as principais ideias de Moran, contidas em seu artigo e reforçar o aprendizado. Leia o termo contido no card, então faça uma reflexão sobre o significado da terminologia utilizada pelo autor, e em seguida clique para virar a carta e verificar se o texto condiz com o que você entendeu. Marque se acertou ou errou. Esse recurso é uma boa pedida para revisar e assimilar o aprendizado.

Usos inadequados do vídeo em aulas

Propostas de uso do vídeo como recurso didático

Seite 16

Atividade 1.3

Unidade 1 - Uso didático de vídeos on-line

Crie um plano de aula com

utilização de um ou mais vídeos curtos capturados da Internet como recurso

didático (o plano deve conter objetivos, recursos, procedimentos e avaliação).

Obs.: Use a ferramenta

Atividade do Menu Conteúdo, no ambiente e-Proinfo, para enviar o arquivo feito

em editor de texto.

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Beschreibung
Aprenda a utilizar vídeos digitais disponíveis na Internet no contexto escolar, como um recurso didático.
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